Alessandra De Andrade Rinaldi
Biographic Data
| ID | 188805 |
|---|---|
| NAME | Alessandra De Andrade Rinaldi |
| GIVEN NAMES | Alessandra De Andrade |
| FAMILY NAME | Rinaldi |
| SIGNATURE | RINALDI A A |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro |
| ORCID | 0000-0002-3805-0578 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 14 |
| TOTAL CITATIONS | 16 |
| AUTHOR COUNT | 14 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2002 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2025 |
| H-INDEX | 2 |
Vânias e Marluces: Violência, gênero e políticas para a Infância e Juventude
Marluce, 20 anos, moradora da zona oeste do Rio de Janeiro, usuária de drogas, teve um bebê em hospital da rede pública desse município. Após o nascimento, comunicou ao Serviço Social do hospital que iria entregar o recém-nascido para adoção. A Assistente Social fez contato com Vânia, Conselheira Tutelar, para que fosse à procura da família de Marluce, visando demovê-la da decisão. Com base nessa narrativa, busco compreender como a situação vivid…
L’adoption et les politiques de l’enfance et de la jeunesse
Cadre de recherche : Depuis quatorze ans, je réfléchis à la question de l’adoption au Brésil, avec la ville de Rio de Janeiro comme terrain d’étude privilégié. En même temps que je me consacrais aux significations de la parenté, à ses implications sociales et juridiques, à la conception euroaméricaine de la parenté (Strathern, 2015) et à ses injonctions morales, j’ai commencé à réfléchir aux significations d’une politique de l’enfance et de la je…
Apresentação - A Família É Mais Que “Uma Palavra”: Considerações Sobre Arranjos Contemporâneos De Convivência
Por meio da reflexão sobre os “novos arranjos de convivência” ou “novas formas familiares” parece-nos inspirador produzir uma “inversão” nos modos de definir os objetos. Trata-se menos de definir o que os sujeitos estão fazendo e mais de investir no que Fassin chama de “gramática dos usos sociais” da família. Inspirados por essa ideia, os artigos reunidos neste número permitem cartografar formas de alianças entre mulheres, redes de apoio e de cui…
Gestar, parir e não se tornar mãe: Recusas, impossibilidades e violações no contexto da Covid-19
Com o intuito de chegar aos motivos que levam pessoas à entrega voluntária, escolhemos a comarca do Rio de Janeiro, RJ - Brasil - como lócus privilegiado. O caminho metodológico utilizado para a presente pesquisa foi a análise documental sobre ações de destituição de poder familiar e extinção de poder familiar que tramitaram a partir da promulgação da Lei n. 13.509/17, com atenção especial ao contexto pandêmico. A partir de reflexões propostas po…
Contando histórias, produzindo verdades: Reflexões Sobre Livros Infantis Brasileiros Acerca Da Adoção Publicados Entre 2002 E 2022
Este estudo se propõe a analisar dez livros infantis publicados no Brasil entre 2002 e 2022, investigando as representações da adoção e da família, as posições sociais dos envolvidos no processo de adoção e a intersecção com marcadores sociais da diferença (gênero, raça e classe). O estudo é qualitativo e tem como base a perspectiva de que a literatura infantil desvela e reconstrói as realidades sociais. A relevância da pesquisa reside na possibi…
"O fazer da "entrega voluntária: Moralidades, Acusações E Biopolítica Sobre Corpos Que Gestam
Nesta pesquisa exploramos uma série de processos de "entrega voluntária" - Lei no 13.509/17- que tramitaram na comarca do Rio de Janeiro entre 2020 e 2022. Analisamos ações de destituição e extinção do poder familiar visando apreender como são construídas moralidades sobre reprodução, maternidades e feminilidades nas práticas de justiça voltadas à Infância e à Juventude. Apesar de termos encontrado documentos que dizem respeito às mulheres e seus…
Novos repertórios, velhas moralidades: Sexualidades em disputa, ou sobre como a maternidade produz a retórica de um “HIV saudável
Neste artigo, analisamos questões que emergem na intersecção entre juventudes, sexualidades, gêneros e HIV/aids, a partir das intervenções biotecnológicas que incidem, enquanto política de saúde global, sobre jovens vivendo com HIV/Aids. Desta forma, noções relativas à saúde, cuidado de si, exercício da sexualidade e projeção de vida são moralmente relacionadas e produzem nexos políticos sobre um "HIV saudável". Partindo do panorama da produção d…
Experiências maternais de Geni: A trajetória de uma mulher transexual e sua relação com a Justiça da Infância e Juventude
O objetivo deste artigo é analisar como sujeitos produzem agenciamentos sociais na interface entre identidades, sexualidades, direitos e família. Para tanto, partimos de diferentes trajetórias de Geni, uma mulher transexual, mãe por adoção, portadora de registro de nascimento, sem modificação de gênero, que vive em união estável com Jonas, com quem adotou cinco filhos, nos últimos 30 anos. Os dois primeiros estiveram sob seus cuidados, sem o aval…
Novos arranjos familiares e os múltiplos sentidos da adoção
O presente trabalho tem por objetivo apreender o que move indivíduos ou casais a ingressarem com uma ação de adoção. Busca-se compreender como as prescrições de gêneros impõem a reprodução como imperativo, levando homens e mulheres inférteis à busca pela filiação socioafetiva. Objetiva-se, entretanto, problematizar a exclusividade destas prescrições na escolha por uma paternidade/maternidade adotiva. Em termos empíricos, o artigo, apoiado FAPERJ,…
Adoção: Políticas para a infância e juventude no Brasil
Este artigo tem por objetivo refletir sobre a Lei 13.509/17 que dispõe sobre adoção e altera a Lei 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente). Desejo entender quais os sentidos sobre adoção, filiação, exercício parental, famílias, práticas de justiça e políticas públicas que organizaram a promulgação desta lei. Em que medida a filiação adotiva pode estar sendo contemplada como uma política pública para a infância e a juventude? Será que a ap…
O Supremo Tribunal Federal e a “união homoafetiva”: Onde os direitos e as moralidades se cruzam
A proposta do artigo é analisar a sessão plenária realizada no SupremoTribunal Federal (STF), em maio de 2011, na qual esta corte reconheceu a união de homossexuais como entidade familiar merecedora de proteção jurídica de forma análoga às uniões estáveis. O reconhecimento da “união homoafetiva” provocou transformações nas práticas jurídicas e legais em relação aos direitos civis de pessoas de identidade homossexual, mesmo não sendo uma lei. Este…
A "homoafetividade" no cenário adotivo: Um Debate Jurídico
O trabalho proposto busca analisar qual o tratamento jurídico dado à adoção na comarca do Rio de Janeiro quando os processos de adoção são movidos em âmbito da conjugalidade homossexual. A ideia é apreender, por meio da análise de oito documentos dessa ordem, de que forma as concepções sobre família, filiação adotiva e sexualidades foram produzidos por profissionais do universo jurídico responsáveis em conduzir ações de adoção, entre os anos de 2…
Da homossexualidade à 'homoafetividade: Trajetórias adotivas no Rio de Janeiro
Em razão da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que em 2011 reconheceu a união estável de pessoas do mesmo sexo, ações de adoções começaram a ser ajuizadas por pessoas de declarada orientação homossexual. Até essa data, de acordo com o art. 39, § 2o da lei 12010/09, para adoção conjunta era indispensável que os adotantes fossem casados civilmente ou mantivessem união estável comprovada. Por conseguinte, pares homossexuais encontravam dific…
A ginecologia, o mundo ocidental e a questão da diferença
"O fazer da "entrega voluntária: Moralidades, Acusações E Biopolítica Sobre Corpos Que Gestam
Nesta pesquisa exploramos uma série de processos de "entrega voluntária" - Lei no 13.509/17- que tramitaram na comarca do Rio de Janeiro entre 2020 e 2022. Analisamos ações de destituição e extinção do poder familiar visando apreender como são construídas moralidades sobre reprodução, maternidades e feminilidades nas práticas de justiça voltadas à Infância e à Juventude. Apesar de termos encontrado documentos que dizem respeito às mulheres e seus…
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Com o intuito de chegar aos motivos que levam pessoas à entrega voluntária, escolhemos a comarca do Rio de Janeiro, RJ - Brasil - como lócus privilegiado. O caminho metodológico utilizado para a presente pesquisa foi a análise documental sobre ações de destituição de poder familiar e extinção de poder familiar que tramitaram a partir da promulgação da Lei n. 13.509/17, com atenção especial ao contexto pandêmico. A partir de reflexões propostas po…
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Marluce, 20 anos, moradora da zona oeste do Rio de Janeiro, usuária de drogas, teve um bebê em hospital da rede pública desse município. Após o nascimento, comunicou ao Serviço Social do hospital que iria entregar o recém-nascido para adoção. A Assistente Social fez contato com Vânia, Conselheira Tutelar, para que fosse à procura da família de Marluce, visando demovê-la da decisão. Com base nessa narrativa, busco compreender como a situação vivid…
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