Juliana Barreto Farias
Biographic Data
| ID | 680520 |
|---|---|
| NAME | Juliana Barreto Farias |
| GIVEN NAMES | Juliana Barreto |
| FAMILY NAME | Farias |
| SIGNATURE | FARIAS J B |
| AFFILIATIONS | University for International Integration of the Afro-Brazilian Lusophony |
| ORCID | 0000-0002-0371-1612 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 13 |
| TOTAL CITATIONS | 5 |
| WORKS AS AUTHOR | 13 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2010 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2025 |
| H-INDEX | 1 |
Imagens da África ou 'virando do avesso
Homenagem a Alberto Vasconcellos da Costa e Silva
Descobrir Nize Isabel de Moraes
A historiadora paulista Nize Isabel de Moraes (1938-2015) – ainda praticamente desconhecida no Brasil – viveu na cidade de Dakar, no Senegal, tornando-se uma africanista pioneira, especialista nos estudos sobre a Senegâmbia. Este artigo esboça os contornos de uma “biografia” de seu acervo, a partir de seu “arquivo pessoal”, buscando atentar para os movimentos de sua constituição e preservação, além de examinar algumas leituras do conjunto documen…
Témoignage
[video:farias] Juliana Barreto Farias est historienne, professeure à l'Université de l'Intégration Internationale de la Lusophonie Afro-Brésilienne (Unilab) et autrice de l’article Fortunata et João José « parents de nation ». Mariage et divorce chez les Africains de l’Ouest à Rio de Janeiro au XIXe siècle publié dans le n° 1 en 2012, dossier "Vies d'esclaves"
Nize Isabel De Moraes
Entre os anos de 1960 e 2015, Nize Izabel de Moraes, historiadora paulista, viveu em Dacar (Senegal) e trabalhou como pesquisadora do Institut Fondamental d'Afrique Noire (IFAN), na atual Université Cheikh Anta Diop. Explorando seu arquivo privado e outros registros entre Brasil e Senegal, com destaque para seus diários, correspondências e anotações sobre suas pesquisas e viagens entre África e Europa, o objetivo deste artigo é a análise de sua t…
Novo Cativeiro
Nas primeiras décadas do século XIX, acordos bilaterais propostos pela Grã-Bretanha levaram à proibição do comércio de escravizados em diversos territórios do mundo atlântico. Nesses processos, emergiram novas categorias de trabalhadores que, muitas vezes, tinham em comum experiências de trabalho teoricamente livres, mas que, na prática, representavam novas formas de exploração e controle da "mão de obra africana". Meu objetivo, neste artigo, é e…
Bajo el gobierno de las negras minas Matrimonio y divorcio entre liberados de la costa de África occidental (Río de Janeiro, 1830-1860)
Mi objetivo en este artículo es abordar los procesos de divorcio iniciados por africanas de la costa oeste conocidas en Río de Janeiro (Brasil), como “negras minas”, buscando comprender los significados que el matrimonio y el divorcio católicos tenían para estas mujeres, y también para sus cónyuges. De esta manera, también surgen otras preguntas: ¿hasta qué punto las denuncias de las minas se acercaron –o se alejaron– de las realizadas por mujere…
Apresentação Dossiê
de julho de 2021 foi marcado por manifestaes contra o governo do presidente Jair Bolsonaro, pelo auxlio emergencial durante a pandemia e em defesa da vacinao da populao brasileira contra a COVID-19. Os protestos, que aconteceram em mais de 120 cidades, chamaram a ateno pelo que ocorreu na cidade de So Paulo: um grupo de manifestantes ateou fogo na esttua de Borba Gato
Não há cativo que não queira ser livre
Partindo de um extenso inquérito sobre a abolição da escravidão no Senegal, realizado pela administração francesa no ano de 1844, este artigo busca compreender os significados que a escravidão e a liberdade tinham para os trabalhadores das frotas fluviais e marítimas da cidade de Saint-Louis, conhecidos como laptots (e justamente os principais escravizados e ex-escravos entrevistados), nas primeiras décadas do século XIX. Nesse percurso, tentarei…
“Diz a preta mina…”
Partindo de um conjunto de processos de divórcio abertos por africanas ocidentais, conhecidas como pretas (ou negras) minas, no Rio de Janeiro do século XIX, pretendo, neste artigo, discutir como as associações entre cor, condição social. identidades étnicas e certos estereótipos e comportamentos, como as noções de honra e honestidade, pareciam fundamentais – às vezes eram mesmo determinantes – para o desenrolar dessas ações. Nesse processo, obse…
A Câmara e o mercado
Neste artigo, procuro discutir a relação da municipalidade do Rio de Janeiro com os trabalhadores ― especialmente aqueles identificados como locatários ou arrendatários de bancas ― da Praça do Mercado do Rio de Janeiro, principal centro de abastecimento de gêneros de primeira necessidade no período oitocentista. Para tanto, examino em detalhes as disputas travadas entre dois locatários da Praça ― Domingos José Sayão, liberto africano de “nação ca…
Mercados Minas
This thesis seeks to understand the dynamics and presence of West Africans, also referred to as Mina blacks, on the urban work market of Rio de Janeiro.Hence, the Praça do Mercado (literally, Market Square), also known as the Mercado da Candelária (Candelária Market), constitutes the ideal site for this analysis.Located on the harbourside of Rio de Janeiro since the 1830s (and remaining active until 1908), this major centre for negotiating staple…
Fortunata et João José « parents de nation ». Mariage et divorce chez les Africains de l'Ouest à Rio de Janeiro au xixe siècle
Quelles étaient les significations du mariage et de son annulation devant l'Église catholique pour d'ex-esclaves originaires de la côte occidentale de l'Afrique (plus connus comme pretos ou pretos minas), qui vivaient à Rio de Janeiro au XIXe siècle ? Pour répondre à cette question, les trajectoires de vie des affranchis minas Fortunata Maria da Conceição et João José Barbosa ont servi de point de départ. En examinant le procès en annulation de l…
João do Rio e os africanos
Reverenciado como o cronista da belle époque carioca, João do Rio (1881-1921) não economizava nos comentários racistas e evolucionistas em seus textos jornalísticos e literários. Para compreender essa faceta ainda tão pouco explorada na obra do famoso jornalista, examinarei, neste artigo, um conjunto de reportagens sobre religiosidades, festas e costumes africanos, publicadas na imprensa carioca nos anos de 1904 e 1905
Mercados Minas
This thesis seeks to understand the dynamics and presence of West Africans, also referred to as Mina blacks, on the urban work market of Rio de Janeiro.Hence, the Praça do Mercado (literally, Market Square), also known as the Mercado da Candelária (Candelária Market), constitutes the ideal site for this analysis.Located on the harbourside of Rio de Janeiro since the 1830s (and remaining active until 1908), this major centre for negotiating staple…
Não há cativo que não queira ser livre
Partindo de um extenso inquérito sobre a abolição da escravidão no Senegal, realizado pela administração francesa no ano de 1844, este artigo busca compreender os significados que a escravidão e a liberdade tinham para os trabalhadores das frotas fluviais e marítimas da cidade de Saint-Louis, conhecidos como laptots (e justamente os principais escravizados e ex-escravos entrevistados), nas primeiras décadas do século XIX. Nesse percurso, tentarei…
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Reverenciado como o cronista da belle époque carioca, João do Rio (1881-1921) não economizava nos comentários racistas e evolucionistas em seus textos jornalísticos e literários. Para compreender essa faceta ainda tão pouco explorada na obra do famoso jornalista, examinarei, neste artigo, um conjunto de reportagens sobre religiosidades, festas e costumes africanos, publicadas na imprensa carioca nos anos de 1904 e 1905
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This thesis seeks to understand the dynamics and presence of West Africans, also referred to as Mina blacks, on the urban work market of Rio de Janeiro.Hence, the Praça do Mercado (literally, Market Square), also known as the Mercado da Candelária (Candelária Market), constitutes the ideal site for this analysis.Located on the harbourside of Rio de Janeiro since the 1830s (and remaining active until 1908), this major centre for negotiating staple…
Fortunata et João José « parents de nation ». Mariage et divorce chez les Africains de l'Ouest à Rio de Janeiro au xixe siècle
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A Câmara e o mercado
Neste artigo, procuro discutir a relação da municipalidade do Rio de Janeiro com os trabalhadores ― especialmente aqueles identificados como locatários ou arrendatários de bancas ― da Praça do Mercado do Rio de Janeiro, principal centro de abastecimento de gêneros de primeira necessidade no período oitocentista. Para tanto, examino em detalhes as disputas travadas entre dois locatários da Praça ― Domingos José Sayão, liberto africano de “nação ca…
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Partindo de um conjunto de processos de divórcio abertos por africanas ocidentais, conhecidas como pretas (ou negras) minas, no Rio de Janeiro do século XIX, pretendo, neste artigo, discutir como as associações entre cor, condição social. identidades étnicas e certos estereótipos e comportamentos, como as noções de honra e honestidade, pareciam fundamentais – às vezes eram mesmo determinantes – para o desenrolar dessas ações. Nesse processo, obse…
Não há cativo que não queira ser livre
Partindo de um extenso inquérito sobre a abolição da escravidão no Senegal, realizado pela administração francesa no ano de 1844, este artigo busca compreender os significados que a escravidão e a liberdade tinham para os trabalhadores das frotas fluviais e marítimas da cidade de Saint-Louis, conhecidos como laptots (e justamente os principais escravizados e ex-escravos entrevistados), nas primeiras décadas do século XIX. Nesse percurso, tentarei…
Bajo el gobierno de las negras minas Matrimonio y divorcio entre liberados de la costa de África occidental (Río de Janeiro, 1830-1860)
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Apresentação Dossiê
de julho de 2021 foi marcado por manifestaes contra o governo do presidente Jair Bolsonaro, pelo auxlio emergencial durante a pandemia e em defesa da vacinao da populao brasileira contra a COVID-19. Os protestos, que aconteceram em mais de 120 cidades, chamaram a ateno pelo que ocorreu na cidade de So Paulo: um grupo de manifestantes ateou fogo na esttua de Borba Gato
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Entre os anos de 1960 e 2015, Nize Izabel de Moraes, historiadora paulista, viveu em Dacar (Senegal) e trabalhou como pesquisadora do Institut Fondamental d'Afrique Noire (IFAN), na atual Université Cheikh Anta Diop. Explorando seu arquivo privado e outros registros entre Brasil e Senegal, com destaque para seus diários, correspondências e anotações sobre suas pesquisas e viagens entre África e Europa, o objetivo deste artigo é a análise de sua t…
Novo Cativeiro
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Homenagem a Alberto Vasconcellos da Costa e Silva
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