Aryon Dall’igna Rodrigues
Biographic Data
| ID | 3745663 |
|---|---|
| NAME | Aryon Dall’igna Rodrigues |
| GIVEN NAMES | Aryon Dall’igna |
| FAMILY NAME | Rodrigues |
| SIGNATURE | RODRIGUES A D |
| AFFILIATIONS | Universidade de Brasília |
| VERIFIED | No |
| TOTAL WORKS | 59 |
| TOTAL CITATIONS | 70 |
| AUTHOR COUNT | 59 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1966 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2025 |
| H-INDEX | 4 |
Levantamento e Documentação da Realidade Linguística do Nordeste Urbano e Rural
Some Phonological Aspects of South American Indian Languages
Línguas indígenas brasileiras ameaçadas de extinção
Karirí como família linguística Macro-Jê no Nordeste do Brasil
A família linguística Karirí, proposta primeiramente por Adam (1896), foi incluída no tronco Macro-Jê desde Mason (1950). Enquanto a primeira inclusão foi baseada sobretudo em algumas semelhanças lexicais, Rodrigues (1999) apresentou alguns traços morfológicos e sintáticos de concordância tipológica com outras famílias incluídas no mesmo tronco. Neste estudo, discuto a consistência de todos esses elementos para considerar a família Karirí como me…
O artigo definido e os numerais na língua Kirirí: Vocabulários Português-Kirirí e Kirirí-Português
Uma das poucas gramáticas que existem de línguas indígenas da América do Sul, é a Arte de Gramática da Língua Brasílica da Nação Kirirí, composta pelo Pe. Luís Vincêncio Mamiani, no ano de 1699
Flexão relacional no tronco linguístico Macro-Jê
Como um conjunto de famílias linguísticas geneticamente relacionadas, o tronco Macro-Jê tem ainda um caráter bastante hipotético
Classificação nominal em Karirí
Tradução do inglês por Ariel Pheula do Couto e Silva e Gabriel Barros Viana de Oliveira
Ergativité dans le nord-est brésilien: La famille Karirí
La famille linguistique Karirí est un petit groupe génétique de langues attesté dans le nord-est du Brésil entre la fin du 17ème et le commencement du 19ème siècle surtout sur le bas cours du fleuve São Francisco et vers le sud de celui-ci
Assimilação intrassegmental em Kaingáng
A língua Kaingáng apresenta segmentos fonológicos complexos, os quais se caracterizam pela alternância dos valores de certas propriedades distintivas
Classificação social dos animais em Kaingáng
A organização social do povo Kaingáng tem como um de seus elementos básicos a divisão em metades exogâmicas e a subdivisão de cada uma destas em dois ou mais subgrupos
Para o estudo histórico-comparativo das línguas Jê
O estudo histórico-comparativo das línguas do tronco Macro-Jê tem especial importância para o conhecimento da pré-história de uma grande parte do Brasil e, por conseguinte, da América do Sul
Línguas Tupí em Rondônia e na Bolívia Oriental
Esse artigo foi originalmente publicado em Leo Wetzels. (Org.). Language endangerment and endangered languages: linguistic and anthropological studies with special emphasis on the languages nd cultures of the Andean-Amazonian border area.. 1ed.Leiden: CNWS Publications, 2007, v. 1, p. 355-363
Panará: Identificação linguística dos Kren-Akarore com os Cayapó do Sul
Na primeira metade do século XIX os naturalistas J. E. Phi e A. de Saint-Hilaire colheram pequenas listas de palavras da boca dos índios aldeados em São José de Mossâmades, Goiás
Glotologia Tupí-Guaraní I: A Língua Tupí-Guaraní
Este manuscrito, depois de 72 anos, é agora publicado na RBLA. Ele reflete uma fase dos estudos histórico-comparativos do professor Aryon Dall'Igna Rodrigues. É a sua primeira fase de linguista, na qual se serve da glotologia para realizar os seus primeiros estudos históricos comparativos. Era um "rapazote" como ele próprio costumava dizer
Nominal classification in Karirí
Karirí (Cariri) is a small South-American linguistic family in northeastern Brazil whose languages are no more spoken
Um marcador Macro-Jê de posse inalienável
A postulação de uma unidade linguística genética Macro-Jê, compreendendo a família Jê e várias outras famílias e línguas isoladas, tem um caráter altamente hipotético
Lenguaje. Por Leonard Bloomfield
Do passado e do presente
A originalidade das línguas indígenas brasileiras: Para O Conhecimento Das Línguas Indígenas
Conferência proferida na inauguração do Laboratório de Línguas Indígenas da Universidade de Brasília (UnB) em 1999, o artigo argumenta sobre a originalidade das línguas indígenas brasileiras. Rodrigues destaca a complexidade e diversidade dessas línguas, refutando a ideia de que seriam primitivas ou menos desenvolvidas. Ele enfatiza a importância da pesquisa linguística para a compreensão da cultura e história dos povos indígenas, defendendo a pr…
Notas sobre o sistema de parentesco dos índios Kirirí
Este artigo examina o sistema de parentesco dos índios Kirirí, um grupo indígena brasileiro. Rodrigues analisa as terminologias de parentesco e as regras de casamento, buscando compreender a estrutura social e a organização familiar desse povo. O estudo destaca a importância da relação avuncular e discute as implicações do sistema de parentesco para a transmissão de conhecimento e a coesão social na comunidade Kirirí
Investigando a Origem E O Desenvolvimento De Orações Dependentes Nas Famílias Do Tronco Lingüístico Tupi
Demonstra-se, com base nos princípios e procedimentos do Método Histórico Comparativo, que as orações dependentes de línguas pertencentes a sete das dez famílias do tronco lingü.stico Tupi se desenvolveram a partir de complementos circunstanciais presentes no Proto-Tupi
Linguística: As línguas indígenas do Brasil
On the influence of indigenous languages on Brazilian Portuguese
Made available in DSpace on 2015-06-25T18:01:48Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2-s2.0-84921964628.pdf: 483126 bytes, checksum: 37216bf0f76108326cd68aa72dad22f1 (MD5) Previous issue date: 2014
Endangered languages in Brazil
Derbyshire, Desmond. 1965 Textos hixkaryâna
Belém: Museu Paraense Emílio Goeldi. V. 3. 206 pp
Classificação da língua dos Cinta-Larga
Da mesma informante de que se serviu o Pe. Adalberto Holanda Pereira para obter o vocabulário dos índios Cinta-Larga que ora publica nesta revista1, colheu a Dra. Sarah Gudschinsky, linguista do Summer Institute of Linguistics e da Universidade de Brasília, em dezembro de 1962, uma lista de 39 palavras
Relações internas na família linguística Tupí-Guaraní
O propósito deste trabalho é apresentar uma subdivisão da família linguísticaTupí-Guaraní com base no conhecimento que atualmente temos dela.Embora o conhecimento das línguas Tupí-Guaraní tenha aumentado consideravelmentenos últimos 25 anos, desde a publicação de minha classificaçãoanterior (Rodrigues 1958a, b), sobretudo devido à documentação e análise degrande número de línguas, não está, entretanto ainda suficientemente desenvolvidode modo a p…
Notas sobre Ergatividade em Xikrín
Após breve apresentação das classes de temas verbais, dos prefixos relacionais e dos marcadores de pessoa em Xikrín, é descrita uma cisão entre alinhamentos nominativo-absolutivo e ergativo-absolutivo condicionada pela modificação circunstancial dos predicados
Flexão relacional no tronco linguístico Macro-Jê
Como um conjunto de famílias linguísticas geneticamente relacionadas, o tronco Macro-Jê tem ainda um caráter bastante hipotético
Classificação da língua dos Cinta-Larga
Da mesma informante de que se serviu o Pe. Adalberto Holanda Pereira para obter o vocabulario dos indios Cinta-Larga que ora publica nesta revista, colheu a Dra. Sarah Gudschinsky, linguista do Summer Institute of Linguistics e da Universidade de Brasilia, em dezembro de 1962, urna lista de 39 palavras. Mais nao pode registrar a nossa colega, porque nao lhe foi possivel demorar-se em Utiariti, onde se encontrava a informante, e porque esta se ach…
Argumento e predicado em Tupinambá
O Tupinambá é uma língua indígena da família Tupí-Guaraní, falada emgrande parte da costa atlântica do Brasil, a qual foi amplamente documentadanos séculos XVI e XVII, mas que foi deixando de ser falada, principalmentedevido ao extermínio de sua população, num processo que praticamente seconcluiu na primeira metade do século XVIII. As fontes documentais aqui utilizadassão indicadas abreviadamente após os exemplos e vão listadas no fimdo artigo. C…
Ensurdecimento vocálico em Zo'é
Neste trabalho apresentamos uma descrição do fenômeno deensurdecimento vocálico na língua Zo'é (Tupi-Guarani). Sãoapresentadas ainda hipóteses acerca das restrições sincrônicas ativasno condicionamento deste fenômeno, além de uma hipótese acercada origem histórica do mesmo
Para o estudo histórico-comparativo das línguas Jê
O estudo histórico-comparativo das línguas do tronco Macro-Jê tem especial importância para o conhecimento da pré-história de uma grande parte do Brasil e, por conseguinte, da América do Sul
A originalidade das línguas indígenas brasileiras: Para O Conhecimento Das Línguas Indígenas
Conferência proferida na inauguração do Laboratório de Línguas Indígenas da Universidade de Brasília (UnB) em 1999, o artigo argumenta sobre a originalidade das línguas indígenas brasileiras. Rodrigues destaca a complexidade e diversidade dessas línguas, refutando a ideia de que seriam primitivas ou menos desenvolvidas. Ele enfatiza a importância da pesquisa linguística para a compreensão da cultura e história dos povos indígenas, defendendo a pr…
A classificação do tronco linguístico Tupí
Uma comunicação de Morris Swadesh publicada nos Anais do XXXI Congresso Internacional de Americanistas aventou um possível aperfeiçoamento da classificação das línguas americanas através do emprego da estatística lexical. Na mesma ocasião, apresentamos um trabalho sobre as chamadas línguas "impuras" do Tupí-Guaraní, servindo-nos do método léxico-estatístico
A Case of Affinity Among Tupí, Karíb, and Macro-Jê
Com base em dados morfossintáticos de línguas Tupí, Macro-Jê e Karíb, apresento evidências linguísticas fundamentais para a hipótese de um nexo genético de três agrupamentos de línguas nativas sul-americanas, cada um deles representado por línguas cuja localização reflete a diáspora de seus falantes em tempos pré-históricos. A hipótese beneficiou-se de estudos anteriores sobre as relações genéticas entre Tupí e Karíb (Rodrigues 1985), assim como …
Sobre a possível origem da diferença fonética entre a fala masculina e a feminina em Karajá
Este trabalho discute a hipótese, aventada em trabalho anterior do mesmo autor (Rodrigues 1999), de que a origem da diferenciação entre fala masculina e fala feminina, no Karajá, deve-se a uma interferência de falantes da língua Xavante (família Jê). O exame da documentação mais antiga sobre as duas línguas em questão, nos registros da primeira metade do século XIX, trazem algum problema para a hipótese em questão, mas neste texto propõe-se uma e…
Investigando a Origem E O Desenvolvimento De Orações Dependentes Nas Famílias Do Tronco Lingüístico Tupi
Demonstra-se, com base nos princípios e procedimentos do Método Histórico Comparativo, que as orações dependentes de línguas pertencentes a sete das dez famílias do tronco lingü.stico Tupi se desenvolveram a partir de complementos circunstanciais presentes no Proto-Tupi
On the influence of indigenous languages on Brazilian Portuguese
Made available in DSpace on 2015-06-25T18:01:48Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2-s2.0-84921964628.pdf: 483126 bytes, checksum: 37216bf0f76108326cd68aa72dad22f1 (MD5) Previous issue date: 2014
Reflexões sobre a formação linguística no ensino superior indígena
Este artigo apresenta alguns dos resultados parciais do Projeto em Rede de Estudos, Pesquisas e Formação de Professores Pesquisadores em Linguística e Educação Escolar Indígena, cuja preocupação central é a formação linguística nos cursos de nível superior para professores indígenas. São levantados e discutidos, entre outros, os seguintes pontos: problemas na elaboração de escritas de línguas indígenas, necessidade de seleção de conteúdos seriali…
Panará: Identificação linguística dos Kren-Akarore com os Cayapó do Sul
Na primeira metade do século XIX os naturalistas J. E. Phi e A. de Saint-Hilaire colheram pequenas listas de palavras da boca dos índios aldeados em São José de Mossâmades, Goiás
Um marcador Macro-Jê de posse inalienável
A postulação de uma unidade linguística genética Macro-Jê, compreendendo a família Jê e várias outras famílias e línguas isoladas, tem um caráter altamente hipotético
Notas sobre o sistema de parentesco dos índios Kirirí
Este artigo examina o sistema de parentesco dos índios Kirirí, um grupo indígena brasileiro. Rodrigues analisa as terminologias de parentesco e as regras de casamento, buscando compreender a estrutura social e a organização familiar desse povo. O estudo destaca a importância da relação avuncular e discute as implicações do sistema de parentesco para a transmissão de conhecimento e a coesão social na comunidade Kirirí
A língua dos índios Xetá como dialeto Guaraní
Os índios da Serra dos Dourados, PR, só se tornaram conhecidos na década de 1950 e só começaram a ser estudados a partir de 1956 (Fernandes, 1958). As primeiras observações sobre sua língua provocaram a hipótese de que se tratasse de uma língua tupí-guaraní fortemente mesclada com elementos estranhos: Guérios (1959, p.112) declara que "o xetá é uma língua mista no sentido de que há um considerável contingente aloglótico sobre a base tupí-guaraní"…
Reconstrução interna dos prefixos relacionais da língua Mawé
Este artigo apresenta uma hipótese reconstrutiva dos prefixos relacionais da língua Mawé. São sublinhadas as motivações para as mudanças fonológicas sofridas nas respectivas formas desses prefixos, as quais resultaram em novos alomorfes e contribuíram para a redistribuição de temas em novas classes e subclasses
Esboço de uma introdução ao estudo da língua Tupí
Sob o nome Tupinambá são designados atualmente todos os índios que,falando uma língua Tupí-Guaraní, ocupavam, nos séculos XVI e XVII, o litoralbrasileiro, desde a foz do Amazonas, ao norte, até Cananéia, ao sul (cf.Métraux, "The Tupinamba", p. 95). Estes índios, embora estreitamente aparentadoslinguística e culturalmente, dividiam-se em numerosas tribos, quefaziam guerra entre si, e que ficaram conhecidas por diferentes nomes, dosquais o mais com…
As línguas "impuras" da família Tupí-Guaraní
Com o presente trabalho pretendemos contribuir para a classificação genealógica das línguas que geralmente têm sido incluídas com reservas na "família" Tupí-Guaraní, por se apresentarem bastante distintas do tipo mais característico desta "família", e que, por essa razão, têm sido qualificadascomo "impuras" (cf. Nimuendajú, 1948a, p. 214; Loukotka, 1950a, p. 26). Serão consideradas as seguintes línguas, todas do sul do rio Amazonas: Yuruna, Šipay…
Classificação da língua dos Cinta-Larga
Da mesma informante de que se serviu o Pe. Adalberto Holanda Pereira para obter o vocabulario dos indios Cinta-Larga que ora publica nesta revista, colheu a Dra. Sarah Gudschinsky, linguista do Summer Institute of Linguistics e da Universidade de Brasilia, em dezembro de 1962, urna lista de 39 palavras. Mais nao pode registrar a nossa colega, porque nao lhe foi possivel demorar-se em Utiariti, onde se encontrava a informante, e porque esta se ach…
Völkerkundliche Forschungen in Südamerika Wanda Hanke
On the Linguistic Relationship Between Mawé and Tupí-Guaraní
In this paper the authors systematically compare the phonemes and main morphological features of the Amazonian language Mawe with those of the Tupi-Guaranian languages as a contribution to understanding the disputed position of Mawe in the Tupi linguistic stock - as a member of the Tupi-Guarani family or as another branch of the stock. The phonological comparison is made with the reconstructed phonemes of Proto-Tupi-Guarani and the correspondence…
Em homenagem a Mattoso Câmara (1904-1970)
The present article shows reverence to Mattoso Câmara's work as a relevant part of the historical process of language studies in Brazil, within the period that goes from the early 1940s to the end of the 1960s, in which the most significative intellectual contribution of the celebrated author was produced. Especially noteworthy are: the search for general principles applicable to any language; the structuralist background in the description of Po…
Evidências Lingüísticas para a Reconstrução de um Nominalizador de Objeto **-Mi- Em Proto-Tupí (Linguistic Evidences for the Reconstruction of a Proto-Tupí Object Nominalizer **-Mi-)
Apresentamos uma proposta de reconstrução para o Proto-Tupí de um processo derivacional que teria formado nomes de objeto a partir de verbos transitivos, por meio de um prefixo **-mi-, cujo resultado teria sido combinado com um mediador de posse indireta **-e(p)-. A proposta, desenvolvida mediante o Método Histórico-Comparativo, é fundamentada por vários dados de sete das dez famílias que constituem o tronco lingüístico Tupí.PALAVRAS-CHAVE: Lingü…
Entrevista
Ensurdecimento vocálico em Zo'é
Neste trabalho apresentamos uma descrição do fenômeno deensurdecimento vocálico na língua Zo'é (Tupi-Guarani). Sãoapresentadas ainda hipóteses acerca das restrições sincrônicas ativasno condicionamento deste fenômeno, além de uma hipótese acercada origem histórica do mesmo
Reflexões sobre a formação linguística no ensino superior indígena
Este artigo apresenta alguns dos resultados parciais do Projeto em Rede de Estudos, Pesquisas e Formação de Professores Pesquisadores em Linguística e Educação Escolar Indígena, cuja preocupação central é a formação linguística nos cursos de nível superior para professores indígenas. São levantados e discutidos, entre outros, os seguintes pontos: problemas na elaboração de escritas de línguas indígenas, necessidade de seleção de conteúdos seriali…
Notas sobre Ergatividade em Xikrín
Após breve apresentação das classes de temas verbais, dos prefixos relacionais e dos marcadores de pessoa em Xikrín, é descrita uma cisão entre alinhamentos nominativo-absolutivo e ergativo-absolutivo condicionada pela modificação circunstancial dos predicados
A Case of Affinity Among Tupí, Karíb, and Macro-Jê
Com base em dados morfossintáticos de línguas Tupí, Macro-Jê e Karíb, apresento evidências linguísticas fundamentais para a hipótese de um nexo genético de três agrupamentos de línguas nativas sul-americanas, cada um deles representado por línguas cuja localização reflete a diáspora de seus falantes em tempos pré-históricos. A hipótese beneficiou-se de estudos anteriores sobre as relações genéticas entre Tupí e Karíb (Rodrigues 1985), assim como …
Sobre a possível origem da diferença fonética entre a fala masculina e a feminina em Karajá
Este trabalho discute a hipótese, aventada em trabalho anterior do mesmo autor (Rodrigues 1999), de que a origem da diferenciação entre fala masculina e fala feminina, no Karajá, deve-se a uma interferência de falantes da língua Xavante (família Jê). O exame da documentação mais antiga sobre as duas línguas em questão, nos registros da primeira metade do século XIX, trazem algum problema para a hipótese em questão, mas neste texto propõe-se uma e…
Derbyshire, Desmond. 1965 Textos hixkaryâna
Belém: Museu Paraense Emílio Goeldi. V. 3. 206 pp
Classificação da língua dos Cinta-Larga
Da mesma informante de que se serviu o Pe. Adalberto Holanda Pereira para obter o vocabulário dos índios Cinta-Larga que ora publica nesta revista1, colheu a Dra. Sarah Gudschinsky, linguista do Summer Institute of Linguistics e da Universidade de Brasília, em dezembro de 1962, uma lista de 39 palavras
A hypothesis on the personal inflection in Boróro
This article has been originally published in Anais da 45a Reunião Anual da SBPC. "Ciência e qualidade de Vida", Universidade Federal de Pernambuco, 11-16 de julho de 1993, p. 509.Translation by Ana Suelly Arruda Câmara Cabral and Beatriz Carretta Corrêa da Silva
Hanke, Wanda Völkerkundliche Forschungen in Südamerika
Kulturgeschichtliche Forschungen Band II. Braunschweig:Albert Limbach Verlag, 1964. 195 pp., references, 101 figuresand plates. DM 32
Reconstruindo o sistema pessoal Proto-Jê
Fundamenta-se uma hipótese de reconstrução das formas pronominais que teriam constituído o sistema pessoal do Proto-Jê, com base em dados de línguas dos três ramos da família Jê - o setentrional, o central e o meridional. De fundamental importância neste estudo é a identificação de princípios que teriam orientado a distribuição das formas reconstruídas com núcleos sintáticos específicos
Alguns problemas em torno da categoria lexical verbo em línguas Tupí-Guaraní
Nesta comunicação são apontados alguns problemas que se apresentamno tratamento da categoria lexical verbo em línguas da família Tupí-Guaraní.Há um problema mais geral, que tem sido debatido ou tem estado implícitoem muitos trabalhos nos últimos anos, que é o do reconhecimento de umasubcategoria lexical de verbos intransitivos estativos oposta a outra de verbosintransitivos ativos
A categoria de voz em Tupí
As categorias gramaticais que conhecemos nas modernas línguas indo--europeias nem sempre correspondem às que poderemos encontrar em línguasde outras famílias. Certas categorias que para nós parecem imprescindíveis,como, v. g., as de gênero e de número, ou, mais ainda, a de tempo, nãose encontram em muitas línguas; por outro lado, ocorrem frequentementecategorias que desconhecemos e das quais jamais sentimos necessidade
Relações internas na família linguística Tupí-Guaraní
O propósito deste trabalho é apresentar uma subdivisão da família linguísticaTupí-Guaraní com base no conhecimento que atualmente temos dela.Embora o conhecimento das línguas Tupí-Guaraní tenha aumentado consideravelmentenos últimos 25 anos, desde a publicação de minha classificaçãoanterior (Rodrigues 1958a, b), sobretudo devido à documentação e análise degrande número de línguas, não está, entretanto ainda suficientemente desenvolvidode modo a p…
Diferenças fonéticas entre o Tupí e o Guaraní
Alguns séculos antes da descoberta das Américas, havia na América do Sul, entre muitos outros, um tronco tribal e linguístico que se localizava nas regiões delimitadas pelos rios Paraná e Paraguai, aproximadamente onde está situada hoje a República do Paraguai1, cujos descendentes, mais tarde, na época da descoberta, depois de migrações diversas, constituíam os tupís e os guaranís encontrados pelos europeus
Tovar, Antonio Semántica y Etimología en el Guaraní
Bogota: Boletín del Instituto Caro y Cuervo 5. 41-51, 1949
Morfologia do verbo Tupí
O presente artigo constitui um ensaio de sistematizaçãoda morfologia do verbo em Tupí antigo. A expressão Tupí antigo é aquiempregada para designar a língua falada pelos índios Tupinambá do Brasiloriental no período abrangido pelos séculos XVI e XVII. As fontes para oconhecimento desta língua estão especificadas em outro artigo do autor1;por isso aqui se faz referência apenas às que mais diretamente fornecerammaterial para este trabalho: são as g…
A língua dos índios Xetá como dialeto Guaraní
Os índios da Serra dos Dourados, PR, só se tornaram conhecidos na década de 1950 e só começaram a ser estudados a partir de 1956 (Fernandes, 1958). As primeiras observações sobre sua língua provocaram a hipótese de que se tratasse de uma língua tupí-guaraní fortemente mesclada com elementos estranhos: Guérios (1959, p.112) declara que "o xetá é uma língua mista no sentido de que há um considerável contingente aloglótico sobre a base tupí-guaraní"…
Evidência Tupí-Guaraní para *pw → kw
O Tupinambá ou Tupí Antigo (T)1 tem kw e pw como sequências bemestabelecidas de segmentos assilábicos (e não como fonemas unitários labializados:eles ocorrem paralelamente a outras sequências, não só mw e ŋw, mastambém rw, nw, sw, ʔw e py, ky, my, ŋy, ry, ny, sy, ʔy). pw e kw do T correspondemambos a kw do Guaraní Antigo (GA
A classificação do tronco linguístico Tupí
Uma comunicação de Morris Swadesh publicada nos Anais do XXXI Congresso Internacional de Americanistas aventou um possível aperfeiçoamento da classificação das línguas americanas através do emprego da estatística lexical. Na mesma ocasião, apresentamos um trabalho sobre as chamadas línguas "impuras" do Tupí-Guaraní, servindo-nos do método léxico-estatístico
Syntax, Semantics, Linguistic Variation (36 works) · Linguistics and Language Studies (33 works) · Humanities (32 works) · Philosophy (29 works) · Linguistics and Education Research (18 works) · Art (13 works) · Linguistics and Discourse Analysis (11 works) · Historical Linguistics and Language Studies (10 works) · Linguistics (10 works) · Geography (8 works)