Jerry Santos Guimarães
Biographic Data
| ID | 822144 |
|---|---|
| NAME | Jerry Santos Guimarães |
| GIVEN NAMES | Jerry Santos |
| FAMILY NAME | Guimarães |
| SIGNATURE | GUIMARÃES J S |
| AFFILIATIONS | Southwest Bahia State University |
| ORCID | 0000-0002-7331-695X |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 9 |
| TOTAL CITATIONS | 1 |
| AUTHOR COUNT | 9 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2012 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2023 |
| H-INDEX | 1 |
Monteiro, João Gouveia. Nuno Álvares Pereira. Guerreiro, senhor feudal, santo. Os três rostos do Condestável. Lisboa: Manuscrito, 2017. 372 p
Resenha da Obra: MONTEIRO, João Gouveia. Nuno Álvares Pereira. Guerreiro, senhor feudal, santo. Os três rostos do Condestável. Lisboa: Manuscrito, 2017. 372 p
A multifacetada intelectualidade medieval portuguesa
Autópsia e escrita da história em Gomes Eanes de Zurara (século XV)
Partindo de François Hartog e Bernard Guenée, questionamos a opinião, cristalizada por vários historiadores e críticos literários, de que Fernão Lopes, cronista-mor da corte régia portuguesa na primeira metade do século XV, escolheu dar primazia às fontes escritas em detrimento das orais por considerá-las superiores no que diz respeito à escrita da história. A seguir, evidenciamos, através da apreciação da produção historiográfica de Gomes Eanes …
A articulação entre ascendência e conduta como artifício retórico para louvar e vituperar os nobres nas crônicas de Gomes Eanes de Zurara
Durante a Idade Média ibérica pensava-se que a superioridade da nobreza sobre a gente miúda residia sobretudo no sangue: os nobres, por terem “sangue elevado”, estariam “naturalmente” constrangidos a buscar a honra, enquanto os plebeus, em decorrência do seu “sangue baixo”, tenderiam aos vícios. Tal era a opinião e o costume do público receptor das crônicas escritas por Gomes Eanes de Zurara no século XV português. Atentando para tal fato e segui…
Danação e redenção da memória do Infante D. Pedro nas Crônicas de Gomes Eanes de Zurara
Neste artigo, discute-se como a damnatio memoriae imposta por D. Afonso V ao infante D. Pedro no contexto da Batalha de Alfarrobeira, em 1449, bem como a revogação de tal pena, em 1455, refletem-se nas crônicas de Gomes Eanes de Zurara. Demonstra-se que, no período em que vigorou a citada damnatio memoriae, Zurara escreveu, a mando do rei, suas duas primeiras obras: a Crónica da Tomada de Ceuta e a Crónica de Guiné, motivo pelo qual o infante D. …
Similitudes entre os ofícios da gente miúda e as atividades próprias da gente honrada nas crônicas de Gomes Eanes de Zurara
Gomes Eanes de Zurara, segundo cronista-mor de Portugal, escreveu enquanto vigorava a longa duração da instituição retórica. Deste modo, as narrativas históricas por ele compostas eram retoricamente regradas, o que pode ser observado, por exemplo, nos usos que o cronista faz de diversos ornamentos de palavras e de pensamentos com vistas a conferir dignidade à sua elocução. Neste artigo analisamos especificamente como a similitude, um dos diversos…
“Como Gente Temerosa E Desesperada Em Que Não Há Virtude Nem Fortaleza”: A Atualização Do Topos Do Peão Covarde Nas Crônicas De Fernão Lopes, Gomes Eanes De Zurara E Rui De Pina
Neste artigo discutimos como a covardia, apontada por Aristóteles e por Flávio Vegécio como um vício recorrente e perigoso no teatro da guerra, é particularizada na Idade Média Ibérica como uma característica sobretudo da peonagem, corporação de guerreiros cuja origem social é a chamada “gente miúda”. Evidenciamos que o topos do peão covarde que se desespera ao avistar seus inimigos e que foge do campo de batalha, antepondo assim sua vida à honra…
O ganho, o proveito e o roubo: O topos da cobiça da gente miúda nas crônicas de Gomes Eanes de Zurara
The desire for gain that goes beyond what is acceptable, reprimanded as a vice by Aristotle, is understood by Flavius Vegetius as a danger for the troops, since warriors that give in to looting before the battle is finished become easy prey for their adversaries. In the Iberian Middle Ages King Alfonso X of Leon and Castile singles out the vice of greed especially in the "lower people", a point in which he is closely followed by the Alphonsine Or…
Ad Regem: Usos das retóricas epidítica e judicial na dedicatória da Crônica de Guiné (Século XV)
We have as pourpose to demonstrate how Gomes Eanes de Zurara, second chief chronicler of the House of Avis in the fifteenth century Lusitanian, made use of rhetorical procedures in a work of historiography, namely, the Chronicle of Guinea, more specifically in its dedication to Prince D. Henrique
Danação e redenção da memória do Infante D. Pedro nas Crônicas de Gomes Eanes de Zurara
Neste artigo, discute-se como a damnatio memoriae imposta por D. Afonso V ao infante D. Pedro no contexto da Batalha de Alfarrobeira, em 1449, bem como a revogação de tal pena, em 1455, refletem-se nas crônicas de Gomes Eanes de Zurara. Demonstra-se que, no período em que vigorou a citada damnatio memoriae, Zurara escreveu, a mando do rei, suas duas primeiras obras: a Crónica da Tomada de Ceuta e a Crónica de Guiné, motivo pelo qual o infante D. …
Ad Regem: Usos das retóricas epidítica e judicial na dedicatória da Crônica de Guiné (Século XV)
We have as pourpose to demonstrate how Gomes Eanes de Zurara, second chief chronicler of the House of Avis in the fifteenth century Lusitanian, made use of rhetorical procedures in a work of historiography, namely, the Chronicle of Guinea, more specifically in its dedication to Prince D. Henrique
“Como Gente Temerosa E Desesperada Em Que Não Há Virtude Nem Fortaleza”: A Atualização Do Topos Do Peão Covarde Nas Crônicas De Fernão Lopes, Gomes Eanes De Zurara E Rui De Pina
Neste artigo discutimos como a covardia, apontada por Aristóteles e por Flávio Vegécio como um vício recorrente e perigoso no teatro da guerra, é particularizada na Idade Média Ibérica como uma característica sobretudo da peonagem, corporação de guerreiros cuja origem social é a chamada “gente miúda”. Evidenciamos que o topos do peão covarde que se desespera ao avistar seus inimigos e que foge do campo de batalha, antepondo assim sua vida à honra…
O ganho, o proveito e o roubo: O topos da cobiça da gente miúda nas crônicas de Gomes Eanes de Zurara
The desire for gain that goes beyond what is acceptable, reprimanded as a vice by Aristotle, is understood by Flavius Vegetius as a danger for the troops, since warriors that give in to looting before the battle is finished become easy prey for their adversaries. In the Iberian Middle Ages King Alfonso X of Leon and Castile singles out the vice of greed especially in the "lower people", a point in which he is closely followed by the Alphonsine Or…
A articulação entre ascendência e conduta como artifício retórico para louvar e vituperar os nobres nas crônicas de Gomes Eanes de Zurara
Durante a Idade Média ibérica pensava-se que a superioridade da nobreza sobre a gente miúda residia sobretudo no sangue: os nobres, por terem “sangue elevado”, estariam “naturalmente” constrangidos a buscar a honra, enquanto os plebeus, em decorrência do seu “sangue baixo”, tenderiam aos vícios. Tal era a opinião e o costume do público receptor das crônicas escritas por Gomes Eanes de Zurara no século XV português. Atentando para tal fato e segui…
Danação e redenção da memória do Infante D. Pedro nas Crônicas de Gomes Eanes de Zurara
Neste artigo, discute-se como a damnatio memoriae imposta por D. Afonso V ao infante D. Pedro no contexto da Batalha de Alfarrobeira, em 1449, bem como a revogação de tal pena, em 1455, refletem-se nas crônicas de Gomes Eanes de Zurara. Demonstra-se que, no período em que vigorou a citada damnatio memoriae, Zurara escreveu, a mando do rei, suas duas primeiras obras: a Crónica da Tomada de Ceuta e a Crónica de Guiné, motivo pelo qual o infante D. …
Similitudes entre os ofícios da gente miúda e as atividades próprias da gente honrada nas crônicas de Gomes Eanes de Zurara
Gomes Eanes de Zurara, segundo cronista-mor de Portugal, escreveu enquanto vigorava a longa duração da instituição retórica. Deste modo, as narrativas históricas por ele compostas eram retoricamente regradas, o que pode ser observado, por exemplo, nos usos que o cronista faz de diversos ornamentos de palavras e de pensamentos com vistas a conferir dignidade à sua elocução. Neste artigo analisamos especificamente como a similitude, um dos diversos…
Monteiro, João Gouveia. Nuno Álvares Pereira. Guerreiro, senhor feudal, santo. Os três rostos do Condestável. Lisboa: Manuscrito, 2017. 372 p
Resenha da Obra: MONTEIRO, João Gouveia. Nuno Álvares Pereira. Guerreiro, senhor feudal, santo. Os três rostos do Condestável. Lisboa: Manuscrito, 2017. 372 p
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