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J A Hansen

Biographic Data

ID273491
NAMEJ A Hansen
GIVEN NAMESJ A
FAMILY NAMEHansen
SIGNATUREHANSEN J A
AFFILIATIONSUniversidade de São Paulo
ORCID0000-0001-7210-8975
VERIFIEDYes
TOTAL WORKS32
TOTAL CITATIONS15
AUTHOR COUNT32
EDITOR COUNT0
FIRST PUBLICATION YEAR1989
LATEST PUBLICATION YEAR2026
H-INDEX2
  • Michel de Certeau e a ordem simbólica

    Open Access•J A Hansen, Mario Tommaso et al.•ARTICLE•Teresa•2026

    O pensamento de Michel de Certeau é material. Seu estilo é complexo, e as relações que estabelece de matérias como a mística, a história, a antropologia, a psicanálise, a linguística e a crítica cultural são múltiplas, polêmicas e impossíveis de totalizar, pois as definições e categorias que opera não são definitivas, mas programaticamente cambiantes e movediças. Em De Certeau, é também absolutamente central o papel da literatura. Se a filosofia …

  • À procura de objetos gritantes: Um estudo da representação na narrativa de Clarice Lispector

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Jangada crítica | literatura |…•2023

    Não se aplica

  • Fragmentos de/sobre Samuel Beckett

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Opiniães•2019

    Fragmentos de/sobre Samuel Beckett

  • Condicionamentos institucionais e preceitos epidíticos das artes sacras coloniais

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Revista USP•2019

    Nesta exposição, abordam-se preceitos da produção de artes sacras na América portuguesa entre os séculos XVI e XVIII. O texto especifica determinações teológico-políticas e retóricas com que a Igreja Católica orientou a produção das artes sacras, adequando-as a seu combate contra Maquiavel, Lutero, Calvino, o Islã, a Torá e ao controle de colonos, negros e índios

  • Máquina do Mundo

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Teresa•2018

    Na figuração da “máquina do mundo”, Dante e Camões representam princípios essenciaisdo Universo. Drummond desdenha colher a coisa metafísica que se oferece gratuitamentea seu engenho. Haroldo de Campos substitui a metafísica platônica e escolástica de Dante eCamões e a recusa de Drummond de uma nova metafísica, sem Deus ou fundamento essencial,pela física dos quanta

  • "Nota sobre a "Sátira geral a todo o Reino, e governo de Portugal

    Open Access•J A Hansen, Margarida Moreira et al.•ARTICLE•Teresa•2017

  • Entrevista com João Adolfo Hansen

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Teresa•2017

    Em seu ensaio "Mimesis: figura, retórica e imagem", 1 você explica que, no livro Mimesis, de Erich Auerbach, 2 a racionalidade é postulada como "resistência à barbárie".Em seguida, comenta o empenho em "reconhecer os monumentos da cultura como ruínas antes mesmo de serem derrubados, para buscar neles seu valor de possível, mas muito improvável, salvação para o tempo".Gostaria de pedir que desenvolvesse suas ideias expostas nessa passagem.A partir…

  • Guidelines for Reading Vieira

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Portuguese Literary and Cultural…•2016

  • A verossimilhança da familiaridade do não familiar na ficção antiga e moderna

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Literatura e Sociedade•2015

    O texto comenta os conceitos de não familiar ou estranho tratados por Freud em Das Unheimliche (1919), associando-os ao hábito e às rupturas do hábito para especificar a diferença da sua ocorrência na experiência individual, em que é significante de uma angústia, e na ficção, em que é figuração intencional. Distinguindo a figuração do não familiar na ficção antiga e na ficção moderna, propõe que na ficção antiga, como a de Luciano de Samósata, o …

  • Norma e obscenidade em Gregório de Matos, Glauco Mattoso e Hilda Hilst

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Teresa•2014

    Uma etimologia latina provavelmente falsa propõe que o termo obscaenum significa ob scaena, “fora da cena”, como o interdito que não deve ou não pode ser dado em representação. No texto Sade, mon prochain, Klossowski lembrou que o obsceno só existe num campo de normas que lhe conferem significação e sentido. Neste ensaio, vou falar de alguns valores poéticos e políticos particulares do obsceno na poesia que se atribui a Gregório de Matos e Guerra…

  • Autoria, obra e público na poesia colonial luso-brasileira atribuída a Gregório de Matos e Guerra

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Journal of Lusophone Studies•2014

    O artigo trata do corpus poético colonial atribuído a Gregório de Matos e Guerra (1633-1696), especi cando seus códigos linguísticos, retórico-poéticos e teológico-políticos, e códigos bibliográ cos, como a manuscritura. Descreve apropriações nacionalistas do corpus feitas por críticos brasileiros românticos, deterministas e modernistas dos séculos XIX e XX, propondo a historicidade seiscentista das categorias autor, obra, público como critério c…

  • Romantismo e barroco

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Teresa•2013

    A categoria “Barroco” foi utilizada dedutivamente pela primeira vez como categoria estética positiva por um autor neokantiano, Heinrich Wölfflin, em 1888. Desde então, passou-se a acreditar que “O Barroco” existiu em si, ante rem, sempre se esquecendo de que a noção de “barroco” não tem existência independente do corpus usado para defini-la

  • Entrevista com os professores

    Open Access•Laura Penna Alves, Alcir Pécora et al.•ARTICLE•Opiniães•2011

    Entrevista sobre polêmicas literárias com os professores Alcir Pécora (Unicamp), Marcos Natali (USP), Roberto Acízelo (Uerj), Costa Lima (PUC-RJ), Alcides Villaça (USP), João Adolfo Hansen (USP) e Claudia Amigo Pino (USP

  • Wolfgang Streeck: Re-Forming Capitalism: Institutional Change in the German Political Economy

    J A Hansen, Jochim Hansen•BOOK•European Sociological Review•2011

    This book is a contribution to the ongoing debate about change and stability in the institutions of political economies. Taking Germany—the classic example of a ‘coordinated market economy’ within the Varieties of Capitalism literature—as an empirical starting point, the book addresses different ways of conceptualizing and explaining institutional change. The first part of the book consists of six chapters, containing accounts of the historical d…

  • A palavra-carcaça de Bonvicino

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Teresa•2010

  • Comentário sobre a conferência do Prof. Suzuki Sadami

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Estudos Japoneses•2008

  • Categorias epidíticas da ekphrasis

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Revista USP•2006•Cited by: 3

    causas deliberativas

  • "O imortal" e a verossimilhança

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Teresa•2005

    Quando republicou “O imortal”, em 1882, Machado de Assis continuava interessado na paródia e no pastiche como gêneros literários. A partir de 1880, tinha começado a usar autores ficcionais que escrevem textos improváveis ou inconfiáveis. Com eles, transform a a matéria social de seu tempo, relativizando e destruindo a representação fundamentada no pressuposto da adequação entre os signos, os conceitos e as estruturas da realidade objetiva. O text…

  • Pedra E Cal: Freiráticos Na Sátira Luso-Brasileirado Século Xxvii

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Revista USP•2003•Cited by: 2

  • Barroco, neobarroco e outras ruínas

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Teresa•2001•Cited by: 6

    O texto propõe que a reconstituição dos códigos bibliográficos, dos códigos retórico-poéticos e dos condicionamentos materiais e institucionais das representações luso-brasileiras do século XVII não necessita da noção dedutiva de “barroco” que as classifica universalizando categorias críticas próprias do contínuo e da psicologia idealistas

  • Correspondência de Antônio Vieira (1646-1694): O Decoro

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Discurso•2000

    Os dois subgêneros epistolares desenvolvidos por Antônio Vieira entre 1646 e 1696, a carta familiar e a carta negocial, reatualizam os preceitos das artes dictaminis antigas. Escritas como imitação verossímil e decorosa de fala de pessoa natural, as canas produzem a presença do corpo e voz do remetente, reativando neo-escolasticamente as técnicas da sermocinatio latina. A comunicação tratará de categorias retóricas e teológico-políticas das artic…

  • Tu, Minha Anta, Hn

    Open Access•Alcir Pécora, J A Hansen•ARTICLE•Revista USP•1998

  • "Ut Pictura Poesis" e verossimilhança na doutrina do conceito no século XVII colonial

    J A Hansen•ARTICLE•Revista de Crítica Literaria…•1997•Cited by: 1

    Neste texto, trato do pressuposto doutrinario do conceito engenhoso da poesia e da oratoria seiscentistas, citando autores brasileiros, peruanos e mexicanos, como Gregorio de Matos, Vieira, Caviedes e Sor Juana Ines de la Cruz. A diversidade estilistica e as circunstâncias de producao e consumo de suas obras sao obviamente grandes e aqui nao me ocupo de nenhuma delas em particular. Referindo-as segundo a oportunidade, vou toma-las como exemplos d…

  • Terceira Margem

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Revista do Instituto de Estudos…•1996

    A unidade da enunciação de Riobaldo, em Grande sertão: veredas, aparece cindida pela oposição complementar de dois princípios construtivos, como um jogo com sinônimos (vários nomes para um ser só, "Deus") e homônimos (um só nome para coisas e eventos, "Diabo"). A oposição é talvez o principal operador metalinguistico do texto e é por ela que são articulados outros níveis de sentido do romance, como o das alegorias da filosofia neoplatônica, o da …

  • Práticas Letradas Seiscentistas

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Discurso•1995

    O fim do texto é a discussão histórica de práticas de representação italianas, espanholas e luso-brasileiras do século XVII hoje anacronicamente unificadas como “Barroco". Analisa modelos teológico-políticos e retóricos da agudeza que caracteriza a racionalidade de Corte dramatizada nelas, particularizando a análise com EI Díscreto, de Baltazar Gracián

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  • Barroco, neobarroco e outras ruínas

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Teresa•2001•Cited by: 6

    O texto propõe que a reconstituição dos códigos bibliográficos, dos códigos retórico-poéticos e dos condicionamentos materiais e institucionais das representações luso-brasileiras do século XVII não necessita da noção dedutiva de “barroco” que as classifica universalizando categorias críticas próprias do contínuo e da psicologia idealistas

  • Categorias epidíticas da ekphrasis

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Revista USP•2006•Cited by: 3

    causas deliberativas

  • Pedra E Cal: Freiráticos Na Sátira Luso-Brasileirado Século Xxvii

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Revista USP•2003•Cited by: 2

  • Positivo/natural: Sátira Barroca E Anatomia Política

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Estudos Avançados•1989•Cited by: 2

    Na sátira barroca atribuída a Gregorio de Matos e Guerra (Bahia, 1682/1694), a ordem do conceito engenhoso dramatiza o conceito de ordem, segundo a doutrina neo-escolástica do corpo místico do Estado como vontade unificada no pacto de sujeição à persona mystiça do Rei. Nele, os vários topoi teológico-políticos elaboram e confirmam o conceito moderno de poder soberano absoluto. Não são mera ornamentação de uma retórica do poder "voltando" à Idade …

  • "Ut Pictura Poesis" e verossimilhança na doutrina do conceito no século XVII colonial

    J A Hansen•ARTICLE•Revista de Crítica Literaria…•1997•Cited by: 1

    Neste texto, trato do pressuposto doutrinario do conceito engenhoso da poesia e da oratoria seiscentistas, citando autores brasileiros, peruanos e mexicanos, como Gregorio de Matos, Vieira, Caviedes e Sor Juana Ines de la Cruz. A diversidade estilistica e as circunstâncias de producao e consumo de suas obras sao obviamente grandes e aqui nao me ocupo de nenhuma delas em particular. Referindo-as segundo a oportunidade, vou toma-las como exemplos d…

  • O nu e a luz: Cartas jesuíticas do Brasil: Nóbrega: 1549-1558

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Revista do Instituto de Estudos…•1995•Cited by: 1

    O texto estuda as convenções retóricas e teológico-políticas das cartas brasileiras do Pe. Manuel da Nóbrega, no século XVI, como categorias de pensamento da "conquista espiritual" do gentio

  • Malhado ou malhadiço: A Escravidão Na Sátira Barroca

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Revista de História•1989

    Através do estudo da sátira enquanto gênero, o autor elabora as inter-relações entre forma e discursos locais, os topoi retóricos e a sociedade em que viveu Gregorio de Matos. A sátira é ortodoxa. As convenções retóricas reforçam o campo institucional de modo que reafirmam os padrões morais e hierárquicos normativos da época. As referências aos mulatos reforçam os preconceitos da sociedade bahiana, enquanto topoi e persona realçam a hierarquia ib…

  • Uma Estrela de mil pontas

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Língua e Literatura•1989

  • Positivo/natural: Sátira Barroca E Anatomia Política

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Estudos Avançados•1989•Cited by: 2

    Na sátira barroca atribuída a Gregorio de Matos e Guerra (Bahia, 1682/1694), a ordem do conceito engenhoso dramatiza o conceito de ordem, segundo a doutrina neo-escolástica do corpo místico do Estado como vontade unificada no pacto de sujeição à persona mystiça do Rei. Nele, os vários topoi teológico-políticos elaboram e confirmam o conceito moderno de poder soberano absoluto. Não são mera ornamentação de uma retórica do poder "voltando" à Idade …

  • Ortônimo, sinônimo, homônimo: Retórica do anônimo

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Classica - Revista Brasileira de…•1993

    Nos Diálogos platônicos, as questões retóricas incluem-se como mimontologia ou dramatização de tipos e gêneses ideais. A discussão da linguagem, no Crátilo, e a da dialética, no Sofista, diagramam uma "semântica" original e sua sintaxe "or-tótica", prescritas como base não-mimética da mímesis como alétheia oposta às práticas sofistas do discurso

  • Experimental/Exemplar: Hélio Oiticica Utopia/Arquivo

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Revista USP•1994

  • Práticas Letradas Seiscentistas

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Discurso•1995

    O fim do texto é a discussão histórica de práticas de representação italianas, espanholas e luso-brasileiras do século XVII hoje anacronicamente unificadas como “Barroco". Analisa modelos teológico-políticos e retóricos da agudeza que caracteriza a racionalidade de Corte dramatizada nelas, particularizando a análise com EI Díscreto, de Baltazar Gracián

  • Leitura de Chartier

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Revista de História•1995

  • O nu e a luz: Cartas jesuíticas do Brasil: Nóbrega: 1549-1558

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Revista do Instituto de Estudos…•1995•Cited by: 1

    O texto estuda as convenções retóricas e teológico-políticas das cartas brasileiras do Pe. Manuel da Nóbrega, no século XVI, como categorias de pensamento da "conquista espiritual" do gentio

  • Terceira Margem

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Revista do Instituto de Estudos…•1996

    A unidade da enunciação de Riobaldo, em Grande sertão: veredas, aparece cindida pela oposição complementar de dois princípios construtivos, como um jogo com sinônimos (vários nomes para um ser só, "Deus") e homônimos (um só nome para coisas e eventos, "Diabo"). A oposição é talvez o principal operador metalinguistico do texto e é por ela que são articulados outros níveis de sentido do romance, como o das alegorias da filosofia neoplatônica, o da …

  • "Ut Pictura Poesis" e verossimilhança na doutrina do conceito no século XVII colonial

    J A Hansen•ARTICLE•Revista de Crítica Literaria…•1997•Cited by: 1

    Neste texto, trato do pressuposto doutrinario do conceito engenhoso da poesia e da oratoria seiscentistas, citando autores brasileiros, peruanos e mexicanos, como Gregorio de Matos, Vieira, Caviedes e Sor Juana Ines de la Cruz. A diversidade estilistica e as circunstâncias de producao e consumo de suas obras sao obviamente grandes e aqui nao me ocupo de nenhuma delas em particular. Referindo-as segundo a oportunidade, vou toma-las como exemplos d…

  • Tu, Minha Anta, Hn

    Open Access•Alcir Pécora, J A Hansen•ARTICLE•Revista USP•1998

  • Correspondência de Antônio Vieira (1646-1694): O Decoro

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Discurso•2000

    Os dois subgêneros epistolares desenvolvidos por Antônio Vieira entre 1646 e 1696, a carta familiar e a carta negocial, reatualizam os preceitos das artes dictaminis antigas. Escritas como imitação verossímil e decorosa de fala de pessoa natural, as canas produzem a presença do corpo e voz do remetente, reativando neo-escolasticamente as técnicas da sermocinatio latina. A comunicação tratará de categorias retóricas e teológico-políticas das artic…

  • Barroco, neobarroco e outras ruínas

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Teresa•2001•Cited by: 6

    O texto propõe que a reconstituição dos códigos bibliográficos, dos códigos retórico-poéticos e dos condicionamentos materiais e institucionais das representações luso-brasileiras do século XVII não necessita da noção dedutiva de “barroco” que as classifica universalizando categorias críticas próprias do contínuo e da psicologia idealistas

  • Pedra E Cal: Freiráticos Na Sátira Luso-Brasileirado Século Xxvii

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Revista USP•2003•Cited by: 2

  • "O imortal" e a verossimilhança

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Teresa•2005

    Quando republicou “O imortal”, em 1882, Machado de Assis continuava interessado na paródia e no pastiche como gêneros literários. A partir de 1880, tinha começado a usar autores ficcionais que escrevem textos improváveis ou inconfiáveis. Com eles, transform a a matéria social de seu tempo, relativizando e destruindo a representação fundamentada no pressuposto da adequação entre os signos, os conceitos e as estruturas da realidade objetiva. O text…

  • Categorias epidíticas da ekphrasis

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Revista USP•2006•Cited by: 3

    causas deliberativas

  • Comentário sobre a conferência do Prof. Suzuki Sadami

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Estudos Japoneses•2008

  • A palavra-carcaça de Bonvicino

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Teresa•2010

  • Entrevista com os professores

    Open Access•Laura Penna Alves, Alcir Pécora et al.•ARTICLE•Opiniães•2011

    Entrevista sobre polêmicas literárias com os professores Alcir Pécora (Unicamp), Marcos Natali (USP), Roberto Acízelo (Uerj), Costa Lima (PUC-RJ), Alcides Villaça (USP), João Adolfo Hansen (USP) e Claudia Amigo Pino (USP

  • Wolfgang Streeck: Re-Forming Capitalism: Institutional Change in the German Political Economy

    J A Hansen, Jochim Hansen•BOOK•European Sociological Review•2011

    This book is a contribution to the ongoing debate about change and stability in the institutions of political economies. Taking Germany—the classic example of a ‘coordinated market economy’ within the Varieties of Capitalism literature—as an empirical starting point, the book addresses different ways of conceptualizing and explaining institutional change. The first part of the book consists of six chapters, containing accounts of the historical d…

  • Romantismo e barroco

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Teresa•2013

    A categoria “Barroco” foi utilizada dedutivamente pela primeira vez como categoria estética positiva por um autor neokantiano, Heinrich Wölfflin, em 1888. Desde então, passou-se a acreditar que “O Barroco” existiu em si, ante rem, sempre se esquecendo de que a noção de “barroco” não tem existência independente do corpus usado para defini-la

  • Norma e obscenidade em Gregório de Matos, Glauco Mattoso e Hilda Hilst

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Teresa•2014

    Uma etimologia latina provavelmente falsa propõe que o termo obscaenum significa ob scaena, “fora da cena”, como o interdito que não deve ou não pode ser dado em representação. No texto Sade, mon prochain, Klossowski lembrou que o obsceno só existe num campo de normas que lhe conferem significação e sentido. Neste ensaio, vou falar de alguns valores poéticos e políticos particulares do obsceno na poesia que se atribui a Gregório de Matos e Guerra…

  • Autoria, obra e público na poesia colonial luso-brasileira atribuída a Gregório de Matos e Guerra

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Journal of Lusophone Studies•2014

    O artigo trata do corpus poético colonial atribuído a Gregório de Matos e Guerra (1633-1696), especi cando seus códigos linguísticos, retórico-poéticos e teológico-políticos, e códigos bibliográ cos, como a manuscritura. Descreve apropriações nacionalistas do corpus feitas por críticos brasileiros românticos, deterministas e modernistas dos séculos XIX e XX, propondo a historicidade seiscentista das categorias autor, obra, público como critério c…

  • A verossimilhança da familiaridade do não familiar na ficção antiga e moderna

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Literatura e Sociedade•2015

    O texto comenta os conceitos de não familiar ou estranho tratados por Freud em Das Unheimliche (1919), associando-os ao hábito e às rupturas do hábito para especificar a diferença da sua ocorrência na experiência individual, em que é significante de uma angústia, e na ficção, em que é figuração intencional. Distinguindo a figuração do não familiar na ficção antiga e na ficção moderna, propõe que na ficção antiga, como a de Luciano de Samósata, o …

  • Guidelines for Reading Vieira

    Open Access•J A Hansen•ARTICLE•Portuguese Literary and Cultural…•2016

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