Joaquim Barradas De Carvalho
Biographic Data
| ID | 278810 |
|---|---|
| NAME | Joaquim Barradas De Carvalho |
| GIVEN NAMES | Joaquim Barradas |
| FAMILY NAME | De Carvalho |
| SIGNATURE | DE CARVALHO J B |
| AFFILIATIONS | Universidade de São Paulo |
| VERIFIED | No |
| TOTAL WORKS | 22 |
| TOTAL CITATIONS | 2 |
| AUTHOR COUNT | 22 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1953 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2017 |
| H-INDEX | 1 |
A literatura portuguesa de viagens
É um fato incontestável que a História de Portugal, e até a His-tória da Civilização Ibérica - se é que existe uma Civilização Ibérica (1), - avultam na História Universal mercê dos Descobrimentos Marítimos e da Expansão dos séculos XV e XVI. Só os Descobri-mentos e a Expansão puderam ter dado origem a algo de inteiramente nôvo na História da Humanidade que tenha provindo de Portugal
A dualidade da civilização ibérica
Saiu em Lisboa, há cerca de oito anos, um livro, da autoria do Comandante J. Moreira de Campos, com um título palpitante: Resu-mo de Portugal. Este título desdobra-se em tres subtítulos não menos palpitantes: Resumo à Espanha?, Resumo à Europa?, Resumo ao Bra-sil? O conteudo do livro está muito longe de corresponder ao interes-se do título, e tambem dos subtítulos
A explicação de Portugal de Alexandre Herculano
1. - A EXPLICAÇÃO DE PORTUGALa. - A utilidade da História. Para Alexandre Herculano a História não era, nem urna recreação para o espírito, nem um ramo do conhecimento destituído de qualquer utilidade
Conhecimento, História, Realidade
Estamos todos de acôrdo em considerar a sua teoria como louca. A única coisa que nos separa, é saber se ela é suficientemente louca para ter probabilidades de ser verdadeira. Na minha opinião, ela não é suficientemente louca para que isso aconteça". Niels Bohr, 1958 (citado por A. Polikarov, Problèmes PhilosoPhiques des Théories Physiques Modernes, in Sciences et Matérialisme Dialectique, Recherches Internationales à la Lumière du Marxisme, n.o 5…
O descobrimento do Brasil através dos textos
Apesar da célebre "Carta" ter sido muitas vêzes editada (1), a verdade é que quase nada se sabe àcêrca do seu autor . Tendo em con-ta a documentação conhecida, surgem-nos até três, ou mesmo quatro, personagens com êste nome: existiu um Mestre João de Menelau, grego; existiu um Mestre João, alemão; existiu um Mestre João Fa-ras, espanhol, talvez aragonês, autor de uma tradução para espanhol do De Situ Orbis de Pompônio Mela (2), que bem poderá ser…
Duarte Pacheco Pereira um cartógrafo? O "Esmeraldo de Situ Orbis" um atlas
O Esmeraldo de situ orbis (1505-.1508) (1) de Duarte Pacheco Pereira (c. 1460-1533) (2), obra complexa, obra-síntese, à imagem do seu autor, personagem complexa, personagem-síntese, revela-se-nos como um livro de história, com traços bem nítidos de crônica medieval, um livro de cosmografia e um regimento de navegação, um livro de geografia, sendo finalmente, e fundamentalmente, um roteiro
As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis" (VIII)
CONTINUAÇÃOEm esmerada edição da Junta de Investigações do Ultramar (Agrupamento de Estudos de Cartografia Antiga-Secção de Coim-bra), foi publicado, em 1965, em Lisboa, um livro, de Luís Men-donça de Albuquerque, intitulado Os Guias Náuticos de Munique e Êvora
Para uma bibliografia crítica de Alexandre Herculano
Antônio José Saraiva: Herculano e o Liberalismo em Portugal - Os problemas morais e culturais da instauração do regime - 1834-1850. Volume I, Lisboa, 194
O descobrimento do Brasil através dos textos
É um fato incontestável que a História de Portugal, e até a História da Civilização Ibérica, avultam na História Universal mercê dos Descobrimentos Marítimos e da Expansão dos séculos XV e XVI. Só os Descobrimentos e a Expansão puderam ter dado origem a algo de inteiramente nôvo na História da Humanidade que tenha provindo de Portugal
As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis" (VI)
CONTINUAÇÃO
As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis" (IV)
A História Natural de Plínio é logo após o De Situ Orbis de Pompônio Mela, a fonte mais importante de Duarte Pacheco Pereira no seu Esmeraldo de situ orbis. Encontramos no texto da obra de Duarte Pacheco vinte e sete passos em que, de maneira explícita ou não, verificamos nitidamente a influência de Plínio e da sua História Natural
As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis" (VII)
CONCLUSÃO
As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis" (V)
CONTINUAÇÃO
"As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis
Ainda que o Esmeraldo de situ orbis de Duarte Pacheco Pereira tenha sido quase unanimemente considerado pelos historiadores da literatura e da cultura portuguêsas como um roteiro da costa de África, a verdade é que esta obra encerra aspectos que nos obrigam a considerá-la como um texto bastante complexo . Surge-nos como uma espécie de síntese de todo um conjunto de obras anteriores relativas aos descobrimentos marítimos
As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis" (II)
CONTINUAÇÃO
"As edições e as traduções da "Crônica dos feitos da Guiné
Em 1837, na Biblioteca Nacional (então Real) de Paris, Ferdinand Denis fêz um achado de grande importância para a clarificação da polêmica - tão pouco científica - que se travava à volta da prioridade dos descobrimentos portuguêses do século XV. Ferdinand Denis (1) encontrara o manuscrito da Crônica dos feitos de Guiné de Gomes Eanes de Zurara, única obra contemporânea do Infante D. Henrique em que se rela-tam os seus descobrimentos africanos. O …
As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis" (III)
CONTINUAÇÃO
"As edições e as traduções do "Esmeraldo de Situ Orbis
O texto do Esmeraldo de situ orbis teve até hoje três edições: a de Raphael Eduardo de Azevedo Basto, a de Augusto Epiphanio da Silva Dias, e a da Academia Portuguêsa da História
A decifração de um enigma
O título da célebre obra de Duarte Pacheco Pereira é composto pela palavra Esmeraldo e pela expressão De Situ Orbis. A compreensão da expressão De Situ Orbis não apre-senta a mínima dificuldade. Todos os autores que abordaram o assunto foram unânimes em considerar que se trata do título da obra geográfica de Pompônio Mela, citada aliás uma trin-tena de vêzes por Duarte Pacheco Pereira, e que é, com a História Natural de Plínio, uma das suas duas …
O "Esmeraldo de Situ Orbis" de Duarte Pacheco Pereira na História da Cultura
É um fato incontestável que a História de Portugal, e até a História da Civilização Ibérica, avultam na História Universal mercê dos Descobrimentos Marítimos e da Expansão dos séculos XV e XVI. Só os Descobrimentos e a Expansão puderam ter dado origem a algo de inteiramente nôvo na História da Humanidade que tenha provindo de Portugal
A metalidade, o tempo e os grupos sociais (Um exemplo português da época das descobertas)
(Primeiro Parágrafo do Artigo)Em 1837, na Biblioteca Nacional (então Real) de Paris, Ferdinand Denis fêz um achado de grande importancia para a polêmica tão pouco científica que se tratava à volta da prioridade das descobertas portuguesas do século XV
Temps, groupes sociaux et mentalités
Du premier quart à la fin du XVe siècle, les Portugais mènent à bien cette suite d'entreprises qu'on nomme 'les grandes découvertes'. De nombreuses sources de cette histoire ont déjà été mises à jour : récits de voyages, descriptions de pays, journaux de bord, roteiros, cartes, etc. Les chroniques par contre donnent peu. Et cependant, pour les voyages du temps d'Henri le Navigateur, nous sommes forcés de recourir à l'une d'elles, puisqu'elle est …
A literatura portuguesa de viagens
É um fato incontestável que a História de Portugal, e até a His-tória da Civilização Ibérica - se é que existe uma Civilização Ibérica (1), - avultam na História Universal mercê dos Descobrimentos Marítimos e da Expansão dos séculos XV e XVI. Só os Descobri-mentos e a Expansão puderam ter dado origem a algo de inteiramente nôvo na História da Humanidade que tenha provindo de Portugal
"As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis
Ainda que o Esmeraldo de situ orbis de Duarte Pacheco Pereira tenha sido quase unanimemente considerado pelos historiadores da literatura e da cultura portuguêsas como um roteiro da costa de África, a verdade é que esta obra encerra aspectos que nos obrigam a considerá-la como um texto bastante complexo . Surge-nos como uma espécie de síntese de todo um conjunto de obras anteriores relativas aos descobrimentos marítimos
A metalidade, o tempo e os grupos sociais (Um exemplo português da época das descobertas)
(Primeiro Parágrafo do Artigo)Em 1837, na Biblioteca Nacional (então Real) de Paris, Ferdinand Denis fêz um achado de grande importancia para a polêmica tão pouco científica que se tratava à volta da prioridade das descobertas portuguesas do século XV
Temps, groupes sociaux et mentalités
Du premier quart à la fin du XVe siècle, les Portugais mènent à bien cette suite d'entreprises qu'on nomme 'les grandes découvertes'. De nombreuses sources de cette histoire ont déjà été mises à jour : récits de voyages, descriptions de pays, journaux de bord, roteiros, cartes, etc. Les chroniques par contre donnent peu. Et cependant, pour les voyages du temps d'Henri le Navigateur, nous sommes forcés de recourir à l'une d'elles, puisqu'elle est …
"As edições e as traduções do "Esmeraldo de Situ Orbis
O texto do Esmeraldo de situ orbis teve até hoje três edições: a de Raphael Eduardo de Azevedo Basto, a de Augusto Epiphanio da Silva Dias, e a da Academia Portuguêsa da História
A decifração de um enigma
O título da célebre obra de Duarte Pacheco Pereira é composto pela palavra Esmeraldo e pela expressão De Situ Orbis. A compreensão da expressão De Situ Orbis não apre-senta a mínima dificuldade. Todos os autores que abordaram o assunto foram unânimes em considerar que se trata do título da obra geográfica de Pompônio Mela, citada aliás uma trin-tena de vêzes por Duarte Pacheco Pereira, e que é, com a História Natural de Plínio, uma das suas duas …
O "Esmeraldo de Situ Orbis" de Duarte Pacheco Pereira na História da Cultura
É um fato incontestável que a História de Portugal, e até a História da Civilização Ibérica, avultam na História Universal mercê dos Descobrimentos Marítimos e da Expansão dos séculos XV e XVI. Só os Descobrimentos e a Expansão puderam ter dado origem a algo de inteiramente nôvo na História da Humanidade que tenha provindo de Portugal
"As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis
Ainda que o Esmeraldo de situ orbis de Duarte Pacheco Pereira tenha sido quase unanimemente considerado pelos historiadores da literatura e da cultura portuguêsas como um roteiro da costa de África, a verdade é que esta obra encerra aspectos que nos obrigam a considerá-la como um texto bastante complexo . Surge-nos como uma espécie de síntese de todo um conjunto de obras anteriores relativas aos descobrimentos marítimos
As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis" (II)
CONTINUAÇÃO
"As edições e as traduções da "Crônica dos feitos da Guiné
Em 1837, na Biblioteca Nacional (então Real) de Paris, Ferdinand Denis fêz um achado de grande importância para a clarificação da polêmica - tão pouco científica - que se travava à volta da prioridade dos descobrimentos portuguêses do século XV. Ferdinand Denis (1) encontrara o manuscrito da Crônica dos feitos de Guiné de Gomes Eanes de Zurara, única obra contemporânea do Infante D. Henrique em que se rela-tam os seus descobrimentos africanos. O …
As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis" (III)
CONTINUAÇÃO
O descobrimento do Brasil através dos textos
É um fato incontestável que a História de Portugal, e até a História da Civilização Ibérica, avultam na História Universal mercê dos Descobrimentos Marítimos e da Expansão dos séculos XV e XVI. Só os Descobrimentos e a Expansão puderam ter dado origem a algo de inteiramente nôvo na História da Humanidade que tenha provindo de Portugal
As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis" (VI)
CONTINUAÇÃO
As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis" (IV)
A História Natural de Plínio é logo após o De Situ Orbis de Pompônio Mela, a fonte mais importante de Duarte Pacheco Pereira no seu Esmeraldo de situ orbis. Encontramos no texto da obra de Duarte Pacheco vinte e sete passos em que, de maneira explícita ou não, verificamos nitidamente a influência de Plínio e da sua História Natural
As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis" (VII)
CONCLUSÃO
As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis" (V)
CONTINUAÇÃO
Duarte Pacheco Pereira um cartógrafo? O "Esmeraldo de Situ Orbis" um atlas
O Esmeraldo de situ orbis (1505-.1508) (1) de Duarte Pacheco Pereira (c. 1460-1533) (2), obra complexa, obra-síntese, à imagem do seu autor, personagem complexa, personagem-síntese, revela-se-nos como um livro de história, com traços bem nítidos de crônica medieval, um livro de cosmografia e um regimento de navegação, um livro de geografia, sendo finalmente, e fundamentalmente, um roteiro
As fontes de Duarte Pacheco Pereira no "Esmeraldo de Situ Orbis" (VIII)
CONTINUAÇÃOEm esmerada edição da Junta de Investigações do Ultramar (Agrupamento de Estudos de Cartografia Antiga-Secção de Coim-bra), foi publicado, em 1965, em Lisboa, um livro, de Luís Men-donça de Albuquerque, intitulado Os Guias Náuticos de Munique e Êvora
Para uma bibliografia crítica de Alexandre Herculano
Antônio José Saraiva: Herculano e o Liberalismo em Portugal - Os problemas morais e culturais da instauração do regime - 1834-1850. Volume I, Lisboa, 194
O descobrimento do Brasil através dos textos
Apesar da célebre "Carta" ter sido muitas vêzes editada (1), a verdade é que quase nada se sabe àcêrca do seu autor . Tendo em con-ta a documentação conhecida, surgem-nos até três, ou mesmo quatro, personagens com êste nome: existiu um Mestre João de Menelau, grego; existiu um Mestre João, alemão; existiu um Mestre João Fa-ras, espanhol, talvez aragonês, autor de uma tradução para espanhol do De Situ Orbis de Pompônio Mela (2), que bem poderá ser…
Conhecimento, História, Realidade
Estamos todos de acôrdo em considerar a sua teoria como louca. A única coisa que nos separa, é saber se ela é suficientemente louca para ter probabilidades de ser verdadeira. Na minha opinião, ela não é suficientemente louca para que isso aconteça". Niels Bohr, 1958 (citado por A. Polikarov, Problèmes PhilosoPhiques des Théories Physiques Modernes, in Sciences et Matérialisme Dialectique, Recherches Internationales à la Lumière du Marxisme, n.o 5…
A dualidade da civilização ibérica
Saiu em Lisboa, há cerca de oito anos, um livro, da autoria do Comandante J. Moreira de Campos, com um título palpitante: Resu-mo de Portugal. Este título desdobra-se em tres subtítulos não menos palpitantes: Resumo à Espanha?, Resumo à Europa?, Resumo ao Bra-sil? O conteudo do livro está muito longe de corresponder ao interes-se do título, e tambem dos subtítulos
A explicação de Portugal de Alexandre Herculano
1. - A EXPLICAÇÃO DE PORTUGALa. - A utilidade da História. Para Alexandre Herculano a História não era, nem urna recreação para o espírito, nem um ramo do conhecimento destituído de qualquer utilidade
A literatura portuguesa de viagens
É um fato incontestável que a História de Portugal, e até a His-tória da Civilização Ibérica - se é que existe uma Civilização Ibérica (1), - avultam na História Universal mercê dos Descobrimentos Marítimos e da Expansão dos séculos XV e XVI. Só os Descobri-mentos e a Expansão puderam ter dado origem a algo de inteiramente nôvo na História da Humanidade que tenha provindo de Portugal
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