Etienne Samain
Biographic Data
| ID | 298665 |
|---|---|
| NAME | Etienne Samain |
| GIVEN NAMES | Etienne |
| FAMILY NAME | Samain |
| SIGNATURE | SAMAIN E |
| AFFILIATIONS | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| VERIFIED | No |
| TOTAL WORKS | 12 |
| TOTAL CITATIONS | 18 |
| AUTHOR COUNT | 11 |
| EDITOR COUNT | 1 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1995 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2016 |
| H-INDEX | 2 |
Vestígios de um diário fotográfico
.
Feitura de Santo, uma narrativa artística e foto-etnográfica de uma iniciação no candomblé
Obra: Feitura de Santo: uma narrativa artística e foto-etnográfica de uma iniciação no candomblé Autora: Larissa Yelena Carvalho Fontes Comentário: O segredo e o sagrado Comentarista: Etienne Samain
Antropologia, imagens e arte. Um percurso reflexivo a partir de Georges Didi-Huberman
As fronteiras entre historia da arte, imagens e antropologia foram felizmente abaladas no decorrer das duas últimas décadas. Na virada cognitiva visual da qual participamos, essas ciências – Antropologia e Historia da Arte – outrora distintas, vão redescobrindo a natureza e os horizontes de seus próprios começos. Neste ensaio, o autor retraça algumas das etapas de sua própria descoberta e exploração das relações entre antropologia, imagens e arte…
As peles da fotografia
The essay proposes to reflect on some deeper dimensions that make photography an event and a revelation but also a place of memories, a life time connected to other file. We will, therefore, to examine the images and ask them (both the archaeologist as the visionary who are) which means they think about human history with them and imagine our own future.Keywords: Times of the image, memory and file, Anthropology and art, Georges Didi-Huberman
Como pensam as imagens
A fotografia como objeto e recurso de memória
With the rise of digital photography, its ease, potentials and weaknesses, we have become more and more liable to the iconographic forgetting of our own memory, our photographic memory. This essay intends to discuss the value and the use of photography as one of the great memory-bearing instruments, own memory, memory to be clarified, interpreted, remembered
Imagens de velhice, imagens da infância
Dando prioridade ao trabalho das imagens e ao trabalho conjunto da memória, o ensaio procura, ao abrir algumas perspectivas heurísticas e metodológicas, entender como as pessoas idosas reconstroem, a partir de fotografias, por elas previamente selecionadas e montadas, os panoramas de suas infâncias
Quando a fotografia (já) fazia os antropólogos sonharem
Na efervescente metade do século XIX, marcada pela febre da ordem e do progresso, da racionalidade e das luzes, os antropólogos-naturalistas franceses descobrem, ao lado de muitos outros cientistas, as possibilidades heurísticas que a fotografia ofereceria à "visão" que eles tinham da "antropologia", a saber essa tentativa de mapeamento da "espécie humana", das raças e, dentre elas, dos tipos humanos, numa perspectiva claramente evolucionista. O …
L'homme nu »
Anthropologue europeen installe au Bresil depuis pres de trente ans, l’auteur nous livre une chronique personnelle de la commemoration, au mois de mars 2000, du 500e anniversaire de l’arrivee de Pedro Cabral sur les cotes bresiliennes. Posant au depart que celle-ci ne correspond pas a une « decouverte » mais inaugure une « rencontre » entre des cultures (la portugaise et les indigenes), il prend appui sur divers faits rapportes par la presse bres…
Entre a escrita e a imagem. Diálogos com Roberto Cardoso de Oliveira
Made available in DSpace on 2014-07-16T17:31:21Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2000-01-01
Os riscos do texto e da imagem - Em torno de Balinese character (1942), de Gregory Bateson e Margaret Mead
Este artigo analisa os desafios da representação visual e textual em estudos antropológicos, utilizando como estudo de caso o livro "Balinese Character" (1942), de Gregory Bateson e Margaret Mead. Samain explora como a combinação de fotografias e texto etnográfico pode gerar interpretações complexas e, por vezes, contraditórias. O autor argumenta que a justaposição de diferentes mídias exige uma leitura crítica que leve em conta as especificidade…
Ver” e “dizer” na tradição etnográfica
A constituição de uma antropologia visual de cunho científico não se fará independentemente de vários imperativos heurísticos que esboçamos no início deste artigo. Entre eles, evidenciamos a necessidade que se tem de promover uma história da antropologia visual. Nesse sentido, procuramos focalizar o papel desempenhado pela fotografia nas obras clássicas que Malinowski dedicou aos nativos das ilhas Trobriand, vendo como o antropólogo encarava a fo…
As peles da fotografia
The essay proposes to reflect on some deeper dimensions that make photography an event and a revelation but also a place of memories, a life time connected to other file. We will, therefore, to examine the images and ask them (both the archaeologist as the visionary who are) which means they think about human history with them and imagine our own future.Keywords: Times of the image, memory and file, Anthropology and art, Georges Didi-Huberman
Quando a fotografia (já) fazia os antropólogos sonharem
Na efervescente metade do século XIX, marcada pela febre da ordem e do progresso, da racionalidade e das luzes, os antropólogos-naturalistas franceses descobrem, ao lado de muitos outros cientistas, as possibilidades heurísticas que a fotografia ofereceria à "visão" que eles tinham da "antropologia", a saber essa tentativa de mapeamento da "espécie humana", das raças e, dentre elas, dos tipos humanos, numa perspectiva claramente evolucionista. O …
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As fronteiras entre historia da arte, imagens e antropologia foram felizmente abaladas no decorrer das duas últimas décadas. Na virada cognitiva visual da qual participamos, essas ciências – Antropologia e Historia da Arte – outrora distintas, vão redescobrindo a natureza e os horizontes de seus próprios começos. Neste ensaio, o autor retraça algumas das etapas de sua própria descoberta e exploração das relações entre antropologia, imagens e arte…
Vestígios de um diário fotográfico
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Imagens de velhice, imagens da infância
Dando prioridade ao trabalho das imagens e ao trabalho conjunto da memória, o ensaio procura, ao abrir algumas perspectivas heurísticas e metodológicas, entender como as pessoas idosas reconstroem, a partir de fotografias, por elas previamente selecionadas e montadas, os panoramas de suas infâncias
Entre a escrita e a imagem. Diálogos com Roberto Cardoso de Oliveira
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Ver” e “dizer” na tradição etnográfica
A constituição de uma antropologia visual de cunho científico não se fará independentemente de vários imperativos heurísticos que esboçamos no início deste artigo. Entre eles, evidenciamos a necessidade que se tem de promover uma história da antropologia visual. Nesse sentido, procuramos focalizar o papel desempenhado pela fotografia nas obras clássicas que Malinowski dedicou aos nativos das ilhas Trobriand, vendo como o antropólogo encarava a fo…
L'homme nu »
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Made available in DSpace on 2014-07-16T17:31:21Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2000-01-01
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With the rise of digital photography, its ease, potentials and weaknesses, we have become more and more liable to the iconographic forgetting of our own memory, our photographic memory. This essay intends to discuss the value and the use of photography as one of the great memory-bearing instruments, own memory, memory to be clarified, interpreted, remembered
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The essay proposes to reflect on some deeper dimensions that make photography an event and a revelation but also a place of memories, a life time connected to other file. We will, therefore, to examine the images and ask them (both the archaeologist as the visionary who are) which means they think about human history with them and imagine our own future.Keywords: Times of the image, memory and file, Anthropology and art, Georges Didi-Huberman
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