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Rocha Peixoto

Biographic Data

ID369231
NAMERocha Peixoto
GIVEN NAMESRocha
FAMILY NAMEPeixoto
SIGNATUREPEIXOTO R
AFFILIATIONSUniversidade Federal do Pará
ORCID0000-0003-3083-8771
VERIFIEDYes
TOTAL WORKS15
TOTAL CITATIONS11
AUTHOR COUNT15
EDITOR COUNT0
FIRST PUBLICATION YEAR1997
LATEST PUBLICATION YEAR2025
H-INDEX2
  • Agora é nós por nós: Quilombolas do Pará nas candidaturas coletivas e para além das eleições

    Open Access•José Carlos Guerreiro Galiza, André Luiz Moraes et al.•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2025•References: 7

    O movimento quilombola no Pará, organizado no Coletivo Ubuntu para as eleições de 2022, lançou candidaturas coletivas com o lema 'Agora é nós por nós', para os parlamentos federal e estadual. No Pará, existem 527 comunidades quilombolas, a maioria não titulada e vinculada a políticos clientelistas, muitas delas representadas pela Coordenação Estadual das Associações de Comunidades Remanescentes de Quilombo do Pará, a Malungu, de onde brotou o Col…

  • Oralities and escrevivência project: A proposal for Quilombola-specific school education in Amazonia

    Open Access•J A dos S Ferreira, Josilene Ferreira et al.•ARTICLE•Concilium•2024

    This article presents an account of the experience of quilombola teachers and multipliers on the trajectory of the Quilombola Pre-University Course "Oralidades e Escrevivências", Conceição Evaristo's concept. The proposal caters for quilombolas taking part in the Special Selection Process (PSE) at the Federal University of Pará, Amazonia Brazil. The Quilombola entrance exam caters for young black and quilombola people living in the community and …

  • Uma autoetnografia para pensar o direito à cidade e o Bem Viver para pessoas com deficiência (PcD) em Belém do Pará

    Open Access•Rocha Peixoto, Kamilla Sastre Da Costa•ARTICLE•Interritórios•2023

    No contexto de Belém, o artigo introduz uma análise do direito ao bem viver na cidade com base em perspectivas reflexivas. Tem como proposta utilizar a metodologia autoetnográfica para pensar a cidade e o bem viver às pessoas com deficiência, de modo a trazer a voz daquele sujeito que teve seu direito a acessar, transitar e participar da cidade negado por estruturas avessas à sua distinta corporalidade. No texto, a falta de humanização das PcDs n…

  • Thinking with Bem Viver across rural and urban Amazonia: Indigenous and Black spaces of resistance

    Open Access•Benjamin Kantner, Rocha Peixoto•ARTICLE•Journal of Political Ecology•2023•Cited by: 1

    In Brazil, Bem Viver recently arrived as a compelling counter-narrative to development's vision of land and labor as resources to be exploited. Bem Viver challenges the reductionism of land-as-resource, reinforces community autonomy, and entails reciprocity in relations with the nonhuman world. The purpose of this article is to extend conversations surrounding Bem Viver to the Brazilian Amazon state of Pará, primarily through asking whether the r…

  • Fórum Permanente Fora Lixão: Ação coletiva no município de Marituba (PA) (Edição 481)

    Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto, Rocha Peixoto et al.•ARTICLE•Papers do NAEA•2020

    Um movimento popular no município de Marituba, na Região Metropolitana de Belém (PA), reivindica a retirada de um aterro sanitário que funciona nos moldes de um fétido lixão. O problema do lixão põe a nu o desprezo que empreendimentos econômicos e governos reservam a populações localizadas em periferias de cidades amazônicas. As condições pelas quais o chamado "Aterro Sanitário de Marituba" foi licenciado - em 2015 - e opera hoje exibem evidentes…

  • Os Borari e os Arapium: História Do Tempo Presente

    Open Access•Kércia Priscilla Figueiredo Peixoto, Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto et al.•ARTICLE•REVISTA CIÊNCIAS DA SOCIEDADE•2019

    O artigo resgata a história, fazendo a ponte entre passado e presente, para informar sobre extermínios físico e cultural dos povos nativos do Baixo Tapajós, mas também para falar sobre a resistência dos Borari e dos Arapium da Terra Indígena Maró até os dias atuais. Os povos nativos sofrem com um modelo de reprodução de violências, física e simbólica, que atravessa o tempo. Uma violência que despreza o indígena, marginalizando-o na sociedade domi…

  • Segregação racial na orla de Belém: Os portos públicos da Estrada Nova e o Ver-o-Peso

    Open Access•Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto, Rocha Peixoto et al.•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2016•References: 3

    Em Belém, intervenções urbanísticas na orla da cidade, conduzidas pela prefeitura com recursos do Banco Mundial, projetam a requalificação dos espaços públicos no sentido de transformá-los em ambientes de consumo. Gentrificação é o caso, e significa retirar pessoas e com elas sociabilidades que dão identidade aos lugares. Os portos da Palha e do Açaí e o Ver-o-Peso são espaços públicos de grande relevância para a cidade e, principalmente, para a …

  • Gentrificação e resistência popular nas feiras e portos públicos da Estrada Nova em Belém (PA)

    Open Access•Jakson Silva Da Silva, Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto et al.•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2015•Cited by: 1•References: 2

    Este artigo considera a resistência popular nas feiras e portos públicos da Estrada Nova, atual av. Bernardo Sayão. Interpreta a ocupação da parte sul da orla de Belém, analisada em termos da produção social do espaço urbano. A resistência popular busca manter os portos públicos da Palha e do Açaí como lugar de trocas econômicas e culturais múltiplas, contra a intenção do poder público municipal de 'gentrificar' ou enobrecer essa margem urbana da…

  • Memória, verdade e justiça: Reconhecendo abusos do passado e do presente no Bico do Papagaio - DOI: 10.5801/ncn.v16i2.1196

    Open Access•Rocha Peixoto•ARTICLE•Novos Cadernos NAEA•2013•Cited by: 1

    O artigo tece o argumento de que depois da Guerrilha do Araguaia veio outra guerra, também com graves violações de direitos humanos. No Bico do Papagaio, essa segunda guerra repete barbaridades da primeira e alcança os dias de hoje em violências contra camponeses e indígenas. As violências que ocorrem hoje tem um vínculo com o remate da guerrilha, que foi uma caçada humana, com execuções de prisioneiros, decapitações e torturas impostas a centena…

  • O Movimento Indígena no Baixo Tapajós: Etnogênese, território, Estado e conflito

    Open Access•Rocha Peixoto, Rodrigo Correa Peixoto et al.•ARTICLE•Novos Cadernos NAEA•2013•Cited by: 2

    O movimento indígena reivindicando identidade e território iniciou-se em 1998, na Flona Tapajós, com uma comunidade declarando-se Munduruku. Logo outras comunidades nos rios Tapajós, Arapiúns e Maró se assumiram indígenas e o movimento cresceu, e não apenas em virtude dos direitos dos povos indígenas, respaldados por legislações internacionais e pela Constituição de 1988, em um quadro de insuficiência de serviços públicos para as comunidades cabo…

  • A luta territorial dos indígenas da Terra Maró

    Kércia Priscilla Figueiredo Peixoto, Rocha Peixoto et al.•ARTICLE•Somanlu - Revista de Estudos…•2012

    In western Pará, selfrecognize indigenous communities to earn the right to stay in the territory where they have always lived and determined how Indigenous Maró.IT Maró is inserted into the last area of continuous forest in Pará State, being fought over by various interests.With the advance of economic, indigenous people suffer pressure on whose territory demarcation claim.There, the state is present favoring the interests of capital.After intens…

  • Memória social da Guerrilha do Araguaia e da guerra que veio depois

    Open Access•Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto, Rocha Peixoto•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2011•Cited by: 5

    A Guerrilha do Araguaia teve lugar nas regiões sudeste do Pará e norte do então estado de Goiás (atual Tocantins), também abrangendo terras do Maranhão, na área conhecida como 'Bico do Papagaio'. Ocorreu entre meados dos anos 1960, quando os primeiros militantes do Partido Comunista do Brasil chegaram à região, e 1974, quando os últimos guerrilheiros foram caçados e abatidos por militares, treinados para combater a guerrilha e determinados a não …

  • A Rede Paraense de Agricultura Familiar e Biodiesel

    Open Access•Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto, Rocha Peixoto•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2008•Cited by: 1

    A produção de biodiesel na lógica da agricultura familiar demanda empenhos institucionais diversos. São necessárias pesquisas agronômicas e tecnológicas e é preciso desenvolver a produção por meio do associativismo e do cooperativismo. O zoneamento agrícola e o crédito, assim como a assistência técnica, são também aspectos importantes para a atividade, cujo propósito é garantir uma nova alternativa de mercado aos agricultores, sem agressões ambie…

  • Pactos territoriais e agências locais de desenvolvimento: A apropriação destes instrumentos ao território do Baixo Tocantins

    Open Access•Rocha Peixoto, Rodrigo Peixoto•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2006

    O desenvolvimento é, antes de tudo, político e exige mecanismos para a afirmação das vontades sociais. Tais mecanismos devem estar regulados por um corpo de normas criadas para confrontar interesses contraditórios, negociar acordos, implementar ações e avaliar resultados, tudo conforme escalas espaciais diversas. O desenvolvimento fundado na deliberação social pede metodologias e técnicas, para cuja formulação os pactos territoriais e as agências…

  • O cruel e triste fado

    Open Access•Rocha Peixoto•ARTICLE•Etnografica•1997

    Rocha Peixoto (1866-1909) é uma das figuras centrais no processo de desenvolvimento histórico de uma tradição de estudos etnográficos e antropológicos em Portugal. Ligado à geração de antropólogos portugueses que desenvolveu o seu trabalho na viragem do século XIX para o século XX, Rocha Peixoto foi – em conjunto com Adolfo Coelho – um autor decisivo na fisionomia que ganhou então a antropologia portuguesa: um empreendimento tematicamente mais di…

  • Memória social da Guerrilha do Araguaia e da guerra que veio depois

    Open Access•Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto, Rocha Peixoto•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2011•Cited by: 5

    A Guerrilha do Araguaia teve lugar nas regiões sudeste do Pará e norte do então estado de Goiás (atual Tocantins), também abrangendo terras do Maranhão, na área conhecida como 'Bico do Papagaio'. Ocorreu entre meados dos anos 1960, quando os primeiros militantes do Partido Comunista do Brasil chegaram à região, e 1974, quando os últimos guerrilheiros foram caçados e abatidos por militares, treinados para combater a guerrilha e determinados a não …

  • O Movimento Indígena no Baixo Tapajós: Etnogênese, território, Estado e conflito

    Open Access•Rocha Peixoto, Rodrigo Correa Peixoto et al.•ARTICLE•Novos Cadernos NAEA•2013•Cited by: 2

    O movimento indígena reivindicando identidade e território iniciou-se em 1998, na Flona Tapajós, com uma comunidade declarando-se Munduruku. Logo outras comunidades nos rios Tapajós, Arapiúns e Maró se assumiram indígenas e o movimento cresceu, e não apenas em virtude dos direitos dos povos indígenas, respaldados por legislações internacionais e pela Constituição de 1988, em um quadro de insuficiência de serviços públicos para as comunidades cabo…

  • Thinking with Bem Viver across rural and urban Amazonia: Indigenous and Black spaces of resistance

    Open Access•Benjamin Kantner, Rocha Peixoto•ARTICLE•Journal of Political Ecology•2023•Cited by: 1

    In Brazil, Bem Viver recently arrived as a compelling counter-narrative to development's vision of land and labor as resources to be exploited. Bem Viver challenges the reductionism of land-as-resource, reinforces community autonomy, and entails reciprocity in relations with the nonhuman world. The purpose of this article is to extend conversations surrounding Bem Viver to the Brazilian Amazon state of Pará, primarily through asking whether the r…

  • Gentrificação e resistência popular nas feiras e portos públicos da Estrada Nova em Belém (PA)

    Open Access•Jakson Silva Da Silva, Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto et al.•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2015•Cited by: 1•References: 2

    Este artigo considera a resistência popular nas feiras e portos públicos da Estrada Nova, atual av. Bernardo Sayão. Interpreta a ocupação da parte sul da orla de Belém, analisada em termos da produção social do espaço urbano. A resistência popular busca manter os portos públicos da Palha e do Açaí como lugar de trocas econômicas e culturais múltiplas, contra a intenção do poder público municipal de 'gentrificar' ou enobrecer essa margem urbana da…

  • Memória, verdade e justiça: Reconhecendo abusos do passado e do presente no Bico do Papagaio - DOI: 10.5801/ncn.v16i2.1196

    Open Access•Rocha Peixoto•ARTICLE•Novos Cadernos NAEA•2013•Cited by: 1

    O artigo tece o argumento de que depois da Guerrilha do Araguaia veio outra guerra, também com graves violações de direitos humanos. No Bico do Papagaio, essa segunda guerra repete barbaridades da primeira e alcança os dias de hoje em violências contra camponeses e indígenas. As violências que ocorrem hoje tem um vínculo com o remate da guerrilha, que foi uma caçada humana, com execuções de prisioneiros, decapitações e torturas impostas a centena…

  • A Rede Paraense de Agricultura Familiar e Biodiesel

    Open Access•Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto, Rocha Peixoto•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2008•Cited by: 1

    A produção de biodiesel na lógica da agricultura familiar demanda empenhos institucionais diversos. São necessárias pesquisas agronômicas e tecnológicas e é preciso desenvolver a produção por meio do associativismo e do cooperativismo. O zoneamento agrícola e o crédito, assim como a assistência técnica, são também aspectos importantes para a atividade, cujo propósito é garantir uma nova alternativa de mercado aos agricultores, sem agressões ambie…

  • O cruel e triste fado

    Open Access•Rocha Peixoto•ARTICLE•Etnografica•1997

    Rocha Peixoto (1866-1909) é uma das figuras centrais no processo de desenvolvimento histórico de uma tradição de estudos etnográficos e antropológicos em Portugal. Ligado à geração de antropólogos portugueses que desenvolveu o seu trabalho na viragem do século XIX para o século XX, Rocha Peixoto foi – em conjunto com Adolfo Coelho – um autor decisivo na fisionomia que ganhou então a antropologia portuguesa: um empreendimento tematicamente mais di…

  • Pactos territoriais e agências locais de desenvolvimento: A apropriação destes instrumentos ao território do Baixo Tocantins

    Open Access•Rocha Peixoto, Rodrigo Peixoto•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2006

    O desenvolvimento é, antes de tudo, político e exige mecanismos para a afirmação das vontades sociais. Tais mecanismos devem estar regulados por um corpo de normas criadas para confrontar interesses contraditórios, negociar acordos, implementar ações e avaliar resultados, tudo conforme escalas espaciais diversas. O desenvolvimento fundado na deliberação social pede metodologias e técnicas, para cuja formulação os pactos territoriais e as agências…

  • A Rede Paraense de Agricultura Familiar e Biodiesel

    Open Access•Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto, Rocha Peixoto•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2008•Cited by: 1

    A produção de biodiesel na lógica da agricultura familiar demanda empenhos institucionais diversos. São necessárias pesquisas agronômicas e tecnológicas e é preciso desenvolver a produção por meio do associativismo e do cooperativismo. O zoneamento agrícola e o crédito, assim como a assistência técnica, são também aspectos importantes para a atividade, cujo propósito é garantir uma nova alternativa de mercado aos agricultores, sem agressões ambie…

  • Memória social da Guerrilha do Araguaia e da guerra que veio depois

    Open Access•Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto, Rocha Peixoto•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2011•Cited by: 5

    A Guerrilha do Araguaia teve lugar nas regiões sudeste do Pará e norte do então estado de Goiás (atual Tocantins), também abrangendo terras do Maranhão, na área conhecida como 'Bico do Papagaio'. Ocorreu entre meados dos anos 1960, quando os primeiros militantes do Partido Comunista do Brasil chegaram à região, e 1974, quando os últimos guerrilheiros foram caçados e abatidos por militares, treinados para combater a guerrilha e determinados a não …

  • A luta territorial dos indígenas da Terra Maró

    Kércia Priscilla Figueiredo Peixoto, Rocha Peixoto et al.•ARTICLE•Somanlu - Revista de Estudos…•2012

    In western Pará, selfrecognize indigenous communities to earn the right to stay in the territory where they have always lived and determined how Indigenous Maró.IT Maró is inserted into the last area of continuous forest in Pará State, being fought over by various interests.With the advance of economic, indigenous people suffer pressure on whose territory demarcation claim.There, the state is present favoring the interests of capital.After intens…

  • Memória, verdade e justiça: Reconhecendo abusos do passado e do presente no Bico do Papagaio - DOI: 10.5801/ncn.v16i2.1196

    Open Access•Rocha Peixoto•ARTICLE•Novos Cadernos NAEA•2013•Cited by: 1

    O artigo tece o argumento de que depois da Guerrilha do Araguaia veio outra guerra, também com graves violações de direitos humanos. No Bico do Papagaio, essa segunda guerra repete barbaridades da primeira e alcança os dias de hoje em violências contra camponeses e indígenas. As violências que ocorrem hoje tem um vínculo com o remate da guerrilha, que foi uma caçada humana, com execuções de prisioneiros, decapitações e torturas impostas a centena…

  • O Movimento Indígena no Baixo Tapajós: Etnogênese, território, Estado e conflito

    Open Access•Rocha Peixoto, Rodrigo Correa Peixoto et al.•ARTICLE•Novos Cadernos NAEA•2013•Cited by: 2

    O movimento indígena reivindicando identidade e território iniciou-se em 1998, na Flona Tapajós, com uma comunidade declarando-se Munduruku. Logo outras comunidades nos rios Tapajós, Arapiúns e Maró se assumiram indígenas e o movimento cresceu, e não apenas em virtude dos direitos dos povos indígenas, respaldados por legislações internacionais e pela Constituição de 1988, em um quadro de insuficiência de serviços públicos para as comunidades cabo…

  • Gentrificação e resistência popular nas feiras e portos públicos da Estrada Nova em Belém (PA)

    Open Access•Jakson Silva Da Silva, Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto et al.•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2015•Cited by: 1•References: 2

    Este artigo considera a resistência popular nas feiras e portos públicos da Estrada Nova, atual av. Bernardo Sayão. Interpreta a ocupação da parte sul da orla de Belém, analisada em termos da produção social do espaço urbano. A resistência popular busca manter os portos públicos da Palha e do Açaí como lugar de trocas econômicas e culturais múltiplas, contra a intenção do poder público municipal de 'gentrificar' ou enobrecer essa margem urbana da…

  • Segregação racial na orla de Belém: Os portos públicos da Estrada Nova e o Ver-o-Peso

    Open Access•Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto, Rocha Peixoto et al.•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2016•References: 3

    Em Belém, intervenções urbanísticas na orla da cidade, conduzidas pela prefeitura com recursos do Banco Mundial, projetam a requalificação dos espaços públicos no sentido de transformá-los em ambientes de consumo. Gentrificação é o caso, e significa retirar pessoas e com elas sociabilidades que dão identidade aos lugares. Os portos da Palha e do Açaí e o Ver-o-Peso são espaços públicos de grande relevância para a cidade e, principalmente, para a …

  • Os Borari e os Arapium: História Do Tempo Presente

    Open Access•Kércia Priscilla Figueiredo Peixoto, Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto et al.•ARTICLE•REVISTA CIÊNCIAS DA SOCIEDADE•2019

    O artigo resgata a história, fazendo a ponte entre passado e presente, para informar sobre extermínios físico e cultural dos povos nativos do Baixo Tapajós, mas também para falar sobre a resistência dos Borari e dos Arapium da Terra Indígena Maró até os dias atuais. Os povos nativos sofrem com um modelo de reprodução de violências, física e simbólica, que atravessa o tempo. Uma violência que despreza o indígena, marginalizando-o na sociedade domi…

  • Fórum Permanente Fora Lixão: Ação coletiva no município de Marituba (PA) (Edição 481)

    Rodrigo Corrêa Diniz Peixoto, Rocha Peixoto et al.•ARTICLE•Papers do NAEA•2020

    Um movimento popular no município de Marituba, na Região Metropolitana de Belém (PA), reivindica a retirada de um aterro sanitário que funciona nos moldes de um fétido lixão. O problema do lixão põe a nu o desprezo que empreendimentos econômicos e governos reservam a populações localizadas em periferias de cidades amazônicas. As condições pelas quais o chamado "Aterro Sanitário de Marituba" foi licenciado - em 2015 - e opera hoje exibem evidentes…

  • Uma autoetnografia para pensar o direito à cidade e o Bem Viver para pessoas com deficiência (PcD) em Belém do Pará

    Open Access•Rocha Peixoto, Kamilla Sastre Da Costa•ARTICLE•Interritórios•2023

    No contexto de Belém, o artigo introduz uma análise do direito ao bem viver na cidade com base em perspectivas reflexivas. Tem como proposta utilizar a metodologia autoetnográfica para pensar a cidade e o bem viver às pessoas com deficiência, de modo a trazer a voz daquele sujeito que teve seu direito a acessar, transitar e participar da cidade negado por estruturas avessas à sua distinta corporalidade. No texto, a falta de humanização das PcDs n…

  • Thinking with Bem Viver across rural and urban Amazonia: Indigenous and Black spaces of resistance

    Open Access•Benjamin Kantner, Rocha Peixoto•ARTICLE•Journal of Political Ecology•2023•Cited by: 1

    In Brazil, Bem Viver recently arrived as a compelling counter-narrative to development's vision of land and labor as resources to be exploited. Bem Viver challenges the reductionism of land-as-resource, reinforces community autonomy, and entails reciprocity in relations with the nonhuman world. The purpose of this article is to extend conversations surrounding Bem Viver to the Brazilian Amazon state of Pará, primarily through asking whether the r…

  • Oralities and escrevivência project: A proposal for Quilombola-specific school education in Amazonia

    Open Access•J A dos S Ferreira, Josilene Ferreira et al.•ARTICLE•Concilium•2024

    This article presents an account of the experience of quilombola teachers and multipliers on the trajectory of the Quilombola Pre-University Course "Oralidades e Escrevivências", Conceição Evaristo's concept. The proposal caters for quilombolas taking part in the Special Selection Process (PSE) at the Federal University of Pará, Amazonia Brazil. The Quilombola entrance exam caters for young black and quilombola people living in the community and …

  • Agora é nós por nós: Quilombolas do Pará nas candidaturas coletivas e para além das eleições

    Open Access•José Carlos Guerreiro Galiza, André Luiz Moraes et al.•ARTICLE•Boletim do Museu Paraense Emílio…•2025•References: 7

    O movimento quilombola no Pará, organizado no Coletivo Ubuntu para as eleições de 2022, lançou candidaturas coletivas com o lema 'Agora é nós por nós', para os parlamentos federal e estadual. No Pará, existem 527 comunidades quilombolas, a maioria não titulada e vinculada a políticos clientelistas, muitas delas representadas pela Coordenação Estadual das Associações de Comunidades Remanescentes de Quilombo do Pará, a Malungu, de onde brotou o Col…

Humanities (6 works) · Art (5 works) · Political science (5 works) · Indigenous Health and Education (4 works) · Urban Development and Societal Issues (4 works) · Rural Development and Agriculture (3 works) · Urban and sociocultural dynamics (3 works) · Amazonian Archaeology and Ethnohistory (2 works) · Brazilian cultural history and politics (2 works) · Development, Ethics, and Society (2 works)

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