Diego Rosa Pedroso
Biographic Data
| ID | 293210 |
|---|---|
| NAME | Diego Rosa Pedroso |
| GIVEN NAMES | Diego Rosa |
| FAMILY NAME | Pedroso |
| SIGNATURE | PEDROSO D R |
| AFFILIATIONS | Universidade de São Paulo |
| ORCID | 0000-0001-5407-1339 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 6 |
| TOTAL CITATIONS | 5 |
| AUTHOR COUNT | 6 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2013 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 2 |
Miragens cartográficas: Lugares e narrativas de origem em disputa no alto rio Uaupés, Amazonas, Brasil
Este artigo trata da experiência recente dos Kubeo que vivem no alto rio Uaupés brasileiro (noroeste amazônico) na elaboração de mapas. Pretendo mostrar como os mapas e sua produção participam de discussões relativas a reivindicações de lugares e pertencimentos por parte dos grupos envolvidos, e como os mapas estão articulados a conhecimentos narrativos que remetem ao momento da criação da humanidade e conformação do mundo. Para isso, o artigo in…
Círculos de coca e fumaça
“Círculos de coca e fumaça”, publicação da tese de doutorado de Danilo Ramos, resultado de seus anos de pesquisa etnográfica no alto rio Negro, noroeste da Amazônia brasileira, constitui contribuição de grande importância para a literatura antropológica. O livro é uma etnografia das práticas do povo indígena Hupd’äh relativas à coca, com particular atenção a certa forma relacional constante da sociabilidade desse povo: as rodas de coca. Dada a ri…
A potência do nome: Política onomástica no rio Uaupés (AM)
Neste artigo proponho uma análise dos nomes pessoais no alto rio Negro. Especificamente, detenho-me nas falas e práticas dos Kubeo do alto Uaupés brasileiro acerca do pupui amiya, noção comumente traduzida no português local como "nome de benzimento". Argumento que uma política onomástica assentada em certa concepção agentiva da linguagem pode ser divisada nas práticas de atribuição do nome bem como nas formulações acerca de sua substância metafí…
De que falam os Índios
Eu gostaria apenas de lembrar um aspecto da obra de Pierre Clastres talvez um pouco esquecido, encoberto pela questão do poder e, contudo, tão importante quanto ela: sua reflexão sobre a linguagem. O que é falar para os índios? O que sua relação com a linguagem revela e permite pensar acerca de sua "natureza dupla e essencial": um questionamento que cada novo trabalho de campo o incitou a retomar?2 A fala sagrada dos índios guarani, cantos de caç…
Diálogos Uaupesianos: Notas sobre diferentes olhares para os povos do Uaupés
Este trabalho propõe uma reflexão sobre os diferentes pontos de vista a partir dos quais antropólogos como Irving Goldman (1963), Stephen Hugh-Jones (1973), Christine Hugh-Jones (1977) e Peter Silverwood-Cope (1972) descreveram e desenvolveram modelos analíticos para refletir sobre os povos do Uaupés amazônico. O foco incide sobre os referenciais teórico-metodológicos que embasam seus trabalhos monográficos. O que permite mostrar como um “olhar b…
Quem veio primeiro: Imagens da hierarquia no Uaupés (Noroeste Amazônico)
The present dissertation is constituted from bibliographic research and its object is the category of hierarchy among the eastern Tukanoan-speaking societies of the Uaupés river, located in Amazonian Northwest, and it has particular focus upon the cubeo ethnography.There are two purposes on its horizon: foremost, through the discussion of accumulated literature in the decades of 1960-80, it pursuits an apprehension of the meaning and the particul…
De que falam os Índios
Eu gostaria apenas de lembrar um aspecto da obra de Pierre Clastres talvez um pouco esquecido, encoberto pela questão do poder e, contudo, tão importante quanto ela: sua reflexão sobre a linguagem. O que é falar para os índios? O que sua relação com a linguagem revela e permite pensar acerca de sua "natureza dupla e essencial": um questionamento que cada novo trabalho de campo o incitou a retomar?2 A fala sagrada dos índios guarani, cantos de caç…
Quem veio primeiro: Imagens da hierarquia no Uaupés (Noroeste Amazônico)
The present dissertation is constituted from bibliographic research and its object is the category of hierarchy among the eastern Tukanoan-speaking societies of the Uaupés river, located in Amazonian Northwest, and it has particular focus upon the cubeo ethnography.There are two purposes on its horizon: foremost, through the discussion of accumulated literature in the decades of 1960-80, it pursuits an apprehension of the meaning and the particul…
Miragens cartográficas: Lugares e narrativas de origem em disputa no alto rio Uaupés, Amazonas, Brasil
Este artigo trata da experiência recente dos Kubeo que vivem no alto rio Uaupés brasileiro (noroeste amazônico) na elaboração de mapas. Pretendo mostrar como os mapas e sua produção participam de discussões relativas a reivindicações de lugares e pertencimentos por parte dos grupos envolvidos, e como os mapas estão articulados a conhecimentos narrativos que remetem ao momento da criação da humanidade e conformação do mundo. Para isso, o artigo in…
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The present dissertation is constituted from bibliographic research and its object is the category of hierarchy among the eastern Tukanoan-speaking societies of the Uaupés river, located in Amazonian Northwest, and it has particular focus upon the cubeo ethnography.There are two purposes on its horizon: foremost, through the discussion of accumulated literature in the decades of 1960-80, it pursuits an apprehension of the meaning and the particul…
Diálogos Uaupesianos: Notas sobre diferentes olhares para os povos do Uaupés
Este trabalho propõe uma reflexão sobre os diferentes pontos de vista a partir dos quais antropólogos como Irving Goldman (1963), Stephen Hugh-Jones (1973), Christine Hugh-Jones (1977) e Peter Silverwood-Cope (1972) descreveram e desenvolveram modelos analíticos para refletir sobre os povos do Uaupés amazônico. O foco incide sobre os referenciais teórico-metodológicos que embasam seus trabalhos monográficos. O que permite mostrar como um “olhar b…
De que falam os Índios
Eu gostaria apenas de lembrar um aspecto da obra de Pierre Clastres talvez um pouco esquecido, encoberto pela questão do poder e, contudo, tão importante quanto ela: sua reflexão sobre a linguagem. O que é falar para os índios? O que sua relação com a linguagem revela e permite pensar acerca de sua "natureza dupla e essencial": um questionamento que cada novo trabalho de campo o incitou a retomar?2 A fala sagrada dos índios guarani, cantos de caç…
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