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Thiago Campos Pessoa

Biographic Data

ID679291
NAMEThiago Campos Pessoa
GIVEN NAMESThiago Campos
FAMILY NAMEPessoa
SIGNATUREPESSOA T C
AFFILIATIONSUniversidade Federal Fluminense
ORCID0000-0001-8873-6511
VERIFIEDYes
TOTAL WORKS10
TOTAL CITATIONS12
AUTHOR COUNT10
EDITOR COUNT0
FIRST PUBLICATION YEAR2011
LATEST PUBLICATION YEAR2025
H-INDEX3
  • Inquérito civil público n. 1.30.001.004372/2023-13: Reparação E O Capital Da Escravidão

    Open Access•Thiago Campos Pessoa, Clemente Penna et al.•ARTICLE•Acervo•2025

    O texto/documento tem o objetivo de discutir a relação entre instituições forjadas pela sociedade escravista brasileira no passado e as atuais políticas de reparação. A partir de um estudo de caso – a relação entre o Banco do Brasil e os capitais do tráfico ilegal de africanos –, um grupo de historiadores acionou o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro a fim de provocar o próprio banco a se posicionar sobre seu passado lastreado no capital…

  • Os últimos portos negreiros do Império: Memória e história do contrabando de gentes em meados do Oitocentos

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Acervo•2025

    O texto a seguir evidenciará os últimos portos negreiros em atividade no Brasil, situados no litoral que projetou o complexo cafeeiro no Vale do Paraíba. Para tanto, analisaremos denúncias e incursões das autoridades inglesas nos últimos barracões do tráfico construídos nas praias localizadas entre a baía de Santos e o litoral sul do Rio de Janeiro durante os últimos vinte anos de tráfico ilegal de africanos escravizados para o Brasil Império. Pa…

  • Tráfico Ilegal De Africanos: Trajetória e fortuna de José Bernardino de Sá (1822-1855)

    Open Access•Luiz Fernando Saraiva, Rita Almico et al.•ARTICLE•Acervo•2024

    O período entre 1831 e 1850 foi marcado pela entrada massiva de escravizados no Brasil, não obstante a sua proibição pelo governo imperial. Os impactos econômicos foram, até pouco tempo, pouco estudados pela historiografia. O artigo investiga a fortuna de José Bernardino de Sá, barão e visconde de Villa Nova do Minho, um dos mais ricos “capitalistas” da cidade do Rio de Janeiro em meados do século XIX, que teve a sua fortuna diretamente ligada à …

  • Aristocracia Negreira: A Formação Da Nobreza Imperial E O Comércio Clandestino De Africanos Em Meados Do Oitocentos

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Almanack•2023•References: 4

    Este artigo analisa como o tráfico clandestino de africanos modulou a formação da aristocracia brasileira no início do reinado de Pedro II. Utilizaremos como fonte a imprensa liberal, associada ao abolicionismo emergente no final dos anos de 1840. Por meio do estudo dos periódicos O Philantropo e O Grito Nacional, evidenciaremos a constituição de uma aristocracia negreira, formada por homens nobilitados pelo Estado brasileiro enquanto operavam o …

  • Sobre o que se quis calar: O tráfico de africanos no litoral norte de São Paulo em tempos de pirataria

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•História (São Paulo•2020•References: 4

    No texto que segue, analisaremos a reorganização do comércio de africanos na clandestinidade tendo como escopo o litoral norte de São Paulo entre 1831 e meados da década de 1850. Nesse período, fazendas, sítios e barracões foram montados nas praias de Ubatuba, São Sebastião e Ilhabela com parte da nova logística do tráfico de africanos na clandestinidade. Para muito além de produção de subsistência e do comércio de cabotagem, aquelas praias foram…

  • Silêncios Atlânticos: Sujeitos E Lugares Praieiros No Tráfico Ilegal De Africanos Para O Sudeste Brasileiro (C.1830 - C.1860)

    Open Access•Walter Luiz Carneiro De Mattos Pereira, Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Estudos Históricos (Rio de Janeiro•2019•Cited by: 3•References: 9

    A ilegalidade do tráfico de africanos para o Brasil impôs profundos silêncios à sua história. No Sudeste, os desembarques de africanos eram sustentados por uma estrutura ajustada. Nas franjas do Atlântico, grandes propriedades praieiras serviam à recepção desses africanos. Seus donos, comendadores e nobres, animados pelo dinamismo do complexo cafeeiro, fundaram uma aristocracia ungida pela ilicitude. As fazendas negreiras e seus senhores reerguer…

  • Sob o signo da ilegalidade: O tráfico de africanos na montagem do complexo cafeeiro (Rio de Janeiro, c.1831-1850)

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Tempo•2018•Cited by: 3•References: 3

    Neste artigo, analisaremos como os negócios do café estiveram intimamente relacionados ao tráfico ilegal de africanos na construção do complexo cafeeiro ao sul da antiga província do Rio de Janeiro. Para tanto, verificaremos de quais maneiras as estruturas vinculadas à economia do café, especialmente aos negócios da cabotagem, possibilitaram a reabertura do tráfico em meados dos anos de 1830 e seu desenvolvimento até o início da década de 1850. P…

  • E depois da “Lei Eusébio”? Reprodução da escravidão e seus limites em um complexo de fazendas do vale do café (Rio de Janeiro, c. 1864-1888)

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Topoi (Rio de Janeiro•2017•References: 11

    Neste artigo discutiremos a reprodução do escravismo na área da grande lavoura fluminense após o fim do tráfico atlântico de africanos. Para tanto, tomaremos como objeto a demografia do complexo de fazendas do comendador Joaquim Breves, símbolo da expansão da escravidão no vale do café. Através de um dos livros de controle de suas fazendas, analisaremos o desenvolvimento demográfico do complexo. Demonstraremos que, de maneira ascendente, a partir…

  • O comércio negreiro na clandestinidade: As fazendas de recepção de africanos da família Souza Breves e seus cativos

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Afro-Ásia•2013•Cited by: 6•References: 5

    O presente artigo analisa o envolvimento de uma das mais ricas famílias do Brasil Império com o tráfico ilegal de africanos. Os irmãos José e Joaquim de Souza Breves, indivíduos de destaque na política e na sociedade brasileira do século XIX, construíram um verdadeiro império territorial e humano, conformado por milhares de escravos, dispostos por suas propriedades. Do litoral Sul-fluminense ao Vale do Paraíba, nos deparamos com dezenas de fazend…

  • O Comércio Ilegal De Africanos No Sul-Fluminense: Os Souza Breves E Suas Fazendas

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Outros Tempos – Pesquisa em Foco…•2011•References: 1

    O presente artigo analisará o envolvimento de uma das mais ricas famá­lias do Brasil Impériocom o tráfico ilegal de africanos. Os irmãos José e Joaquim de Souza Breves, indivá­duos de destaquena polá­tica e na sociedade brasileira do século XIX, construá­ram um verdadeiro império territorial ehumano, conformado por milhares de escravos, dispostos por suas propriedades. Certamenteconstruá­ram uma das maiores fortunas de sua época. Do litoral Sul-F…

  • O comércio negreiro na clandestinidade: As fazendas de recepção de africanos da família Souza Breves e seus cativos

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Afro-Ásia•2013•Cited by: 6•References: 5

    O presente artigo analisa o envolvimento de uma das mais ricas famílias do Brasil Império com o tráfico ilegal de africanos. Os irmãos José e Joaquim de Souza Breves, indivíduos de destaque na política e na sociedade brasileira do século XIX, construíram um verdadeiro império territorial e humano, conformado por milhares de escravos, dispostos por suas propriedades. Do litoral Sul-fluminense ao Vale do Paraíba, nos deparamos com dezenas de fazend…

  • Silêncios Atlânticos: Sujeitos E Lugares Praieiros No Tráfico Ilegal De Africanos Para O Sudeste Brasileiro (C.1830 - C.1860)

    Open Access•Walter Luiz Carneiro De Mattos Pereira, Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Estudos Históricos (Rio de Janeiro•2019•Cited by: 3•References: 9

    A ilegalidade do tráfico de africanos para o Brasil impôs profundos silêncios à sua história. No Sudeste, os desembarques de africanos eram sustentados por uma estrutura ajustada. Nas franjas do Atlântico, grandes propriedades praieiras serviam à recepção desses africanos. Seus donos, comendadores e nobres, animados pelo dinamismo do complexo cafeeiro, fundaram uma aristocracia ungida pela ilicitude. As fazendas negreiras e seus senhores reerguer…

  • Sob o signo da ilegalidade: O tráfico de africanos na montagem do complexo cafeeiro (Rio de Janeiro, c.1831-1850)

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Tempo•2018•Cited by: 3•References: 3

    Neste artigo, analisaremos como os negócios do café estiveram intimamente relacionados ao tráfico ilegal de africanos na construção do complexo cafeeiro ao sul da antiga província do Rio de Janeiro. Para tanto, verificaremos de quais maneiras as estruturas vinculadas à economia do café, especialmente aos negócios da cabotagem, possibilitaram a reabertura do tráfico em meados dos anos de 1830 e seu desenvolvimento até o início da década de 1850. P…

  • O Comércio Ilegal De Africanos No Sul-Fluminense: Os Souza Breves E Suas Fazendas

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Outros Tempos – Pesquisa em Foco…•2011•References: 1

    O presente artigo analisará o envolvimento de uma das mais ricas famá­lias do Brasil Impériocom o tráfico ilegal de africanos. Os irmãos José e Joaquim de Souza Breves, indivá­duos de destaquena polá­tica e na sociedade brasileira do século XIX, construá­ram um verdadeiro império territorial ehumano, conformado por milhares de escravos, dispostos por suas propriedades. Certamenteconstruá­ram uma das maiores fortunas de sua época. Do litoral Sul-F…

  • O comércio negreiro na clandestinidade: As fazendas de recepção de africanos da família Souza Breves e seus cativos

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Afro-Ásia•2013•Cited by: 6•References: 5

    O presente artigo analisa o envolvimento de uma das mais ricas famílias do Brasil Império com o tráfico ilegal de africanos. Os irmãos José e Joaquim de Souza Breves, indivíduos de destaque na política e na sociedade brasileira do século XIX, construíram um verdadeiro império territorial e humano, conformado por milhares de escravos, dispostos por suas propriedades. Do litoral Sul-fluminense ao Vale do Paraíba, nos deparamos com dezenas de fazend…

  • E depois da “Lei Eusébio”? Reprodução da escravidão e seus limites em um complexo de fazendas do vale do café (Rio de Janeiro, c. 1864-1888)

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Topoi (Rio de Janeiro•2017•References: 11

    Neste artigo discutiremos a reprodução do escravismo na área da grande lavoura fluminense após o fim do tráfico atlântico de africanos. Para tanto, tomaremos como objeto a demografia do complexo de fazendas do comendador Joaquim Breves, símbolo da expansão da escravidão no vale do café. Através de um dos livros de controle de suas fazendas, analisaremos o desenvolvimento demográfico do complexo. Demonstraremos que, de maneira ascendente, a partir…

  • Sob o signo da ilegalidade: O tráfico de africanos na montagem do complexo cafeeiro (Rio de Janeiro, c.1831-1850)

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Tempo•2018•Cited by: 3•References: 3

    Neste artigo, analisaremos como os negócios do café estiveram intimamente relacionados ao tráfico ilegal de africanos na construção do complexo cafeeiro ao sul da antiga província do Rio de Janeiro. Para tanto, verificaremos de quais maneiras as estruturas vinculadas à economia do café, especialmente aos negócios da cabotagem, possibilitaram a reabertura do tráfico em meados dos anos de 1830 e seu desenvolvimento até o início da década de 1850. P…

  • Silêncios Atlânticos: Sujeitos E Lugares Praieiros No Tráfico Ilegal De Africanos Para O Sudeste Brasileiro (C.1830 - C.1860)

    Open Access•Walter Luiz Carneiro De Mattos Pereira, Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Estudos Históricos (Rio de Janeiro•2019•Cited by: 3•References: 9

    A ilegalidade do tráfico de africanos para o Brasil impôs profundos silêncios à sua história. No Sudeste, os desembarques de africanos eram sustentados por uma estrutura ajustada. Nas franjas do Atlântico, grandes propriedades praieiras serviam à recepção desses africanos. Seus donos, comendadores e nobres, animados pelo dinamismo do complexo cafeeiro, fundaram uma aristocracia ungida pela ilicitude. As fazendas negreiras e seus senhores reerguer…

  • Sobre o que se quis calar: O tráfico de africanos no litoral norte de São Paulo em tempos de pirataria

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•História (São Paulo•2020•References: 4

    No texto que segue, analisaremos a reorganização do comércio de africanos na clandestinidade tendo como escopo o litoral norte de São Paulo entre 1831 e meados da década de 1850. Nesse período, fazendas, sítios e barracões foram montados nas praias de Ubatuba, São Sebastião e Ilhabela com parte da nova logística do tráfico de africanos na clandestinidade. Para muito além de produção de subsistência e do comércio de cabotagem, aquelas praias foram…

  • Aristocracia Negreira: A Formação Da Nobreza Imperial E O Comércio Clandestino De Africanos Em Meados Do Oitocentos

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Almanack•2023•References: 4

    Este artigo analisa como o tráfico clandestino de africanos modulou a formação da aristocracia brasileira no início do reinado de Pedro II. Utilizaremos como fonte a imprensa liberal, associada ao abolicionismo emergente no final dos anos de 1840. Por meio do estudo dos periódicos O Philantropo e O Grito Nacional, evidenciaremos a constituição de uma aristocracia negreira, formada por homens nobilitados pelo Estado brasileiro enquanto operavam o …

  • Tráfico Ilegal De Africanos: Trajetória e fortuna de José Bernardino de Sá (1822-1855)

    Open Access•Luiz Fernando Saraiva, Rita Almico et al.•ARTICLE•Acervo•2024

    O período entre 1831 e 1850 foi marcado pela entrada massiva de escravizados no Brasil, não obstante a sua proibição pelo governo imperial. Os impactos econômicos foram, até pouco tempo, pouco estudados pela historiografia. O artigo investiga a fortuna de José Bernardino de Sá, barão e visconde de Villa Nova do Minho, um dos mais ricos “capitalistas” da cidade do Rio de Janeiro em meados do século XIX, que teve a sua fortuna diretamente ligada à …

  • Inquérito civil público n. 1.30.001.004372/2023-13: Reparação E O Capital Da Escravidão

    Open Access•Thiago Campos Pessoa, Clemente Penna et al.•ARTICLE•Acervo•2025

    O texto/documento tem o objetivo de discutir a relação entre instituições forjadas pela sociedade escravista brasileira no passado e as atuais políticas de reparação. A partir de um estudo de caso – a relação entre o Banco do Brasil e os capitais do tráfico ilegal de africanos –, um grupo de historiadores acionou o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro a fim de provocar o próprio banco a se posicionar sobre seu passado lastreado no capital…

  • Os últimos portos negreiros do Império: Memória e história do contrabando de gentes em meados do Oitocentos

    Open Access•Thiago Campos Pessoa•ARTICLE•Acervo•2025

    O texto a seguir evidenciará os últimos portos negreiros em atividade no Brasil, situados no litoral que projetou o complexo cafeeiro no Vale do Paraíba. Para tanto, analisaremos denúncias e incursões das autoridades inglesas nos últimos barracões do tráfico construídos nas praias localizadas entre a baía de Santos e o litoral sul do Rio de Janeiro durante os últimos vinte anos de tráfico ilegal de africanos escravizados para o Brasil Império. Pa…

Colonialism, slavery, and trade (7 works) · History of Colonial Brazil (7 works) · Art (6 works) · Humanities (5 works) · Global Maritime and Colonial Histories (3 works) · African history and culture studies (2 works) · History of Medicine and Tropical Health (2 works) · Caribbean history, culture, and politics (1 works) · Literature, Culture, and Criticism (1 works) · Physics (1 works)

Ethnos_APP • Open Source Project • MIT License • Frontend v2.0.0 • Privacy and Cookies • API Documentation: api.ethnos.app/docs • API Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Frontend Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae