Eduardo Horta Naasif Veras
Biographic Data
| ID | 420734 |
|---|---|
| NAME | Eduardo Horta Naasif Veras |
| GIVEN NAMES | Eduardo Horta Naasif |
| FAMILY NAME | Veras |
| SIGNATURE | VERAS E H N |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal do Triângulo Mineiro |
| ORCID | 0000-0003-4803-1482 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 15 |
| TOTAL CITATIONS | 3 |
| AUTHOR COUNT | 15 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2012 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 1 |
Palavras dos Editores convidados. Por uma pedagogia literária
Editorial
Vertigem Dos Contornos
Este artigo propõe uma associação entre o pensamento estético de Baudelaire e o advento dos poemas em prosa. O recorte recai sobre o período que vai do Salão de 1845 até o texto escrito e publicado em homenagem a Eugène Delacroix (1862), momento que coincide com a escrita e a publicação da maioria dos Pequenos poemas em prosa na imprensa. Procuro mostrar como o elogio da cor e das formas fugidias vai se intensificando ao longo desses textos, culm…
Baudelaire e o drama da incompreensão
Este artigo pretende mostrar que a incompreensão do público não é apenas um fenômeno histórico-cultural capaz de explicar a má recepção pública dos primeiros poemas de Baudelaire. Tema de vários escritos do poeta, a incompreensão é incorporada em sua poesia como um problema enunciativo. Após breves comentários acerca do conceito de "poeta dramático", cunhado por Barbey d'Aurevilly, analiso alguns poemas em prosa nos quais a incompreensão é dramat…
Ana Cristina Cesar, Paulo Henriques Britto e o legado de João Cabral
O artigo apresenta uma discussão sobre a apropriação crítica do legado de João Cabral de Melo Neto pelas poéticas de Ana Cristina Cesar e Paulo Henriques Britto. A análise recai especialmente sobre os modos de reconfiguração do eu lírico, a concepção de composição e o problema da comunicação nas obras em questão. O reinvestimento no corpo é tomado, finalmente, como elemento privilegiado para se pensar o lugar da subjetitivdade nos dois projetos l…
Vigor e naufrágio
Este artigo pretende discutir a famosa afirmação “Il faut être absolument moderne” (“Devemos ser absolutamente modernos”), feita por Arthur Rimbaud, no poema final de Une saison en enfer. Para tanto, analiso, além do referido poema, trechos das célebres “Lettres du voyant”, endereçada por Rimbaud a Paul Demeny em maio de 1871, e do poema “Le bateau ivre”. Em diálogo com teóricos que se ocuparam do conceito de modernidade e seus paradoxos, em espe…
Le Spleen de Paris
International audience
Um livro singular e fácil de vender
O presente artigo tem por objetivo abordar a obra O Spleen de Paris, publicada postumamente em 1869, a partir da correspondência de Charles Baudelaire, considerando um recorte temporal que se inicia por volta de 1857, ano que marca a aparição das primeiras referências, no âmbito da correspondência, a um projeto de livro de poemas em prosa. Iniciamos a reflexão sobre o gênero epistolar (MORAES, 2009; SANTIAGO, 2002) e sobre as especificidades da c…
As múltiplas dimensões do poético
Apresentação do número especial
Apresentação do número especial
Elogio fúnebre de Charles Asselineau
Trata-se da tradução do Elogio fúnebre que Charles Asselineau proferiu no enterro de Baudelaire, publicado no jornal L'Étendard, na quarta-feira, dia 4 de setembro de 1867, p. 3. Asselineau, após o discurso de Banville, fala da personalidade e da doença de seu amigo Baudelaire, mas também da lenda que foi criada sobre ele e que ele mesmo alimentou como forma de desprezo contra a imbecilidade de seus detratores
Rumo à prosa
O artigo apresenta, em linhas gerais, as principais diretrizes que guiaram o trabalho de uma nova tradução dos Petits poèmes en prose, de Baudelaire, realizado por mim em parceria com Isadora Petry. Procuro mostrar, primeiramente, como o projeto do poeta francês de passagem para prosa demorou a ser compreendido mesmo pela crítica especializada, o que explica em grande parte o caráter poético das primeiras traduções brasileiras. Por outro lado, a …
Responsabilidade e as respostas da poesia. Uma conversa com Marcos Siscar
Marcos Siscar (1964) é hoje, inegavelmente, um nome central para a literatura brasileira. Crítico, tradutor, editor, poeta e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ele é um dos maiores e mais ativos estudiosos da poesia entre nós, dedicando-se tanto à história do presente quanto aos autores e questões da tradição (não apenas do Brasil). Seu trabalho, múltiplo e inquieto, tem repercutido decisivamente na compreensão do fenômeno …
A escola pagã
Música desconhecida de Paulo Henriques Britto
Este artigo propõe uma breve análise da presença da música na poética de Paulo Henriques Britto. Dialogando com a obra ensaística do poeta francês Jean-Michel Maulpoix, pretendo demonstrar que a obra do poeta carioca insere-se de maneira peculiar na discussão contemporânea acerca das heranças da tradição lírica, não podendo, portanto, ser associada de maneira direta às poéticas de matriz antilírica. Tal análise abre-se, finalmente, para uma poste…
Dentro do labirinto
.
Ana Cristina Cesar, Paulo Henriques Britto e o legado de João Cabral
O artigo apresenta uma discussão sobre a apropriação crítica do legado de João Cabral de Melo Neto pelas poéticas de Ana Cristina Cesar e Paulo Henriques Britto. A análise recai especialmente sobre os modos de reconfiguração do eu lírico, a concepção de composição e o problema da comunicação nas obras em questão. O reinvestimento no corpo é tomado, finalmente, como elemento privilegiado para se pensar o lugar da subjetitivdade nos dois projetos l…
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Dentro do labirinto
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Música desconhecida de Paulo Henriques Britto
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Marcos Siscar (1964) é hoje, inegavelmente, um nome central para a literatura brasileira. Crítico, tradutor, editor, poeta e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ele é um dos maiores e mais ativos estudiosos da poesia entre nós, dedicando-se tanto à história do presente quanto aos autores e questões da tradição (não apenas do Brasil). Seu trabalho, múltiplo e inquieto, tem repercutido decisivamente na compreensão do fenômeno …
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