Ciro Marcondes Filho
Biographic Data
| ID | 284410 |
|---|---|
| NAME | Ciro Marcondes Filho |
| GIVEN NAMES | Ciro |
| FAMILY NAME | Marcondes Filho |
| SIGNATURE | FILHO C M |
| AFFILIATIONS | Universidade de São Paulo |
| VERIFIED | No |
| TOTAL WORKS | 20 |
| TOTAL CITATIONS | 8 |
| AUTHOR COUNT | 20 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1985 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 2 |
Tragédias políticas
Até o momento, órgãos públicos, instituições de controle, agentes sociais não sabem como lidar com a questão das notícias falsas e cobram soluções dos estudiosos. A complexidade se torna ainda maior pelo fato de envolver não apenas agentes internacionais, governos do exterior, mas escritórios, equipamentos e máquinas de produção e bombardeamento de informações, assentados sobre doações e verbas milionárias, que transcendem em muito a capacidade d…
O espelho e a máscara
As novas tecnologias de comunicação - televisão digital, internet, telefonia móvel - anunciam oportunidades excepcionais de melhorar a comunicação humana. As pessoas se tornarão mais próximas, a solidão poderá ser efetivamente eliminada. Mas, será que é isso mesmo? Afinal, de qual comunicação falam esses novos equipamentos sociais? Esta obra antecede a trilogia Nova Teoria da Comunicação, em seus 7 volumes, entre 2004 e 2013, cuja intenção foi a …
Comunicação e as aventuras estranhas
Esse livro se ocupa com a percepção, com a forma como percebemos o mundo, especialmente a comunicação sensível, do cinema, da arte, e como isso se instala dentro de nós. A obra é fruto de uma pesquisa sobre o processo comunicacional que foi buscar em importantes autores da filosofia as noções estruturantes desse fenômeno. A proposta do autor é estudar a comunicação sob nova ótica, construir um saber comunicacional que ainda não existe, pois pouco…
A virada comunicacional. Ou porque os estudos de "midiatização", de hábito e da Teoria dos Media passam ao largo da comunicação
A semiótica fala de mudança de hábito como efeito mental, como modificação de tendências de uma pessoa em relação à ação, mas ignora o momento da passagem, a saber, o acontecimento comunicacional. O estudo político da dominação exercida pelos meios de comunicação, a teoria dos media, faz sociologia, é um estudo de tecnologias aplicadas à sociedade. A apropriação recente desses meios pela base social, pelas redes, não altera o caráter desse estudo…
Esquecer Peirce
No primeira parte deste ensaio, que comenta a semiótica peirceana, falou-se que Peirce é, antes de tudo, um lógico e um metafísico, não um teórico da comunicação. Apoiando-se na ideia de que todo real é racional, busca enquadrar em suas vacilantes trilogias todas as interpretações sob uma lei do signo e um imperativo do código. Seu rigor lógico-positivista não prevê espaço para objetos da percepção nem para o extralinguístico. Nesta segunda parte…
Por que a Nova Teoria é uma forma diferente de se pesquisar o jornalismo
O presente ensaio ilustra como os estudos de jornalismo podem ser realizados por meio do paradigma metapórico de comunicação, a saber, o estudo da atuação da imprensa em sincronia com a ocorrência do próprio Acontecimento comu-nicacional. Para isso utiliza-se o exemplo do filme Mera coin-cidência (1997), em que se relata a construção fictícia de um fato político visando à reeleição do presidente dos Estados Unidos
Michel Serres e os Cinco Sentidos da Comunicação
Michel Serres é talvez o mais importante crítico da filosofia da linguagem. Ele repudia a afirmação de teóricos e pesquisadores lingüistas e da comunicação, de que "não há mundo fora da linguagem", contrapondo que aquilo que não pode ser expresso, porque extrapola a linguagem, tem, ao contrário, mais valor e prestígio para a ciência do que os dados que foram traduzidos em palavras, pois esta os neutraliza
Two childhood diseases of communication
O autor avalia as posições de José Luiz Braga expressadas em artigo publicado na revista Matrizes, Ano 4, n. 1, no qual discute as cinco teses defendidas por ele sobre suas definições de Comunicação, confrontando-as com dois aspectos centrais de suas análises: a debilidade ontológica do campo da Comunicação e a crença de que ela possa ter um fim político
Bakhtin and the BMV group
Para os autores russos, um signo tem que ser fiel à realidade, mas o que é, de fato, «ser fiel», o que é «realidade»? Eles sugerem que o pensamento só se estrutura por signos - como Peirce, que nega a realidade dos sonhos - exagerando na afirmação que o ato de sentir fome é expressão ideológica e os gritos de um recém-nascido já são manifestações apreciativas desse novo ser. Tais autores inspiraram o estruturalismo, dizendo que um semidiscurso es…
Martín-Barbero, Canclini, Orozco. Os impasses de uma teoria da comunicação latino-americana
A pesquisa latino-americana de comunicação lembra uma ilha isolada, indiferente aos grandes debates filosófico-comunicacionais do século 20. Martín-Barbero ainda pensa segundo o modelo das totalidades e das hegemonias. Estudar a comunicação, para ele, é intervir, agir socialmente, e o processo comunicacional não está no ato de se assistir a TV, mas nas trocas que o receptor faz, lá fora, com sua comunidade. Néstor Canclini, trabalhando com arte e…
O silêncio na sala
A comunicação humana não ocorre como normalmente se imagina. Seres humanos utilizam-se muito mais de recursos plásticos de expressão (o jeito de olhar, a entonação, o corpo) do que das palavras, que, de certa forma, não dizem muita coisa. Na vida em comum dos casais, por exemplo, criam-se processos patogênicos que inviabilizam a comunicação, pois o principal da disputa não são os temas, os assuntos, as opiniões, mas algo que está além da comunica…
Haverá vida após a internet
O presente texto analisa a questão das distintas posições, contra ou a favor, referentes às no vas tecnologias. O autor argumenta que ambas são insuficientes e não dão conta de discutir o real objeto, o qual encontra-se além da técnica
Peripécias de Humberto Maturana no país da comunicação
O biólogo Humberto Maturana, internacionalmente conhecido pela criação do termo autopoiese, fala também de linguagem e de comunicação. Seu modelo teórico é o do ser vivo como sistema fechado. Daí suas proposições polêmicas, como a de que, na comunicação, nenhuma informação é transmitida, não há diferença entre percepção, ilusão e alucinação e que a linguagem opera sem qualquer referência à realidade exterior. É um novo olhar sobre a comunicação c…
Os equívocos de Peirce
Este texto pretende mostrar os equívocos, deficiências e inexatidões da teoria semiótica de C. S. Peirce tão utilizada em pesquisas sobre imagens, textos e expressões em geral no Brasil. O autor problematiza certos conceitos-chave dessa teoria e prega a necessidade de se realizar uma investigação rigorosa de seus escritos. Para isso, ele se propõe a dar início a essa tarefa discutindo o conceito de "interpretante
The other as unknown and the feminine as utter alterity. About the returning of face to face communication in Emmanuel Lévinas
Lévinas representa, no pensamento contemporâneo, o reaparecimento da questão ética nas ciências sociais, e, desta forma, a crítica ao estruturalismo - cuja origem ele vê em Hegel - que transfere tudo para uma estrutura impessoal e inconsciente. Lévinas propõe a redescoberta do diálogo onde o outro com quem dialogamos é totalmente alteridade, alteridade que jamais dominarei e que introduz em mim o que não estava em mim
De como a cibernética pôs abaixo o mundo organizado como linguagem
Odeio a internet
Violência Fundadora E Violência Reativa Na Cultura Brasileira
Sob o conceito de "cultura da violência", o artigo procura demonstrar que a normalidade dos relacionamentos em nosso país é violenta. Nossa violência fundadora é marcada por uma cultura que tolera excessos, cujo arbítrio se protege mutuamente, em que todos os agentes lucram e os reticentes são perseguidos. É a ideologia totalitária do faço e desfaço, só me incomodando quando legalmente acionado. Isto tem raízes em nossa história, mas possui um fo…
Os partidos e a TV
Rádio Popular
Violência Fundadora E Violência Reativa Na Cultura Brasileira
Sob o conceito de "cultura da violência", o artigo procura demonstrar que a normalidade dos relacionamentos em nosso país é violenta. Nossa violência fundadora é marcada por uma cultura que tolera excessos, cujo arbítrio se protege mutuamente, em que todos os agentes lucram e os reticentes são perseguidos. É a ideologia totalitária do faço e desfaço, só me incomodando quando legalmente acionado. Isto tem raízes em nossa história, mas possui um fo…
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A pesquisa latino-americana de comunicação lembra uma ilha isolada, indiferente aos grandes debates filosófico-comunicacionais do século 20. Martín-Barbero ainda pensa segundo o modelo das totalidades e das hegemonias. Estudar a comunicação, para ele, é intervir, agir socialmente, e o processo comunicacional não está no ato de se assistir a TV, mas nas trocas que o receptor faz, lá fora, com sua comunidade. Néstor Canclini, trabalhando com arte e…
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Michel Serres é talvez o mais importante crítico da filosofia da linguagem. Ele repudia a afirmação de teóricos e pesquisadores lingüistas e da comunicação, de que "não há mundo fora da linguagem", contrapondo que aquilo que não pode ser expresso, porque extrapola a linguagem, tem, ao contrário, mais valor e prestígio para a ciência do que os dados que foram traduzidos em palavras, pois esta os neutraliza
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O autor avalia as posições de José Luiz Braga expressadas em artigo publicado na revista Matrizes, Ano 4, n. 1, no qual discute as cinco teses defendidas por ele sobre suas definições de Comunicação, confrontando-as com dois aspectos centrais de suas análises: a debilidade ontológica do campo da Comunicação e a crença de que ela possa ter um fim político
Haverá vida após a internet
O presente texto analisa a questão das distintas posições, contra ou a favor, referentes às no vas tecnologias. O autor argumenta que ambas são insuficientes e não dão conta de discutir o real objeto, o qual encontra-se além da técnica
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Sob o conceito de "cultura da violência", o artigo procura demonstrar que a normalidade dos relacionamentos em nosso país é violenta. Nossa violência fundadora é marcada por uma cultura que tolera excessos, cujo arbítrio se protege mutuamente, em que todos os agentes lucram e os reticentes são perseguidos. É a ideologia totalitária do faço e desfaço, só me incomodando quando legalmente acionado. Isto tem raízes em nossa história, mas possui um fo…
Odeio a internet
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De como a cibernética pôs abaixo o mundo organizado como linguagem
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A pesquisa latino-americana de comunicação lembra uma ilha isolada, indiferente aos grandes debates filosófico-comunicacionais do século 20. Martín-Barbero ainda pensa segundo o modelo das totalidades e das hegemonias. Estudar a comunicação, para ele, é intervir, agir socialmente, e o processo comunicacional não está no ato de se assistir a TV, mas nas trocas que o receptor faz, lá fora, com sua comunidade. Néstor Canclini, trabalhando com arte e…
O silêncio na sala
A comunicação humana não ocorre como normalmente se imagina. Seres humanos utilizam-se muito mais de recursos plásticos de expressão (o jeito de olhar, a entonação, o corpo) do que das palavras, que, de certa forma, não dizem muita coisa. Na vida em comum dos casais, por exemplo, criam-se processos patogênicos que inviabilizam a comunicação, pois o principal da disputa não são os temas, os assuntos, as opiniões, mas algo que está além da comunica…
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Two childhood diseases of communication
O autor avalia as posições de José Luiz Braga expressadas em artigo publicado na revista Matrizes, Ano 4, n. 1, no qual discute as cinco teses defendidas por ele sobre suas definições de Comunicação, confrontando-as com dois aspectos centrais de suas análises: a debilidade ontológica do campo da Comunicação e a crença de que ela possa ter um fim político
Michel Serres e os Cinco Sentidos da Comunicação
Michel Serres é talvez o mais importante crítico da filosofia da linguagem. Ele repudia a afirmação de teóricos e pesquisadores lingüistas e da comunicação, de que "não há mundo fora da linguagem", contrapondo que aquilo que não pode ser expresso, porque extrapola a linguagem, tem, ao contrário, mais valor e prestígio para a ciência do que os dados que foram traduzidos em palavras, pois esta os neutraliza
Esquecer Peirce
No primeira parte deste ensaio, que comenta a semiótica peirceana, falou-se que Peirce é, antes de tudo, um lógico e um metafísico, não um teórico da comunicação. Apoiando-se na ideia de que todo real é racional, busca enquadrar em suas vacilantes trilogias todas as interpretações sob uma lei do signo e um imperativo do código. Seu rigor lógico-positivista não prevê espaço para objetos da percepção nem para o extralinguístico. Nesta segunda parte…
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A virada comunicacional. Ou porque os estudos de "midiatização", de hábito e da Teoria dos Media passam ao largo da comunicação
A semiótica fala de mudança de hábito como efeito mental, como modificação de tendências de uma pessoa em relação à ação, mas ignora o momento da passagem, a saber, o acontecimento comunicacional. O estudo político da dominação exercida pelos meios de comunicação, a teoria dos media, faz sociologia, é um estudo de tecnologias aplicadas à sociedade. A apropriação recente desses meios pela base social, pelas redes, não altera o caráter desse estudo…
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Esse livro se ocupa com a percepção, com a forma como percebemos o mundo, especialmente a comunicação sensível, do cinema, da arte, e como isso se instala dentro de nós. A obra é fruto de uma pesquisa sobre o processo comunicacional que foi buscar em importantes autores da filosofia as noções estruturantes desse fenômeno. A proposta do autor é estudar a comunicação sob nova ótica, construir um saber comunicacional que ainda não existe, pois pouco…
O espelho e a máscara
As novas tecnologias de comunicação - televisão digital, internet, telefonia móvel - anunciam oportunidades excepcionais de melhorar a comunicação humana. As pessoas se tornarão mais próximas, a solidão poderá ser efetivamente eliminada. Mas, será que é isso mesmo? Afinal, de qual comunicação falam esses novos equipamentos sociais? Esta obra antecede a trilogia Nova Teoria da Comunicação, em seus 7 volumes, entre 2004 e 2013, cuja intenção foi a …
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Até o momento, órgãos públicos, instituições de controle, agentes sociais não sabem como lidar com a questão das notícias falsas e cobram soluções dos estudiosos. A complexidade se torna ainda maior pelo fato de envolver não apenas agentes internacionais, governos do exterior, mas escritórios, equipamentos e máquinas de produção e bombardeamento de informações, assentados sobre doações e verbas milionárias, que transcendem em muito a capacidade d…
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