Ana Lucia Pastore Schritzmeyer
Dados Biográficos
| ID | 233656 |
|---|---|
| NOME | Ana Lucia Pastore Schritzmeyer |
| PRENOMES | Ana Lucia Pastore |
| SOBRENOME | Schritzmeyer |
| ASSINATURA | SCHRITZMEYER A L P |
| AFILIAÇÕES | Universidade de São Paulo |
| ORCID | 0000-0001-6088-2496 |
| VERIFICADO | Sim |
| TOTAL DE OBRAS | 17 |
| TOTAL DE CITAÇÕES | 11 |
| TOTAL COMO AUTOR | 17 |
| TOTAL COMO EDITOR | 0 |
| PRIMEIRO ANO DE PUBLICAÇÃO | 1998 |
| ANO MAIS RECENTE DE PUBLICAÇÃO | 2024 |
| ÍNDICE H | 2 |
Diálogos entre antropologia do direito e performance
This text's title is the same as the Panel that provided, in the end of 2021, a reunion between these four researchers and the remembrance of an important point of convergence in their trajectories: the Anthropology, Performance and Drama Nucleus at the University of São Paulo (NAPEDRA-USP). In this article, Ana Letícia de Fiori points out the interfaces between crimes and dangers attributed to games. Bruna Angotti narrates the power of a perform…
Autoetnografias e análises da pandemia por neófitas(os) em antropologia
Este artigo apresenta percepções que 84 estudantes tiveram dos quatro primeiros meses da pandemia de Covid-19, muitas(os) delas(es) calouras(os) em ciências sociais da Universidade de São Paulo (USP). A partir de autoetnografias e reportagens, interpretadas em diálogo com textos clássicos da antropologia e artigos de antropólogas(os) brasileiras(os), somos apresentadas(os) a variados espaços de confinamento, diversos arranjos familiares, sofrimen…
A pleasure to talk as always
Before offering my commentary, I wish to warmly congratulate the Postgraduate Program in Social Anthropology of the University of Brasilia (PPGAS-UnB) and Anuário Antropológico (AA), along with everyone who has contributed over the last 50 years to the excellence of both the academic centre and the publication, which have become reference points not just for Brazilian anthropology. Luis Roberto Cardoso de Oliveira is without doubt one of the most…
Conversando, como sempre, com prazer
Antes de qualquer comentário, registro minhas calorosas felicitações ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de Brasília (PPGAS-UnB) e ao Anuário Antropológico (AA), extensivas a todas(os) que contribuíram, nos últimos 50 anos, para a excelência desse centro de formação e dessa publicação, que se tornaram referenciais para a antropologia não só brasileira. Luís Roberto Cardoso de Oliveira, sem dúvida, é um dos docentes…
O Nadir E O Vi Enadir
Dossiê organizado pelas Professoras Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer e Bruna Angotti reunindo alguns trabalhos apresentados no VI ENADIR - Encontro Nacional de Antropologia do Direito, realizado entre 26 e 29 de agosto de 2019 na USP. Confira: https://enadir-2019.blogspot.com
Cinema e direitos humanos (das mulheres)
Neste artigo, relatamos a experiência do projeto de extensão Ciclo de Estudos e Cine-debates entre o DiHCA (UNIFAL) e o NADIR (USP), com destaque para o terceiro de quatro encontros cujo tema foi a violência de gênero. Tanto no projeto quanto neste texto, convergem os objetivos de apresentar o cinema como recurso pedagógico na difusão dos direitos humanos e de fomentar o uso do documentário brasileiro Silêncio das Inocentes para discussões sobre …
Na dúvida, foi moralmente condenada ao invés de legalmente absolvida
Este texto apresenta uma etnografia realizada durante uma sessão do 1o Tribunal do Júri da cidade de São Paulo, em maio de 2008. Sua análise tem como meta contribuir para reflexões críticas sobre o assustador crescimento de desejos punitivos e de demandas por lei e ordem em nome da segurança de “cidadãos de bem”, o que, frequentemente, se dá em detrimento da própria lei e em função da força seletiva de marcadores sociais como gênero, raça e poder…
Opinião dos alunos de direito da USP
O tema Pena de Morte, ao lado de muitas outras complexas e importantes questões, é um assunto que, de algum modo e com diferentes imensidades, chega até cada um de nós, seja através de noticiários, de conversas ou mesmo da constatação de que o falado é concreto, palpável e pode nos atingir diretamente. Apesar da gravidade do tema, no entanto, parece que com a mesma força e intensidade com que ele nos atinge também nos abandona. Nesse ir e vir de …
Un monstrueux pervers sexuel ou deux ? Ethnographie d'un procès à la cour d'assises de São Paulo au Brésil
En mai 2008, une jeune femme (Rose), alors âgée de 26 ans, a été condamnée à 26 ans et 2 mois de prison par une cour d'assises pour « complicité passive » dans des actes de torture et le meurtre de sa fille (Margot), décédée en juillet 2004 à l'âge de cinq ans. Son compagnon (Gaston), un officier de police, avait été jugé plusieurs mois auparavant et condamné à 40 ans de prison après avoir été reconnu être l'auteur de ces crimes. L'ethnographie d…
Direitos Humanos e suas circulações extra-legais
capacidade migratria, sua adaptabilidade e grande diversidade bio-psico-social intra e intergrupos
Acasos e escolhas
Acasos e escolhas: uma trajetória nada ortodoxa na antropologia: entrevista com Armelle Giglio-Jacquemot
Por que um dossiê voltado para a antropologia do direito
Este artigo introdutório justifica a relevância de um dossiê temático voltado para a antropologia do direito na Revista de Antropologia. Schritzmeyer argumenta que, apesar de o direito ser um objeto clássico da antropologia, a área jurídica brasileira ainda demonstra desconhecimento da produção antropológica. O dossiê busca, portanto, apresentar a antropologia do direito para um público mais amplo, incluindo juristas, e fomentar o diálogo interdi…
Etnografia dissonante dos tribunais do júri
A partir de etnografia realizada, entre 1997 e 2001, nos cinco Tribunais do Júri da cidade de São Paulo, questiono se tribunais, em geral, e os do júri, em particular, se esgotam como arenas de luta nas quais o binômio dominação-sujeição se realiza de forma privilegiada. Sustento que, embora observemos, nesses espaços, rituais que reiteram hierarquias tradicionalmente estabelecidas, eles também permitem a construção de novas subjetividades e a re…
Processos de interdição
Controlando o poder de matar
This Ph.D. dissertation presents an ethnography of homicide -judgement sessions which took place between 1997 and 2001 in five jury courts existing in the city of São Paulo, Brazil, between 1997 and 2001.The ethnography will be oriented by four key concepts: game, ritual, drama and text.The major conclusion is that the judgments are based on a manipulation of images referred to two powers which are fundamental in each and every social group: the …
Das queixas de agressões sexuais às sentenças
Estupro
Na dúvida, foi moralmente condenada ao invés de legalmente absolvida
Este texto apresenta uma etnografia realizada durante uma sessão do 1o Tribunal do Júri da cidade de São Paulo, em maio de 2008. Sua análise tem como meta contribuir para reflexões críticas sobre o assustador crescimento de desejos punitivos e de demandas por lei e ordem em nome da segurança de “cidadãos de bem”, o que, frequentemente, se dá em detrimento da própria lei e em função da força seletiva de marcadores sociais como gênero, raça e poder…
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En mai 2008, une jeune femme (Rose), alors âgée de 26 ans, a été condamnée à 26 ans et 2 mois de prison par une cour d'assises pour « complicité passive » dans des actes de torture et le meurtre de sa fille (Margot), décédée en juillet 2004 à l'âge de cinq ans. Son compagnon (Gaston), un officier de police, avait été jugé plusieurs mois auparavant et condamné à 40 ans de prison après avoir été reconnu être l'auteur de ces crimes. L'ethnographie d…
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Estupro
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Etnografia dissonante dos tribunais do júri
A partir de etnografia realizada, entre 1997 e 2001, nos cinco Tribunais do Júri da cidade de São Paulo, questiono se tribunais, em geral, e os do júri, em particular, se esgotam como arenas de luta nas quais o binômio dominação-sujeição se realiza de forma privilegiada. Sustento que, embora observemos, nesses espaços, rituais que reiteram hierarquias tradicionalmente estabelecidas, eles também permitem a construção de novas subjetividades e a re…
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