A A Costa
Biographic Data
| ID | 226653 |
|---|---|
| NAME | A A Costa |
| GIVEN NAMES | A A |
| FAMILY NAME | Costa |
| SIGNATURE | COSTA A A |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal da Bahia |
| ORCID | 0000-0002-8974-9696 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 7 |
| TOTAL CITATIONS | 5 |
| AUTHOR COUNT | 7 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2000 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2025 |
| H-INDEX | 2 |
Os limites da autonomia. Experiências de liberdade de escravizados no litoral da Bahia, século XIX
Este artigo analisa as diferentes estratégias utilizadas por escravizados e libertos para constituírem uma economia própria e os usos que fizeram do pecúlio. O estudo se concentra na primeira metade do século XIX, em algumas das regiões litorâneas da Bahia com economia voltada à produção de alimentos de subsistência. Utilizando-se de variadas fontes, especialmente os processos-crimes e os livros de notas, esta pesquisa se debruça na análise do co…
The Limits of Autonomy. Experiences of Freedom of Enslaved People in Litoral of Bahia, 19th Century
This article examines the various strategies employed by both enslaved individuals and freed slaves to establish their own economy and utilize their generated wealth during the first half of the 19th century. It specifically focuses on some coastal regions of Bahia, where the economies were primarily geared towards producing subsistence foods. By leveraging multiple sources, prominently criminal records and notarial notebooks, the study delves in…
Escravizados e seus descendentes: O Que Eles Fizeram Por Si
Resenha de: SANTOS, Cristiane Batista da Silva. Histórias de africanos e seus descendentes no sul da Bahia. Feira de Santana, BA: UEFS Editora; Ilhéus, BA: Editus, 2022. 390 p
Pedro, escravo, “mandado pelo Altíssimo para absolver os pecados”: Religiosidades, insurgências e autonomia escrava (Bahia, c.1790 a c.1830)
Este artigo parte do estudo sobre um culto religioso liderado por escravos e libertos que assumiram as identidades do Papa e de divindades católicas, para inseri-lo como uma das formas de resistência incitada pelo quadro econômico e social da Bahia, entre fins do século XVIII e início do século XIX, marcado pela pobreza de pequenos lavradores e uma forte presença africana centro-ocidental. Nesse sentido, o estudo analisa as correntes do tráfico a…
Que dívida? Eu nunca escravizei ninguém: Escravidão, Trauma Cultural E Consciência Histórica
Este artigo parte de duas reportagenssobre a fala do candidato Jair Bolsonaroem relação ao tráfico de escravos e ascotas raciais para analisar a formação eos impactos da consciência histórica navida das pessoas e qual o papel da escolae dos variados meios que divulgam informaçõeshistóricas nesse processo. Apartir do conceito de trauma cultural, oartigo estuda como a naturalização daescravidão e as informações históricasfalsas interferem na formaç…
Os Juízes De Paz São Todos Uns Ladrões: Autoridades Públicas E O Tráfico De Escravos No Interior Da Província Da Bahia (C.1831 - C.1841)
Este artigo analisa o envolvimento de autoridades públicas no tráfico de escravos no contexto da implementação da lei de 1831 que proibiu o comércio de africanos para o Brasil. Juízes, promotores e outros agentes públicos não só acobertaram atividades do tráfico como se beneficiaram do cargo para realizar negócios a partir das novas rotas de desembarque e de distribuição de africanos recém-chegados no interior da província da Bahia. Essas autorid…
Chieftaincy and Civilisation: African Structures of Government and Colonial Administration in South Africa
It is generally accepted by scholars of Africa that what came to be known as customary law was the result of an interaction between indigenous and colonial elites, each manipulating an awkward system for their own ends. In this regard the powers assigned to chiefs by the colonial states of South Africa were no different, an amalgam of local agency and central authority. This article explores the latter end of the equation: the metropolitan and co…
Pedro, escravo, “mandado pelo Altíssimo para absolver os pecados”: Religiosidades, insurgências e autonomia escrava (Bahia, c.1790 a c.1830)
Este artigo parte do estudo sobre um culto religioso liderado por escravos e libertos que assumiram as identidades do Papa e de divindades católicas, para inseri-lo como uma das formas de resistência incitada pelo quadro econômico e social da Bahia, entre fins do século XVIII e início do século XIX, marcado pela pobreza de pequenos lavradores e uma forte presença africana centro-ocidental. Nesse sentido, o estudo analisa as correntes do tráfico a…
Chieftaincy and Civilisation: African Structures of Government and Colonial Administration in South Africa
It is generally accepted by scholars of Africa that what came to be known as customary law was the result of an interaction between indigenous and colonial elites, each manipulating an awkward system for their own ends. In this regard the powers assigned to chiefs by the colonial states of South Africa were no different, an amalgam of local agency and central authority. This article explores the latter end of the equation: the metropolitan and co…
Os Juízes De Paz São Todos Uns Ladrões: Autoridades Públicas E O Tráfico De Escravos No Interior Da Província Da Bahia (C.1831 - C.1841)
Este artigo analisa o envolvimento de autoridades públicas no tráfico de escravos no contexto da implementação da lei de 1831 que proibiu o comércio de africanos para o Brasil. Juízes, promotores e outros agentes públicos não só acobertaram atividades do tráfico como se beneficiaram do cargo para realizar negócios a partir das novas rotas de desembarque e de distribuição de africanos recém-chegados no interior da província da Bahia. Essas autorid…
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Os Juízes De Paz São Todos Uns Ladrões: Autoridades Públicas E O Tráfico De Escravos No Interior Da Província Da Bahia (C.1831 - C.1841)
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Escravizados e seus descendentes: O Que Eles Fizeram Por Si
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