Steferson Zanoni Roseiro
Biographic Data
| ID | 1490690 |
|---|---|
| NAME | Steferson Zanoni Roseiro |
| GIVEN NAMES | Steferson Zanoni |
| FAMILY NAME | Roseiro |
| SIGNATURE | ROSEIRO S Z |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal do Espírito Santo |
| ORCID | 0000-0003-1424-2281 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 15 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 15 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2017 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 0 |
Dissidências e diferenças de sexualidade e de gênero O que crianças narram de si mesmas
O artigo objetiva colocar em destaque conversas de professoras e crianças na intersecção entre o gênero e a sexualidade em busca da potência dos corpos livres do consenso como doença. Para tanto, articula o conceito de heteronorma e de brutalismo para explorar modos de resistência por intermédio de corporeidades de crianças dissidentes. Conforme evidencia, há um movimento incisivo na vida de amolar facas e apontá-las para os corpos em dissidência…
O brincar profanatório das crianças aborteiras
O presente artigo se coloca em uma atenção para as narrativas possíveis sobre aborto, a partir da perspectiva das crianças. Meninas obrigadas a gestar e parir. Violentadas por adultos. Aborto legal negado a elas. Mas também, crianças que irrompem criando rupturas nos essencialismos nos quais se sustenta o sistema binário e heterocisnormativo. Crianças que se resistem à infância que a modernidade produziu para elas. Crianças que problematizam as m…
Foucault e as telas-escolas: Entre disciplina e ilegalismos
O ensaio propõe esburacar a terra das escolas, a fim de explodir as noções comuns de escola tomadas mediante a obra foucaultiana que, tantas vezes, a aprisionam em uma lógica de regulação e infinito exercício do poder. Aposta na importância de mostrar um desencontro radical entre os discursos e as imagens de escola. Para tanto, a escrita usa o pensamento de Foucault como uma caixa de ferramentas e realiza o trabalho de um artífice, explodindo as …
Afirmar a vida no encontro entre o cinema e uma formação de professoras
Objetiva problematizar os modos de pensar e praticar os currículos no cotidiano escolar em direção ao fortalecimento do apego à vida na escola a partir de discussões e ideias decorrentes de uma pesquisa-formação no contato com dois curtas-metragens. Metodologicamente, foram criadas redes de conversações com professoras de uma Rede Municipal de Ensino, para tensionar o limite do corpo-indivíduo em direção à produção de coletivos verdadeiramente im…
Sua vida amorosa foi diagramada: Bafão Nos Quadrinhos E Cartas De Bichas Desaforadas
Esse ensaio objetiva gongar com as imagens do corpo em suas relações com a heteronorma. Para tanto, fabula cartas de corpos em desalinho com as sexualidades heterocentradas. Em cada carta, há um diálogo entre uma obra literária do gênero quadrinhos e provocações sobre os possíveis modos de existência de um corpo. Quais, afinal, são os limites dos corpos? Como viver um corpo em suas possibilidades? O descomeço da razão aponta, por fim, na potência…
“Era vez nenhuma!” ou os descabidos contos de fadas de uma professora sem modos e uma criança desbocada
Essa escrita aposta na ampliação da existência dos corpos, entrelaçando a vida cotidiana de uma escola e as forças fabulatórias. Apresenta, de início, uma escola que, com certas lentes, era quase saída do Era uma vez, totalmente afeita ao pulcro. E justamente a partir dessa escola e de pedagogias demasiadamente certinhas, o texto fabula uma professora que ameaça com sua estrangeiridade. Afrontando as pedagogias dos mortos e a lógica dos contos de…
Estudar para quê?” ou da vida que insurge pelas escolas
Os modos de pensar a função da escola são fabuladas entre vidas alienígenas, rebeldias e insurreições. Aqui, a força coletiva potencializa e cria rupturas além dos diagramas do poder e dos currículos traçados. Declara-se contra as pedagogias-engenheiras que, por projetarem os futuros, amarram todos os corpos curricularizados ao tempo presente, fabricando as imagens de aluno-ideal. Assim, a escola é apresentada em um paradoxo de educar para o aman…
Escola de gente feia
Este artigo objetiva discutir algumas relações entre o corpo e as feiuras, procurando avaliar os abalos que um corpo feio provoca nos modelos de apreensão da subjetividade construídos prioritariamente a partir dos referenciais da representação e da identidade. Parte de uma cena comum de escola para problematizar alguns possíveis limites entre as feiuras e as produções de modos de vida. Propõe, a partir do aporte de autores alinhados à filosofia d…
Bolsa de professora, lugar de virtualidades
Com o objetivo de explorar como a bolsa de professora acaba por se tornar material de criação em aula, esse artigo propõe fazer das bolsas de professoras um conceito e uma ferramenta comum à vida escolar. Se uma aula é marcada por sua possibilidade de expandir mundos e de fazê-los se colidirem na criação de coletividades, o texto argumenta que a bolsa de professora carrega, justamente, artefatos culturais e virtualidades que, em seus usos, extrap…
A Fotografia Agenciando Linhas De Vida Nos Cotidianos Escolares
O artigo objetiva pensar com crianças, junto a fotografias, a vida que insiste em transbordar em meio às vivências em uma escola pública de ensino fundamental. Diante do ataque capitalístico que sofrem os corpos em um cenário em que a vida é radicalmente empobrecida, discute a possibilidade de uma leitura fotográfica ao inverso dessa força de contenção, acreditando que a vida e a resistência antecedem as tentativas de controle. Utiliza como abord…
Ano 2091 - silêncio nas filosofias da educação: Por Uma Cartografia Das Resistências Escolares
Um silêncio paira sobre as filosofias da educação. Dentre a constelação conceitual que perpassa noções como ideologia, poder disciplinar, emancipação, desinstalação da escola, histórico-criticismo, defesa do escolar e autodidatismo, as lutas estudantis na e pela escola permanecem nebulosas em seu potencial contestatório e inventivo. Busca-se questionar as filosofias da educação quanto ao papel das lutas escolares em seus processos de apropriação …
Eu e a senhora sabemos o que é viver na roça, né, viado? Fogão a lenha, mach(ad)os e crianças
Este ensaio fabula narrativas e experimentações de subjetividades e crianças no território rural, problematizando as histórias contadas à beira de fogões a lenha. As crianças dessa escrita desconfiam das boas intenções dos dessas histórias, pressentem ameaças percorrerem a pele. Elas sabem que, na repetição das narrativas, há uma fábrica de herdeiros mach(ad)os. Essas histórias não as atraem. Ainda que portem marcas da força do machado, quebram o…
No entre-lugar da criança (des)viada e (des)avisada: A língua afiada corta e nos faz criançar
O presente artigo tem por objetivo produzir problematizações e deslocamentos nas palavras, imagens e narrativas sobre criança e infância. Usa-se aqui, como efeito de escrita e de afirmação de línguas e corpos babélicos, brincar com as palavras (des)viada e (des)avisada como meio de produção de desconforto na identidade-criança, no dispositivo da infância e, em suas redes de interdependência. O artigo em tela se alia a perspectivas teóricas, metod…
Crianças Bichas Demasiadamente Fabulosas
Trabalhando a vida bicha enquanto fábula, esse texto não apresenta objetivos bem definidos ou mesmo regras de leitura, mas, antes, apenas nuances de corpos e possibilidades de existência. Aqui é possível ler começando pelo meio ou por uma das extremidades, nada disso importa. Há três fábulas e um aviso por um leitor desavisado, e, em todas as partes, encontram-se bichas, corpos demoníacos, reinos fugidios e vidas comunitárias. Em uma das fábulas,…
A quem pertence esse corpo: Religião E Esterilização Do Corpo Bicha
Tendo por objetivo discutir os processos de subjetivação da sexualidade "ex-gay" em sua relação com os discursos das religiões cristã, responder à pergunta "A quem pertence esse corpo?" torna-se imprescindível. Relacionando os estudos de Agamben e Foucault, parte-se do pressuposto que a vida desejável pelo cristianismo é a vida vivível conforme sua regra. Assim, produzindo uma genealogia das forças atuantes sobre o corpo, esse estudo aponta para …
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Tendo por objetivo discutir os processos de subjetivação da sexualidade "ex-gay" em sua relação com os discursos das religiões cristã, responder à pergunta "A quem pertence esse corpo?" torna-se imprescindível. Relacionando os estudos de Agamben e Foucault, parte-se do pressuposto que a vida desejável pelo cristianismo é a vida vivível conforme sua regra. Assim, produzindo uma genealogia das forças atuantes sobre o corpo, esse estudo aponta para …
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O presente artigo tem por objetivo produzir problematizações e deslocamentos nas palavras, imagens e narrativas sobre criança e infância. Usa-se aqui, como efeito de escrita e de afirmação de línguas e corpos babélicos, brincar com as palavras (des)viada e (des)avisada como meio de produção de desconforto na identidade-criança, no dispositivo da infância e, em suas redes de interdependência. O artigo em tela se alia a perspectivas teóricas, metod…
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Com o objetivo de explorar como a bolsa de professora acaba por se tornar material de criação em aula, esse artigo propõe fazer das bolsas de professoras um conceito e uma ferramenta comum à vida escolar. Se uma aula é marcada por sua possibilidade de expandir mundos e de fazê-los se colidirem na criação de coletividades, o texto argumenta que a bolsa de professora carrega, justamente, artefatos culturais e virtualidades que, em seus usos, extrap…
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O artigo objetiva pensar com crianças, junto a fotografias, a vida que insiste em transbordar em meio às vivências em uma escola pública de ensino fundamental. Diante do ataque capitalístico que sofrem os corpos em um cenário em que a vida é radicalmente empobrecida, discute a possibilidade de uma leitura fotográfica ao inverso dessa força de contenção, acreditando que a vida e a resistência antecedem as tentativas de controle. Utiliza como abord…
Ano 2091 - silêncio nas filosofias da educação: Por Uma Cartografia Das Resistências Escolares
Um silêncio paira sobre as filosofias da educação. Dentre a constelação conceitual que perpassa noções como ideologia, poder disciplinar, emancipação, desinstalação da escola, histórico-criticismo, defesa do escolar e autodidatismo, as lutas estudantis na e pela escola permanecem nebulosas em seu potencial contestatório e inventivo. Busca-se questionar as filosofias da educação quanto ao papel das lutas escolares em seus processos de apropriação …
Eu e a senhora sabemos o que é viver na roça, né, viado? Fogão a lenha, mach(ad)os e crianças
Este ensaio fabula narrativas e experimentações de subjetividades e crianças no território rural, problematizando as histórias contadas à beira de fogões a lenha. As crianças dessa escrita desconfiam das boas intenções dos dessas histórias, pressentem ameaças percorrerem a pele. Elas sabem que, na repetição das narrativas, há uma fábrica de herdeiros mach(ad)os. Essas histórias não as atraem. Ainda que portem marcas da força do machado, quebram o…
“Era vez nenhuma!” ou os descabidos contos de fadas de uma professora sem modos e uma criança desbocada
Essa escrita aposta na ampliação da existência dos corpos, entrelaçando a vida cotidiana de uma escola e as forças fabulatórias. Apresenta, de início, uma escola que, com certas lentes, era quase saída do Era uma vez, totalmente afeita ao pulcro. E justamente a partir dessa escola e de pedagogias demasiadamente certinhas, o texto fabula uma professora que ameaça com sua estrangeiridade. Afrontando as pedagogias dos mortos e a lógica dos contos de…
Estudar para quê?” ou da vida que insurge pelas escolas
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Escola de gente feia
Este artigo objetiva discutir algumas relações entre o corpo e as feiuras, procurando avaliar os abalos que um corpo feio provoca nos modelos de apreensão da subjetividade construídos prioritariamente a partir dos referenciais da representação e da identidade. Parte de uma cena comum de escola para problematizar alguns possíveis limites entre as feiuras e as produções de modos de vida. Propõe, a partir do aporte de autores alinhados à filosofia d…
O brincar profanatório das crianças aborteiras
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Foucault e as telas-escolas: Entre disciplina e ilegalismos
O ensaio propõe esburacar a terra das escolas, a fim de explodir as noções comuns de escola tomadas mediante a obra foucaultiana que, tantas vezes, a aprisionam em uma lógica de regulação e infinito exercício do poder. Aposta na importância de mostrar um desencontro radical entre os discursos e as imagens de escola. Para tanto, a escrita usa o pensamento de Foucault como uma caixa de ferramentas e realiza o trabalho de um artífice, explodindo as …
Afirmar a vida no encontro entre o cinema e uma formação de professoras
Objetiva problematizar os modos de pensar e praticar os currículos no cotidiano escolar em direção ao fortalecimento do apego à vida na escola a partir de discussões e ideias decorrentes de uma pesquisa-formação no contato com dois curtas-metragens. Metodologicamente, foram criadas redes de conversações com professoras de uma Rede Municipal de Ensino, para tensionar o limite do corpo-indivíduo em direção à produção de coletivos verdadeiramente im…
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Esse ensaio objetiva gongar com as imagens do corpo em suas relações com a heteronorma. Para tanto, fabula cartas de corpos em desalinho com as sexualidades heterocentradas. Em cada carta, há um diálogo entre uma obra literária do gênero quadrinhos e provocações sobre os possíveis modos de existência de um corpo. Quais, afinal, são os limites dos corpos? Como viver um corpo em suas possibilidades? O descomeço da razão aponta, por fim, na potência…
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