Alvaro Santos Simões Junior
Biographic Data
| ID | 686663 |
|---|---|
| NAME | Alvaro Santos Simões Junior |
| GIVEN NAMES | Alvaro Santos |
| FAMILY NAME | Simões Junior |
| SIGNATURE | JUNIOR A S S |
| AFFILIATIONS | Universidade Estadual Paulista (Unesp) |
| ORCID | 0000-0002-5269-7108 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 17 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| AUTHOR COUNT | 17 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2003 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2026 |
| H-INDEX | 0 |
João Do Rio Na Revista Kosmos (1904-1907)
Analisa-se neste artigo a produção de Paulo Barreto, mais conhecido pelo pseudônimo de João do Rio, na revista ilustrada Kosmos (Rio de Janeiro, 1904-1909), de modo a evidenciar o contraste ideológico entre o periódico, que se prestava a divulgar por todo o Brasil e no exterior as reformas “regeneradoras” por que então passava o Rio de Janeiro, e a breve colaboração do jovem jornalista, que em seus textos manifestava notável empatia pela cultura …
Carmen Dolores: Uma voz dissonante na Belle Époque
A assim chamada Regeneração do Rio de Janeiro ou Bota-Abaixo, para quem sofreu seus deletérios efeitos sociais, conseguiu debelar endemias da cidade e melhorou sensivelmente a infraestrutura do porto, mas agravou as já precárias condições de vida das camadas mais humildes da população carioca. Jornais e revistas empenharam-se em construir um consenso favorável às reformas lideradas pelo prefeito Pereira Passos e em combater grupos que a elas opun…
Veríssimo, crítico do simbolismo (1899-1901)
De 1899 a 1901, José Veríssimo atuou como crítico literário titular dos periódicos Jornal do Commercio e Correio da Manhã, ambos do Rio de Janeiro. Escrevendo resenhas alentadas sobre os lançamentos literários da virada de século, Veríssimo teve oportunidade de apreciar livros de poesia simbolista publicados por discípulos ou admiradores de Cruz e Sousa. A análise de suas resenhas de livros simbolistas pretende demonstrar sumariamente que o críti…
Acízelo De Souza
Entrevista
Dados Bibliográficos
Dados bibliográficos
Antonio Dimas
Entrevista
Literatura e Imprensa
Não apresenta
Os simples, de Guerra Junqueiro, e a imprensa carioca
De 1890 a 1893, ocorreu em Portugal um intenso movimento literário como resultado da assimilação das ideias decadentistas-simbolistas emanadas de França. Publicaram-se nesse período dezesseis obras com tendências inovadoras. No Rio de Janeiro, a imprensa acompanhou sem muito entusiasmo as notícias e as polêmicas motivadas pelas publicações e atitudes de Eugênio de Castro, Antônio Nobre e Alberto de Oliveira, entre outros jovens escritores. No ent…
Valor Do Literário
Resenha
História Da Literatura Revisitada
Resenha
Cruz e Sousa e a rivalidade entre Romero e Veríssimo
Procura-se neste artigo reconstituir, mediante análise de ensaios críticos, cartas e textos publicados na imprensa, o contexto em que se deu a publicação e a apreciação crítica inicial das obras póstumas de Cruz e Sousa, especialmente dos Últimos sonetos (1905). Apontado por Sílvio Romero, em 1900, como o maior poeta surgido em 400 anos de história do Brasil, Cruz e Sousa foi avaliado com muito rigor por José Veríssimo em janeiro de 1906. As dive…
Antonio Candido e a interiorização do ensino superior
Pretende-se com este artigo reunir e interpretar informações que permitam compreender melhor a passagem de Antonio Candido da sociologia para a literatura no ano de 1958. Para essa mudança, contribuíram decisivamente projeto do governo paulista de interiorização do ensino superior e, particularmente, a fundação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis, projetada por Antônio Soares Amora e Antonio Candido para se tornar instituição re…
A "crônica" de Bilac em A Bruxa (1896-1897)
Juntamente com o ilustrador português Julião Machado, Olavo Bilac dirigiu o hebdomadário A Bruxa de fevereiro de 1896 a junho de 1897. Nessa revista ilustrada, o poeta parnasiano respondeu pela coluna "Crônica", publicada sempre na segunda página, ornamentada com vinhetas góticas. Por meio dessa "conversa" semanal com o leitor carioca, Bilac fortaleceu a tendência da crônica brasileira ao humor e à ironia e contribuiu para que o gênero fosse no B…
Pinheiro Chagas e os nefelibatas
Mundanismo e patriotismo na oratória bilaquiana
Este texto foi elaborado originalmente como prefácio à coletânea O Diabo & Outras Conferências Literárias, cuja publicação, infelizmente, não pôde ser levada a termo. Os desenhos que o ilustram, de Mônica Leite, também integrariam o volume (nota do editor
Contribuição de Bilac para a crônica brasileira
Com seu “Registro”, coluna de crônicas diárias publicadas novespertino carioca A Notícia de 1900 a 1908, Olavo Bilac (1865-1918)foi responsável por uma importante inovação no gênero. Até então, oscronistas desempenhavam em suas colunas hebdomadárias uma funçãode certo modo pré-determinada pelos jornais: a de comentar os principaisacontecimentos da semana transcorrida; constrangidos por essecompromisso profissional, produziam textos compostos de f…
A contribuição de Bilac para a crônica brasileira
Com seu “Registro”, coluna de crônicas diárias publicadas novespertino carioca A Notícia de 1900 a 1908, Olavo Bilac (1865-1918)foi responsável por uma importante inovação no gênero. Até então, oscronistas desempenhavam em suas colunas hebdomadárias uma funçãode certo modo pré-determinada pelos jornais: a de comentar os principaisacontecimentos da semana transcorrida; constrangidos por essecompromisso profissional, produziam textos compostos de f…
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Contribuição de Bilac para a crônica brasileira
Com seu “Registro”, coluna de crônicas diárias publicadas novespertino carioca A Notícia de 1900 a 1908, Olavo Bilac (1865-1918)foi responsável por uma importante inovação no gênero. Até então, oscronistas desempenhavam em suas colunas hebdomadárias uma funçãode certo modo pré-determinada pelos jornais: a de comentar os principaisacontecimentos da semana transcorrida; constrangidos por essecompromisso profissional, produziam textos compostos de f…
A contribuição de Bilac para a crônica brasileira
Com seu “Registro”, coluna de crônicas diárias publicadas novespertino carioca A Notícia de 1900 a 1908, Olavo Bilac (1865-1918)foi responsável por uma importante inovação no gênero. Até então, oscronistas desempenhavam em suas colunas hebdomadárias uma funçãode certo modo pré-determinada pelos jornais: a de comentar os principaisacontecimentos da semana transcorrida; constrangidos por essecompromisso profissional, produziam textos compostos de f…
Mundanismo e patriotismo na oratória bilaquiana
Este texto foi elaborado originalmente como prefácio à coletânea O Diabo & Outras Conferências Literárias, cuja publicação, infelizmente, não pôde ser levada a termo. Os desenhos que o ilustram, de Mônica Leite, também integrariam o volume (nota do editor
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Juntamente com o ilustrador português Julião Machado, Olavo Bilac dirigiu o hebdomadário A Bruxa de fevereiro de 1896 a junho de 1897. Nessa revista ilustrada, o poeta parnasiano respondeu pela coluna "Crônica", publicada sempre na segunda página, ornamentada com vinhetas góticas. Por meio dessa "conversa" semanal com o leitor carioca, Bilac fortaleceu a tendência da crônica brasileira ao humor e à ironia e contribuiu para que o gênero fosse no B…
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De 1890 a 1893, ocorreu em Portugal um intenso movimento literário como resultado da assimilação das ideias decadentistas-simbolistas emanadas de França. Publicaram-se nesse período dezesseis obras com tendências inovadoras. No Rio de Janeiro, a imprensa acompanhou sem muito entusiasmo as notícias e as polêmicas motivadas pelas publicações e atitudes de Eugênio de Castro, Antônio Nobre e Alberto de Oliveira, entre outros jovens escritores. No ent…
Valor Do Literário
Resenha
História Da Literatura Revisitada
Resenha
Cruz e Sousa e a rivalidade entre Romero e Veríssimo
Procura-se neste artigo reconstituir, mediante análise de ensaios críticos, cartas e textos publicados na imprensa, o contexto em que se deu a publicação e a apreciação crítica inicial das obras póstumas de Cruz e Sousa, especialmente dos Últimos sonetos (1905). Apontado por Sílvio Romero, em 1900, como o maior poeta surgido em 400 anos de história do Brasil, Cruz e Sousa foi avaliado com muito rigor por José Veríssimo em janeiro de 1906. As dive…
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Entrevista
Dados Bibliográficos
Dados bibliográficos
Antonio Dimas
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Literatura e Imprensa
Não apresenta
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De 1899 a 1901, José Veríssimo atuou como crítico literário titular dos periódicos Jornal do Commercio e Correio da Manhã, ambos do Rio de Janeiro. Escrevendo resenhas alentadas sobre os lançamentos literários da virada de século, Veríssimo teve oportunidade de apreciar livros de poesia simbolista publicados por discípulos ou admiradores de Cruz e Sousa. A análise de suas resenhas de livros simbolistas pretende demonstrar sumariamente que o críti…
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