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José N Heck

Biographic Data

ID6350041
NAMEJosé N Heck
GIVEN NAMESJosé N
FAMILY NAMEHeck
SIGNATUREHECK J N
AFFILIATIONSUniversidade Federal de Goiás
VERIFIEDNo
TOTAL WORKS19
TOTAL CITATIONS2
AUTHOR COUNT19
EDITOR COUNT0
FIRST PUBLICATION YEAR1998
LATEST PUBLICATION YEAR2019
H-INDEX1
  • Autonomia, Sentimento De Respeito E Direito

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2019

    O trabalho apresenta o encaminhamento dado ao fato kantiano da razão em dois artigos recentes e retoma, a seguir, a discussão em torno do sentimento do respeito pela lei moral para concluir que a concepção fichteana de razão prática configura o primeiro mal-entendido do Faktum

  • Globalização E Cosmopolismo: Controvérsias Kantianas Do Direito Dos Povos

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Síntese Revista de Filosofia•2015

    Kant distingue entre direito estatal, direito dos povos e direito cosmopolita. O presente artigo expõe o princípio moral do cosmopolitismo kantiano e a proposta discreta de cosmopolitismo político do filósofo alemão. O trabalho destaca a posição cosmopolita kantiana sob o pano de fundo do internacionalismo que propõe uma versão planetária de sociedade civil (J. Habermas) e do jusnaturalismo que defende a figura de um cidadão do mundo ao lado das …

  • Ética, globalização e Internet: Um novo desafio

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Comunicação & Informação•2013

    The author debates the question of the philosophical concept of ethics in the context of world economy and the revolution of computer science. Begining from the ideas of "universalism" and individualism, the philosopher approaches the use and consumption of modem computer networks (internet) and what it means to eíhical behavior

  • As Recepções De Tugendhat E Habermas Da Doutrina Kantiana Do Direito

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Síntese Revista de Filosofia•2010

    A Doutrina do Direito (1797) é um dos últimos trabalhos de Kant. Recomposto para uma nova editoração, o texto tem merecido a atenção de filósofos e teóricos do Direito. A presente contribuição examina a repercussão da obra jurídica de Kant nos escritos recentes de Tugendhat e Habermas. O artigo privilegia as relações entre Direito e Moral e procura mostrar a originalidade da concepção normativa de Kant para a Filosofia do Direito.Abstract: Doctri…

  • Estado, Propriedade E Trabalho Em I. Kant

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Síntese Revista de Filosofia•2010

    As teorias da apropriação originária seguem, em Locke como em Kant, o mesmo esquema racional, ou seja, quando um homem assume determinada conduta em relação a certo objeto ele torna-se o dono do mesmo e adquire em relação aos demais seres humanos o direito de excluí-los do uso do objeto. Mas, enquanto na teoria lockiana a causa fundante e a sustentação de validade da propriedade convergem, Kant distingue claramente a base empírica do plano normat…

  • Por Que Obedecer a Leis Que Desaprovamos

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Síntese Revista de Filosofia•2010

    Como monumentos da modernidade política, os Estados Nacionais configuram os sistemas do positivismo jurídico. O discurso político no final do século XX gira em torno da confiabilidade dos ordenamentos jurídicos estatais. O presente texto enfoca a decomposição do Estado Nacional sob o prisma da obrigatoriedade que vincula o comportamento dos cidadãos à ordem legal vigente. O artigo desenvolve as conexões entre direito e dever no âmbito dos moderno…

  • O Princípio Kantiano Da Publicidade Na Moral E No Direito

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Síntese Revista de Filosofia•2010

    A moderna concepção de indivíduo justifica-se na esfera pública. O termo publicidade remonta ao modo privado de pensar, no século XVIII, por parte de pessoas que tinham o costume, à maneira iluminista, de ler livros, eram rotineiramente informadas por jornais, criavam associações de leitura e freqüentavam espaços comuns de lazer em cafés, salões e parques, onde à época eram discutidas novas idéias advindas de longe, oriundas dos grandes centros u…

  • Deveres De Virtude E Razão Prática Em Kant

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Síntese Revista de Filosofia•2010

    Com vistas à amplitude das objeções de H. Allison no âmbito da concepção tardia da ética kantiana, o presente trabalho propõe-se mostrar que o filósofo alemão sustenta a ordenação de fins como deveres com o interesse da razão no fato de ela mesma conter fins, ou seja, no intuito de mostrar que os fins propostos pela razão pura prática coincidem com a aptidão prática da razão de fornecer fins, tornando cada homem merecedor da vida que acolhe a seu…

  • Kant e os princípios de Ulpiano: A erradicação da doutrina do direito natural

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•ethic@ - An international Journal…•2009

    O presente artigo procura mostrar que a doutrina kantiana do direito remete a uma versão originaldos princípios ulpianos com o objetivo de converter a milenar doutrina jusnaturalista em aliadada liberdade humana, voltada para a consumação das idéias republicanas e da paz perpétua. Otexto destaca as considerações críticas de Kant acerca da teologia natural de origem wolffi ana erefaz, no semestre de 1784, os princípios de Ulpiano à luz dos princíp…

  • Manual de filosofia do direito

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•ethic@ - An international Journal…•2008

    .

  • Origens e aporias do jusnaturalismo moderno

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•ethic@ - An international Journal…•2008

    O jusnaturalismo perfaz uma doutrina jurídica que prescreve um conjunto de leis para a conduta human, denominado direito natural, cuja validade intersubjetiva não coincide com a validade reivindicada pelo conjunto normativo do juspositivismo aos cuidados do Estado de direito. O princípio filosófico da lei natural pode ser resumido da seguinte maneira: o direito natural é historicamente anterior e eticamente superior aos sistemas de direito positi…

  • Conservação de si e modernidade - Uma abordagem crítica aos conceitos de bioéticameio ambiente e

    Open Access•José N Heck, José Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2005

    O esforço de perseverar na existência substitui, na Modernidade, o milenar imaginário finalista do desejo governado pela reta razão. Entre nascimento e morte, a conservação de si marca a singularidade humana e tece a irredutível individualidade de nossas vidas. As pesquisas ambientais e os estudos de biótica retornam das nascentes da racionalidade moderna com o mapa da incomensurabilidade dos conflitos e o enigma de uma era perdida. A articulação…

  • Contratualismo e sumo bem político

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2004

    A incorporação econômica gradual da livre circulação de bens, pessoas, serviço ou capitais e a paulatina reengenharia da homogeneização tecnológica e social dos povos da terra não dispensam uma concepção política prévia do sumo bem político que consiste na paz perpétua. O artigo tem por objeto o contratualismo kantiano e trata das formas organizacionais planetárias de Kant. O texto busca esclarecer como Kant vê, elabora e soluciona o problema de …

  • Direito E Dever De Resistência Ou Progresso Para Melhor Política, Direito E História Em I. Kant

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2004

    Para Kant, a luta pelo aprimoramento do direito é travada com as armas da argumentação. Trata-se de emancipar a comunidade jurídica da tutela oriunda do senhorio violento das origens. rumo ao Estado republicano. O processo desemboca na constituição de um Estado estabelecido pela união de uma multidão de seres humanos submetida a leis de direito, no qual o povo exerce, na figura de seus representantes, a soberania e os poderes da República estão c…

  • Direito Subjetivo E Dever Jurídico Interno Em Kant

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2003

    O ensaio expõe a posição kantiana tardia em relação ao direito e à ética, com destaque para as noções de direito subjetivo e de dever jurídico intemo. Trata-se de mostrar a originalidade de Kant na última versão redacional das doutrinas do direito e da virtude. O trabalho realça a contribuição do direito racional kantiano para os limites da dogmática jurídica atual em face da crescente juridificação das ciênciasnormativas

  • O Estado Natural E a Verdadeira Liberdade Do Súdito Em Th. Hobbes

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2002•References: 1

    O artigo retoma a interpretação de Macpherson do estado natural e a confronta com a concepção hobbesiana da verdadeira liberdade dos súditos. O trabalho expõe os desafios teóricos do fisicalismo vital na obra de Hobbes e assume e posição de que o teórico político inglês não prova que os homens evitam pela luta e ou pela fuga a morte violenta movidos unicamente por uma necessidade natural

  • O Normativismo Uniforme De Tugendhat E O Elogio a Aristóteles

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2000

    A Doutrina do direito é um dos últimos trabalhos de Kant. Recomposto para uma nova editoração, o texto tem merecido a atenção de e teóricos do direito. A presente contribuição examina a repercussão da obra jurídica de Kant nos escritos recentes de Tugendhat, um dos críticos mais notórios do pensamento kantiano. O artigo privilegia asrelações entre direito e moral, procura dar uma feição mais nítida à chamada razão trivial, tendo em vista as cláss…

  • Jusnaturalismo E Dialética

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•1999•Cited by: 1

    Neste artigo, o autor apresenta osproblemas relacionados ao jusnaturalismo -posição que prescreve um conjunto de normaspara a conduta humana, anteriores àquilo que éfixado pelo Estado

  • Estado E Propriedade Na Doutrina Do Direito De Kant

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•1998•Cited by: 1•References: 1

    SÍNTESE - o artigo sumaria o modo peculiar como Kant lida com o estado de natureza hobbesiano e estabelece o espaço público do meum vel tuum extemum na Doutrina do Direito. O texto visa realçar a originalidade de Kant como filósofo político

  • Jusnaturalismo E Dialética

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•1999•Cited by: 1

    Neste artigo, o autor apresenta osproblemas relacionados ao jusnaturalismo -posição que prescreve um conjunto de normaspara a conduta humana, anteriores àquilo que éfixado pelo Estado

  • Estado E Propriedade Na Doutrina Do Direito De Kant

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•1998•Cited by: 1•References: 1

    SÍNTESE - o artigo sumaria o modo peculiar como Kant lida com o estado de natureza hobbesiano e estabelece o espaço público do meum vel tuum extemum na Doutrina do Direito. O texto visa realçar a originalidade de Kant como filósofo político

  • Estado E Propriedade Na Doutrina Do Direito De Kant

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•1998•Cited by: 1•References: 1

    SÍNTESE - o artigo sumaria o modo peculiar como Kant lida com o estado de natureza hobbesiano e estabelece o espaço público do meum vel tuum extemum na Doutrina do Direito. O texto visa realçar a originalidade de Kant como filósofo político

  • Jusnaturalismo E Dialética

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•1999•Cited by: 1

    Neste artigo, o autor apresenta osproblemas relacionados ao jusnaturalismo -posição que prescreve um conjunto de normaspara a conduta humana, anteriores àquilo que éfixado pelo Estado

  • O Normativismo Uniforme De Tugendhat E O Elogio a Aristóteles

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2000

    A Doutrina do direito é um dos últimos trabalhos de Kant. Recomposto para uma nova editoração, o texto tem merecido a atenção de e teóricos do direito. A presente contribuição examina a repercussão da obra jurídica de Kant nos escritos recentes de Tugendhat, um dos críticos mais notórios do pensamento kantiano. O artigo privilegia asrelações entre direito e moral, procura dar uma feição mais nítida à chamada razão trivial, tendo em vista as cláss…

  • O Estado Natural E a Verdadeira Liberdade Do Súdito Em Th. Hobbes

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2002•References: 1

    O artigo retoma a interpretação de Macpherson do estado natural e a confronta com a concepção hobbesiana da verdadeira liberdade dos súditos. O trabalho expõe os desafios teóricos do fisicalismo vital na obra de Hobbes e assume e posição de que o teórico político inglês não prova que os homens evitam pela luta e ou pela fuga a morte violenta movidos unicamente por uma necessidade natural

  • Direito Subjetivo E Dever Jurídico Interno Em Kant

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2003

    O ensaio expõe a posição kantiana tardia em relação ao direito e à ética, com destaque para as noções de direito subjetivo e de dever jurídico intemo. Trata-se de mostrar a originalidade de Kant na última versão redacional das doutrinas do direito e da virtude. O trabalho realça a contribuição do direito racional kantiano para os limites da dogmática jurídica atual em face da crescente juridificação das ciênciasnormativas

  • Contratualismo e sumo bem político

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2004

    A incorporação econômica gradual da livre circulação de bens, pessoas, serviço ou capitais e a paulatina reengenharia da homogeneização tecnológica e social dos povos da terra não dispensam uma concepção política prévia do sumo bem político que consiste na paz perpétua. O artigo tem por objeto o contratualismo kantiano e trata das formas organizacionais planetárias de Kant. O texto busca esclarecer como Kant vê, elabora e soluciona o problema de …

  • Direito E Dever De Resistência Ou Progresso Para Melhor Política, Direito E História Em I. Kant

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2004

    Para Kant, a luta pelo aprimoramento do direito é travada com as armas da argumentação. Trata-se de emancipar a comunidade jurídica da tutela oriunda do senhorio violento das origens. rumo ao Estado republicano. O processo desemboca na constituição de um Estado estabelecido pela união de uma multidão de seres humanos submetida a leis de direito, no qual o povo exerce, na figura de seus representantes, a soberania e os poderes da República estão c…

  • Conservação de si e modernidade - Uma abordagem crítica aos conceitos de bioéticameio ambiente e

    Open Access•José N Heck, José Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2005

    O esforço de perseverar na existência substitui, na Modernidade, o milenar imaginário finalista do desejo governado pela reta razão. Entre nascimento e morte, a conservação de si marca a singularidade humana e tece a irredutível individualidade de nossas vidas. As pesquisas ambientais e os estudos de biótica retornam das nascentes da racionalidade moderna com o mapa da incomensurabilidade dos conflitos e o enigma de uma era perdida. A articulação…

  • Manual de filosofia do direito

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•ethic@ - An international Journal…•2008

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  • Origens e aporias do jusnaturalismo moderno

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•ethic@ - An international Journal…•2008

    O jusnaturalismo perfaz uma doutrina jurídica que prescreve um conjunto de leis para a conduta human, denominado direito natural, cuja validade intersubjetiva não coincide com a validade reivindicada pelo conjunto normativo do juspositivismo aos cuidados do Estado de direito. O princípio filosófico da lei natural pode ser resumido da seguinte maneira: o direito natural é historicamente anterior e eticamente superior aos sistemas de direito positi…

  • Kant e os princípios de Ulpiano: A erradicação da doutrina do direito natural

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•ethic@ - An international Journal…•2009

    O presente artigo procura mostrar que a doutrina kantiana do direito remete a uma versão originaldos princípios ulpianos com o objetivo de converter a milenar doutrina jusnaturalista em aliadada liberdade humana, voltada para a consumação das idéias republicanas e da paz perpétua. Otexto destaca as considerações críticas de Kant acerca da teologia natural de origem wolffi ana erefaz, no semestre de 1784, os princípios de Ulpiano à luz dos princíp…

  • As Recepções De Tugendhat E Habermas Da Doutrina Kantiana Do Direito

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Síntese Revista de Filosofia•2010

    A Doutrina do Direito (1797) é um dos últimos trabalhos de Kant. Recomposto para uma nova editoração, o texto tem merecido a atenção de filósofos e teóricos do Direito. A presente contribuição examina a repercussão da obra jurídica de Kant nos escritos recentes de Tugendhat e Habermas. O artigo privilegia as relações entre Direito e Moral e procura mostrar a originalidade da concepção normativa de Kant para a Filosofia do Direito.Abstract: Doctri…

  • Estado, Propriedade E Trabalho Em I. Kant

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Síntese Revista de Filosofia•2010

    As teorias da apropriação originária seguem, em Locke como em Kant, o mesmo esquema racional, ou seja, quando um homem assume determinada conduta em relação a certo objeto ele torna-se o dono do mesmo e adquire em relação aos demais seres humanos o direito de excluí-los do uso do objeto. Mas, enquanto na teoria lockiana a causa fundante e a sustentação de validade da propriedade convergem, Kant distingue claramente a base empírica do plano normat…

  • Por Que Obedecer a Leis Que Desaprovamos

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Síntese Revista de Filosofia•2010

    Como monumentos da modernidade política, os Estados Nacionais configuram os sistemas do positivismo jurídico. O discurso político no final do século XX gira em torno da confiabilidade dos ordenamentos jurídicos estatais. O presente texto enfoca a decomposição do Estado Nacional sob o prisma da obrigatoriedade que vincula o comportamento dos cidadãos à ordem legal vigente. O artigo desenvolve as conexões entre direito e dever no âmbito dos moderno…

  • O Princípio Kantiano Da Publicidade Na Moral E No Direito

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Síntese Revista de Filosofia•2010

    A moderna concepção de indivíduo justifica-se na esfera pública. O termo publicidade remonta ao modo privado de pensar, no século XVIII, por parte de pessoas que tinham o costume, à maneira iluminista, de ler livros, eram rotineiramente informadas por jornais, criavam associações de leitura e freqüentavam espaços comuns de lazer em cafés, salões e parques, onde à época eram discutidas novas idéias advindas de longe, oriundas dos grandes centros u…

  • Deveres De Virtude E Razão Prática Em Kant

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Síntese Revista de Filosofia•2010

    Com vistas à amplitude das objeções de H. Allison no âmbito da concepção tardia da ética kantiana, o presente trabalho propõe-se mostrar que o filósofo alemão sustenta a ordenação de fins como deveres com o interesse da razão no fato de ela mesma conter fins, ou seja, no intuito de mostrar que os fins propostos pela razão pura prática coincidem com a aptidão prática da razão de fornecer fins, tornando cada homem merecedor da vida que acolhe a seu…

  • Ética, globalização e Internet: Um novo desafio

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Comunicação & Informação•2013

    The author debates the question of the philosophical concept of ethics in the context of world economy and the revolution of computer science. Begining from the ideas of "universalism" and individualism, the philosopher approaches the use and consumption of modem computer networks (internet) and what it means to eíhical behavior

  • Globalização E Cosmopolismo: Controvérsias Kantianas Do Direito Dos Povos

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Síntese Revista de Filosofia•2015

    Kant distingue entre direito estatal, direito dos povos e direito cosmopolita. O presente artigo expõe o princípio moral do cosmopolitismo kantiano e a proposta discreta de cosmopolitismo político do filósofo alemão. O trabalho destaca a posição cosmopolita kantiana sob o pano de fundo do internacionalismo que propõe uma versão planetária de sociedade civil (J. Habermas) e do jusnaturalismo que defende a figura de um cidadão do mundo ao lado das …

  • Autonomia, Sentimento De Respeito E Direito

    Open Access•José N Heck•ARTICLE•Veritas (Porto Alegre)•2019

    O trabalho apresenta o encaminhamento dado ao fato kantiano da razão em dois artigos recentes e retoma, a seguir, a discussão em torno do sentimento do respeito pela lei moral para concluir que a concepção fichteana de razão prática configura o primeiro mal-entendido do Faktum

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