Wellington Castellucci Junior
Biographic Data
| ID | 679263 |
|---|---|
| NAME | Wellington Castellucci Junior |
| GIVEN NAMES | Wellington |
| FAMILY NAME | Castellucci Junior |
| SIGNATURE | JÚNIOR W C |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal do Recôncavo da Bahia |
| ORCID | 0000-0002-8169-5611 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 9 |
| TOTAL CITATIONS | 8 |
| AUTHOR COUNT | 9 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2005 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2022 |
| H-INDEX | 1 |
Fronteiras oceânicas: Baleação E Ambiente Marinho Na Era Do Capitalismo Industrial, 1740-1850
Esse artigo aborda a implantação da atividade baleeira na costa leste dos Estados Unidos, a partir do século XVII, tomando como ponto de partida o início da era moderna e a formação do capitalismo no mundo ocidental. Enfoca a relação entre a produção de derivados de baleias no Atlântico Sul e Pacífico com os mercados europeus e a ascensão da industrialização. Também analisa a expansão baleeira estadunidense em direção aos oceanos Atlântico e Pací…
Baleias e Império: Os Estados Unidos e a expansão baleeira nos mares do Atlântico Sul (1761-1844)
Este artigo analisa a expansão baleeira norte-americana, ocorrida entre o final do século XVIII e a primeira metade do XIX, em direção ao litoral brasileiro. Foram escrutinadas fontes em dois arquivos e museus da Nova Inglaterra, o Mystic Sea Port e o Whaling Museum. No primeiro, consultamos as relações de viagens baleeiras ocorridas entre a segunda metade do século XVIII até 1920. Também arrolamos documentos avulsos, cartas de marinheiros e coma…
Uma lei para os libertos: Recrutamentos e território quilombola no Recôncavo da Bahia, 1800-1860
Este artigo analisa a ação repressiva das autoridades coloniais e provinciais sobre os escravos e libertos da Bahia, que viviam nas franjas do condado de Nazaré das Farinhas, na primeira metade do século XIX. Também são analisadas as diferentes estratégias levadas a cabo por homens livres para burlar o recrutamento militar, especialmente a formação de quilombos e a construção de territórios negros. O estudo enfatiza o movimento de escravos fugiti…
A árvore da liberdade nagô: Marcos Theodoro Pimentel e sua família entre a escravidão e o pós-Abolição. Itaparica, 1834-1968
Este artigo aborda a trajetória de três gerações da família Pimentel, desde a chegada ao Brasil do africano Marcos, no final da década de 1830, até o advento da sacerdotisa Ondina Valéria Pimentel, quarta líder espiritual do candomblé Ilê Axé Opô Afonjá, no ano de 1968. O uso de variada documentação existente nos arquivos nacionais e internacionais permitiu compor a genealogia de uma família que permaneceu unida durante toda a segunda metade do s…
De cativos a baleeiros: Uma amizade indissolúvel entre dois africanos no outro lado do Atlântico (Itaparica, 1816-1886)
Este artigo aborda a trajetória de dois africanos baleeiros que viveram na Ilha de Itaparica no período oitocentista. Com base em fontes inéditas, o texto revela a chegada desses dois indivíduos à maior ilha da baía de Todos os Santos, o período de cativeiro, a conquista da liberdade e a vida de ambos como libertos. Empreendedores da baleação, esses dois africanos nagôs tornaram-se figuras proeminentes de Itaparica, sendo responsáveis pela libert…
Nas franjas da plantation: Trabalho e condições de vida de escravos e libertos em pequenas propriedades de Itaparica: 1840-1888
Este artigo procura fazer uma análise das relações de trabalho escravo e livre em pequenas propriedades rurais da Ilha de Itaparica durante as últimas décadas de escravidão no Brasil. Situada à frente da cidade do Salvador, na baía de Todos os Santos, Itaparica cumpriu, no passado, um importante papel no abastecimento de gêneros alimentícios para a capital e vilas do Recôncavo. Também é propósito deste estudo enfocar de que modo se processava o e…
Tramas, terra e liberdade: Família escrava e alforrias na Ilha de Itaparica no século XIX
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A forca e o machado: Resistência escrava e quotidiano de libertos na Comarca de Nazareth das Farinhas. Recôncavo baiano, 1830-1852
Este artigo é uma reflexão parcial de um estudo mais amplo, que vem sendo feito, sobre o quotidiano dos forros e as formas de resistência dos escravos na Comarca de Nazaré das Farinhas, na primeira metade do século XIX. Ele discorre sobre as tentativas de disciplinar os forros, a partir dos recrutamentos forçados para a Guarda Nacional, e as punições severas praticadas contra escravos delituosos com vistas a conter a crescente rebeldia dos cativo…
Pescadores e baleeiros: O envolvimento de escravos e forros na atividade da pesca da baleia nas últimas décadas dos Oitocentos. Itaparica: 1860-1888
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Baleias e Império: Os Estados Unidos e a expansão baleeira nos mares do Atlântico Sul (1761-1844)
Este artigo analisa a expansão baleeira norte-americana, ocorrida entre o final do século XVIII e a primeira metade do XIX, em direção ao litoral brasileiro. Foram escrutinadas fontes em dois arquivos e museus da Nova Inglaterra, o Mystic Sea Port e o Whaling Museum. No primeiro, consultamos as relações de viagens baleeiras ocorridas entre a segunda metade do século XVIII até 1920. Também arrolamos documentos avulsos, cartas de marinheiros e coma…
Fronteiras oceânicas: Baleação E Ambiente Marinho Na Era Do Capitalismo Industrial, 1740-1850
Esse artigo aborda a implantação da atividade baleeira na costa leste dos Estados Unidos, a partir do século XVII, tomando como ponto de partida o início da era moderna e a formação do capitalismo no mundo ocidental. Enfoca a relação entre a produção de derivados de baleias no Atlântico Sul e Pacífico com os mercados europeus e a ascensão da industrialização. Também analisa a expansão baleeira estadunidense em direção aos oceanos Atlântico e Pací…
A árvore da liberdade nagô: Marcos Theodoro Pimentel e sua família entre a escravidão e o pós-Abolição. Itaparica, 1834-1968
Este artigo aborda a trajetória de três gerações da família Pimentel, desde a chegada ao Brasil do africano Marcos, no final da década de 1830, até o advento da sacerdotisa Ondina Valéria Pimentel, quarta líder espiritual do candomblé Ilê Axé Opô Afonjá, no ano de 1968. O uso de variada documentação existente nos arquivos nacionais e internacionais permitiu compor a genealogia de uma família que permaneceu unida durante toda a segunda metade do s…
De cativos a baleeiros: Uma amizade indissolúvel entre dois africanos no outro lado do Atlântico (Itaparica, 1816-1886)
Este artigo aborda a trajetória de dois africanos baleeiros que viveram na Ilha de Itaparica no período oitocentista. Com base em fontes inéditas, o texto revela a chegada desses dois indivíduos à maior ilha da baía de Todos os Santos, o período de cativeiro, a conquista da liberdade e a vida de ambos como libertos. Empreendedores da baleação, esses dois africanos nagôs tornaram-se figuras proeminentes de Itaparica, sendo responsáveis pela libert…
Nas franjas da plantation: Trabalho e condições de vida de escravos e libertos em pequenas propriedades de Itaparica: 1840-1888
Este artigo procura fazer uma análise das relações de trabalho escravo e livre em pequenas propriedades rurais da Ilha de Itaparica durante as últimas décadas de escravidão no Brasil. Situada à frente da cidade do Salvador, na baía de Todos os Santos, Itaparica cumpriu, no passado, um importante papel no abastecimento de gêneros alimentícios para a capital e vilas do Recôncavo. Também é propósito deste estudo enfocar de que modo se processava o e…
A forca e o machado: Resistência escrava e quotidiano de libertos na Comarca de Nazareth das Farinhas. Recôncavo baiano, 1830-1852
Este artigo é uma reflexão parcial de um estudo mais amplo, que vem sendo feito, sobre o quotidiano dos forros e as formas de resistência dos escravos na Comarca de Nazaré das Farinhas, na primeira metade do século XIX. Ele discorre sobre as tentativas de disciplinar os forros, a partir dos recrutamentos forçados para a Guarda Nacional, e as punições severas praticadas contra escravos delituosos com vistas a conter a crescente rebeldia dos cativo…
Pescadores e baleeiros: O envolvimento de escravos e forros na atividade da pesca da baleia nas últimas décadas dos Oitocentos. Itaparica: 1860-1888
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A forca e o machado: Resistência escrava e quotidiano de libertos na Comarca de Nazareth das Farinhas. Recôncavo baiano, 1830-1852
Este artigo é uma reflexão parcial de um estudo mais amplo, que vem sendo feito, sobre o quotidiano dos forros e as formas de resistência dos escravos na Comarca de Nazaré das Farinhas, na primeira metade do século XIX. Ele discorre sobre as tentativas de disciplinar os forros, a partir dos recrutamentos forçados para a Guarda Nacional, e as punições severas praticadas contra escravos delituosos com vistas a conter a crescente rebeldia dos cativo…
Nas franjas da plantation: Trabalho e condições de vida de escravos e libertos em pequenas propriedades de Itaparica: 1840-1888
Este artigo procura fazer uma análise das relações de trabalho escravo e livre em pequenas propriedades rurais da Ilha de Itaparica durante as últimas décadas de escravidão no Brasil. Situada à frente da cidade do Salvador, na baía de Todos os Santos, Itaparica cumpriu, no passado, um importante papel no abastecimento de gêneros alimentícios para a capital e vilas do Recôncavo. Também é propósito deste estudo enfocar de que modo se processava o e…
Tramas, terra e liberdade: Família escrava e alforrias na Ilha de Itaparica no século XIX
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De cativos a baleeiros: Uma amizade indissolúvel entre dois africanos no outro lado do Atlântico (Itaparica, 1816-1886)
Este artigo aborda a trajetória de dois africanos baleeiros que viveram na Ilha de Itaparica no período oitocentista. Com base em fontes inéditas, o texto revela a chegada desses dois indivíduos à maior ilha da baía de Todos os Santos, o período de cativeiro, a conquista da liberdade e a vida de ambos como libertos. Empreendedores da baleação, esses dois africanos nagôs tornaram-se figuras proeminentes de Itaparica, sendo responsáveis pela libert…
A árvore da liberdade nagô: Marcos Theodoro Pimentel e sua família entre a escravidão e o pós-Abolição. Itaparica, 1834-1968
Este artigo aborda a trajetória de três gerações da família Pimentel, desde a chegada ao Brasil do africano Marcos, no final da década de 1830, até o advento da sacerdotisa Ondina Valéria Pimentel, quarta líder espiritual do candomblé Ilê Axé Opô Afonjá, no ano de 1968. O uso de variada documentação existente nos arquivos nacionais e internacionais permitiu compor a genealogia de uma família que permaneceu unida durante toda a segunda metade do s…
Uma lei para os libertos: Recrutamentos e território quilombola no Recôncavo da Bahia, 1800-1860
Este artigo analisa a ação repressiva das autoridades coloniais e provinciais sobre os escravos e libertos da Bahia, que viviam nas franjas do condado de Nazaré das Farinhas, na primeira metade do século XIX. Também são analisadas as diferentes estratégias levadas a cabo por homens livres para burlar o recrutamento militar, especialmente a formação de quilombos e a construção de territórios negros. O estudo enfatiza o movimento de escravos fugiti…
Baleias e Império: Os Estados Unidos e a expansão baleeira nos mares do Atlântico Sul (1761-1844)
Este artigo analisa a expansão baleeira norte-americana, ocorrida entre o final do século XVIII e a primeira metade do XIX, em direção ao litoral brasileiro. Foram escrutinadas fontes em dois arquivos e museus da Nova Inglaterra, o Mystic Sea Port e o Whaling Museum. No primeiro, consultamos as relações de viagens baleeiras ocorridas entre a segunda metade do século XVIII até 1920. Também arrolamos documentos avulsos, cartas de marinheiros e coma…
Fronteiras oceânicas: Baleação E Ambiente Marinho Na Era Do Capitalismo Industrial, 1740-1850
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