Daniel Abud Marques Robbin
Biographic Data
| ID | 6141348 |
|---|---|
| NAME | Daniel Abud Marques Robbin |
| GIVEN NAMES | Daniel Abud Marques |
| FAMILY NAME | Robbin |
| SIGNATURE | ROBBIN D A M |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Santa Catarina |
| ORCID | 0000-0003-2527-1694 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 4 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| WORKS AS AUTHOR | 4 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2021 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 0 |
Geolinguística, léxico e história social
Este é um estudo acerca da realização do português falado no Sul do Brasil a partir de dados do Atlas Linguístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil (Altenhofen et al., 2011) e discute resultados da dissertação de Robbin (2022). O artigo analisa denominações para três questões relacionadas à morte, QSL 479 (sepultura/cova), QSL 480 (túmulo/carneira) e QSL 499 (fantasma/visagem). Propõe-se, também, recartografação dos dados, permitindo observação…
Tabu linguístico de decência sob o viés sócio histórico
Este trabalho, a partir do aporte teórico dos Estudos do Léxico e do Léxico Tabu (ULLMANN, 1964; KROLL, 1984; BIDERMAN, 1992, 2006; ISQUERDO, 2008; ORSI, 2012), propõe-se a revisitar o campo semântico lexical tabuístico das relações extraconjugais e extraoficiais na história da língua portuguesa. Como objetivos específicos, visamos a descrever as variantes amancebado(a), amasiado(a), amásio(a), amigo(a), amigado(a), concubino(a) e mancebo(a) sob …
A Motivação Semântica Do Signo-Tabu E Suas Reverberações Morfológicas
Este trabalho se propõe a revisitar a questão da arbitrariedade e da iconicidade do signo linguístico, especificamente, daquele signo tido como tabu no acervo lexical da língua. Para tanto, valemo-nos de corpora sociolinguísticos coletados a partir de questionário semântico-lexical com dezoito informantes na cidade de Corumbá/MS. Nossa hipótese inicial de que existem, na língua, itens lexicais tabuísticos que apresentam motivação extralinguística…
A literatura do ensino médio nas vozes de acadêmicos de Letras
Apresentamos, neste artigo, percepções de acadêmicos de Letras, no que se refere a experiências que estes possuíram com as aulas de literatura no Ensino Médio. Para tanto, consideramos o aporte teórico das teorias do Ensino de Literatura e do Letramento Literário, de modo a confrontar perspectivas clássicas e atuais, e dar voz àqueles que mais necessitam de uma formação crítica enquanto leitores literários, os ex-alunos e futuros professores, for…
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A Motivação Semântica Do Signo-Tabu E Suas Reverberações Morfológicas
Este trabalho se propõe a revisitar a questão da arbitrariedade e da iconicidade do signo linguístico, especificamente, daquele signo tido como tabu no acervo lexical da língua. Para tanto, valemo-nos de corpora sociolinguísticos coletados a partir de questionário semântico-lexical com dezoito informantes na cidade de Corumbá/MS. Nossa hipótese inicial de que existem, na língua, itens lexicais tabuísticos que apresentam motivação extralinguística…
A literatura do ensino médio nas vozes de acadêmicos de Letras
Apresentamos, neste artigo, percepções de acadêmicos de Letras, no que se refere a experiências que estes possuíram com as aulas de literatura no Ensino Médio. Para tanto, consideramos o aporte teórico das teorias do Ensino de Literatura e do Letramento Literário, de modo a confrontar perspectivas clássicas e atuais, e dar voz àqueles que mais necessitam de uma formação crítica enquanto leitores literários, os ex-alunos e futuros professores, for…
Tabu linguístico de decência sob o viés sócio histórico
Este trabalho, a partir do aporte teórico dos Estudos do Léxico e do Léxico Tabu (ULLMANN, 1964; KROLL, 1984; BIDERMAN, 1992, 2006; ISQUERDO, 2008; ORSI, 2012), propõe-se a revisitar o campo semântico lexical tabuístico das relações extraconjugais e extraoficiais na história da língua portuguesa. Como objetivos específicos, visamos a descrever as variantes amancebado(a), amasiado(a), amásio(a), amigo(a), amigado(a), concubino(a) e mancebo(a) sob …
Geolinguística, léxico e história social
Este é um estudo acerca da realização do português falado no Sul do Brasil a partir de dados do Atlas Linguístico-Etnográfico da Região Sul do Brasil (Altenhofen et al., 2011) e discute resultados da dissertação de Robbin (2022). O artigo analisa denominações para três questões relacionadas à morte, QSL 479 (sepultura/cova), QSL 480 (túmulo/carneira) e QSL 499 (fantasma/visagem). Propõe-se, também, recartografação dos dados, permitindo observação…
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