Ciro Inácio Marcondes
Biographic Data
| ID | 1481948 |
|---|---|
| NAME | Ciro Inácio Marcondes |
| GIVEN NAMES | Ciro Inácio |
| FAMILY NAME | Marcondes |
| SIGNATURE | MARCONDES C I |
| AFFILIATIONS | Universidade Católica de Brasília |
| ORCID | 0000-0002-1462-2260 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 5 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 5 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2001 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2022 |
| H-INDEX | 0 |
Gesto, rosto e morte na Joana D'Arc de Dreyer
Este trabalho faz uma análise do filme O martírio de Joana D'Arc, de Carl Dreyer, a partir de 3 vértices que compõem uma axiologia do cinema silencioso. Em primeiro lugar, o gesto, que disputa com a imagem o privilégio de fundar a expressão silenciosa. Em segundo lugar, o rosto, atuando ora como "buraco negro" deleuziano, e ora como código semiológico através de uma sintagmática demonstrada nos procedimentos fílmicos. Por fim, somos levados a uma…
Dimensão aurática das imagens-sonho no tarô e nas histórias em quadrinhos – estudo das tiras de Gasoline Alley
As imagens do tarô, assim como as dos quadrinhos, são arquetípicas e apelam para uma razão poética atuante nas brechas entre elas, convidando o leitor a constantes exercícios de montagens e remontagens narrativas. A partir dos estudos da imagem de Warburg e Didi-Huberman adentramos a poeticidade dessas imagens que consideramos imagens-sonho dotadas de potência aurática imaginante. Também recorremos ao conceito de razão poética proposto por Zambra…
Apresentação Dossiê
Grito e som nos limiares do cinema silencioso
O grito é uma ação presente no cinema silencioso desde os seus primórdios, quando os ambientes cinematográficos eram caóticos e carregados de todo tipo de som. No crepúsculo do cinema silencioso nos anos 1930, o grito converge para dentro dos filmes, em representações existencialistas. A partir desta metáfora e de uma aparelhagem conceitual retirada da "Audiovisão" de Michel Chion, analisaremos dois casos extremos da relação entre cinema silencio…
Nota Do Editor
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Nota Do Editor
Grito e som nos limiares do cinema silencioso
O grito é uma ação presente no cinema silencioso desde os seus primórdios, quando os ambientes cinematográficos eram caóticos e carregados de todo tipo de som. No crepúsculo do cinema silencioso nos anos 1930, o grito converge para dentro dos filmes, em representações existencialistas. A partir desta metáfora e de uma aparelhagem conceitual retirada da "Audiovisão" de Michel Chion, analisaremos dois casos extremos da relação entre cinema silencio…
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Dimensão aurática das imagens-sonho no tarô e nas histórias em quadrinhos – estudo das tiras de Gasoline Alley
As imagens do tarô, assim como as dos quadrinhos, são arquetípicas e apelam para uma razão poética atuante nas brechas entre elas, convidando o leitor a constantes exercícios de montagens e remontagens narrativas. A partir dos estudos da imagem de Warburg e Didi-Huberman adentramos a poeticidade dessas imagens que consideramos imagens-sonho dotadas de potência aurática imaginante. Também recorremos ao conceito de razão poética proposto por Zambra…
Gesto, rosto e morte na Joana D'Arc de Dreyer
Este trabalho faz uma análise do filme O martírio de Joana D'Arc, de Carl Dreyer, a partir de 3 vértices que compõem uma axiologia do cinema silencioso. Em primeiro lugar, o gesto, que disputa com a imagem o privilégio de fundar a expressão silenciosa. Em segundo lugar, o rosto, atuando ora como "buraco negro" deleuziano, e ora como código semiológico através de uma sintagmática demonstrada nos procedimentos fílmicos. Por fim, somos levados a uma…
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