Émerson Dos Santos Pirola
Biographic Data
| ID | 1395302 |
|---|---|
| NAME | Émerson Dos Santos Pirola |
| GIVEN NAMES | Émerson Dos Santos |
| FAMILY NAME | Pirola |
| SIGNATURE | PIROLA É S |
| AFFILIATIONS | Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul |
| ORCID | 0000-0003-2899-9103 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 9 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 9 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2019 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2026 |
| H-INDEX | 0 |
Da Identidade Entre Economia Política E Libidinal No Maquinismo Do Desejo
Na fundamentação teórica da esquizoanálise, Deleuze & Guattari partem da descoberta freudiana da libido e a conectam com a descoberta marxiana do trabalho abstrato, estabelecendo uma identidade de natureza entre economia libidinal e economia política. Se diferenciando do freudo-marxismo, os autores propõem uma concepção unívoca da produção, a um tempo desejante e social, mas que é separada, ao nível do registro, pela família e por Édipo como estr…
Capitalismo e esquizofrenia… e paranoia
Contrariando leitura de Deleuze & Guattari que identifica esquizofrenia e capitalismo, propomos trazer à baila a centralidade, para o funcionamento da máquina capitalista, da paranoia. Embora o capitalismo dependa da esquizofrenia, seu movimento fundamental é o de reterritorialização paranoica, o que se reflete tanto em termos de “costumes” tradicionais quanto na privatização da produção socializada, na transformação da produção pela produção em …
A equação “tempo = dinheiro” como campo transcendental capitalista
The article proposes, through Deleuzean philosophy and research in Simmelian-based social monetary theory, a transcendental study on the nature of money, affirming it as a field of multiple individuation, seeking an answer to the problem of money that goes beyond the empirical level. Through Marxist and Marxian insights (mainly with Postone), the article a way to think how the identification between time and money occurred and occurs under the ca…
Do neoliberalismo como máquina de guerra
Deleuze & Guattari afirmam haver uma independência de direito entre a máquina de guerra e o aparelho de Estado, sendo o encontro entre essas formas um evento com consequências contingentes, podendo haver destruição do Estado pela máquina de guerra, captura da máquina de guerra pelo Estado ou, o caso que nos interessa, tomada do Estado pela máquina de guerra. Se Deleuze & Guattari caracterizavam essa última possibilidade como o caso fascista, noss…
Entre máquinas desejantes e máquinas de guerra
O artigo propõe uma análise conceitual introdutória ao problema do fascismo da forma em que este é desenvolvido nos dois volumes de Capitalismo e esquizofrenia, de Deleuze & Guattari. Um dos méritos da abordagem deleuze-guattariana, alinhada à tradição da "servidão voluntária", é abordar a problemática do fascismo como um fenômeno desejante, sendo o desejo o motor de produção do campo social. No entanto, há uma mudança de tom na passagem de um vo…
É o capital um acelerador
O capitalismo moderno não raro é definido por sua velocidade e aceleração em comparação a formações sociais anteriores. Contemporaneamente, ganhou certa relevância a posição teórica conhecida de maneira genérica como "aceleracionismo", que coloca, em linhas gerais, que o capital é uma força motriz de desenvolvimento, progressão e, consequentemente, aceleração, incitando revoluções e rupturas nos modos de organização social, e, dessa maneira, não …
A constituição da multidão na filosofia de Antonio Negri
In our paper we are concerned with the constitution of the concept of multitude and its determination as a concept of social class through its formal and philosophical aspects and through its unique ontological, political and economic aspects in contemporary times. Thus, we began with some of the most important conceptual dimensions of the multitude: their dualisms. They are: between power and Power (inherited from Spinoza); between virtue and fo…
O sujeito endividado como doppelgänger do empreendedor de si
Tendo como pressuposto a intuição marxista de vincular subjetivação e trabalho, tomamos a via foucaultiana para pensar o neoliberalismo enquanto uma razão governamental que produz sua própria subjetividade funcional, o empreendedor de si, que mobiliza a essência do mercado pela concorrência. Avançando pela via crítica de Lazzarato, levando em conta a financeirização e a sociedade de controle nos deparamos com o sujeito endividado como o principal…
Pós-humanismo da multidão em Antonio Negri
Após as críticas anti-humanistas estruturalistas e pós-estruturalistas à noção moderna de Sujeito, definido por sua identidade e interioridade transhistóricas - seja no recurso ao cogito, à razão, à consciência ou mesma à intersubjetividade e ao trabalho -, o marxismo se viu diante da exigência de enfrentar novamente um problema que sempre o perseguiu: como conceber um sujeito político de classe que se desvencilhe da carga metafísica própria das …
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Pós-humanismo da multidão em Antonio Negri
Após as críticas anti-humanistas estruturalistas e pós-estruturalistas à noção moderna de Sujeito, definido por sua identidade e interioridade transhistóricas - seja no recurso ao cogito, à razão, à consciência ou mesma à intersubjetividade e ao trabalho -, o marxismo se viu diante da exigência de enfrentar novamente um problema que sempre o perseguiu: como conceber um sujeito político de classe que se desvencilhe da carga metafísica própria das …
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