Patricia Valim
Biographic Data
| ID | 809317 |
|---|---|
| NAME | Patricia Valim |
| GIVEN NAMES | Patricia |
| FAMILY NAME | Valim |
| SIGNATURE | VALIM P |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal da Bahia |
| ORCID | 0000-0002-7615-1142 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 8 |
| TOTAL CITATIONS | 10 |
| AUTHOR COUNT | 8 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2007 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2021 |
| H-INDEX | 1 |
La Republicanismo e Independência do Brasil na “Conspiração Socialista na Bahia em 1798” de Francisco Adolpho de Varnhagen
As lutas pela independência política do Brasil nas várias províncias e o intenso debate político da época explicitaram que um projeto de nação republicana era uma forte e constante possibilidade histórica, de maneira que os republicanismos mobilizados em vários movimentos sociais desde o final do século XVIII foram constantemente criminalizados em várias esferas pela política d. Pedro I e d. Pedro II. O objetivo deste artigo é demonstrar a maneir…
Negacionismo: História, Historiografia E Perspectivas De Pesquisa
Um crescendo de tomada de consciência: A Conjuração Baiana de 1798 no primeiro centenário da Independência do Brasil
O artigo analisa o modo pelo qual a historiografia ligada ao Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, no período do primeiro centenário da Independência do Brasil, inverteu o polo das análises oitocentistas sobre a Conjuração Bahiana de 1798 –um evento pedagógico da história pátria em razão da criminalização do exercício político de homens livres, pobres e adeptos ao projeto de nação repuplicana -, para considerá-lo como a etapa popular do proc…
Reformas estimulam ou evitam revoluções? Os dízimos da Capitania da Bahia e a Conjuração Baiana de 1798
O presente artigo analisa o impacto das reformas de d. Rodrigo de Sousa Coutinho na capitania da Bahia, no final do século XVIII, para um grupo de poderosos, qualificados por Luís dos Santos Vilhena de "corporação dos enteados",. Esse potentado integrou a Conjuração Baiana de 1798, estimulado pela contenda sobre a arrematação dos dízimos na capitania, que ameaçou sua participação no leilão público. A partir da deflagração do movimento de 1798, a …
Corporação dos enteados: Tensão, contestação e negociação política na Conjuração Baiana de 1798
sociedade, base social fundamental para a sustentação do poder monárquico português continuar a governar a conflitualidade no interior dos setores dominantes da sua principal colônia
Combates pela História da Conjuração Baiana de 1798: Idéias de crise e revolução no século XX
Este artigo analisa o processo de construção da memória da Conjuração Baiana na historiografia, desde meados do século XIX até o final do século XX. Constatamos que o evento foi reputado pela historiografia oitocentista como sendo uma anomalia social habilmente abortada pelas autoridades régias. Sob a pena dos intelectuais do século XX, entretanto, o evento foi considerado como a mais popular das revoltas que antecederam a emancipação política do…
Da contestação à conversão: A punição exemplar dos réus da Conjuração Baiana de 1798
Condenados por conspirarem contra a monarquia portuguesa, na ensolarada manhã do dia 8 de novembro de 1799, quatro homens livres, pobres e pardos foram enforcados na Praça da Piedade, na cidade de Salvador. Graças aos relatos de um carmelita descalço, frei José do Monte Carmelo, sabe-se atualmente como foram os momentos finais dos quatro réus condenados à pena capital pelo crime de lesa-majestade. Para além de relatar o suplício daqueles quatro h…
Da sedição dos mulatos à conjuração baiana de 1798: A Construção De Uma Memória Histórica
foram considerados pelos Desembargadores do Tribunal da Relação
Negacionismo: História, Historiografia E Perspectivas De Pesquisa
Corporação dos enteados: Tensão, contestação e negociação política na Conjuração Baiana de 1798
sociedade, base social fundamental para a sustentação do poder monárquico português continuar a governar a conflitualidade no interior dos setores dominantes da sua principal colônia
Da sedição dos mulatos à conjuração baiana de 1798: A Construção De Uma Memória Histórica
foram considerados pelos Desembargadores do Tribunal da Relação
Da contestação à conversão: A punição exemplar dos réus da Conjuração Baiana de 1798
Condenados por conspirarem contra a monarquia portuguesa, na ensolarada manhã do dia 8 de novembro de 1799, quatro homens livres, pobres e pardos foram enforcados na Praça da Piedade, na cidade de Salvador. Graças aos relatos de um carmelita descalço, frei José do Monte Carmelo, sabe-se atualmente como foram os momentos finais dos quatro réus condenados à pena capital pelo crime de lesa-majestade. Para além de relatar o suplício daqueles quatro h…
Combates pela História da Conjuração Baiana de 1798: Idéias de crise e revolução no século XX
Este artigo analisa o processo de construção da memória da Conjuração Baiana na historiografia, desde meados do século XIX até o final do século XX. Constatamos que o evento foi reputado pela historiografia oitocentista como sendo uma anomalia social habilmente abortada pelas autoridades régias. Sob a pena dos intelectuais do século XX, entretanto, o evento foi considerado como a mais popular das revoltas que antecederam a emancipação política do…
Corporação dos enteados: Tensão, contestação e negociação política na Conjuração Baiana de 1798
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Reformas estimulam ou evitam revoluções? Os dízimos da Capitania da Bahia e a Conjuração Baiana de 1798
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