Marilda Ionta
Biographic Data
| ID | 687074 |
|---|---|
| NAME | Marilda Ionta |
| GIVEN NAMES | Marilda |
| FAMILY NAME | Ionta |
| SIGNATURE | IONTA M |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Viçosa |
| VERIFIED | No |
| TOTAL WORKS | 3 |
| TOTAL CITATIONS | 2 |
| AUTHOR COUNT | 3 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2011 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2013 |
| H-INDEX | 1 |
Oneyda Alvarenga escreve a Mário de Andrade
Oneyda Alvarenga’s letters addressed to the writer Mário de Andrade are here considerer as memory-objects and relic-objects, endowed with the ability to revive the relationship of education, work and friendship by which they were united. Moreover, these letters are literary documents of a writing of itself, in the meaning suggested by Michel Foucault, by which individuals are able to build images of themselves. In this work, I have approached the…
A escultura de si nas cartas de Anita Malfatti, Oneyda Alvarenga e Henriqueta Lisboa
A escrita de si como prática de uma literatura menor: Cartas de Anita Malfatti a Mário de Andrade
No interior de uma cultura falocêntrica a escrita epistolar foi considerada pelos críticos literários uma literatura menor. Por sua vez, os historiadores entenderam por longos anos as cartas pessoais como uma fonte de pesquisa inapropriada ao conhecimento histórico. Neste texto, procuro positivar a literatura de si oriunda das correspondências originadas no âmbito privado, destacando que essa forma de produção literária pode ser tão transgressiva…
A escrita de si como prática de uma literatura menor: Cartas de Anita Malfatti a Mário de Andrade
No interior de uma cultura falocêntrica a escrita epistolar foi considerada pelos críticos literários uma literatura menor. Por sua vez, os historiadores entenderam por longos anos as cartas pessoais como uma fonte de pesquisa inapropriada ao conhecimento histórico. Neste texto, procuro positivar a literatura de si oriunda das correspondências originadas no âmbito privado, destacando que essa forma de produção literária pode ser tão transgressiva…
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Oneyda Alvarenga escreve a Mário de Andrade
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