Fabio Cesar Alves
Biographic Data
| ID | 3760756 |
|---|---|
| NAME | Fabio Cesar Alves |
| GIVEN NAMES | Fabio Cesar |
| FAMILY NAME | Alves |
| SIGNATURE | ALVES F C |
| VERIFIED | No |
| TOTAL WORKS | 9 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| WORKS AS AUTHOR | 9 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2013 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2020 |
| H-INDEX | 0 |
Drummond, Carpeaux e o poema longo
Em carta inédita de 1946 para Carlos Drummond de Andrade, Carpeaux, que tinha acabado de ler A rosa do povo, discorre sobre alguns dos aspectos formais decisivos da obra
O poeta insone
This article is aimed at understanding, through the analysis of the poem “Campo, chinês e sono”, from A rosa do povo (1945), how Carlos Drummond de Andrade answers, critically and creatively, to João Cabral de Melo Neto’s the compositions in the book Pedra do sono, guided by the attempt to unsubjectify and forget the self. To that end, the text uses the correspondence between the authors and theoretical formulations of Cabral himself. The poetic …
O poeta insone
O objetivo do artigo é o de compreender, por meio da análise do poema “Campo, chinês e sono”, de A rosa do povo (1945), a maneira pela qual Carlos Drummond de Andrade responde, crítica e criativamente, às composições cabralinas de Pedra do sono, pautadas pela tentativa de dessubjetivação e esquecimento de si. Para esse fim, o texto se vale da correspondência entre os autores e de formulações teóricas do próprio Cabral. A resposta poética e políti…
O demônio russo na prisão varguista
Inquietações de um viajante no apogeu do stalinismo
Este artigo pretende analisar o relato da viagem que Graciliano Ramos fez à União Soviética e democracias populares no início da década de 1950. Para isso, leva em conta tanto os traços da realidade observada quanto as reações do próprio diarista, de modo a entender como o escritor militante foi capaz de criar uma forma literária que põe em discussão, indiretamente, aspectos cruciais da autocracia stalinista, à época impulsionada pela vitória na …
Drummond
Fabio Cesar Alves (fabiocesaralves{at}usp.br) Av. Prof. Luciano Gualberto, 403, Cidade Universitária, São Paulo, SP 05508-900, Brazil
Graciliano e a nata da malandragem
O artigo analisa a reconstrução literária, nas Memórias do cárcere, do contato que o escritor Graciliano Ramos travou com os malandros da Colônia Correcional da Ilha Grande, quando da sua prisão em 1936. A apreensão da dinâmica da marginalidade pelo escritor militante desnuda aspectos da ideologia trabalhista e dialoga a contrapelo com as apostas do nosso primeiro modernismo
Graciliano Ramos da escravidão à sedição
O artigo pretende examinar, por meio de um excerto da obra Memórias do cárcere (1953), de Graciliano Ramos, o movimento composicional do livro, tendo como ponto de partida a reconstrução da experiência de cadeia por parte do narrador situado nos anos 1940 e 1950. Tal reconstrução lhe permite desnudar aspectos regressivos tanto da modernização brasileira quanto da política do Partido no qual o escritor militou
Vivência, reflexão e combate
This study intends to offer an interpretation of the work Memórias do cárcere (1953), by Graciliano Ramos, having as its axis of analysis the configuration of the narrator throughout the account.By means of this configuration, the study aims at extracting, from the text that offers the confession of a subject who "has one foot in the grave", the materials that were addressed by the writer.In this way, it"s possible to apprehend the internal struc…
No prominent works on this page.
Vivência, reflexão e combate
This study intends to offer an interpretation of the work Memórias do cárcere (1953), by Graciliano Ramos, having as its axis of analysis the configuration of the narrator throughout the account.By means of this configuration, the study aims at extracting, from the text that offers the confession of a subject who "has one foot in the grave", the materials that were addressed by the writer.In this way, it"s possible to apprehend the internal struc…
Graciliano e a nata da malandragem
O artigo analisa a reconstrução literária, nas Memórias do cárcere, do contato que o escritor Graciliano Ramos travou com os malandros da Colônia Correcional da Ilha Grande, quando da sua prisão em 1936. A apreensão da dinâmica da marginalidade pelo escritor militante desnuda aspectos da ideologia trabalhista e dialoga a contrapelo com as apostas do nosso primeiro modernismo
Graciliano Ramos da escravidão à sedição
O artigo pretende examinar, por meio de um excerto da obra Memórias do cárcere (1953), de Graciliano Ramos, o movimento composicional do livro, tendo como ponto de partida a reconstrução da experiência de cadeia por parte do narrador situado nos anos 1940 e 1950. Tal reconstrução lhe permite desnudar aspectos regressivos tanto da modernização brasileira quanto da política do Partido no qual o escritor militou
Drummond
Fabio Cesar Alves (fabiocesaralves{at}usp.br) Av. Prof. Luciano Gualberto, 403, Cidade Universitária, São Paulo, SP 05508-900, Brazil
O poeta insone
This article is aimed at understanding, through the analysis of the poem “Campo, chinês e sono”, from A rosa do povo (1945), how Carlos Drummond de Andrade answers, critically and creatively, to João Cabral de Melo Neto’s the compositions in the book Pedra do sono, guided by the attempt to unsubjectify and forget the self. To that end, the text uses the correspondence between the authors and theoretical formulations of Cabral himself. The poetic …
O poeta insone
O objetivo do artigo é o de compreender, por meio da análise do poema “Campo, chinês e sono”, de A rosa do povo (1945), a maneira pela qual Carlos Drummond de Andrade responde, crítica e criativamente, às composições cabralinas de Pedra do sono, pautadas pela tentativa de dessubjetivação e esquecimento de si. Para esse fim, o texto se vale da correspondência entre os autores e de formulações teóricas do próprio Cabral. A resposta poética e políti…
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Inquietações de um viajante no apogeu do stalinismo
Este artigo pretende analisar o relato da viagem que Graciliano Ramos fez à União Soviética e democracias populares no início da década de 1950. Para isso, leva em conta tanto os traços da realidade observada quanto as reações do próprio diarista, de modo a entender como o escritor militante foi capaz de criar uma forma literária que põe em discussão, indiretamente, aspectos cruciais da autocracia stalinista, à época impulsionada pela vitória na …
Drummond, Carpeaux e o poema longo
Em carta inédita de 1946 para Carlos Drummond de Andrade, Carpeaux, que tinha acabado de ler A rosa do povo, discorre sobre alguns dos aspectos formais decisivos da obra
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