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João Paulo Monteiro

Biographic Data

ID3701573
NAMEJoão Paulo Monteiro
GIVEN NAMESJoão Paulo
FAMILY NAMEMonteiro
SIGNATUREMONTEIRO J P
AFFILIATIONSUniversidade de São Paulo
ORCID0009-0003-7366-6874
VERIFIEDNo
TOTAL WORKS11
TOTAL CITATIONS1
AUTHOR COUNT11
EDITOR COUNT0
FIRST PUBLICATION YEAR1973
LATEST PUBLICATION YEAR2016
H-INDEX1
  • Hume: A ciência do homem

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•2016

  • Sobre a interpretação da epistemologia de Hume

    Open Access•J P G Monteiro, João Paulo Monteiro•ARTICLE•Kriterion Revista de Filosofia•2011•Cited by: 1

    Na filosofia de Hume há uma nítida distinção entre a obra da juventude e a obra da maturidade. Mas seu Tratado da Natureza Humana não está no mesmo caso que essas outras obras de juventude que justificam falar de um jovem Hegel ou de um jovem Marx, ou de um Kant pré-crítico em contraste com o Kant da filosofia transcendental. Trata-se de um caso intermédio: a filosofia do autor é sempre a mesma, mas o Tratado apresentava, segundo o próprio autor,…

  • Solipsismo e conjecturalidade

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•2005

    Como o solipsismo metodológico, recusando tanto o "pós-modernismo relativista", o "neo-iluminismo" e qualquer espécie de fundacionismo, pode estabelecer um núcleo de verdades imunes ao ceticismo radical? A supra-conjecturalidade deste solipsismo é o expediente metodológico que baliza as escolhas neste âmbito mais amplo que é o da conjecturalidade. Se neste território a falibilidade é sempre possível, também é nele que se encontra a única racional…

  • Hume: Três Problemas Centrais

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•DoisPontos•2004

    O objetivo deste artigo é discutir três problemas centrais na filosofia de David Hume. O primeiro é o do papel da associação de idéias: no Tratado há dois conceitos distintos dessa associação, falha corrigida na primeira Investigação, em que é eliminado o conceito de associação costumeira e não se atribui à associação qualquer papel na formação de inferências causais. O segundo diz respeito ao verdadeiro papel da indução. A filosofia humeana trat…

  • Corpo e consciência

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•2003

    Diversos argumentos de Bergson. Frege, Sellars. Quinc e outros filósofos podem servir como quadro de referência para uma concepção parcimoniosa da consciência, como disposição de nosso organismo para apreender seus próprios estados. O conhecimento do ambiente em nosso redor e da maior parte dos aspectos do próprio corpo é adquirido indiretamente por essas apreensões, cujo exemplo paradigmático poderia ser a idéia bergsoniana da captação direta da…

  • Hume e a trivial diferença

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•2001

    A desigualdade da condição feminina tem como ponto central na análise de Hume a diferença nas atitudes da sociedade perante o dever de castidade. Esta é explicada – pela incerteza da paternidade e suas consequências -, mas nem por isso justificada. Hume aponta também outras desigualdades derivadas de privilégios masculinos injustificáveis. Como no caso das linhagem de nobreza e sobretudo no caso dos fenômenos de sujeição das mulheres pelos homens…

  • Hume e a Experiência Singular

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•1994

    Hume é conhecido por sua teoria da indução por repetição, mas em sua filosofia há lugar para inferências derivadas de experiências singulares. Parte do fundamento destas inferências depende de uma regra newtoniana, mas é preciso acrescentar a especificação do tipo de classe de objetos a que pertencem tanto a causa como o efeito – de um modo que pode esclarecer a exata natureza do “empirismo” humiano

  • "Kant leitor de Hume, ou o "bastardo da imaginação

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•1983

  • Filosofia e censura no século XVIII: O caso Hume

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•1979

  • Tendência e realidade em Hume e Freud

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•1973

  • Discurso Teórico e Discurso Retórico

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•1973

  • Sobre a interpretação da epistemologia de Hume

    Open Access•J P G Monteiro, João Paulo Monteiro•ARTICLE•Kriterion Revista de Filosofia•2011•Cited by: 1

    Na filosofia de Hume há uma nítida distinção entre a obra da juventude e a obra da maturidade. Mas seu Tratado da Natureza Humana não está no mesmo caso que essas outras obras de juventude que justificam falar de um jovem Hegel ou de um jovem Marx, ou de um Kant pré-crítico em contraste com o Kant da filosofia transcendental. Trata-se de um caso intermédio: a filosofia do autor é sempre a mesma, mas o Tratado apresentava, segundo o próprio autor,…

  • Tendência e realidade em Hume e Freud

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•1973

  • Discurso Teórico e Discurso Retórico

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•1973

  • Filosofia e censura no século XVIII: O caso Hume

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•1979

  • "Kant leitor de Hume, ou o "bastardo da imaginação

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•1983

  • Hume e a Experiência Singular

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•1994

    Hume é conhecido por sua teoria da indução por repetição, mas em sua filosofia há lugar para inferências derivadas de experiências singulares. Parte do fundamento destas inferências depende de uma regra newtoniana, mas é preciso acrescentar a especificação do tipo de classe de objetos a que pertencem tanto a causa como o efeito – de um modo que pode esclarecer a exata natureza do “empirismo” humiano

  • Hume e a trivial diferença

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•2001

    A desigualdade da condição feminina tem como ponto central na análise de Hume a diferença nas atitudes da sociedade perante o dever de castidade. Esta é explicada – pela incerteza da paternidade e suas consequências -, mas nem por isso justificada. Hume aponta também outras desigualdades derivadas de privilégios masculinos injustificáveis. Como no caso das linhagem de nobreza e sobretudo no caso dos fenômenos de sujeição das mulheres pelos homens…

  • Corpo e consciência

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•2003

    Diversos argumentos de Bergson. Frege, Sellars. Quinc e outros filósofos podem servir como quadro de referência para uma concepção parcimoniosa da consciência, como disposição de nosso organismo para apreender seus próprios estados. O conhecimento do ambiente em nosso redor e da maior parte dos aspectos do próprio corpo é adquirido indiretamente por essas apreensões, cujo exemplo paradigmático poderia ser a idéia bergsoniana da captação direta da…

  • Hume: Três Problemas Centrais

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•DoisPontos•2004

    O objetivo deste artigo é discutir três problemas centrais na filosofia de David Hume. O primeiro é o do papel da associação de idéias: no Tratado há dois conceitos distintos dessa associação, falha corrigida na primeira Investigação, em que é eliminado o conceito de associação costumeira e não se atribui à associação qualquer papel na formação de inferências causais. O segundo diz respeito ao verdadeiro papel da indução. A filosofia humeana trat…

  • Solipsismo e conjecturalidade

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•2005

    Como o solipsismo metodológico, recusando tanto o "pós-modernismo relativista", o "neo-iluminismo" e qualquer espécie de fundacionismo, pode estabelecer um núcleo de verdades imunes ao ceticismo radical? A supra-conjecturalidade deste solipsismo é o expediente metodológico que baliza as escolhas neste âmbito mais amplo que é o da conjecturalidade. Se neste território a falibilidade é sempre possível, também é nele que se encontra a única racional…

  • Sobre a interpretação da epistemologia de Hume

    Open Access•J P G Monteiro, João Paulo Monteiro•ARTICLE•Kriterion Revista de Filosofia•2011•Cited by: 1

    Na filosofia de Hume há uma nítida distinção entre a obra da juventude e a obra da maturidade. Mas seu Tratado da Natureza Humana não está no mesmo caso que essas outras obras de juventude que justificam falar de um jovem Hegel ou de um jovem Marx, ou de um Kant pré-crítico em contraste com o Kant da filosofia transcendental. Trata-se de um caso intermédio: a filosofia do autor é sempre a mesma, mas o Tratado apresentava, segundo o próprio autor,…

  • Hume: A ciência do homem

    Open Access•João Paulo Monteiro•ARTICLE•Discurso•2016

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