Marcos Flamínio Peres
Biographic Data
| ID | 4177291 |
|---|---|
| NAME | Marcos Flamínio Peres |
| GIVEN NAMES | Marcos Flamínio |
| FAMILY NAME | Peres |
| SIGNATURE | PERES M F |
| AFFILIATIONS | Universidade de São Paulo |
| ORCID | 0000-0001-7061-1286 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 4 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 4 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2016 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 0 |
Diva e a histeria: O narrador médico e o controle da voz no romance de José de Alencar
Diva (1864) talvez seja um dos romances mais mal-afamados de José de Alencar, tratado desde cedo como coisa menor: de "uma pieguice condenável" (Machado de Assis), marcado por "elefâncias do estilo" (Franklin Távora) ou, ainda, "obra que pouco ou nada vale" (Antonio Candido). No entanto, apresenta importante inovação para a literatura brasileira da época, que é a figura discursiva do narrador médico em primeira pessoa - o qual é sistematicamente …
Paisagem sublime e paixão: Gonçalves Dias leitor crítico de Turquety
Poeta francês hoje completamente esquecido, Édouard Turquety é, no entanto, o escritor que mais empresta seus versos para servirem de epígrafes a diferentes poemas dos Primeiros Cantos (1846), de Gonçalves Dias, a obra verdadeiramente inaugural do nosso Romantismo. Chama a atenção, contudo, o fato de que nas obras seguintes – Primeiros cantos (1848) e Segundos cantos (1851) - ele desapareça de cena, enquanto outros escritores também presentes enq…
O quarto de Ceci: Paisagem, natureza-morta e desejo em O guarani, de José de Alencar
Este artigo explora duas linhas contrastivas e complementares de representação da natureza em O guarani (1857), de José de Alencar, que são a paisagem e a natureza-morta, em especial esta última. Gênero que atinge seu clímax no século 17 nos Países Baixos, a natureza-morta passa ao primeiro plano da pintura ao valorizar características como a domesticidade, o apego ao detalhe e, sobretudo, a repressão do desejo, conforme apontam os estudos de Sve…
Universos ficcionais: O romanesco em Walter Scott e José de Alencar
Tamanha é a força do romanesco em Walter Scott que ele foi capaz de dar origem a duas linhas de força críticas antagônicas: uma tendendo a situá-lo dentro do conjunto da literatura ocidental, reatualizando arquétipos ancestrais (Frye); outra considerando-o a quintessência do romance histórico por representar momentos cruciais por que passava a sociedade capitalista entre os séculos XVIII e XIX (Lukács). À luz desse pano de fundo teórico contrasti…
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Diva (1864) talvez seja um dos romances mais mal-afamados de José de Alencar, tratado desde cedo como coisa menor: de "uma pieguice condenável" (Machado de Assis), marcado por "elefâncias do estilo" (Franklin Távora) ou, ainda, "obra que pouco ou nada vale" (Antonio Candido). No entanto, apresenta importante inovação para a literatura brasileira da época, que é a figura discursiva do narrador médico em primeira pessoa - o qual é sistematicamente …
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