Maira Angélica Pandolfi
Biographic Data
| ID | 1589005 |
|---|---|
| NAME | Maira Angélica Pandolfi |
| GIVEN NAMES | Maira Angélica |
| FAMILY NAME | Pandolfi |
| SIGNATURE | PANDOLFI M A |
| AFFILIATIONS | Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| ORCID | 0000-0001-8547-4122 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 4 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 4 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2017 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2025 |
| H-INDEX | 0 |
Y la amistad reinó entre ellos
O artigo tem como premissa analisar as facetas do riso na obra infantil da escritora espanhola Gloria Fuertes (1917-1998). Dona de um vasto acervo, o recorte concentra-se em sua vertente infantil, responsável por torná-la uma personalidade midiática na década de setenta. Para isso, selecionamos sua primeira obra infantil premiada, Cangura para Todo (1968), que recebeu o Diploma de Honra do Prêmio Hans Christian Andersen Internacional de Literatur…
Nas Bordas Do Tempo
No conto “O último dia do ano”, do escritor angolano José Eduardo Agualusa, dois velhos conhecidos que vagam, há séculos, por cenários catastróficos, tem um encontro marcado em um restaurante de Manhattan. São heróis desterritorializados, figuras mitológicas que carregam uma maldição histórica: a de vagar por toda eternidade. Assim, vampiro e judeu errante perambulam por espaços reais, carregados pela corrente fluida do tempo. Eles penetram na me…
A criança e o insólito em contos de Maria Judite de Carvalho, Mia Couto e José J. Veiga
O presente artigo pretende estabelecer uma comparação entre três contos. “A floresta sem sua casa”, da portuguesa Maria Judite de Carvalho (1969), “O dia em que explodiu Mabata-Bata”, do moçambicano Mia Couto (2013) e “Onde estão os didangos?”, do brasileiro José J. Veiga (1997). O objetivo é mostrar como o ponto de vista infantil, limitado, de seus protagonistas, provoca o efeito de fantástico em cada conto. Para tanto, serão usados os estudos s…
Faustino e o ciclo do demônio logrado na literatura infantil
Ainda que um tempo considerável tenha se passado desde o início da produção dos primeiros livros para crianças, no final do século XVII, não são poucas as obras de literatura dita infantil que ainda carregam consigo a chave moralizante da tradição pedagógica, que marcou o começo do gênero. Felizmente, este não é o caso de Faustino, um Fausto nordestino, texto de Eliane Ganem que recebeu os prêmios Prêmio INACEN de Dramaturgia e Patativa do Assaré…
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