Gabriela De Sousa Tóffoli
Biographic Data
| ID | 3499265 |
|---|---|
| NAME | Gabriela De Sousa Tóffoli |
| GIVEN NAMES | Gabriela De Sousa |
| FAMILY NAME | Tóffoli |
| SIGNATURE | TÓFFOLI G S |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal do Paraná |
| ORCID | 0000-0002-0243-2005 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 2 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 2 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2019 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2022 |
| H-INDEX | 0 |
Cartográfias afetivas
Este ensaio escreve-se pela cidade, pelas marcas de quem por ela caminha. A cidade se provoca no texto: contra-diz. Cidade fértil: brota, respira, transpira. A cidade escuta a si mesma, irrompe, risca. O caminhante intervém nela produzindo paisagens, arquiteturas, meios-lugares, quedas, derivas, (in)servíveis. A cidade emaranha suas direções com encontros (im)possíveis. Com existências mínimas (LAPOUJADE, 2017), enquanto caminhar se delineia com …
Heterotopias
Entre o texto (BARTHES, 1988, 2003) e sua individuação (SIMONDON, 2005; DELEUZE, 1980, 1988, 2002; BARTHES, 2005; MACÉ, 2018) biografa-se o pátio da universidade, rabiscando com as cadências de quem passa. Com os deveres e as obrigações em meio às bicicletas em ziguezague. Com motores. Entre vãos. Ordens. Velocidades e lentidões. Entre braços que balançam. Rabisca-se com os espaços e tempos intersticiais de incerta heterotopia (FOUCAULT, 2013) de…
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Heterotopias
Entre o texto (BARTHES, 1988, 2003) e sua individuação (SIMONDON, 2005; DELEUZE, 1980, 1988, 2002; BARTHES, 2005; MACÉ, 2018) biografa-se o pátio da universidade, rabiscando com as cadências de quem passa. Com os deveres e as obrigações em meio às bicicletas em ziguezague. Com motores. Entre vãos. Ordens. Velocidades e lentidões. Entre braços que balançam. Rabisca-se com os espaços e tempos intersticiais de incerta heterotopia (FOUCAULT, 2013) de…
Cartográfias afetivas
Este ensaio escreve-se pela cidade, pelas marcas de quem por ela caminha. A cidade se provoca no texto: contra-diz. Cidade fértil: brota, respira, transpira. A cidade escuta a si mesma, irrompe, risca. O caminhante intervém nela produzindo paisagens, arquiteturas, meios-lugares, quedas, derivas, (in)servíveis. A cidade emaranha suas direções com encontros (im)possíveis. Com existências mínimas (LAPOUJADE, 2017), enquanto caminhar se delineia com …
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