Marcello Moreira
Biographic Data
| ID | 3636629 |
|---|---|
| NAME | Marcello Moreira |
| GIVEN NAMES | Marcello |
| FAMILY NAME | Moreira |
| SIGNATURE | MOREIRA M |
| VERIFIED | No |
| TOTAL WORKS | 9 |
| TOTAL CITATIONS | 1 |
| AUTHOR COUNT | 9 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2003 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2020 |
| H-INDEX | 1 |
“Como Gente Temerosa E Desesperada Em Que Não Há Virtude Nem Fortaleza”: A Atualização Do Topos Do Peão Covarde Nas Crônicas De Fernão Lopes, Gomes Eanes De Zurara E Rui De Pina
Neste artigo discutimos como a covardia, apontada por Aristóteles e por Flávio Vegécio como um vício recorrente e perigoso no teatro da guerra, é particularizada na Idade Média Ibérica como uma característica sobretudo da peonagem, corporação de guerreiros cuja origem social é a chamada “gente miúda”. Evidenciamos que o topos do peão covarde que se desespera ao avistar seus inimigos e que foge do campo de batalha, antepondo assim sua vida à honra…
O ganho, o proveito e o roubo: O topos da cobiça da gente miúda nas crônicas de Gomes Eanes de Zurara
The desire for gain that goes beyond what is acceptable, reprimanded as a vice by Aristotle, is understood by Flavius Vegetius as a danger for the troops, since warriors that give in to looting before the battle is finished become easy prey for their adversaries. In the Iberian Middle Ages King Alfonso X of Leon and Castile singles out the vice of greed especially in the "lower people", a point in which he is closely followed by the Alphonsine Or…
Insanidade Crônica: Ironia e indeterminação em “O alienista”, de Machado de Assis
Este artigo analisa a ironia no conto “O alienista”, de Machado de Assis, entendendo-a como figura retórica que, ao produzir o efeito de incongruência na representação pressuposta pela relação entre as palavras e as coisas formalizadas nos enunciados, cujas imagens são fantásticas, ridiculariza as opiniões que constituem os valores defendidos pelos personagens dessa narrativa, inclusive as do sujeito que as enuncia. Contra a ideia segundo a qual …
Imitação e emulação nas letras luso-brasileiras: Francisco Rodrigues Lobo, Gregório de Matos e Guerra e Tomás Pinto Brandão
O artigo tem como objetivo analisar as relações entre dois princípios que estão na base do fazer poético dos séculos XVI e XVII, "imitação" e "emulação". No que concerne ao primeiro deles, lê-se novamente a Poética de Aristóteles com a finalidade de demonstrar que a mimese, conquanto seja imitação de ação, é, sobretudo, imitação de afecções ou de estados patéticos. A voz que enuncia, nos vários gêneros poéticos, não é a do indivíduo poeta, mas a …
"Nota sobre a "Sátira geral a todo o Reino, e governo de Portugal
Diálogos catequéticos coloniais: Cena Textual Versus Performance
Objetiva-se demonstrar a aplicação de preceitos retóricos quando da composição de diálogos catequéticos no Estado do Brasil, correlacionando-se a enunciação jesuítica sobre a participação de índios na fatura das traduções dos catecismos para as línguas peregrinas do Novo Mundo - o que indiciaria a presença de uma fala índia ainda rumorejante nesses diálogos -, e o estilo pedestre próprio do gênero "diálogo", com vistas a patentear como essa corre…
O louvor ao Marquês de Marialva: Um Estudo Sobre O Panegírico
Ad Parnasum: Expansão, colonização e empresa civilizatória lusa em Música do Parnasso
Ut Pictura Poesis: Análise Bibliográfico-Textual De Dois Membros Da Tradição De Gregório De Matos E Guerra
Ut Pictura Poesis: Análise Bibliográfico-Textual De Dois Membros Da Tradição De Gregório De Matos E Guerra
Ad Parnasum: Expansão, colonização e empresa civilizatória lusa em Música do Parnasso
O louvor ao Marquês de Marialva: Um Estudo Sobre O Panegírico
Diálogos catequéticos coloniais: Cena Textual Versus Performance
Objetiva-se demonstrar a aplicação de preceitos retóricos quando da composição de diálogos catequéticos no Estado do Brasil, correlacionando-se a enunciação jesuítica sobre a participação de índios na fatura das traduções dos catecismos para as línguas peregrinas do Novo Mundo - o que indiciaria a presença de uma fala índia ainda rumorejante nesses diálogos -, e o estilo pedestre próprio do gênero "diálogo", com vistas a patentear como essa corre…
"Nota sobre a "Sátira geral a todo o Reino, e governo de Portugal
Imitação e emulação nas letras luso-brasileiras: Francisco Rodrigues Lobo, Gregório de Matos e Guerra e Tomás Pinto Brandão
O artigo tem como objetivo analisar as relações entre dois princípios que estão na base do fazer poético dos séculos XVI e XVII, "imitação" e "emulação". No que concerne ao primeiro deles, lê-se novamente a Poética de Aristóteles com a finalidade de demonstrar que a mimese, conquanto seja imitação de ação, é, sobretudo, imitação de afecções ou de estados patéticos. A voz que enuncia, nos vários gêneros poéticos, não é a do indivíduo poeta, mas a …
Insanidade Crônica: Ironia e indeterminação em “O alienista”, de Machado de Assis
Este artigo analisa a ironia no conto “O alienista”, de Machado de Assis, entendendo-a como figura retórica que, ao produzir o efeito de incongruência na representação pressuposta pela relação entre as palavras e as coisas formalizadas nos enunciados, cujas imagens são fantásticas, ridiculariza as opiniões que constituem os valores defendidos pelos personagens dessa narrativa, inclusive as do sujeito que as enuncia. Contra a ideia segundo a qual …
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