Paola Resende
Biographic Data
| ID | 1677828 |
|---|---|
| NAME | Paola Resende |
| GIVEN NAMES | Paola |
| FAMILY NAME | Resende |
| SIGNATURE | RESENDE P |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Minas Gerais |
| ORCID | 0000-0001-8396-7230 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 5 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| WORKS AS AUTHOR | 5 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2021 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2022 |
| H-INDEX | 0 |
A morte das casas na obra de Cecília Meireles
Na obra de Cecília Meireles, a casa é uma imagem recorrente e um símbolo de constante devoção. A preferência pelas casas vazias ou abandonadas é sugestiva, pois esses espaços, longe de produzirem isolamento, disponibilizam uma espécie de solidão habitada, ao mobilizar habitantes e enredos antigos ou a criação de novas tramas. Essa iconografia interliga-se à modernização desorganizada das cidades, que destrói as construções antigas para ceder luga…
Cecília Meireles
Editorial
Das minhas altas varandas
Na obra de Cecília Meireles, a varanda é, recorrentemente, um local de permanência do sujeito poético. É expressivo que esse espaço fronteiriço seja evidenciado: embora pertença à casa, projeta-se para fora dela. Nesse sentido, a varanda apresenta uma proximidade entre o espaço privado do lar e o espaço público da rua. Além de proporcionar esse contato, ela é destacada enquanto um local altaneiro e que, por esse motivo, assegura uma visão distint…
Entrevista com Antonio Carlos Secchin
Entrevista com Antonio Carlos Secchin
Entre mim e os mortos há o mar
Este artigo pretende analisar as imagens marítimas mobilizadas na abordagem da guerra nas obras de Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles e Murilo Mendes. Embora essa amálgama percorra grande parte da obra dos poetas, ela é concentrada ao longo da década de 1940 em A rosa do povo, Mar absoluto e outros poemas, As metamorfoses e Poesia liberdade. Nos três casos, o mar é operado como símbolo de instabilidade e fúria e, parte dessa imagem, den…
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A morte das casas na obra de Cecília Meireles
Na obra de Cecília Meireles, a casa é uma imagem recorrente e um símbolo de constante devoção. A preferência pelas casas vazias ou abandonadas é sugestiva, pois esses espaços, longe de produzirem isolamento, disponibilizam uma espécie de solidão habitada, ao mobilizar habitantes e enredos antigos ou a criação de novas tramas. Essa iconografia interliga-se à modernização desorganizada das cidades, que destrói as construções antigas para ceder luga…
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Entrevista com Antonio Carlos Secchin
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