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Pedro Daniel Dos Santos Souza

Biographic Data

ID1363875
NAMEPedro Daniel Dos Santos Souza
GIVEN NAMESPedro Daniel Dos Santos
FAMILY NAMESouza
SIGNATURESOUZA P D S
AFFILIATIONSUniversidade do Estado da Bahia
ORCID0000-0002-7747-7451
VERIFIEDYes
TOTAL WORKS11
TOTAL CITATIONS2
AUTHOR COUNT11
EDITOR COUNT0
FIRST PUBLICATION YEAR2017
LATEST PUBLICATION YEAR2024
H-INDEX1
  • Políticas linguísticas em Angola: O Silenciamento Das Línguas Nacionais

    Open Access•Júlio Epalanga Sacalembe, Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•Revista (Con)Textos Linguísticos•2024

    Este artigo propõe refletir sobre as políticas linguísticas implementadas em Angola que fomentaram o silenciamento das línguas nacionais, a partir da análise das ações implementadas no período da colonização portuguesa, sobretudo em meados do século XX, e no pós-independência do país, materializadas nos documentos oficiais. Assim, o presente trabalho se enquadra no campo das Políticas linguísticas, nos termos Severo (2013), e discute a colonizaçã…

  • Diálogos entre a Sócio-História do Português e a História Social da Cultura Escrita: Uma breve apresentação

    Open Access•Huda da Silva Santiago, Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•LaborHistórico•2023

    Apresentação

  • “Naõ consentindo por modo algum, que os Meninos, e Meninas, […] usem da Lingua propria das suas Naçoens, ou da chamada geral; mas unicamente da Portugueza”: Povos indígenas e cultura escrita na antiga…

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•LaborHistórico•2023

    A política de gestão das línguas na América portuguesa, expressa no Diretório dos índios, previa a proibição do uso da língua geral e das línguas próprias dos diversos grupos etnolinguísticos indígenas e, consequentemente, a adoção e o ensino da “Língua do Príncipe” nas povoações e vilas de índios. Elaborado para o Estado do Grão-Pará e Maranhão, quando o Diretório foi confirmado e estendido ao Estado do Brasil, por meio do Alvará de 17 de agosto…

  • Se aparecer noticias serias ahi, escreva-me: Concordância Verbal Em Cartas Do Sertão Baiano Oitocentista

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza, Elisangela Leitão Oliveira•ARTICLE•Revista Linguíʃtica•2023

    Este trabalho discute o encaixamento histórico da variação da concordância verbal de terceira pessoa do plural no português brasileiro (PB) oitocentista, a partir de corpus constituído por 190 cartas escritas por 43 remetentes e dirigidas a Cícero Dantas Martins, Barão de Jeremoabo. Embora a variação da concordância verbal de terceira pessoa plural tenha sido exaustivamente estudada em dados do PB contemporâneo, tratar desse fenômeno linguístico …

  • Ler eescrever na América portuguesa: Notícias sobre um “método” para a educação escolar indígena na Capitania de Pernambuco do século XVIII

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•A Cor das Letras•2022

    A “nova” política indigenista do governo ilustrado de D. José I manifestou-se na reestruturação político-administrativa dos aldeamentos indígenas administrados pelas Ordens religiosas, sobretudo dos jesuítas, que deveriam ser transformados em vilas e lugares, e nas relações entre autoridades civis, indígenas e colonos na América portuguesa. Nesse contexto, emergiram orientações quanto às formas de implementar a “nova” política indigenista do Impé…

  • O sequestro da História? Discurso oficial e práticas de ensino sobre a história linguística do Brasil e a historicidade do português brasileiro

    Open Access•Tânia Lobo, Ana Sartori et al.•ARTICLE•LaborHistórico•2021

    Em 5 de outubro de 1988, promulgou-se a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 – a Constituição cidadã –, considerada o marco do início da Nova República, que finda, segundo a historiadora francesa Maud Chirio (2018), com a última eleição presidencial, ocorrida em 2018. Neste artigo, examinamos, nos 30 anos da Nova República, tanto no plano discursivo, quanto no plano das práticas, como a reflexão sobre o ensino de língua portugue…

  • “[…] Caelle Da Muytas Uezes Victoria a Aquelles Que Creem E Defende a Sua Sãcta Fé”: Concordância verbal no português arcaico

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•A Cor das Letras•2021

    Este trabalho discute a variação da concordância verbal na primeira fase do período arcaico da língua portuguesa (séculos XIII e XIV), a partir de corpus constituído por textos literários e não-literários (oficiais, particulares e institucionais) representativos da produção medieval portuguesa. Fundamentando-se no aporte teórico-metodológico da Sociolinguística Histórica (ROMAINE, 1982) a análise dos dados confirma a existência de uma regra sintá…

  • De aldeias a vilas de índios: A atuação do Conselho Ultramarino na Bahia e os agentes de letramento indígena

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•Sæculum – Revista de História•2021

    Este trabalho discute a atuação do tribunal especial do Conselho Ultramarino instalado na Bahia, em 1758, que tinha como um dos objetivos proceder à execução do alvará de 8 de maio de 1758 e, consequentemente, à nova política indigenista do governo de D. José I. Dá-se atenção especial às deliberações que tiveram impactos sobre o processo de escolarização e letramento indígenas, na medida em que apontam indícios para uma maior compreensão da histó…

  • E saber a língua geral de índios: Reconfigurações linguísticas nas vilas de índios da capitania da Bahia

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•História (São Paulo•2021•Cited by: 2•References: 1

    Na segunda metade do século XVIII, a política linguística determinada pelo Diretório dos índios, ou pombalino, previa a obrigatoriedade do uso e ensino da língua portuguesa, assim como a proibição das línguas indígenas e, de forma particular, da chamada língua geral. Quando o Diretório foi confirmado e estendido ao Estado do Brasil, o tribunal especial do Conselho Ultramarino, instalado na Bahia, ficou encarregado de tomar as providências necessá…

  • Os Kiriri dos "sertões" da Bahia: Discutindo Documentação, Revitalização E Políticas Linguísticas

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza, Jardel Jesus Santos Rodrigues et al.•ARTICLE•Cadernos de Linguística e Teoria…•2020•References: 11

    Até meados do século XVIII, a América portuguesa caracterizava-se por um multilinguismo generalizado (MATTOS E SILVA, 2004), sendo o português uma das diversas línguas faladas e por uma minoria da população. A política linguística implementada pelo governo de D. José I (1750-1777), por meio do Diretório dos índios, determinou o uso da língua portuguesa como obrigatória entre as populações indígenas e proibiu o uso das línguas nativas dos diversos…

  • Das Muitas Histórias a Serem (Re) Construídas: História Social Linguística Do Brasil E História Social Da Cultura Escrita

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•Revista de Estudos de Cultura•2017

    No presente trabalho, refletimos sobre as formas de aproximação da história social da cultura escrita a uma história social linguística do Brasil, apresentando uma síntese historiográfica pautada, sobretudo, nas proposições de Houaiss ([1985] 1992) e Mattos e Silva (1998), que estão na base do Subprograma História Social da Cultura Escrita (HISCULTE). Buscamos traçar um breve panorama da emergência de pesquisas que, no âmbito do referido Subprogr…

  • E saber a língua geral de índios: Reconfigurações linguísticas nas vilas de índios da capitania da Bahia

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•História (São Paulo•2021•Cited by: 2•References: 1

    Na segunda metade do século XVIII, a política linguística determinada pelo Diretório dos índios, ou pombalino, previa a obrigatoriedade do uso e ensino da língua portuguesa, assim como a proibição das línguas indígenas e, de forma particular, da chamada língua geral. Quando o Diretório foi confirmado e estendido ao Estado do Brasil, o tribunal especial do Conselho Ultramarino, instalado na Bahia, ficou encarregado de tomar as providências necessá…

  • Das Muitas Histórias a Serem (Re) Construídas: História Social Linguística Do Brasil E História Social Da Cultura Escrita

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•Revista de Estudos de Cultura•2017

    No presente trabalho, refletimos sobre as formas de aproximação da história social da cultura escrita a uma história social linguística do Brasil, apresentando uma síntese historiográfica pautada, sobretudo, nas proposições de Houaiss ([1985] 1992) e Mattos e Silva (1998), que estão na base do Subprograma História Social da Cultura Escrita (HISCULTE). Buscamos traçar um breve panorama da emergência de pesquisas que, no âmbito do referido Subprogr…

  • Os Kiriri dos "sertões" da Bahia: Discutindo Documentação, Revitalização E Políticas Linguísticas

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza, Jardel Jesus Santos Rodrigues et al.•ARTICLE•Cadernos de Linguística e Teoria…•2020•References: 11

    Até meados do século XVIII, a América portuguesa caracterizava-se por um multilinguismo generalizado (MATTOS E SILVA, 2004), sendo o português uma das diversas línguas faladas e por uma minoria da população. A política linguística implementada pelo governo de D. José I (1750-1777), por meio do Diretório dos índios, determinou o uso da língua portuguesa como obrigatória entre as populações indígenas e proibiu o uso das línguas nativas dos diversos…

  • O sequestro da História? Discurso oficial e práticas de ensino sobre a história linguística do Brasil e a historicidade do português brasileiro

    Open Access•Tânia Lobo, Ana Sartori et al.•ARTICLE•LaborHistórico•2021

    Em 5 de outubro de 1988, promulgou-se a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 – a Constituição cidadã –, considerada o marco do início da Nova República, que finda, segundo a historiadora francesa Maud Chirio (2018), com a última eleição presidencial, ocorrida em 2018. Neste artigo, examinamos, nos 30 anos da Nova República, tanto no plano discursivo, quanto no plano das práticas, como a reflexão sobre o ensino de língua portugue…

  • “[…] Caelle Da Muytas Uezes Victoria a Aquelles Que Creem E Defende a Sua Sãcta Fé”: Concordância verbal no português arcaico

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•A Cor das Letras•2021

    Este trabalho discute a variação da concordância verbal na primeira fase do período arcaico da língua portuguesa (séculos XIII e XIV), a partir de corpus constituído por textos literários e não-literários (oficiais, particulares e institucionais) representativos da produção medieval portuguesa. Fundamentando-se no aporte teórico-metodológico da Sociolinguística Histórica (ROMAINE, 1982) a análise dos dados confirma a existência de uma regra sintá…

  • De aldeias a vilas de índios: A atuação do Conselho Ultramarino na Bahia e os agentes de letramento indígena

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•Sæculum – Revista de História•2021

    Este trabalho discute a atuação do tribunal especial do Conselho Ultramarino instalado na Bahia, em 1758, que tinha como um dos objetivos proceder à execução do alvará de 8 de maio de 1758 e, consequentemente, à nova política indigenista do governo de D. José I. Dá-se atenção especial às deliberações que tiveram impactos sobre o processo de escolarização e letramento indígenas, na medida em que apontam indícios para uma maior compreensão da histó…

  • E saber a língua geral de índios: Reconfigurações linguísticas nas vilas de índios da capitania da Bahia

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•História (São Paulo•2021•Cited by: 2•References: 1

    Na segunda metade do século XVIII, a política linguística determinada pelo Diretório dos índios, ou pombalino, previa a obrigatoriedade do uso e ensino da língua portuguesa, assim como a proibição das línguas indígenas e, de forma particular, da chamada língua geral. Quando o Diretório foi confirmado e estendido ao Estado do Brasil, o tribunal especial do Conselho Ultramarino, instalado na Bahia, ficou encarregado de tomar as providências necessá…

  • Ler eescrever na América portuguesa: Notícias sobre um “método” para a educação escolar indígena na Capitania de Pernambuco do século XVIII

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•A Cor das Letras•2022

    A “nova” política indigenista do governo ilustrado de D. José I manifestou-se na reestruturação político-administrativa dos aldeamentos indígenas administrados pelas Ordens religiosas, sobretudo dos jesuítas, que deveriam ser transformados em vilas e lugares, e nas relações entre autoridades civis, indígenas e colonos na América portuguesa. Nesse contexto, emergiram orientações quanto às formas de implementar a “nova” política indigenista do Impé…

  • Diálogos entre a Sócio-História do Português e a História Social da Cultura Escrita: Uma breve apresentação

    Open Access•Huda da Silva Santiago, Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•LaborHistórico•2023

    Apresentação

  • “Naõ consentindo por modo algum, que os Meninos, e Meninas, […] usem da Lingua propria das suas Naçoens, ou da chamada geral; mas unicamente da Portugueza”: Povos indígenas e cultura escrita na antiga…

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•LaborHistórico•2023

    A política de gestão das línguas na América portuguesa, expressa no Diretório dos índios, previa a proibição do uso da língua geral e das línguas próprias dos diversos grupos etnolinguísticos indígenas e, consequentemente, a adoção e o ensino da “Língua do Príncipe” nas povoações e vilas de índios. Elaborado para o Estado do Grão-Pará e Maranhão, quando o Diretório foi confirmado e estendido ao Estado do Brasil, por meio do Alvará de 17 de agosto…

  • Se aparecer noticias serias ahi, escreva-me: Concordância Verbal Em Cartas Do Sertão Baiano Oitocentista

    Open Access•Pedro Daniel Dos Santos Souza, Elisangela Leitão Oliveira•ARTICLE•Revista Linguíʃtica•2023

    Este trabalho discute o encaixamento histórico da variação da concordância verbal de terceira pessoa do plural no português brasileiro (PB) oitocentista, a partir de corpus constituído por 190 cartas escritas por 43 remetentes e dirigidas a Cícero Dantas Martins, Barão de Jeremoabo. Embora a variação da concordância verbal de terceira pessoa plural tenha sido exaustivamente estudada em dados do PB contemporâneo, tratar desse fenômeno linguístico …

  • Políticas linguísticas em Angola: O Silenciamento Das Línguas Nacionais

    Open Access•Júlio Epalanga Sacalembe, Pedro Daniel Dos Santos Souza•ARTICLE•Revista (Con)Textos Linguísticos•2024

    Este artigo propõe refletir sobre as políticas linguísticas implementadas em Angola que fomentaram o silenciamento das línguas nacionais, a partir da análise das ações implementadas no período da colonização portuguesa, sobretudo em meados do século XX, e no pós-independência do país, materializadas nos documentos oficiais. Assim, o presente trabalho se enquadra no campo das Políticas linguísticas, nos termos Severo (2013), e discute a colonizaçã…

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