Sarah De Barros Viana Hissa
Biographic Data
| ID | 251666 |
|---|---|
| NAME | Sarah De Barros Viana Hissa |
| GIVEN NAMES | Sarah De Barros Viana |
| FAMILY NAME | Hissa |
| SIGNATURE | HISSA S B V |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Minas Gerais |
| ORCID | 0000-0003-1623-8737 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 29 |
| TOTAL CITATIONS | 14 |
| AUTHOR COUNT | 28 |
| EDITOR COUNT | 1 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2011 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2026 |
| H-INDEX | 2 |
Louças sertanejas, a shell edge e o gosto de necessidade: O caso do Santa Clara 02, São Fernando/RN
Santa Clara 02 es un sitio arqueológico situado en la región de Seridó, en el sertão de Río Grande del Norte, descubierto en un contexto de licenciamiento ambiental y rico en artefactos históricos. Entre los hallazgos se encuentran las lozas, categoría que incluye faianzas, faianzas finas, porcelanas y gres. A partir de este material, el objetivo de este artículo es presentar estas lozas y reflexionar sobre cómo pudieron haber sido incorporadas a…
Archaeologies of Smoking, Pipes and Transatlantic Connections
About Connections: A Brief Overture to Smoking and Pipes in Historical Archaeology
Cacos como patrimônio: O Saber-Fazer E O Saber-Usar
O patrimônio cultural brasileiro permeia várias facetas e diferentes valores, dentre eles o valor da memória. Ao pensar em patrimônio, diversos exemplos vêm à nossa mente, mas principalmente notórias expressões culturais e construções monumentais. Neste artigo propomos um olhar para a materialidade cotidiana, as louças valorizadas na herança, mas também as cerâmicas de barro, cujo saber-fazer é passado por gerações. Buscamos elevar essa materiali…
Abrindo camadas para o conhecimento: Ensaio imagético de alguns ñokwa dos yaskomo Wai Wai
This photo essay opens up the woven cases, boxes and little boxes of the Wai Wai people, exploring different layers of meaning to highlight some of the ñokwa ("amulets") used by the yaskomo ("shamans"). In a collaborative study between Wai Wai indigenous and non-indigenous researchers, some meanings were observed and grasped for these pieces, which were photographed in such a way as to highlight part of their vitality
Paisagem viva, sítio fantasma: Sensibilizações imagéticas sobre o presente da Igreja Nossa Senhora dos Remédios, em Cachoeira, Bahia
This essay, through a visual narrative, analyses and reflects on issues surrounding the Church of Nossa Senhora dos Remédios, in the municipality of Cachoeira/BA. The aforementioned temple was used between the second half of the 19th century and the 20th century by the Irmandade do Bom Jesus dos Martírios, a society made up of black people associated with the Jeje nation. They used the space as a place for cultural reinvention and reconstruction …
Distribution of Foreign Clay Tobacco Pipes in Brazil: An Overview from the Seventeenth to the Twentieth Centuries
Mundos Antárticos E Experiências Austrais
ou
Deixado na igreja: Da Arqueologia a Uma Estética Do Lixo Recente
A Igreja de São Francisco de Assis da cidade histórica de Mariana em Minas Gerais começou a ser construída em 1763, compondo um conjunto de importantes edificações setecentistas na praça que hoje leva o nome do estado mineiro (Instituto Pedra, 2019a, 2019b; Salvador, 2019). Mas a vivência atual da cidade, bem como dessas edificações, não se resume – e nem poderia – ao período colonial e ao Ciclo do Ouro. Apesar de que a preservação patrimonial es…
A estetização do cotidiano e o teatro onipresente: Revisitando Os Cachimbos Barrocos
This paper emphasizes Brazilian clay tobacco pipes that, due to their stylistic motifs, were and still are referred to in archeology as Baroque. The text highlights some elements of academic baroque art in order to highlight and discuss formal and aesthetic elements of these pipes, as well as other symbolic elements of the colonial baroque ethos that may have been part of the smoking act (also in the theatrical sense of the word). A formal and sy…
Fumo e cachimbos de barro: Objetos, Práticas E Pessoas
On Time and Other Things: Some Cartesian Dichotomies in Antarctica
Antarctica differs from all other regions in the world, not only from its unique geography, but also in the way humans understand it and have incorporated it into global relations. Considering Antarctica's distinctive landscapes and human relations, this paper discusses aspects of how time is humanly perceived in Antarctica. Basing on elements from different human occupations, nineteenth-century sailor-hunters and current incursions, this discuss…
Panorama de sítios arqueológicos pré-coloniais em Minas Gerais: Mapeamento em Sistema de Informação Geográfica e métricas básicas
Este artigo apresenta algumas relações entre sítios arqueológicos georreferenciados com componentes pré-coloniais (classificados como exclusivamente pré-coloniais, de contato ou multicomponenciais), situados no estado de Minas Gerais, e alguns elementos da paisagem a partir de ferramentas de Sistema de Informação Geográfica (SIG). Dados sobre 2.091 sítios arqueológicos com componentes pré-coloniais foram compilados a partir de informações advinda…
Sítios históricos em Minas Gerais: Algumas Reflexões Sobre Paisagens, Territórios E Cronopolíticas
Esse texto discute algo do conceito de sítio arqueológico histórico, considerando macro e micro escalas de observação, de concentrações de sítios similares a sítios particulares. Tendo como base sítios localizados no estado de Minas Gerais, toca em questões que envolvem noções de tempo e cronopolítica, valoração de patrimônios e violências epistêmicas, intervisibilidade e limites geográficos, paisagens e territórios, entre outros
Um lugar de cuidado corporal ao longo dos séculos
A Farmácia Santa Terezinha é localizada na Rua Arthur Bernardes, no 100, no centro histórico da cidade de São João del Rei, em Minas Gerais. Está ladeada por lojas de roupa, sapatarias, óticas, franquia de chocolataria e outras farmácias, numa região comercial, com lojas similares às de qualquer centro urbano ou shopping. No entanto, o caráter de palimpsesto que é toda urbe (para apenas uma referência sobre o tema, cf. Pesavento, 2004), é flagran…
Fumo e cachimbos importados na São Paulo oitocentista
O uso do tabaco na colônia foi amplo e difundido entre as várias classes sociais, grupos étnicos e categorias associadas a ofícios. Podia ser consumido, além do rapé, via cigarros, charutos ou cachimbos. Sabe-se que cachimbos de barro foram eram produzidos em vários locais do território, incluindo São Paulo. Com a abertura dos portos que se abre um período de intensas transformações, no sentido de uma modernização. A vida urbana foi estimulada, e…
O petyn no cachimbo branco: Arqueologia e fumo nos séculos XVII ao XIX
O uso do tabaco, hábito adquirido dos nativos e ressignificado ao longo dos séculos, foi prática quase ubíqua entre luso-brasileiros desde a implantação da colônia. Essa tese, que recebeu o Prêmio SAB Excelência pela Sociedade de Arqueologia Brasileira (1a edição/2019), enfatiza o fumo e cachimbos, notadamente os importados, no passado histórico
Algumas coisalidades de cacos de vidro arqueológicos
Brancos, castanhos e vermelhos: Cachimbos arqueológicos de cerâmica no Forte Orange
As escavações arqueológicas no forte Orange, sítio multicomponencial de edificação fortificada construída e utilizada para fins militares, resultaram em imensas quantidades de cachimbos. Dois tipos básicos dessas peças foram encontrados: cachimbos importados, em geral feitos de argilas brancas cauliníticas, e cachimbos de argilas colorizadas, muito provavelmente feitos no Brasil. Ambos os tipos são aqui descritos e problematizados: no caso dos ca…
O pito (de) holandês: Cachimbos arqueológicos de caulim do Recife e de Salvador
Os cachimbos europeus de caulim, produzidos especialmente entre os séculos XVII e XIX, eram industrializados e descartados rapidamente. Ainda, os estilos decorativos e de marcas de fabricante foram vários e relativamente bem marcados no tempo. Portanto, são particularmente úteis como instrumento de datação de sítios, camadas e feições, mesmo daqueles estratos urbanos extremamente revolvidos. Serão aqui analisados cachimbos de caulim exumados do R…
Cachimbos brancos da região do Valongo: O cachimbo cosmopolita no Rio de Janeiro oitocentista
Os cachimbos de caulim recuperados nas escavações do Cais do Valongo / Cais da Imperatriz e suas imediações foram atribuídos, na sua quase totalidade, ao século XIX. Foram utilizados e descartados no entorno e nas proximidades do cais, região portuária caracterizada por grande diversidade étnica. Tais pitos atestam a inserção do Rio de Janeiro, recém liberto das práticas monopolistas de Portugal, em uma economia cada vez mais global, na qual o tr…
Cachimbos europeus de cerâmica branca, séculos XVI ao XIX: Parâmetros Básicos Para Análise Arqueológica
O tabaco foi introduzido na Europa no final do século XV. Desde então, uma das formas mais comuns para o seu consumo foi o cachimbo, além do rapé, do tabaco de mascar, do charuto e, mais recentemente, dos cigarros. Os cachimbos de cerâmica branca, largamente produzidos e utilizados na Europa desde o século XV, são encontrados em sítios arqueológicos históricos ao redor do mundo, incluindo no Brasil, em decorrência do comércio internacional, que g…
Navegar é preciso, viver também é preciso: Ideias Iniciais Sobre a Organização E a Percepção De Tempo De Marinheiros Brasileiros Em Navio Polar
A pesquisa científica brasileira na Antártica se dá desde 1982, com apoio logístico da Marinha Brasileira. Após uma permanência relativamente breve nos navios polares, busca-se discutir como os marinheiros percebem o tempo e sua passagem. Discutiu-se a percepção do tempo a partir de três vieses: atividades desempenhadas, movimentos de retenção e protensão da consciência e algumas festividades observadas. Percebeu-se que um desejo de que o tempo p…
Arqueologia de marinheiros-caçadores do século XIX: Ensaio sobre o tempo e a Antártica
O tempo é dimensão intrínseca da vivência humana e da nossa experiência de mundo. Evitando considerá-lo simplesmente como invólucro ou como um suporte de eventos, abre-se lugar para pensar sobre o tempo imanente, que nos é interno à consciência. Esse é o tempo tal como é percebido, que privilegia, por exemplo, a duração percebida de algum evento ao invés da duração absoluta, mensurada em minutos, dias ou anos. Essas questões se fazem relevantes q…
A Fotografia Arqueológica: Entre a Mimese e a Criação
desde meados do século XIX, a arqueologia utiliza a fotografia como método de apreensão, registro e divulgação da materialidade que estuda, incorporando-a de modo essencial ao trabalho arqueológico. Contudo, as questões e ênfases propostas pela disciplina não se mantiveram estáticas. Apresenta-se breve histórico da " fotografia arqueológica", problematizando o conceito da fotografia como mimese e a oposição entre criatividade e registro. Palavras…
Dando tempo ao tempo, na arqueologia
A arqueologia se constrói com base em necessárias convenções de mundo. Uma destas gira em torno do conceito de tempo. Desde o advento da industrialização, da intensificação do urbano e do comércio e da secularização e cientificização do pensamento, processos referentes à construção da modernidade, o tempo é compreendido principalmente como absoluto e não-humano. Neste contexto, as convenções do conceito giram em torno da sua mensurabilidade, regu…
Cachimbos europeus de cerâmica branca, séculos XVI ao XIX: Parâmetros Básicos Para Análise Arqueológica
O tabaco foi introduzido na Europa no final do século XV. Desde então, uma das formas mais comuns para o seu consumo foi o cachimbo, além do rapé, do tabaco de mascar, do charuto e, mais recentemente, dos cigarros. Os cachimbos de cerâmica branca, largamente produzidos e utilizados na Europa desde o século XV, são encontrados em sítios arqueológicos históricos ao redor do mundo, incluindo no Brasil, em decorrência do comércio internacional, que g…
O pito (de) holandês: Cachimbos arqueológicos de caulim do Recife e de Salvador
Os cachimbos europeus de caulim, produzidos especialmente entre os séculos XVII e XIX, eram industrializados e descartados rapidamente. Ainda, os estilos decorativos e de marcas de fabricante foram vários e relativamente bem marcados no tempo. Portanto, são particularmente úteis como instrumento de datação de sítios, camadas e feições, mesmo daqueles estratos urbanos extremamente revolvidos. Serão aqui analisados cachimbos de caulim exumados do R…
Deixado na igreja: Da Arqueologia a Uma Estética Do Lixo Recente
A Igreja de São Francisco de Assis da cidade histórica de Mariana em Minas Gerais começou a ser construída em 1763, compondo um conjunto de importantes edificações setecentistas na praça que hoje leva o nome do estado mineiro (Instituto Pedra, 2019a, 2019b; Salvador, 2019). Mas a vivência atual da cidade, bem como dessas edificações, não se resume – e nem poderia – ao período colonial e ao Ciclo do Ouro. Apesar de que a preservação patrimonial es…
Sítios históricos em Minas Gerais: Algumas Reflexões Sobre Paisagens, Territórios E Cronopolíticas
Esse texto discute algo do conceito de sítio arqueológico histórico, considerando macro e micro escalas de observação, de concentrações de sítios similares a sítios particulares. Tendo como base sítios localizados no estado de Minas Gerais, toca em questões que envolvem noções de tempo e cronopolítica, valoração de patrimônios e violências epistêmicas, intervisibilidade e limites geográficos, paisagens e territórios, entre outros
Algumas coisalidades de cacos de vidro arqueológicos
Brancos, castanhos e vermelhos: Cachimbos arqueológicos de cerâmica no Forte Orange
As escavações arqueológicas no forte Orange, sítio multicomponencial de edificação fortificada construída e utilizada para fins militares, resultaram em imensas quantidades de cachimbos. Dois tipos básicos dessas peças foram encontrados: cachimbos importados, em geral feitos de argilas brancas cauliníticas, e cachimbos de argilas colorizadas, muito provavelmente feitos no Brasil. Ambos os tipos são aqui descritos e problematizados: no caso dos ca…
O universo cotidiano e simbólico da cerâmica das estearias: Uma análise da Coleção Raimundo Lopes (MN-UFRJ)
Este artigo apresenta os resultados de uma análise da cerâmica arqueológica dos sítios de estearias do Maranhão, coletada por Raymundo Lopes na primeira metade do século XX e atualmente depositada no Museu Nacional-UFRJ. Utilizou-se a análise tecnológica e análise modal proposta por Scotty Raymond a fim de entender as regras estruturais de confecção dos artefatos. Funções hipotéticas relativas a atividades do cotidiano e rituais foram inferidas. …
Paisagens em Branco: Arqueologia e Antropologia Antárticas - avanços e desafios
O projeto "Paisagens em Branco: Arqueologia e Antropologia Antárticas" é resultado de uma colaboração internacional (coordenada pelo Brasil) e tem como objetivo estudar os processos de ocupação humana da Antártica. Com início em 2009, tem produzido diversos resultados, a partir das novas linhas de pesquisa desenvolvidas. Neste artigos nos propomos efetuar um balanço das informações geradas, assim como dos principais desafios a futuro
Tempos antárticos: Entre momentos, histórias e experiências
Tempo e espaço são dimensões estreitamente relacionadas, senão indissociáveis. Pensar tempo e compreensões passados faz necessário um entendimento de contextos históricos, de espacialidades e de materialidades. Faço aqui uma pequena reflexão sobre alguns conceitos de tempo e uma breve análise de excertos históricos, buscando compreender algo de uma dimensão essencialmente subjetiva da experiência humana: a percepção da passagem de tempo, que, nes…
A Fotografia Arqueológica: Entre a Mimese e a Criação
desde meados do século XIX, a arqueologia utiliza a fotografia como método de apreensão, registro e divulgação da materialidade que estuda, incorporando-a de modo essencial ao trabalho arqueológico. Contudo, as questões e ênfases propostas pela disciplina não se mantiveram estáticas. Apresenta-se breve histórico da " fotografia arqueológica", problematizando o conceito da fotografia como mimese e a oposição entre criatividade e registro. Palavras…
O universo cotidiano e simbólico da cerâmica das estearias: Uma análise da Coleção Raimundo Lopes (MN-UFRJ)
Este artigo apresenta os resultados de uma análise da cerâmica arqueológica dos sítios de estearias do Maranhão, coletada por Raymundo Lopes na primeira metade do século XX e atualmente depositada no Museu Nacional-UFRJ. Utilizou-se a análise tecnológica e análise modal proposta por Scotty Raymond a fim de entender as regras estruturais de confecção dos artefatos. Funções hipotéticas relativas a atividades do cotidiano e rituais foram inferidas. …
Dando tempo ao tempo, na arqueologia
A arqueologia se constrói com base em necessárias convenções de mundo. Uma destas gira em torno do conceito de tempo. Desde o advento da industrialização, da intensificação do urbano e do comércio e da secularização e cientificização do pensamento, processos referentes à construção da modernidade, o tempo é compreendido principalmente como absoluto e não-humano. Neste contexto, as convenções do conceito giram em torno da sua mensurabilidade, regu…
Cachimbos europeus de cerâmica branca, séculos XVI ao XIX: Parâmetros Básicos Para Análise Arqueológica
O tabaco foi introduzido na Europa no final do século XV. Desde então, uma das formas mais comuns para o seu consumo foi o cachimbo, além do rapé, do tabaco de mascar, do charuto e, mais recentemente, dos cigarros. Os cachimbos de cerâmica branca, largamente produzidos e utilizados na Europa desde o século XV, são encontrados em sítios arqueológicos históricos ao redor do mundo, incluindo no Brasil, em decorrência do comércio internacional, que g…
Navegar é preciso, viver também é preciso: Ideias Iniciais Sobre a Organização E a Percepção De Tempo De Marinheiros Brasileiros Em Navio Polar
A pesquisa científica brasileira na Antártica se dá desde 1982, com apoio logístico da Marinha Brasileira. Após uma permanência relativamente breve nos navios polares, busca-se discutir como os marinheiros percebem o tempo e sua passagem. Discutiu-se a percepção do tempo a partir de três vieses: atividades desempenhadas, movimentos de retenção e protensão da consciência e algumas festividades observadas. Percebeu-se que um desejo de que o tempo p…
Arqueologia de marinheiros-caçadores do século XIX: Ensaio sobre o tempo e a Antártica
O tempo é dimensão intrínseca da vivência humana e da nossa experiência de mundo. Evitando considerá-lo simplesmente como invólucro ou como um suporte de eventos, abre-se lugar para pensar sobre o tempo imanente, que nos é interno à consciência. Esse é o tempo tal como é percebido, que privilegia, por exemplo, a duração percebida de algum evento ao invés da duração absoluta, mensurada em minutos, dias ou anos. Essas questões se fazem relevantes q…
Brancos, castanhos e vermelhos: Cachimbos arqueológicos de cerâmica no Forte Orange
As escavações arqueológicas no forte Orange, sítio multicomponencial de edificação fortificada construída e utilizada para fins militares, resultaram em imensas quantidades de cachimbos. Dois tipos básicos dessas peças foram encontrados: cachimbos importados, em geral feitos de argilas brancas cauliníticas, e cachimbos de argilas colorizadas, muito provavelmente feitos no Brasil. Ambos os tipos são aqui descritos e problematizados: no caso dos ca…
O pito (de) holandês: Cachimbos arqueológicos de caulim do Recife e de Salvador
Os cachimbos europeus de caulim, produzidos especialmente entre os séculos XVII e XIX, eram industrializados e descartados rapidamente. Ainda, os estilos decorativos e de marcas de fabricante foram vários e relativamente bem marcados no tempo. Portanto, são particularmente úteis como instrumento de datação de sítios, camadas e feições, mesmo daqueles estratos urbanos extremamente revolvidos. Serão aqui analisados cachimbos de caulim exumados do R…
Cachimbos brancos da região do Valongo: O cachimbo cosmopolita no Rio de Janeiro oitocentista
Os cachimbos de caulim recuperados nas escavações do Cais do Valongo / Cais da Imperatriz e suas imediações foram atribuídos, na sua quase totalidade, ao século XIX. Foram utilizados e descartados no entorno e nas proximidades do cais, região portuária caracterizada por grande diversidade étnica. Tais pitos atestam a inserção do Rio de Janeiro, recém liberto das práticas monopolistas de Portugal, em uma economia cada vez mais global, na qual o tr…
Fumo e cachimbos importados na São Paulo oitocentista
O uso do tabaco na colônia foi amplo e difundido entre as várias classes sociais, grupos étnicos e categorias associadas a ofícios. Podia ser consumido, além do rapé, via cigarros, charutos ou cachimbos. Sabe-se que cachimbos de barro foram eram produzidos em vários locais do território, incluindo São Paulo. Com a abertura dos portos que se abre um período de intensas transformações, no sentido de uma modernização. A vida urbana foi estimulada, e…
O petyn no cachimbo branco: Arqueologia e fumo nos séculos XVII ao XIX
O uso do tabaco, hábito adquirido dos nativos e ressignificado ao longo dos séculos, foi prática quase ubíqua entre luso-brasileiros desde a implantação da colônia. Essa tese, que recebeu o Prêmio SAB Excelência pela Sociedade de Arqueologia Brasileira (1a edição/2019), enfatiza o fumo e cachimbos, notadamente os importados, no passado histórico
Algumas coisalidades de cacos de vidro arqueológicos
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Fumo e cachimbos de barro: Objetos, Práticas E Pessoas
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Sítios históricos em Minas Gerais: Algumas Reflexões Sobre Paisagens, Territórios E Cronopolíticas
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Um lugar de cuidado corporal ao longo dos séculos
A Farmácia Santa Terezinha é localizada na Rua Arthur Bernardes, no 100, no centro histórico da cidade de São João del Rei, em Minas Gerais. Está ladeada por lojas de roupa, sapatarias, óticas, franquia de chocolataria e outras farmácias, numa região comercial, com lojas similares às de qualquer centro urbano ou shopping. No entanto, o caráter de palimpsesto que é toda urbe (para apenas uma referência sobre o tema, cf. Pesavento, 2004), é flagran…
Distribution of Foreign Clay Tobacco Pipes in Brazil: An Overview from the Seventeenth to the Twentieth Centuries
Mundos Antárticos E Experiências Austrais
ou
Deixado na igreja: Da Arqueologia a Uma Estética Do Lixo Recente
A Igreja de São Francisco de Assis da cidade histórica de Mariana em Minas Gerais começou a ser construída em 1763, compondo um conjunto de importantes edificações setecentistas na praça que hoje leva o nome do estado mineiro (Instituto Pedra, 2019a, 2019b; Salvador, 2019). Mas a vivência atual da cidade, bem como dessas edificações, não se resume – e nem poderia – ao período colonial e ao Ciclo do Ouro. Apesar de que a preservação patrimonial es…
Archaeologies of Smoking, Pipes and Transatlantic Connections
About Connections: A Brief Overture to Smoking and Pipes in Historical Archaeology
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