Zélia Pereira
Biographic Data
| ID | 732929 |
|---|---|
| NAME | Zélia Pereira |
| GIVEN NAMES | Zélia |
| FAMILY NAME | Pereira |
| SIGNATURE | PEREIRA Z |
| AFFILIATIONS | University of Coimbra |
| ORCID | 0000-0002-5844-5948 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 6 |
| TOTAL CITATIONS | 2 |
| AUTHOR COUNT | 4 |
| EDITOR COUNT | 2 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2020 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2025 |
| H-INDEX | 1 |
Timor-Leste’s Long Road to Independence
From a much neglected Portuguese colony to independence, Timor-Leste travelled a belated, long and troubled journey that included a 24-year Indonesian occupation. A classic process of European decolonization (1974–1975) was followed by a nationalist struggle against “Third World Colonialism” (1975–1999), and a final phase under the direct aegis of the United Nations (1999–2002). More than a direct relation between coloniser and colonised, this tu…
Timor-Leste's Long Road to Independence
From a much neglected Portuguese colony to independence, Timor-Leste travelled a belated, long and troubled journey that included a 24-year Indonesian occupation. A classic process of European decolonization (1974-1975) was followed by a nationalist struggle against 'Third World Colonialism' (1975-1999), and a final phase under the direct aegis of the United Nations (1999-2002). More than a direct relation between coloniser and colonised, this tu…
Timor-Leste’s Long Road to Independence
Decolonization without Self-Determination
As the Carnation Revolution of 25 April 1974 in Lisbon set in motion the process of decolonizing the empire, the future of 'Portuguese Timor' was the subject of an intense debate which involved external actors. Like other Asian remnants of the empire, Timor was a small territory surrounded by a giant neighbour, which laid claim to be part of the process. Indonesia sought contact with the Portuguese authorities, and the countries held several roun…
Portugal, as Nações Unidas e a autodeterminação de Timor-Leste, 1974-1982
À semelhança das demais colónias portuguesas, Timor-Leste foi considerado pela ONU em 1960 como um território não autónomo. Até 1974, a ONU procedeu à recolha de informações sobre Timor, sem grandes preocupações devido à ausência de um conflito armado. Somente a partir de meados de 1975 se procurou envolver a organização em tentativas de mediação entre associações timorenses, Portugal e Indonésia, numa conjuntura de degradação da situação no terr…
Da chegada do 25 de Abril a Timor
Após o 25 de Abril de 1974, a descolonização de Timor revelou-se conturbada. Alguns dos primeiros passos para a mobilização política da sociedade timorense foram dados por militares portugueses localmente empenhados na execução do programa do MFA, mais tarde criticados pela sua atuação. Entre eles encontra-se o major António Arnao Metello, chefe do Estado-Maior, e, a partir de maio de 1974, delegado do MFA e presidente da Comissão para a Autodete…
Portugal, as Nações Unidas e a autodeterminação de Timor-Leste, 1974-1982
À semelhança das demais colónias portuguesas, Timor-Leste foi considerado pela ONU em 1960 como um território não autónomo. Até 1974, a ONU procedeu à recolha de informações sobre Timor, sem grandes preocupações devido à ausência de um conflito armado. Somente a partir de meados de 1975 se procurou envolver a organização em tentativas de mediação entre associações timorenses, Portugal e Indonésia, numa conjuntura de degradação da situação no terr…
Da chegada do 25 de Abril a Timor
Após o 25 de Abril de 1974, a descolonização de Timor revelou-se conturbada. Alguns dos primeiros passos para a mobilização política da sociedade timorense foram dados por militares portugueses localmente empenhados na execução do programa do MFA, mais tarde criticados pela sua atuação. Entre eles encontra-se o major António Arnao Metello, chefe do Estado-Maior, e, a partir de maio de 1974, delegado do MFA e presidente da Comissão para a Autodete…
Da chegada do 25 de Abril a Timor
Após o 25 de Abril de 1974, a descolonização de Timor revelou-se conturbada. Alguns dos primeiros passos para a mobilização política da sociedade timorense foram dados por militares portugueses localmente empenhados na execução do programa do MFA, mais tarde criticados pela sua atuação. Entre eles encontra-se o major António Arnao Metello, chefe do Estado-Maior, e, a partir de maio de 1974, delegado do MFA e presidente da Comissão para a Autodete…
Portugal, as Nações Unidas e a autodeterminação de Timor-Leste, 1974-1982
À semelhança das demais colónias portuguesas, Timor-Leste foi considerado pela ONU em 1960 como um território não autónomo. Até 1974, a ONU procedeu à recolha de informações sobre Timor, sem grandes preocupações devido à ausência de um conflito armado. Somente a partir de meados de 1975 se procurou envolver a organização em tentativas de mediação entre associações timorenses, Portugal e Indonésia, numa conjuntura de degradação da situação no terr…
Timor-Leste's Long Road to Independence
From a much neglected Portuguese colony to independence, Timor-Leste travelled a belated, long and troubled journey that included a 24-year Indonesian occupation. A classic process of European decolonization (1974-1975) was followed by a nationalist struggle against 'Third World Colonialism' (1975-1999), and a final phase under the direct aegis of the United Nations (1999-2002). More than a direct relation between coloniser and colonised, this tu…
Timor-Leste’s Long Road to Independence
Decolonization without Self-Determination
As the Carnation Revolution of 25 April 1974 in Lisbon set in motion the process of decolonizing the empire, the future of 'Portuguese Timor' was the subject of an intense debate which involved external actors. Like other Asian remnants of the empire, Timor was a small territory surrounded by a giant neighbour, which laid claim to be part of the process. Indonesia sought contact with the Portuguese authorities, and the countries held several roun…
Timor-Leste’s Long Road to Independence
From a much neglected Portuguese colony to independence, Timor-Leste travelled a belated, long and troubled journey that included a 24-year Indonesian occupation. A classic process of European decolonization (1974–1975) was followed by a nationalist struggle against “Third World Colonialism” (1975–1999), and a final phase under the direct aegis of the United Nations (1999–2002). More than a direct relation between coloniser and colonised, this tu…
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