Pedro Daniel Dos Santos Souza
Biographic Data
| ID | 1363875 |
|---|---|
| NAME | Pedro Daniel Dos Santos Souza |
| GIVEN NAMES | Pedro Daniel Dos Santos |
| FAMILY NAME | Souza |
| SIGNATURE | SOUZA P D S |
| AFFILIATIONS | Universidade do Estado da Bahia |
| ORCID | 0000-0002-7747-7451 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 11 |
| TOTAL CITATIONS | 2 |
| AUTHOR COUNT | 11 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2017 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 1 |
Políticas linguísticas em Angola: O Silenciamento Das Línguas Nacionais
Este artigo propõe refletir sobre as políticas linguísticas implementadas em Angola que fomentaram o silenciamento das línguas nacionais, a partir da análise das ações implementadas no período da colonização portuguesa, sobretudo em meados do século XX, e no pós-independência do país, materializadas nos documentos oficiais. Assim, o presente trabalho se enquadra no campo das Políticas linguísticas, nos termos Severo (2013), e discute a colonizaçã…
Diálogos entre a Sócio-História do Português e a História Social da Cultura Escrita: Uma breve apresentação
Apresentação
“Naõ consentindo por modo algum, que os Meninos, e Meninas, […] usem da Lingua propria das suas Naçoens, ou da chamada geral; mas unicamente da Portugueza”: Povos indígenas e cultura escrita na antiga…
A política de gestão das línguas na América portuguesa, expressa no Diretório dos índios, previa a proibição do uso da língua geral e das línguas próprias dos diversos grupos etnolinguísticos indígenas e, consequentemente, a adoção e o ensino da “Língua do Príncipe” nas povoações e vilas de índios. Elaborado para o Estado do Grão-Pará e Maranhão, quando o Diretório foi confirmado e estendido ao Estado do Brasil, por meio do Alvará de 17 de agosto…
Se aparecer noticias serias ahi, escreva-me: Concordância Verbal Em Cartas Do Sertão Baiano Oitocentista
Este trabalho discute o encaixamento histórico da variação da concordância verbal de terceira pessoa do plural no português brasileiro (PB) oitocentista, a partir de corpus constituído por 190 cartas escritas por 43 remetentes e dirigidas a Cícero Dantas Martins, Barão de Jeremoabo. Embora a variação da concordância verbal de terceira pessoa plural tenha sido exaustivamente estudada em dados do PB contemporâneo, tratar desse fenômeno linguístico …
Ler eescrever na América portuguesa: Notícias sobre um “método” para a educação escolar indígena na Capitania de Pernambuco do século XVIII
A “nova” política indigenista do governo ilustrado de D. José I manifestou-se na reestruturação político-administrativa dos aldeamentos indígenas administrados pelas Ordens religiosas, sobretudo dos jesuítas, que deveriam ser transformados em vilas e lugares, e nas relações entre autoridades civis, indígenas e colonos na América portuguesa. Nesse contexto, emergiram orientações quanto às formas de implementar a “nova” política indigenista do Impé…
O sequestro da História? Discurso oficial e práticas de ensino sobre a história linguística do Brasil e a historicidade do português brasileiro
Em 5 de outubro de 1988, promulgou-se a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 – a Constituição cidadã –, considerada o marco do início da Nova República, que finda, segundo a historiadora francesa Maud Chirio (2018), com a última eleição presidencial, ocorrida em 2018. Neste artigo, examinamos, nos 30 anos da Nova República, tanto no plano discursivo, quanto no plano das práticas, como a reflexão sobre o ensino de língua portugue…
“[…] Caelle Da Muytas Uezes Victoria a Aquelles Que Creem E Defende a Sua Sãcta Fé”: Concordância verbal no português arcaico
Este trabalho discute a variação da concordância verbal na primeira fase do período arcaico da língua portuguesa (séculos XIII e XIV), a partir de corpus constituído por textos literários e não-literários (oficiais, particulares e institucionais) representativos da produção medieval portuguesa. Fundamentando-se no aporte teórico-metodológico da Sociolinguística Histórica (ROMAINE, 1982) a análise dos dados confirma a existência de uma regra sintá…
De aldeias a vilas de índios: A atuação do Conselho Ultramarino na Bahia e os agentes de letramento indígena
Este trabalho discute a atuação do tribunal especial do Conselho Ultramarino instalado na Bahia, em 1758, que tinha como um dos objetivos proceder à execução do alvará de 8 de maio de 1758 e, consequentemente, à nova política indigenista do governo de D. José I. Dá-se atenção especial às deliberações que tiveram impactos sobre o processo de escolarização e letramento indígenas, na medida em que apontam indícios para uma maior compreensão da histó…
E saber a língua geral de índios: Reconfigurações linguísticas nas vilas de índios da capitania da Bahia
Na segunda metade do século XVIII, a política linguística determinada pelo Diretório dos índios, ou pombalino, previa a obrigatoriedade do uso e ensino da língua portuguesa, assim como a proibição das línguas indígenas e, de forma particular, da chamada língua geral. Quando o Diretório foi confirmado e estendido ao Estado do Brasil, o tribunal especial do Conselho Ultramarino, instalado na Bahia, ficou encarregado de tomar as providências necessá…
Os Kiriri dos "sertões" da Bahia: Discutindo Documentação, Revitalização E Políticas Linguísticas
Até meados do século XVIII, a América portuguesa caracterizava-se por um multilinguismo generalizado (MATTOS E SILVA, 2004), sendo o português uma das diversas línguas faladas e por uma minoria da população. A política linguística implementada pelo governo de D. José I (1750-1777), por meio do Diretório dos índios, determinou o uso da língua portuguesa como obrigatória entre as populações indígenas e proibiu o uso das línguas nativas dos diversos…
Das Muitas Histórias a Serem (Re) Construídas: História Social Linguística Do Brasil E História Social Da Cultura Escrita
No presente trabalho, refletimos sobre as formas de aproximação da história social da cultura escrita a uma história social linguística do Brasil, apresentando uma síntese historiográfica pautada, sobretudo, nas proposições de Houaiss ([1985] 1992) e Mattos e Silva (1998), que estão na base do Subprograma História Social da Cultura Escrita (HISCULTE). Buscamos traçar um breve panorama da emergência de pesquisas que, no âmbito do referido Subprogr…
E saber a língua geral de índios: Reconfigurações linguísticas nas vilas de índios da capitania da Bahia
Na segunda metade do século XVIII, a política linguística determinada pelo Diretório dos índios, ou pombalino, previa a obrigatoriedade do uso e ensino da língua portuguesa, assim como a proibição das línguas indígenas e, de forma particular, da chamada língua geral. Quando o Diretório foi confirmado e estendido ao Estado do Brasil, o tribunal especial do Conselho Ultramarino, instalado na Bahia, ficou encarregado de tomar as providências necessá…
Das Muitas Histórias a Serem (Re) Construídas: História Social Linguística Do Brasil E História Social Da Cultura Escrita
No presente trabalho, refletimos sobre as formas de aproximação da história social da cultura escrita a uma história social linguística do Brasil, apresentando uma síntese historiográfica pautada, sobretudo, nas proposições de Houaiss ([1985] 1992) e Mattos e Silva (1998), que estão na base do Subprograma História Social da Cultura Escrita (HISCULTE). Buscamos traçar um breve panorama da emergência de pesquisas que, no âmbito do referido Subprogr…
Os Kiriri dos "sertões" da Bahia: Discutindo Documentação, Revitalização E Políticas Linguísticas
Até meados do século XVIII, a América portuguesa caracterizava-se por um multilinguismo generalizado (MATTOS E SILVA, 2004), sendo o português uma das diversas línguas faladas e por uma minoria da população. A política linguística implementada pelo governo de D. José I (1750-1777), por meio do Diretório dos índios, determinou o uso da língua portuguesa como obrigatória entre as populações indígenas e proibiu o uso das línguas nativas dos diversos…
O sequestro da História? Discurso oficial e práticas de ensino sobre a história linguística do Brasil e a historicidade do português brasileiro
Em 5 de outubro de 1988, promulgou-se a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 – a Constituição cidadã –, considerada o marco do início da Nova República, que finda, segundo a historiadora francesa Maud Chirio (2018), com a última eleição presidencial, ocorrida em 2018. Neste artigo, examinamos, nos 30 anos da Nova República, tanto no plano discursivo, quanto no plano das práticas, como a reflexão sobre o ensino de língua portugue…
“[…] Caelle Da Muytas Uezes Victoria a Aquelles Que Creem E Defende a Sua Sãcta Fé”: Concordância verbal no português arcaico
Este trabalho discute a variação da concordância verbal na primeira fase do período arcaico da língua portuguesa (séculos XIII e XIV), a partir de corpus constituído por textos literários e não-literários (oficiais, particulares e institucionais) representativos da produção medieval portuguesa. Fundamentando-se no aporte teórico-metodológico da Sociolinguística Histórica (ROMAINE, 1982) a análise dos dados confirma a existência de uma regra sintá…
De aldeias a vilas de índios: A atuação do Conselho Ultramarino na Bahia e os agentes de letramento indígena
Este trabalho discute a atuação do tribunal especial do Conselho Ultramarino instalado na Bahia, em 1758, que tinha como um dos objetivos proceder à execução do alvará de 8 de maio de 1758 e, consequentemente, à nova política indigenista do governo de D. José I. Dá-se atenção especial às deliberações que tiveram impactos sobre o processo de escolarização e letramento indígenas, na medida em que apontam indícios para uma maior compreensão da histó…
E saber a língua geral de índios: Reconfigurações linguísticas nas vilas de índios da capitania da Bahia
Na segunda metade do século XVIII, a política linguística determinada pelo Diretório dos índios, ou pombalino, previa a obrigatoriedade do uso e ensino da língua portuguesa, assim como a proibição das línguas indígenas e, de forma particular, da chamada língua geral. Quando o Diretório foi confirmado e estendido ao Estado do Brasil, o tribunal especial do Conselho Ultramarino, instalado na Bahia, ficou encarregado de tomar as providências necessá…
Ler eescrever na América portuguesa: Notícias sobre um “método” para a educação escolar indígena na Capitania de Pernambuco do século XVIII
A “nova” política indigenista do governo ilustrado de D. José I manifestou-se na reestruturação político-administrativa dos aldeamentos indígenas administrados pelas Ordens religiosas, sobretudo dos jesuítas, que deveriam ser transformados em vilas e lugares, e nas relações entre autoridades civis, indígenas e colonos na América portuguesa. Nesse contexto, emergiram orientações quanto às formas de implementar a “nova” política indigenista do Impé…
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Apresentação
“Naõ consentindo por modo algum, que os Meninos, e Meninas, […] usem da Lingua propria das suas Naçoens, ou da chamada geral; mas unicamente da Portugueza”: Povos indígenas e cultura escrita na antiga…
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Políticas linguísticas em Angola: O Silenciamento Das Línguas Nacionais
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