D F G Campelo
Biographic Data
| ID | 70228 |
|---|---|
| NAME | D F G Campelo |
| GIVEN NAMES | D F G |
| FAMILY NAME | Campelo |
| SIGNATURE | CAMPELO D F G |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Santa Catarina |
| ORCID | 0000-0002-9836-7331 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 8 |
| TOTAL CITATIONS | 5 |
| AUTHOR COUNT | 8 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2017 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2025 |
| H-INDEX | 1 |
Vengeance and territoriality Tikmũ,ũn
In this article, I return to the approach made by Carneiro da Cunha and Viveiros de Castro between revenge and temporality to introduce a third element in this dyad, which is territoriality. This will be done based on ethnography dedicated to the Tikmũ,ũn-Maxakali people, seeking to analyze three different perspectives. Firstly, I observe the vindictive dynamics within Tikmũ,ũn sociality. Secondly, I analyze how revenge memories relate to specifi…
Vingança e territorialidade tikmũ,ũn
Neste artigo, retomo a aproximação feita por Carneiro da Cunha e Viveiros de Castro entre vingança e temporalidade para introduzir um terceiro elemento nessa díade que é a territorialidade. Isso será feito a partir da etnografia dedicada aos povos tikmũ,ũn-Maxakali buscando analisar três perspectivas diferentes. Em primeiro lugar, observo as dinâmicas vindicativas no interior da socialidade tikmũ,ũn. Em segundo lugar, analiso como a vingança memo…
A história através do sacrifício e da predação: Território existencial tikmũ,ũn nas encruzilhadas coloniais entre os estados brasileiros de Minas Gerais e Bahia
Neste artigo analiso a história recente tikmũ,ũn (Maxakali) através das suas práticas sacrificiais e da relação que estabelecem com os yãmĩyxop (coletivo de espíritos cantores). Ao analisar historicamente o processo de "embranquecimento" da terra tikmũ,ũn, que consiste na sua desertificação e reterritorialização pela pecuária extensiva, observo que há diferentes territórios atravessando os corpos indígenas e não indígenas. O artigo desenvolve doi…
Temporalidades sacrificiais, deslocamentos históricos: Os etnônimos nos Sertões do Leste
Neste artigo procuro lançar um olhar para as especificidades acerca da circulação de nomes e etnônimos na parte leste das Terras Baixas da América do Sul. A partir do material etnográfico tikmũ,ũn procuro lançar algumas hipóteses sobre a etnonímia nesta região etnográfica. Argumento que, seguindo algumas pistas dos nomes que circularam nos documentos históricos da região e analisando dados do século XX a respeito das pessoas tikmũ,ũn, mais conhec…
Quebra e partilha de corpos e cantos: Notas a Respeito Da Máquina Sacrificial Tikmũ,ũn
Neste artigo procuro analisar o lugar que a relação entre canto e sacrifício possui no interior da socialidade tikmũ,ũn. Meu argumento é o de que parece operar uma dinâmica de quebra e partilha dos corpos, presente em narrativas míticas e em outras esferas da socialidade tikmũ,ũn, como na circulação dos cantos, das doenças e de partes dos animais oferecidos aos yãmĩyxop - coletivo de espíritos cantores. Esta perspectiva mobiliza na socialidade ti…
Imagens, ruínas e mundo por vir: Deslocamento Por Lugares E Corpos Tikmũ,ũn
Neste ensaio fotográfico procuro percorrer, em conjunto com caçadores tikmũ,ũn, imagens que anunciam historicidades através dos corpos e dos lugares fotografados. As imagens buscam adentrar no emaranhado de capim e em pequenos cursos de água onde pessoas tikmũ,ũn, comumente chamadas pelo etnônimoMaxakali, seguem com as linhas das suas vidas no nordeste mineiro, quase na fronteira com o sul da Bahia
Embranquecer as Terras, Disciplinar Os Corpos: Notas Sobre a Política Indigenista Junto Aos Tikmũ,ũn/Maxakali Entre 1940 E 1988
Neste artigo analisamos a política indigenista destinada aos Tikmũ,ũn_Maxakali entre 1940 e 1988. A partir de marcações temporais nativas, buscaremos evidenciar as variações da atuação assimilacionista dos órgãos indigenistas: o Tempo de Fonte, durante a gestão do SPI, sua ênfase foi direcionada ao embranquecimento das terras; e o Tempo de Pinheiro, já na administração da Funai, quando suas terras foram militarizadas ao mesmo tempo em que o foco …
A morte, os cantos e os yãmĩyxop: Re)ocupação ameríndia de um pequeno município do Vale do Mucuri (MG)
No dia 31de Janeiro de 2015, Daldina Maxakali, uma importante pajé da etnia Maxakali circula pelas proximidades da sua aldeia. Conhecida como Aldeia Verde, a aldeia de Daldina se situa na região do Vale do Mucuri (MG). No seu caminhar, ela segue um caminho que a conduz ao município de Ladainha (MG) e carrega junto ao seu corpo, mangas que colhera no caminho. Ao se aproximar de Ladainha, Daldina é atropelada por um motoqueiro. Alguns dias depois, …
Embranquecer as Terras, Disciplinar Os Corpos: Notas Sobre a Política Indigenista Junto Aos Tikmũ,ũn/Maxakali Entre 1940 E 1988
Neste artigo analisamos a política indigenista destinada aos Tikmũ,ũn_Maxakali entre 1940 e 1988. A partir de marcações temporais nativas, buscaremos evidenciar as variações da atuação assimilacionista dos órgãos indigenistas: o Tempo de Fonte, durante a gestão do SPI, sua ênfase foi direcionada ao embranquecimento das terras; e o Tempo de Pinheiro, já na administração da Funai, quando suas terras foram militarizadas ao mesmo tempo em que o foco …
A morte, os cantos e os yãmĩyxop: Re)ocupação ameríndia de um pequeno município do Vale do Mucuri (MG)
No dia 31de Janeiro de 2015, Daldina Maxakali, uma importante pajé da etnia Maxakali circula pelas proximidades da sua aldeia. Conhecida como Aldeia Verde, a aldeia de Daldina se situa na região do Vale do Mucuri (MG). No seu caminhar, ela segue um caminho que a conduz ao município de Ladainha (MG) e carrega junto ao seu corpo, mangas que colhera no caminho. Ao se aproximar de Ladainha, Daldina é atropelada por um motoqueiro. Alguns dias depois, …
Embranquecer as Terras, Disciplinar Os Corpos: Notas Sobre a Política Indigenista Junto Aos Tikmũ,ũn/Maxakali Entre 1940 E 1988
Neste artigo analisamos a política indigenista destinada aos Tikmũ,ũn_Maxakali entre 1940 e 1988. A partir de marcações temporais nativas, buscaremos evidenciar as variações da atuação assimilacionista dos órgãos indigenistas: o Tempo de Fonte, durante a gestão do SPI, sua ênfase foi direcionada ao embranquecimento das terras; e o Tempo de Pinheiro, já na administração da Funai, quando suas terras foram militarizadas ao mesmo tempo em que o foco …
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Neste ensaio fotográfico procuro percorrer, em conjunto com caçadores tikmũ,ũn, imagens que anunciam historicidades através dos corpos e dos lugares fotografados. As imagens buscam adentrar no emaranhado de capim e em pequenos cursos de água onde pessoas tikmũ,ũn, comumente chamadas pelo etnônimoMaxakali, seguem com as linhas das suas vidas no nordeste mineiro, quase na fronteira com o sul da Bahia
Temporalidades sacrificiais, deslocamentos históricos: Os etnônimos nos Sertões do Leste
Neste artigo procuro lançar um olhar para as especificidades acerca da circulação de nomes e etnônimos na parte leste das Terras Baixas da América do Sul. A partir do material etnográfico tikmũ,ũn procuro lançar algumas hipóteses sobre a etnonímia nesta região etnográfica. Argumento que, seguindo algumas pistas dos nomes que circularam nos documentos históricos da região e analisando dados do século XX a respeito das pessoas tikmũ,ũn, mais conhec…
Quebra e partilha de corpos e cantos: Notas a Respeito Da Máquina Sacrificial Tikmũ,ũn
Neste artigo procuro analisar o lugar que a relação entre canto e sacrifício possui no interior da socialidade tikmũ,ũn. Meu argumento é o de que parece operar uma dinâmica de quebra e partilha dos corpos, presente em narrativas míticas e em outras esferas da socialidade tikmũ,ũn, como na circulação dos cantos, das doenças e de partes dos animais oferecidos aos yãmĩyxop - coletivo de espíritos cantores. Esta perspectiva mobiliza na socialidade ti…
A história através do sacrifício e da predação: Território existencial tikmũ,ũn nas encruzilhadas coloniais entre os estados brasileiros de Minas Gerais e Bahia
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Vengeance and territoriality Tikmũ,ũn
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Vingança e territorialidade tikmũ,ũn
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