Ana Maria Hoepers Preve
Biographic Data
| ID | 1491097 |
|---|---|
| NAME | Ana Maria Hoepers Preve |
| GIVEN NAMES | Ana Maria Hoepers |
| FAMILY NAME | Preve |
| SIGNATURE | PREVE A M H |
| AFFILIATIONS | Universidade do Estado de Santa Catarina |
| ORCID | 0000-0002-6423-4194 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 9 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| WORKS AS AUTHOR | 9 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2010 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2023 |
| H-INDEX | 0 |
Inventar cinema sob uma boa dose de não saber
Reseña de: Cadernos de dispositivos de cinema na Educação Infantil. Projeto “Lugar-escola e cinema: afetos e metamorfoses mútuas”. Campinas, SP: Secretaria Municipal de Educação; Programa Cinema e Educação, 2022
As imagens da Amazônia
Este texto resulta da pesquisa intitulada "As telas da escola: cinema e professores de Geografia" oriunda da Rede Internacional de Pesquisa "Imagens, Geografias e Educação" realizada com professores de Geografia da educação básica. Com base nos resultados da pesquisa apresentamos uma reflexão com as imagens que aparecem nos filmes citados sobre a Amazônia. A ausência de filmes sobre a região norte marca o interesse dessa investigação. Como a geog…
Amizade, pedagogia e neoliberalismo
Neste artigo partimos de dois pontos na relação moderna entre infância e educação para pensar amizade, pedagogia e neoliberalismo. De um lado, o “governo da infância” e suas relações com as práticas pedagógicas sobre indivíduos e populações que, após a segunda guerra, desdobram-se em práticas pedagógicas avaliadas a partir de uma “veridicção neoliberal”. De outro lado, temos a emergência de uma amizade entre crianças e a transformação de sua rela…
Geografias em deriva
Caminhar e escrever é diferente de voar e ler. A lembrança nos trouxe assim uma frase de Walter Benjamin, enquanto pensávamos em tudo que já havíamos vivenciado até aqui. Reiniciamos as atividades do ano de 2017, no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico de Florianópolis (HCTP), pensando sobre caminhar e escrever, sobre o contato com o mundo através de uma experiência que envolve, necessariamente, uma superfície, um chão, um território. A…
Dossiê - Editorial
Nesta proposta de dossiê é apresentado um conjunto de textos, nos quais seus/suas autores/as estão vinculados aos Grupos de Pesquisa em: Culturas Visuais e Experimentações Geográficas (Miragem - USP/EACH) e Geografias de Experiência (UDESC/SC), coordenados, respectivamente, pelas professoras Valéria Cazetta (da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo - EACH/USP) e Ana Maria Hoepers Preve (da Universidade do Estado de …
Uma cartografia que pode dançar
Duas pesquisas em curso: "O que pode a cartografia e a geografia: investigações e invenções em educação" e "Geografias em corpos". Em ambas, a cartografia está em pauta. Por um lado a cartografia como qualidade de acompanhar processos para que possamos dizer o que é preciso ser dito e, por outro, a cartografia da geografia, responsável por assegurar a produção de mapas ancorada na equivalência do espaço e sua representação. Do nosso encontro e do…
Cartografando moradas de rua
O texto apresenta os movimentos de uma pesquisa em educação e geografia que se apóia na noção de mapas e de cartografias intensivas para experimentar, mais uma vez, a variação das linhas cartesianas que atribuem aos mapas a qualidade de verdade do território representado. As primeiras aprendizagens sobre a construção de moradias, sobre como se inventa um lugar para si na cidade conhecida, coloca em movimento também a noção de múltiplas cidades qu…
Cartografias intensivas
As questões levantadas no presente texto derivam de uma oficina na qual se estabeleceu uma situação de jogo. O trabalho foi realizado no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP) de Florianópolis/SC com um grupo de pacientes-internos. O jogo - experimentações da oficina de educação em geografia - deu a perceber que existe uma geografia de intensidade que se reporta aos espaços intensivos. Tal percepção tensiona o hábito consolidado po…
Outros mundos
O exercício é perverter o mundo para fazer aparecer os outros do mesmo mundo. Esta é a força das duas experiências relatadas no trabalho com os planisférios políticos. Uma delas diz respeito a um curso de formação continuada para professores de História e Geografia da rede municipal de Sombrio/SC e o outra ao grupo de internos do hospital de custódia e tratamento psiquiátrico em Florianópolis/SC (HCTP). No exercício proposto distribuímos às pesso…
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