Maria Manuela Cruzeiro
Biographic Data
| ID | 1411327 |
|---|---|
| NAME | Maria Manuela Cruzeiro |
| GIVEN NAMES | Maria Manuela |
| FAMILY NAME | Cruzeiro |
| SIGNATURE | CRUZEIRO M M |
| AFFILIATIONS | Concordia University Wisconsin |
| ORCID | 0000-0001-9465-8409 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 5 |
| TOTAL CITATIONS | 3 |
| WORKS AS AUTHOR | 5 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1994 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2018 |
| H-INDEX | 1 |
Revolução, história e memória - O 25 de Abril e os desafios da História Oral
A complexidade do fenómeno revolucionário em geral (e igualmente do 25 de Abril de 1974 em Portugal) exige uma abordagem metodológica que ultrapasse as dificuldades e limitações da historiografia clássica. Neste contexto, a História Oral vem assumindo uma importância crescente (também em Portugal), mostrando que ficamos muito mais próximos do acontecimento revolucionário, se à memória histórica e aos seus principais garantes, os arquivos, juntarm…
Revolução e revisionismo historiográfico
Miguel Cardina, A tradição da contestação. Resistência estudantil em Coimbra no Marcelismo
A tradição da contestação é um título aparentemente ambíguo, pela contradição nos termos que sugere e, consequentemente, pelo desafio que lança ao leitor. Na verdade, tradição opõe-se a contestação, como continuidade a mudança. Sendo, aliás, os dois pólos em que se equilibra a vida das sociedades, a sua ligação parece improvável, se não mesmo impossível. Contudo, a leitura das primeiras páginas deixa muito clara a intenção do autor, mostrando com…
As mulheres e a Guerra Colonial
O texto pretende denunciar as várias camadas de silêncio com que a sociedade portuguesa fugiu ao encontro inevitável com a maior tragédia da sua contemporaneidade: a Guerra Colonial. A estratégia de ocultação, que oscila frequentemente entre o recalcamento e a denegação, atinge, quer os seus directos intervenientes (os militares mobilizados), quer as instituições do poder “político” e outro, quer sobretudo as suas vítimas mais ignoradas: as mulhe…
O imaginário político do 25 de Abril
As mulheres e a Guerra Colonial
O texto pretende denunciar as várias camadas de silêncio com que a sociedade portuguesa fugiu ao encontro inevitável com a maior tragédia da sua contemporaneidade: a Guerra Colonial. A estratégia de ocultação, que oscila frequentemente entre o recalcamento e a denegação, atinge, quer os seus directos intervenientes (os militares mobilizados), quer as instituições do poder “político” e outro, quer sobretudo as suas vítimas mais ignoradas: as mulhe…
O imaginário político do 25 de Abril
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As mulheres e a Guerra Colonial
O texto pretende denunciar as várias camadas de silêncio com que a sociedade portuguesa fugiu ao encontro inevitável com a maior tragédia da sua contemporaneidade: a Guerra Colonial. A estratégia de ocultação, que oscila frequentemente entre o recalcamento e a denegação, atinge, quer os seus directos intervenientes (os militares mobilizados), quer as instituições do poder “político” e outro, quer sobretudo as suas vítimas mais ignoradas: as mulhe…
Miguel Cardina, A tradição da contestação. Resistência estudantil em Coimbra no Marcelismo
A tradição da contestação é um título aparentemente ambíguo, pela contradição nos termos que sugere e, consequentemente, pelo desafio que lança ao leitor. Na verdade, tradição opõe-se a contestação, como continuidade a mudança. Sendo, aliás, os dois pólos em que se equilibra a vida das sociedades, a sua ligação parece improvável, se não mesmo impossível. Contudo, a leitura das primeiras páginas deixa muito clara a intenção do autor, mostrando com…
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Art (4 works) · History, Culture, and Society (3 works) · Humanities (3 works) · Historical Education and Society (2 works) · Political science (2 works) · African history and culture studies (1 work) · History of Education in Spain (1 work) · Materials Science (1 work) · Media, Journalism, and Communication History (1 work) · Nanotechnology (1 work)