André Cavalcante
Biographic Data
| ID | 3745678 |
|---|---|
| NAME | André Cavalcante |
| GIVEN NAMES | André |
| FAMILY NAME | Cavalcante |
| SIGNATURE | CAVALCANTE A |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Pernambuco |
| ORCID | 0000-0001-7654-3704 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 10 |
| TOTAL CITATIONS | 49 |
| WORKS AS AUTHOR | 10 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2017 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2023 |
| H-INDEX | 4 |
Fragmentos de discursos de um cotidiano racializado
Neste artigo, que se sustenta na Análise do Discurso materialista, refletimos sobre as intervenções propostas por Grada Kilomba, na carta de apresentação de seu livro Memórias da Plantação: episódios de racismo cotidiano. Dividimos em três eixos suas intervenções: (i) que se volta para a terminologia e conceituação. São propostas outras formas de conhecimento implicadas também na ordem do dizer, tais como racialização, branquitude; (ii) que incid…
Uma luta que não cessa
Este trabalho tem como objetivo refletir sobre o imaginário do sujeito-indígena sobre língua e povos indígenas a partir da escrita de dois livros Índios na visão dos índios: Fulniô e Índios na visão dos índios: Potiguara. Livros que surgiram com o propósito de ser um espaço para que os indígenas falassem por si, um discurso de, para além do já estabilizado no imaginário brasileiro sobre os indígenas. A partir dos discursos desses povos nos questi…
Por um arquivo (d)e memória
A partir da Análise do Discurso e da mobilização das noções de arquivo e memória, este trabalho objetiva refletir sobre a construção de arquivos digitais sobre a transgeneridade na Argentina e no Brasil. Nosso gesto de análise acerca das materialidades inscritas nas páginas do Instagram @archivotrans e @acervobajuba, lança um olhar sobre as subjetividades trans no decorrer da história, observando como o trabalho de arquivo é feito na incompletude…
O real e a metáfora
A partir da análise de discurso (AD), discutimos as construções teóricas de Pêcheux e de outros pesquisadores a respeito do ponto de encontro entre o real da língua e o real da história. Na pandemia, duas enfermeiras criaram a técnica “mãozinhas do amor”, que, a partir de luvas com água quente, simula o toque da mão humana junto à mão do paciente com Covid-19. Com base em materiais jornalísticos, analisamos os modos como essa técnica aponta para …
Um corpo autêntico
A partir de uma cena prototípica (LAGAZZI, 2015) do monólogo de Agrado, em Tudo sobre minha mãe, do diretor Pedro Almodóvar, de 1999, objetivamos refletir sobre corpo, transexualidade e resistência em torno dos enunciados da personagem almodovariana que, organizando-se em torno do significante “autêntica”, dizem respeito ao corpo trans. Neste trabalho, embasados pela Análise do Discurso materialista, entendemos o corpo como um lugar de observação…
Tumbling Into Queer Utopias and Vortexes
Drawing on one year of fieldwork with LGBTQ youth, I explore the ways Tumblr, a microblogging and social networking site, has become a vibrant center of queer discourse and collectivity. I argue that for LGBTQ users, Tumblr simultaneously generates the specter of a "queer utopia"-a space where queer potential flourishes and more expansive ways to think about the future materialize-and queer "vortextuality"-an experience of being sucked into an on…
Struggling for Ordinary
Affect, emotion, and media audiences
In this article, I place qualitative audience research in conversation with theories of affect. Informed by participant data from two qualitative audience studies I have conducted with lesbian, gay, bisexual, transgender, and queer (LGBTQ) audiences in the United States, I illustrate how cultural representations can make significant demands on one’s emotional and affective life, requiring practices of rest, rebuilding, and reclamation. I call thi…
Feminist reception studies in a post-audience age
Joke O. K. E. Hermes recently wrote that “Qualitative audience studies have arguably been the best possible expression of feminist engagement in media studies” (2014, 61). It was the recognition th
Breaking Into Transgender Life
Drawing from ethnographic fieldwork with transgender individuals and communities, this article explores transgender audiences' interactions with what I call “breakout texts,” media that portray “first of its kind” representation. I analyze the films Boys Don't Cry (1999) and TransAmerica (2005) as transgender breakout texts, or media that break into the cultural mainstream, break with historical representational paradigms, and break into the ever…
Tumbling Into Queer Utopias and Vortexes
Drawing on one year of fieldwork with LGBTQ youth, I explore the ways Tumblr, a microblogging and social networking site, has become a vibrant center of queer discourse and collectivity. I argue that for LGBTQ users, Tumblr simultaneously generates the specter of a "queer utopia"-a space where queer potential flourishes and more expansive ways to think about the future materialize-and queer "vortextuality"-an experience of being sucked into an on…
Feminist reception studies in a post-audience age
Joke O. K. E. Hermes recently wrote that “Qualitative audience studies have arguably been the best possible expression of feminist engagement in media studies” (2014, 61). It was the recognition th
Breaking Into Transgender Life
Drawing from ethnographic fieldwork with transgender individuals and communities, this article explores transgender audiences' interactions with what I call “breakout texts,” media that portray “first of its kind” representation. I analyze the films Boys Don't Cry (1999) and TransAmerica (2005) as transgender breakout texts, or media that break into the cultural mainstream, break with historical representational paradigms, and break into the ever…
Affect, emotion, and media audiences
In this article, I place qualitative audience research in conversation with theories of affect. Informed by participant data from two qualitative audience studies I have conducted with lesbian, gay, bisexual, transgender, and queer (LGBTQ) audiences in the United States, I illustrate how cultural representations can make significant demands on one’s emotional and affective life, requiring practices of rest, rebuilding, and reclamation. I call thi…
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