Agenor Sarraf Pacheco
Biographic Data
| ID | 341700 |
|---|---|
| NAME | Agenor Sarraf Pacheco |
| GIVEN NAMES | Agenor Sarraf |
| FAMILY NAME | Pacheco |
| SIGNATURE | PACHECO A S |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal do Pará |
| ORCID | 0000-0003-2153-9307 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 16 |
| TOTAL CITATIONS | 6 |
| AUTHOR COUNT | 16 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2009 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2023 |
| H-INDEX | 1 |
Crianças negras e estudos culturais: O Estado Da Arte Em Periódicos Brasileiros (2010-2020)
Este artigo objetiva investigar a articulação entre as crianças negras e o campo de conhecimento dos Estudos Culturais em artigos de revistas científicas brasileiras no período de 2010 a 2020. O método se caracteriza pela abordagem qualitativa com aplicação de pesquisa bibliográfica e realização de Estado da Arte preliminar fundamentado nos processos de levantamento, mapeamento e análise de artigos com Qualis A1 e A2 (Educação e Interdisciplinar)…
As "Notas" de William Barnard e a Arqueologia marajoara
O arquipélago de Marajó, localizado na foz do rio Amazonas, se tornou um dos mais destacáveis campos para o estudo da Arqueologia na região amazônica. Foi no século XIX que as primeiras investigações científicas e os primeiros estudos publicados sobre os tesos marajoaras emergiram. Daquele momento em diante, o Marajó passou a ser palco de inúmeras expedições dirigidas por cientistas brasileiros e estrangeiros interessados nos vestígios cerâmicos,…
Nas Páginas Do Treze De Maio
A pesquisa objetiva reconstituir o cotidiano do arquipélago de Marajó para sondar possíveis evidências de patrimônios públicos, particulares e populares no momento anterior aos tempos da Belle Époque na Amazônia. O mapeamento e exercício analítico realizado nas matérias do jornal Treze de Maio, entre 1840 e 1861, revelaram a preocupação com patrimônio familiar, heranças, a crise na economia do gado e a emergência da economia da borracha; doenças …
Cartografia & Fotoetnografia Das Águas: Modos De Vida E De Luta Na Amazônia Marajoara
Neste artigo, fundamentado nos campos da História e da Antropologia, com destaque para os Estudos Culturais, Pós-Coloniais e Decoloniais, assim como para a Antropologia Interpretativa e Visual, cartografo repertórios de narrativas escritas, imagéticas e orais sobre viveres e lutas interculturais, pelo regime das águas, de populações marajoaras de matrizes afroindígenas, procurando analisar saberes, práticas de trabalho, modos de habitar, acredita…
Afroindigenismo por Escrito na Amazônia
Tomando por base a produção literária da poetisa e romancista marajoara Sylvia Helena Tocantins, cruzando com a historiografia brasileira e amazônica sob a perspectiva teórica dos Estudos Pós-Coloniais e Decoloniais, o texto analisa circuitos da presença indígenas, africana e afroindígena na Amazônia Marajoara nas últimas décadas e em exemplificações com os tempos coloniais. Nessas zonas de contato, desvendam-se saberes, fazeres, crenças, costume…
Na outra ponta” do Brasil: Experiências com escritos de Stuart Hall na Amazônia
Focused on the Stuart Hall's border thinking, this article problematizes the importance of culture studies about the communication forms as socio-cultural practices at the Amazon region. It analyzes seven Master's dissertation that reassert the present situation of the Jamaican intellectual in Brazilian North region, showing thus: a) dynamic and multifaceted processes of the construction of identities; b) communication forms and technologies tha…
A cidade-floresta na pintura da memória: Teias visuais e orais em Maria Necy Balieiro
A cidade de Breves, localizada no ocidente marajoara, banhada pelo rio Amazonas, no Pará, tornou-se ao longo de sua história, importante zona de interstícios culturais. Nesse circuito, diferentes artistas têm construído visualidades, sonoridades e oralidades sobre a vida urbana, pautadas em cosmologias, linguagens e estéticas locais em interações com outros códigos sociais como campo de possibilidades para se repensar e problematizar concepções c…
Diásporas africanas e contatos afroindígenas na Amazônia Marajoara (African diasporas and afroindígenas contacts in Marajoara Amazon)
Este artigo percorre evidências históricas das diásporas africanas na Amazônia Marajoara e das intersecções tecidas por índios e negros desde o período colonial. Focaliza descobertas e sentidos na escrita do saber acerca da temática e questiona o lugar da região na compreensão mais ampla e inclusiva da história da Amazônia. Em seguida, procura mapear e discutir o processo de colonização do grande arquipélago, formação dos latifúndios, introdução …
Conversações Entre Artes E Ciências Sociais Nos Limites Do Contemporâneo
Este estudo visa analisar diálogos recentes e, muitas vezes, divergentes entre as artes visuais e as ciências sociais, de maneira a ajudar na compreensão de nosso presente conflituoso e polifônico. Os diálogos em questão problematizam operações estéticas de sociedades complexas, bem como encaram diferentes experiências como parte de um conjunto de histórias interligadas e sobrepostas, cada uma das quais com seu próprioprograma e ritmo de desenvol…
A Fauna Marajoara em narrativas de viajantes do século XIX
Neste artigo, analisamos expressões da fauna marajoara, seus usos locais e as interações com homens e uma mulher de ciência do século XIX, descritos em narrativas dos viajantes Louis e Elizabeth Agassiz, Henry Bates, Alfred Russel Wallace e Príncipe Adalberto da Prússia. Pelos escritos, apreendemos uma multiplicidade de formas de narrar a fauna da região, destacando-se três distintas práticas: as caçadas; as descrições científicas e as descrições…
Diásporas de encantados na Amazônia Bragantina
Partindo de exercícios etnográficos, o texto apresenta experiências diaspóricas de mulheres rezadeiras que, ao migrarem do Nordeste brasileiro para a 'Amazônia Bragantina', no Estado do Pará, a partir da década de 1950, tiveram suas vidas marcadas pelo processo de iniciação junto a entidades da encantaria brasileira (Prandi, 2004). Em viagens noturnas a cemitérios, transfigurações, transportes físicos, vidências e andanças em corpos de animais, v…
Religiosidade afroindígena e natureza na Amazônia (Afroindigenous Religiosity and Nature in the Brazilian Amazon ) - DOI: 10.5752/P.2175-5841.2013v11n30p476
A Amazônia constituiu-se, ao longo de sua formação histórica e sociocultural, em importante território de crenças em saberes de cura que expressam interculturalidades entre humanos e sobrenaturais. Nas fronteiras que separam e interligam o período colonial e os tempos contemporâneos, fios de memórias escritas e orais trazem à tona experiências em que religiosidades nativas, coloniais e diaspóricas se conformam em profunda bricolagem com a naturez…
Nas Dobras Da Memória Oficial: Cidade, Imagem E História Na Voz De Rezadeiras De Capanema-Pa
Em Capanema, no nordeste do Pará, mulheres rezadeiras, motivadas por fotografias, tecem narrativas históricas desvelando trajetórias de migrantes nordestinos para o município, elaborando representações do conflituoso cotidiano da vida urbana. Por meio de sensibilidades urdidas em simbiose de corpo, voz e imagens, as narradoras produzem práticas de leitura que permitem questionar a escrita convencional da história local, consagrada nos jogos menta…
Oralidades em tempos de possessões afroindígenas
Neste ensaio, seguindo rastros da metodologia da história oral, através de entrevistas com diferentes moradores, e mapeando discursos midiáticos, discutiremos sentidos de possessões indígenas e africanas em populações que habitam a Amazônia Bragantina. A base teórica parte dos estudos culturais e pós-coloniais, alcançando a antropologia das religiões para acompanhar possessões coletivas em crianças e adolescentes do sexo feminino na Vila Socorro …
Encantarias afroindígenas na Amazônia Marajoara: Narrativas, Praticas de Cura e (In)tolerâncias Religiosas (Afroindigena Encantarias in the Marajoara Amazonia: Narratives, Cure Practices and Religious…
A Amazônia Marajoara, no Pará, constituiu-se desde os tempos coloniais em importante zona de contatos sócio-culturais entre índios, colonizadores e africanos. Para além dos empréstimos, intercâmbios e sociabilidades ali estabelecidas, especialmente entre índios e negros, originando modos de vida afroindígenas, a região tornou-se palco de contínuos conflitos e (in)tolerâncias estabelecidos pelos poderes políticos e, especialmente, religiosos, cont…
História e Literatura no regime das águas: Práticas Culturais Afroindígenas na Amazônia Marajoara
Mergulhando na dinâmica da vida social amazônica, regida pela temporalidade das águas, o artigo acompanha, em diálogos entre História e Literatura, modos de ser e viver de populações marajoaras, flhas das mestiçagens afroindígenas, detentoras de saberes locais em mediações culturais com ocidentais conhecimentos letrados. Deitada em poéticas, paisagens e personagens recriados pelos literatos Dalcídio Jurandir e Sylvia Helena Tocantins, esta compos…
Diásporas de encantados na Amazônia Bragantina
Partindo de exercícios etnográficos, o texto apresenta experiências diaspóricas de mulheres rezadeiras que, ao migrarem do Nordeste brasileiro para a 'Amazônia Bragantina', no Estado do Pará, a partir da década de 1950, tiveram suas vidas marcadas pelo processo de iniciação junto a entidades da encantaria brasileira (Prandi, 2004). Em viagens noturnas a cemitérios, transfigurações, transportes físicos, vidências e andanças em corpos de animais, v…
História e Literatura no regime das águas: Práticas Culturais Afroindígenas na Amazônia Marajoara
Mergulhando na dinâmica da vida social amazônica, regida pela temporalidade das águas, o artigo acompanha, em diálogos entre História e Literatura, modos de ser e viver de populações marajoaras, flhas das mestiçagens afroindígenas, detentoras de saberes locais em mediações culturais com ocidentais conhecimentos letrados. Deitada em poéticas, paisagens e personagens recriados pelos literatos Dalcídio Jurandir e Sylvia Helena Tocantins, esta compos…
História e Literatura no regime das águas: Práticas Culturais Afroindígenas na Amazônia Marajoara
Mergulhando na dinâmica da vida social amazônica, regida pela temporalidade das águas, o artigo acompanha, em diálogos entre História e Literatura, modos de ser e viver de populações marajoaras, flhas das mestiçagens afroindígenas, detentoras de saberes locais em mediações culturais com ocidentais conhecimentos letrados. Deitada em poéticas, paisagens e personagens recriados pelos literatos Dalcídio Jurandir e Sylvia Helena Tocantins, esta compos…
Encantarias afroindígenas na Amazônia Marajoara: Narrativas, Praticas de Cura e (In)tolerâncias Religiosas (Afroindigena Encantarias in the Marajoara Amazonia: Narratives, Cure Practices and Religious…
A Amazônia Marajoara, no Pará, constituiu-se desde os tempos coloniais em importante zona de contatos sócio-culturais entre índios, colonizadores e africanos. Para além dos empréstimos, intercâmbios e sociabilidades ali estabelecidas, especialmente entre índios e negros, originando modos de vida afroindígenas, a região tornou-se palco de contínuos conflitos e (in)tolerâncias estabelecidos pelos poderes políticos e, especialmente, religiosos, cont…
Nas Dobras Da Memória Oficial: Cidade, Imagem E História Na Voz De Rezadeiras De Capanema-Pa
Em Capanema, no nordeste do Pará, mulheres rezadeiras, motivadas por fotografias, tecem narrativas históricas desvelando trajetórias de migrantes nordestinos para o município, elaborando representações do conflituoso cotidiano da vida urbana. Por meio de sensibilidades urdidas em simbiose de corpo, voz e imagens, as narradoras produzem práticas de leitura que permitem questionar a escrita convencional da história local, consagrada nos jogos menta…
Oralidades em tempos de possessões afroindígenas
Neste ensaio, seguindo rastros da metodologia da história oral, através de entrevistas com diferentes moradores, e mapeando discursos midiáticos, discutiremos sentidos de possessões indígenas e africanas em populações que habitam a Amazônia Bragantina. A base teórica parte dos estudos culturais e pós-coloniais, alcançando a antropologia das religiões para acompanhar possessões coletivas em crianças e adolescentes do sexo feminino na Vila Socorro …
Religiosidade afroindígena e natureza na Amazônia (Afroindigenous Religiosity and Nature in the Brazilian Amazon ) - DOI: 10.5752/P.2175-5841.2013v11n30p476
A Amazônia constituiu-se, ao longo de sua formação histórica e sociocultural, em importante território de crenças em saberes de cura que expressam interculturalidades entre humanos e sobrenaturais. Nas fronteiras que separam e interligam o período colonial e os tempos contemporâneos, fios de memórias escritas e orais trazem à tona experiências em que religiosidades nativas, coloniais e diaspóricas se conformam em profunda bricolagem com a naturez…
Diásporas de encantados na Amazônia Bragantina
Partindo de exercícios etnográficos, o texto apresenta experiências diaspóricas de mulheres rezadeiras que, ao migrarem do Nordeste brasileiro para a 'Amazônia Bragantina', no Estado do Pará, a partir da década de 1950, tiveram suas vidas marcadas pelo processo de iniciação junto a entidades da encantaria brasileira (Prandi, 2004). Em viagens noturnas a cemitérios, transfigurações, transportes físicos, vidências e andanças em corpos de animais, v…
Na outra ponta” do Brasil: Experiências com escritos de Stuart Hall na Amazônia
Focused on the Stuart Hall's border thinking, this article problematizes the importance of culture studies about the communication forms as socio-cultural practices at the Amazon region. It analyzes seven Master's dissertation that reassert the present situation of the Jamaican intellectual in Brazilian North region, showing thus: a) dynamic and multifaceted processes of the construction of identities; b) communication forms and technologies tha…
A cidade-floresta na pintura da memória: Teias visuais e orais em Maria Necy Balieiro
A cidade de Breves, localizada no ocidente marajoara, banhada pelo rio Amazonas, no Pará, tornou-se ao longo de sua história, importante zona de interstícios culturais. Nesse circuito, diferentes artistas têm construído visualidades, sonoridades e oralidades sobre a vida urbana, pautadas em cosmologias, linguagens e estéticas locais em interações com outros códigos sociais como campo de possibilidades para se repensar e problematizar concepções c…
Diásporas africanas e contatos afroindígenas na Amazônia Marajoara (African diasporas and afroindígenas contacts in Marajoara Amazon)
Este artigo percorre evidências históricas das diásporas africanas na Amazônia Marajoara e das intersecções tecidas por índios e negros desde o período colonial. Focaliza descobertas e sentidos na escrita do saber acerca da temática e questiona o lugar da região na compreensão mais ampla e inclusiva da história da Amazônia. Em seguida, procura mapear e discutir o processo de colonização do grande arquipélago, formação dos latifúndios, introdução …
Conversações Entre Artes E Ciências Sociais Nos Limites Do Contemporâneo
Este estudo visa analisar diálogos recentes e, muitas vezes, divergentes entre as artes visuais e as ciências sociais, de maneira a ajudar na compreensão de nosso presente conflituoso e polifônico. Os diálogos em questão problematizam operações estéticas de sociedades complexas, bem como encaram diferentes experiências como parte de um conjunto de histórias interligadas e sobrepostas, cada uma das quais com seu próprioprograma e ritmo de desenvol…
A Fauna Marajoara em narrativas de viajantes do século XIX
Neste artigo, analisamos expressões da fauna marajoara, seus usos locais e as interações com homens e uma mulher de ciência do século XIX, descritos em narrativas dos viajantes Louis e Elizabeth Agassiz, Henry Bates, Alfred Russel Wallace e Príncipe Adalberto da Prússia. Pelos escritos, apreendemos uma multiplicidade de formas de narrar a fauna da região, destacando-se três distintas práticas: as caçadas; as descrições científicas e as descrições…
Afroindigenismo por Escrito na Amazônia
Tomando por base a produção literária da poetisa e romancista marajoara Sylvia Helena Tocantins, cruzando com a historiografia brasileira e amazônica sob a perspectiva teórica dos Estudos Pós-Coloniais e Decoloniais, o texto analisa circuitos da presença indígenas, africana e afroindígena na Amazônia Marajoara nas últimas décadas e em exemplificações com os tempos coloniais. Nessas zonas de contato, desvendam-se saberes, fazeres, crenças, costume…
Nas Páginas Do Treze De Maio
A pesquisa objetiva reconstituir o cotidiano do arquipélago de Marajó para sondar possíveis evidências de patrimônios públicos, particulares e populares no momento anterior aos tempos da Belle Époque na Amazônia. O mapeamento e exercício analítico realizado nas matérias do jornal Treze de Maio, entre 1840 e 1861, revelaram a preocupação com patrimônio familiar, heranças, a crise na economia do gado e a emergência da economia da borracha; doenças …
Cartografia & Fotoetnografia Das Águas: Modos De Vida E De Luta Na Amazônia Marajoara
Neste artigo, fundamentado nos campos da História e da Antropologia, com destaque para os Estudos Culturais, Pós-Coloniais e Decoloniais, assim como para a Antropologia Interpretativa e Visual, cartografo repertórios de narrativas escritas, imagéticas e orais sobre viveres e lutas interculturais, pelo regime das águas, de populações marajoaras de matrizes afroindígenas, procurando analisar saberes, práticas de trabalho, modos de habitar, acredita…
Crianças negras e estudos culturais: O Estado Da Arte Em Periódicos Brasileiros (2010-2020)
Este artigo objetiva investigar a articulação entre as crianças negras e o campo de conhecimento dos Estudos Culturais em artigos de revistas científicas brasileiras no período de 2010 a 2020. O método se caracteriza pela abordagem qualitativa com aplicação de pesquisa bibliográfica e realização de Estado da Arte preliminar fundamentado nos processos de levantamento, mapeamento e análise de artigos com Qualis A1 e A2 (Educação e Interdisciplinar)…
As "Notas" de William Barnard e a Arqueologia marajoara
O arquipélago de Marajó, localizado na foz do rio Amazonas, se tornou um dos mais destacáveis campos para o estudo da Arqueologia na região amazônica. Foi no século XIX que as primeiras investigações científicas e os primeiros estudos publicados sobre os tesos marajoaras emergiram. Daquele momento em diante, o Marajó passou a ser palco de inúmeras expedições dirigidas por cientistas brasileiros e estrangeiros interessados nos vestígios cerâmicos,…
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