Regis José Da Cunha Guedes
Biographic Data
| ID | 1716139 |
|---|---|
| NAME | Regis José Da Cunha Guedes |
| GIVEN NAMES | Regis José Da Cunha |
| FAMILY NAME | Guedes |
| SIGNATURE | GUEDES R J C |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal Rural da Amazônia |
| ORCID | 0000-0003-1743-1053 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 6 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 6 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2020 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2025 |
| H-INDEX | 0 |
Baladeira, estilingue, badogue, tinguila
Este estudo apresenta dados dialetais de variação lexical no português falado em áreas indígenas e não indígenas a partir dos corpora dos projetos Atlas Linguístico do Português em Áreas Indígenas (ALiPAI) e Atlas Léxico Semântico do Pará (ALeSPA). O estudo fundamenta-se nas abordagens da Geossociolinguística (Razky, 1998; Razky, 2010; Lima, Razky; Oliveira, 2020) e da Dialetologia Pluridimensional e Relacional (Radtke; Thun, 1999; Thun, 1998; Al…
Variação no léxico do português falado por indígenas tembé da terra indígena Turé-Mariquita
Este artigo objetivou cartografar e discutir a variação semântico-lexical do português falado por indígenas Tembé em três aldeias da Terra Indígena Turé-Mariquita, localizada no município de Tomé-açu/PA. O estudo foi realizado sob a perspectiva teórico-metodológica da Moderna Dialetologia (Aguilera, 1994; Cardoso, 2010; Costa; Razky; Guedes, 2020), da Geossociolinguística (Razky, 1998; Guedes, 2017) e da Dialetologia Pluridimensional e Relacional…
Unidades fraseológicas do universo paraense numa perspectiva geofraseológica
Este artigo insere-se no âmbito da Fraseologia, com o objetivo de analisar as unidades fraseológicas égua da facada, mas quando, levou o farelo e mas credo mapeadas em 15 localidades do estado do Pará. Para essa análise, baseamo-nos em pressupostos fraseológicos de Mejri (1999, 2012, 2017), Zuluaga (1980), Corpas Pastor (1996), Fulgêncio (2008), bem como nas perspectivas da Geossociolinguística de Razky (1998), Razky e Guedes (2015) e da Geofrase…
Variável diaétnica
Este estudo foi realizado a partir dos corpora dos projetos Atlas Linguístico do Português em Áreas Indígenas (ALiPAI) e Atlas Linguístico-etnográfico do Vale do Acará (ALEVA). Nortearam a sua elaboração os pressupostos teórico-metodológicos da Geossociolísguistica (Razky, 1998) e da Dialetologia Pluridimensional e Relacional (Radtke; Thun, 1996). Os dados foram coletados in loco a partir da aplicação de questionários elaborados pelo Comitê Nacio…
Imagens preliminares do Atlas Linguístico-etnográfico do Vale do Acará
Este estudo foi realizado a partir do corpus lexical do projeto Atlas Linguístico-etnográfico do Vale do Acará (ALEVA), com o objetivo de descrever e mapear a variação linguística da região do Vale do Acará, com atenção especial ao português em contato com as línguas Tembé e Japonesa, bem como à variedade quilombola. Nortearam este estudo os pressupostos teórico-metodológicos da Geossociolinguística (RAZKY, 1998) e da Dialetologia Pluridimensiona…
O português falado em comunidades indígenas de língua Tupí-Guaraní nos estados do Pará e Maranhão
Este estudo integra o projeto Atlas Linguístico do Português em Áreas Indígenas (ALiPAI) e investiga, à luz da Dialetologia Pluridimensional e Relacional (Thun, 1998) e da Geossociolinguística (Razky, 1998), a variação lexical do português falado por índios de origem Tupí-Guaraní dos estados do Pará e Maranhão, a partir do campo semântico Atividades Agropastoris do Questionário Semântico-Lexical (QSL), aplicado para esta pesquisa. Considerou-se a…
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Variável diaétnica
Este estudo foi realizado a partir dos corpora dos projetos Atlas Linguístico do Português em Áreas Indígenas (ALiPAI) e Atlas Linguístico-etnográfico do Vale do Acará (ALEVA). Nortearam a sua elaboração os pressupostos teórico-metodológicos da Geossociolísguistica (Razky, 1998) e da Dialetologia Pluridimensional e Relacional (Radtke; Thun, 1996). Os dados foram coletados in loco a partir da aplicação de questionários elaborados pelo Comitê Nacio…
Imagens preliminares do Atlas Linguístico-etnográfico do Vale do Acará
Este estudo foi realizado a partir do corpus lexical do projeto Atlas Linguístico-etnográfico do Vale do Acará (ALEVA), com o objetivo de descrever e mapear a variação linguística da região do Vale do Acará, com atenção especial ao português em contato com as línguas Tembé e Japonesa, bem como à variedade quilombola. Nortearam este estudo os pressupostos teórico-metodológicos da Geossociolinguística (RAZKY, 1998) e da Dialetologia Pluridimensiona…
O português falado em comunidades indígenas de língua Tupí-Guaraní nos estados do Pará e Maranhão
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