Marcelo Mac Cord
Biographic Data
| ID | 367538 |
|---|---|
| NAME | Marcelo Mac Cord |
| GIVEN NAMES | Marcelo |
| FAMILY NAME | Mac Cord |
| SIGNATURE | MAC CORD M |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal Fluminense |
| ORCID | 0000-0001-5694-7007 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 13 |
| TOTAL CITATIONS | 8 |
| WORKS AS AUTHOR | 13 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2003 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2026 |
| H-INDEX | 1 |
A vila operária da fábrica de fósforos de segurança da Companhia Cruzeiro
Entre os anos 1889 e 1903, a Companhia Cruzeiro, instalada na rua Miguel Ângelo, Cachambi, freguesia do Engenho Novo, cidade do Rio de Janeiro, produziu fósforos de segurança em uma fábrica “moderna”. Entre outros benefícios que foram oferecidos pelo negócio capitaneado pela firma Gaffrée & Guinle, havia uma vila operária. Fruto do “paternalismo industrial”, as casas receberam dezenas de famílias legitimamente constituídas. Essas últimas eram div…
Da J. Stanke & Companhia à Companhia Cruzeiro
No final dos anos 1880, incentivado pelas oportunidades abertas pelo “Encilhamento”, um grupo heterogêneo de investidores, capitaneado pela Gaffrée & Guinle, idealizou, montou e inaugurou uma fábrica de fósforos em uma área menos densamente ocupada da freguesia urbana do Engenho Novo, localizada na cidade do Rio de Janeiro. O terreno escolhido, na rua Miguel Ângelo, amplo e relativamente barato, permitia acesso aos transportes e à mão de obra. Du…
Organizar, proteger, empoderar e orar
Resenha: MESQUITA, Mariana. Pelas Contas do Rosário: sentidos da cidadania na Irmandade dos Homens Pretos de Salvador no pós-Abolição (1888-1930). Teresina: Cancioneiro, 2022. 276p. il
Operários e operárias da fábrica a vapor de chapéus de Antônio José Maia & Cia
Aberta oficialmente em meados de 1882, a fábrica a vapor de chapéus de Antônio José Maia & Cia. tinha proprietários portugueses. Eles foram obrigados por lei a contratar uma cota de aprendizes nacionais e garantir sua subsistência. No bojo dessa exigência, havia o problema da “transição” do trabalho escravo para o livre e os históricos conflitos entre nativos e estrangeiros no mercado de trabalho. No início da operação do empreendimento fabril, a…
Dois Mestres De Ofício Alemães No Recife Oitocentista
No Recife oitocentista, artífices brasileiros (pernambucanos e de outras províncias) disputaram mercados com os artesãos europeus. Conflitos entre trabalhadores estrangeiros e nacionais foram uma tônica no referido tempo-espaço. O artigo que entrego ao leitor conta a história de dois mestres de ofícios alemães que experimentaram as referidas conjunturas e construíram estratégias para conquistar serviços (públicos e particulares) e aliados (brasil…
Mão de obra chinesa em terras brasileiras nos tempos joaninos
O artigo discorre sobre a presença de trabalhadores chineses no Brasil joanino. Do ponto de vista macro, busca compreender os motivos da vinda dessa mão de obra como uma estratégia de redefinição da importância geopolítica do Império Português, com sua metrópole interiorizada no Rio de Janeiro. E conecta essa peculiaridade conjuntural com os problemas globais que anunciavam o fim do tráfico de africanos escravizados e o fomento do trabalho compul…
Chineses na América Latina oitocentista
http://dx.doi.org/10.5007/1984-9222.2016v8n16p209
Acionando a chave de desvio dos trilhos
Direitos trabalhistas em construção
The pernambucanos craftsmen and factory workers (from the state of Pernambuco) did not receive the republican regimen in a bestialized manner. Believing in the possibilities of change, they strengthened their old struggles for rights, which, since the empire, were organized in various forms of association. Attentive to the national and international demands of those on the bottom part of the social pyramid, those workers created new entities that…
Francisco José Gomes de Santa Rosa
O artigo explora as experiências do mestre pedreiro e homem pardo Francisco José Gomes de Santa Rosa, que viveu entre os anos de 1810 e 1861. Por meio de livros de associações de artífices especializados e de seu inventário, entre outros documentos, que foram compulsadas nos mais diferentes arquivos recifenses, observamos que o trabalhador foi homem livre, pernambucano, casado, proprietário de alguns imóveis e ganhou destaque em duas organizações…
"Uma familia de artifices "de cor
The first Brazilian Constitution was promulgated in 1824. One of its provisions was the elimination of guilds. In Recife, “Irmandade de São José do Ribamar,” which gathered masons, carpenters, coopers and caulkers lost their monopoly over the practice and teaching of their professions. The master carpenter José Vicente Ferreira Barros was a black freeman born in Pernambuco and an honored member of the São José de Ribamar lay religious brotherhood…
Redes de sociabilidade e política
No Brasil, a Constituição de 1824 extinguiu as corporações de ofício. Apesar da determinação legal, muitos costumes corporativos sobreviveram no Recife oitocentista. Valores como trabalho bem feito, honra, treinamento, perícia e inteligência continuaram a ser cultivados pelos mestres de ofício daquela cidade. Para escapar dos estigmas da escravidão e do “defeito mecânico”, um grupo de artífices de pele escura criou uma associação que lhes proporc…
Identidades Étnicas, Irmandade do Rosário e Rei do Congo
Buscamos entender, neste artigo, a plasticidade das identidades étnicas na história social da Irmandade do Rosário dos Pretos da freguesia de Santo Antônio do Recife. A presença de diversas etnias, no corpo confraternal, foi balizada por fortes hierarquias e algumas exclusões. As referências étnicas africanas acabaram remodelando-se às realidades sócio-históricas e culturais recifenses, possibilitando a construção de novas redes de compromisso e …
Mão de obra chinesa em terras brasileiras nos tempos joaninos
O artigo discorre sobre a presença de trabalhadores chineses no Brasil joanino. Do ponto de vista macro, busca compreender os motivos da vinda dessa mão de obra como uma estratégia de redefinição da importância geopolítica do Império Português, com sua metrópole interiorizada no Rio de Janeiro. E conecta essa peculiaridade conjuntural com os problemas globais que anunciavam o fim do tráfico de africanos escravizados e o fomento do trabalho compul…
Chineses na América Latina oitocentista
http://dx.doi.org/10.5007/1984-9222.2016v8n16p209
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The pernambucanos craftsmen and factory workers (from the state of Pernambuco) did not receive the republican regimen in a bestialized manner. Believing in the possibilities of change, they strengthened their old struggles for rights, which, since the empire, were organized in various forms of association. Attentive to the national and international demands of those on the bottom part of the social pyramid, those workers created new entities that…
Francisco José Gomes de Santa Rosa
O artigo explora as experiências do mestre pedreiro e homem pardo Francisco José Gomes de Santa Rosa, que viveu entre os anos de 1810 e 1861. Por meio de livros de associações de artífices especializados e de seu inventário, entre outros documentos, que foram compulsadas nos mais diferentes arquivos recifenses, observamos que o trabalhador foi homem livre, pernambucano, casado, proprietário de alguns imóveis e ganhou destaque em duas organizações…
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Buscamos entender, neste artigo, a plasticidade das identidades étnicas na história social da Irmandade do Rosário dos Pretos da freguesia de Santo Antônio do Recife. A presença de diversas etnias, no corpo confraternal, foi balizada por fortes hierarquias e algumas exclusões. As referências étnicas africanas acabaram remodelando-se às realidades sócio-históricas e culturais recifenses, possibilitando a construção de novas redes de compromisso e …
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Buscamos entender, neste artigo, a plasticidade das identidades étnicas na história social da Irmandade do Rosário dos Pretos da freguesia de Santo Antônio do Recife. A presença de diversas etnias, no corpo confraternal, foi balizada por fortes hierarquias e algumas exclusões. As referências étnicas africanas acabaram remodelando-se às realidades sócio-históricas e culturais recifenses, possibilitando a construção de novas redes de compromisso e …
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Redes de sociabilidade e política
No Brasil, a Constituição de 1824 extinguiu as corporações de ofício. Apesar da determinação legal, muitos costumes corporativos sobreviveram no Recife oitocentista. Valores como trabalho bem feito, honra, treinamento, perícia e inteligência continuaram a ser cultivados pelos mestres de ofício daquela cidade. Para escapar dos estigmas da escravidão e do “defeito mecânico”, um grupo de artífices de pele escura criou uma associação que lhes proporc…
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