Renato Lessa
Biographic Data
| ID | 372701 |
|---|---|
| NAME | Renato Lessa |
| GIVEN NAMES | Renato |
| FAMILY NAME | Lessa |
| SIGNATURE | LESSA R |
| AFFILIATIONS | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro |
| ORCID | 0000-0003-0278-8834 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 9 |
| TOTAL CITATIONS | 9 |
| WORKS AS AUTHOR | 9 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1998 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 1 |
Sobre a destruição
Este texto é uma reflexão a respeito da experiência política brasileira, entre os anos 2019 e 2022, por meio da utilização da metáfora da destruição, como possível recurso analítico. Parte de uma crítica à lógica conceitual e, como alternativa, propõe uma fenomenologia da destruição, voltada à detecção e à apresentação dos fatores de desfiguração impostos à sociedade brasileira, no período em questão. A hipótese de fundo é a de que o experimento …
Da Destruição Como Paradigma
Este artigo faz uma reflexão a respeito da experiência política brasileira, entre os anos 2019 e 2022, por meio da utilização da metáfora da destruição como possível recurso analítico. Parte de uma crítica à lógica conceitual e, como alternativa, propõe uma fenomenologia da destruição, voltada à detecção e à apresentação dos fatores de desfiguração impostos à sociedade brasileira, no período em questão. A hipótese de fundo é a de que o experiment…
Da Fórmula Porchat
A Fórmula Porchat — ou seja, a intuição de um conflito das filosofias de caráter indecidível – possui papel tanto propedêutico quanto compulsório para um tratamento não dogmático da história dos sistemas filosóficos. Ao mesmo tempo em que reconhece tal papel, o presente artigo pretende indicar o caráter problemático da correspondência entre “conflito das filosofias” e “indecidibilidade filosófica”. Para tal, sustenta que o sentimento de indecidib…
Da interpretação à ciência
O ensaio trata da distinção presente, no campo da reflexão política brasileira, entre um registro apresentado como científico e outro fundado na interpretação. Tal distinção acaba por retirar da variante interpretativa - designada ora como "pensamento político brasileiro", ora como "interpretações do Brasil" - a possibilidade de gerar efeitos de conhecimento, transformando os autores que a compõem mais em objetos a explicar do que em inspirações …
O experimento Bayle
O artigo tem por objetivo principal definir o que designa como o Experimento Bayle. Bayle praticou uma forma narrativa aberta, construída como diálogo do autor com seus personagens, e marcada pela recusa de um espírito geométrico. Tal recusa formal da geometrização, por seu lado, é fundamental para o desenvolvimento, em Bayle, de uma percepção da história e da política como domínios constituídos por uma miríade incontável de ações humanas fundada…
As cidades e as oligarquias do antiurbanismo da elite política da Primeira República brasileira
Como se pensa
Por que rir da Filosofia Política
As diferentes intervenções que compuseram este debate têm como referência comum uma reflexão sobre os lugares da Filosofia Política na tradição disciplinar que designamos como Ciência Política. Recusando a perspectiva que dissocia a Filosofia Política da dimensão empiricamente orientada da disciplina, os argumentos apresentados destacam o papel de fertilização de formas de vida cumprido pela primeira. A agenda dos pesquisadores devotados à boa fa…
Por que rir da Filosofia Política
Da interpretação à ciência
O ensaio trata da distinção presente, no campo da reflexão política brasileira, entre um registro apresentado como científico e outro fundado na interpretação. Tal distinção acaba por retirar da variante interpretativa - designada ora como "pensamento político brasileiro", ora como "interpretações do Brasil" - a possibilidade de gerar efeitos de conhecimento, transformando os autores que a compõem mais em objetos a explicar do que em inspirações …
Por que rir da Filosofia Política
As diferentes intervenções que compuseram este debate têm como referência comum uma reflexão sobre os lugares da Filosofia Política na tradição disciplinar que designamos como Ciência Política. Recusando a perspectiva que dissocia a Filosofia Política da dimensão empiricamente orientada da disciplina, os argumentos apresentados destacam o papel de fertilização de formas de vida cumprido pela primeira. A agenda dos pesquisadores devotados à boa fa…
Por que rir da Filosofia Política
Como se pensa
As cidades e as oligarquias do antiurbanismo da elite política da Primeira República brasileira
O experimento Bayle
O artigo tem por objetivo principal definir o que designa como o Experimento Bayle. Bayle praticou uma forma narrativa aberta, construída como diálogo do autor com seus personagens, e marcada pela recusa de um espírito geométrico. Tal recusa formal da geometrização, por seu lado, é fundamental para o desenvolvimento, em Bayle, de uma percepção da história e da política como domínios constituídos por uma miríade incontável de ações humanas fundada…
Da interpretação à ciência
O ensaio trata da distinção presente, no campo da reflexão política brasileira, entre um registro apresentado como científico e outro fundado na interpretação. Tal distinção acaba por retirar da variante interpretativa - designada ora como "pensamento político brasileiro", ora como "interpretações do Brasil" - a possibilidade de gerar efeitos de conhecimento, transformando os autores que a compõem mais em objetos a explicar do que em inspirações …
Da Fórmula Porchat
A Fórmula Porchat — ou seja, a intuição de um conflito das filosofias de caráter indecidível – possui papel tanto propedêutico quanto compulsório para um tratamento não dogmático da história dos sistemas filosóficos. Ao mesmo tempo em que reconhece tal papel, o presente artigo pretende indicar o caráter problemático da correspondência entre “conflito das filosofias” e “indecidibilidade filosófica”. Para tal, sustenta que o sentimento de indecidib…
Sobre a destruição
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Da Destruição Como Paradigma
Este artigo faz uma reflexão a respeito da experiência política brasileira, entre os anos 2019 e 2022, por meio da utilização da metáfora da destruição como possível recurso analítico. Parte de uma crítica à lógica conceitual e, como alternativa, propõe uma fenomenologia da destruição, voltada à detecção e à apresentação dos fatores de desfiguração impostos à sociedade brasileira, no período em questão. A hipótese de fundo é a de que o experiment…
Humanities (5 works) · Philosophy (5 works) · Political science (3 works) · Social and Political Issues (3 works) · Urban Development and Societal Issues (2 works) · Brazilian cultural history and politics (1 work) · Critical Theory and Philosophy (1 work) · Education and Public Policy (1 work) · Elite (1 work) · Epistemology (1 work)