Maria Lúcia Cacciola
Biographic Data
| ID | 878262 |
|---|---|
| NAME | Maria Lúcia Cacciola |
| GIVEN NAMES | Maria Lúcia |
| FAMILY NAME | Cacciola |
| SIGNATURE | CACCIOLA M L |
| AFFILIATIONS | Universidade de São Paulo |
| ORCID | 0000-0002-0001-5371 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 14 |
| TOTAL CITATIONS | 1 |
| WORKS AS AUTHOR | 13 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1983 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 1 |
Metafísica e moral na obra de Schopenhauer
O artigo explora a aparente contradição, na filosofia de Schopenhauer, entre o significado moral e o diagnóstico do “pior dos mundos”. O filósofo afirma a compaixão como o único fundamento moral universal e concreto ao rejeitar o transcendentalismo e a intervenção de um Deus ou inteligência suprema. A compaixão emerge como fundamento universal da moral, capaz de mitigar o sofrimento e instaurar solidariedade em meio à “guerra de todos contra todo…
A Ilustração Alemã
Busca-se apresentar uma discussão sobre as origens do iluminismo alemão, contrapondo os avanços que teriam realizado Leibniz Crusius e Wolff. Salienta-se o elemento particular da sociedade alemã do século XVII e XVIII, de modo a compreender as especificidades da proposta kantiana, a qual se mostra como um processo em desenvolvimento e não acabado de liberdade e autonomia
Na companhia de Hilda Hilst, Mira Schendel e Amélia Toledo
O texto a seguir foi apresentado no II Encontro do Grupo de Trabalho de Filosofia e Gênero da ANPOF, na USP, entre os dias 4 e 6 de setembro de 2019, e trata-se de um depoimento de Maria Lúcia Cacciolla
Resposta de Schopenhauer a Jacobi
O texto analisa como o problema da coisa em si em Kant, enquanto fundamento real ou não do fenômeno, foi reelaborado pelos filósofos pós-kantianos e como estes buscaram solucionar o possível dualismo da filosofia crítica. A investigação se concentra sobretudo na resposta de Schopenhauer ao problema, evidenciado pela primeira vez pelo filósofo Friedrich Heinrich Jacobi, um dos grandes críticos da filosofia transcendental e do idealismo
O tema da razão em Horkheimer e Schopenhauer
Trata-se de buscar as afinidades entre o pensamento de Max Horkheimer e Arthur Schopenhauer, tendo como fio condutor o conceito de razão, tal como se apresenta em ambos. Neste percurso buscamos mostrar as diferenças de leitura da filosofia schopenhaueriana, sobretudo no que tange ao seu propalado conservadorismo, destacando a originalidade e perspicácia da leitura de Horkheimer, que deu origem a uma "esquerda schopenhaueriana". O intuito é também…
A contemplação estética
Este texto procura mostrar as afinidades entre a estética contemplativa de Mondrian e a Metafísica do Belo de Schopenhauer. As noções examinadas com mais afinco são as de abstração e contemplação e os sentidos que tomam para o artista e o filósofo. O progressivo esvaziamento de todo o conteúdo da obra leva à noção da arte abstrata que busca elevar-se á Ideia ou ao universal. Esse esvaziamento, por sua vez, aproxima as artes plásticas da música, e…
Sobre o gênio na estética de Schopenhauer
Minha comunicação pretende apresentar um estudo da figura do gênio em Schopenhauer. A preocupação fundamental será a questão da especificidade da obra de arte em Schopenhauer como modo de conhecimento, a saber, “como metafísica do belo”. Nessa via analisaremos a característica própria do gênio em Schopenhauer, buscando estabelecer suas referências ao gênio em Kant, e questionando as afinidades e contrastes entre ambas as concepções. Trata-se de i…
A filosofia universitária – Schopenhauer educador
A filosofia universitária – Schopenhauer educador
A morte, musa da filosofia
FINAL END OF LIFE OF THE INDIVIDUAL, NOT OF SPECIES, DEATH DOES NOT MEAN FOR SCHOPENHAUER THE END OF THE WILL AS ESSENCE, THAT IS, OF THE INDESTRUCTIBLE WILL-TO-LIVE. THE CONCEPTION OF DEATH AS “MUSE OF PHILOSOPHY”, AND OF PHILOSOPHY AS “PREPARATION TO DEATH”, IS RELATED TO THE IMPORTANCE OF THE ORGANISM AND ITS VITAL CYCLE IN SCHOPENHAUER’S THOUGHT. THIS WILL BE OUR STARTING POINT TO SHOW THE INTERDEPENDENCE BETWEEN HIS REFLECTIONS ON ETHICS, AB…
O "eu" em Fichte e Schopenhauer
O presente artigo tem por objetivo tomar partido diante do texto de GuéroultFichte et Schopenhauer, abordando as diferenças entre ambos ao enfrentarem a questão doeu. Partimos do problema da coisa-em-si kantiana, considerada como causa do fenômeno,e as respectivas soluções propostas por Fichte e Schopenhauer, para nos posicionarmos emrelação às críticas de Guéroult a Schopenhauer, que evidenciam sobretudo as incoerênciasdo idealismo desse último.…
O conceito de interesse
Este texto procura precisar o conceito de interesse na estética de Schopenhauer para determinar o papel que ele ali desempenha. A negação do interesse, vista como central na estética deste autor, leva a uma leitura que a contrapõe à estética de Kant, em que o desinteresse estaria relacionado não com a negatividade do sensível, mas com uma mera indiferença em relação à existência do objeto, para constituir um campo próprio da arte, no qual vige o …
Ainda alguns esclarecimentos sobre a filosofia kantiana
Tradução de Maria Lúcia Cacciola
A questão do finalismo na filosofia de Schopenhauer
Este artigo tem em vista examinar a questão de como uma “metafísica da Vontade" que não admite nenhum “telos” pode, ao mesmo tempo, aceitar para fins epistemológicos uma “reabilitação das causas finais". Ora, a idéia de um finalismo na natureza para explicação do mundo orgânico esta intimamente ligada à predominância da Vontade sobre o Intelecto e, assim, à tentativa de banir da filosofia qualquer traço de teologia: a saber, ao propósito de negar…
Schopenhauer e a crítica da razão. A razão e as representações abstratas
O conceito de interesse
Este texto procura precisar o conceito de interesse na estética de Schopenhauer para determinar o papel que ele ali desempenha. A negação do interesse, vista como central na estética deste autor, leva a uma leitura que a contrapõe à estética de Kant, em que o desinteresse estaria relacionado não com a negatividade do sensível, mas com uma mera indiferença em relação à existência do objeto, para constituir um campo próprio da arte, no qual vige o …
Schopenhauer e a crítica da razão. A razão e as representações abstratas
A questão do finalismo na filosofia de Schopenhauer
Este artigo tem em vista examinar a questão de como uma “metafísica da Vontade" que não admite nenhum “telos” pode, ao mesmo tempo, aceitar para fins epistemológicos uma “reabilitação das causas finais". Ora, a idéia de um finalismo na natureza para explicação do mundo orgânico esta intimamente ligada à predominância da Vontade sobre o Intelecto e, assim, à tentativa de banir da filosofia qualquer traço de teologia: a saber, ao propósito de negar…
Ainda alguns esclarecimentos sobre a filosofia kantiana
Tradução de Maria Lúcia Cacciola
O conceito de interesse
Este texto procura precisar o conceito de interesse na estética de Schopenhauer para determinar o papel que ele ali desempenha. A negação do interesse, vista como central na estética deste autor, leva a uma leitura que a contrapõe à estética de Kant, em que o desinteresse estaria relacionado não com a negatividade do sensível, mas com uma mera indiferença em relação à existência do objeto, para constituir um campo próprio da arte, no qual vige o …
A morte, musa da filosofia
FINAL END OF LIFE OF THE INDIVIDUAL, NOT OF SPECIES, DEATH DOES NOT MEAN FOR SCHOPENHAUER THE END OF THE WILL AS ESSENCE, THAT IS, OF THE INDESTRUCTIBLE WILL-TO-LIVE. THE CONCEPTION OF DEATH AS “MUSE OF PHILOSOPHY”, AND OF PHILOSOPHY AS “PREPARATION TO DEATH”, IS RELATED TO THE IMPORTANCE OF THE ORGANISM AND ITS VITAL CYCLE IN SCHOPENHAUER’S THOUGHT. THIS WILL BE OUR STARTING POINT TO SHOW THE INTERDEPENDENCE BETWEEN HIS REFLECTIONS ON ETHICS, AB…
O "eu" em Fichte e Schopenhauer
O presente artigo tem por objetivo tomar partido diante do texto de GuéroultFichte et Schopenhauer, abordando as diferenças entre ambos ao enfrentarem a questão doeu. Partimos do problema da coisa-em-si kantiana, considerada como causa do fenômeno,e as respectivas soluções propostas por Fichte e Schopenhauer, para nos posicionarmos emrelação às críticas de Guéroult a Schopenhauer, que evidenciam sobretudo as incoerênciasdo idealismo desse último.…
A filosofia universitária – Schopenhauer educador
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Sobre o gênio na estética de Schopenhauer
Minha comunicação pretende apresentar um estudo da figura do gênio em Schopenhauer. A preocupação fundamental será a questão da especificidade da obra de arte em Schopenhauer como modo de conhecimento, a saber, “como metafísica do belo”. Nessa via analisaremos a característica própria do gênio em Schopenhauer, buscando estabelecer suas referências ao gênio em Kant, e questionando as afinidades e contrastes entre ambas as concepções. Trata-se de i…
A contemplação estética
Este texto procura mostrar as afinidades entre a estética contemplativa de Mondrian e a Metafísica do Belo de Schopenhauer. As noções examinadas com mais afinco são as de abstração e contemplação e os sentidos que tomam para o artista e o filósofo. O progressivo esvaziamento de todo o conteúdo da obra leva à noção da arte abstrata que busca elevar-se á Ideia ou ao universal. Esse esvaziamento, por sua vez, aproxima as artes plásticas da música, e…
O tema da razão em Horkheimer e Schopenhauer
Trata-se de buscar as afinidades entre o pensamento de Max Horkheimer e Arthur Schopenhauer, tendo como fio condutor o conceito de razão, tal como se apresenta em ambos. Neste percurso buscamos mostrar as diferenças de leitura da filosofia schopenhaueriana, sobretudo no que tange ao seu propalado conservadorismo, destacando a originalidade e perspicácia da leitura de Horkheimer, que deu origem a uma "esquerda schopenhaueriana". O intuito é também…
Na companhia de Hilda Hilst, Mira Schendel e Amélia Toledo
O texto a seguir foi apresentado no II Encontro do Grupo de Trabalho de Filosofia e Gênero da ANPOF, na USP, entre os dias 4 e 6 de setembro de 2019, e trata-se de um depoimento de Maria Lúcia Cacciolla
Resposta de Schopenhauer a Jacobi
O texto analisa como o problema da coisa em si em Kant, enquanto fundamento real ou não do fenômeno, foi reelaborado pelos filósofos pós-kantianos e como estes buscaram solucionar o possível dualismo da filosofia crítica. A investigação se concentra sobretudo na resposta de Schopenhauer ao problema, evidenciado pela primeira vez pelo filósofo Friedrich Heinrich Jacobi, um dos grandes críticos da filosofia transcendental e do idealismo
Metafísica e moral na obra de Schopenhauer
O artigo explora a aparente contradição, na filosofia de Schopenhauer, entre o significado moral e o diagnóstico do “pior dos mundos”. O filósofo afirma a compaixão como o único fundamento moral universal e concreto ao rejeitar o transcendentalismo e a intervenção de um Deus ou inteligência suprema. A compaixão emerge como fundamento universal da moral, capaz de mitigar o sofrimento e instaurar solidariedade em meio à “guerra de todos contra todo…
A Ilustração Alemã
Busca-se apresentar uma discussão sobre as origens do iluminismo alemão, contrapondo os avanços que teriam realizado Leibniz Crusius e Wolff. Salienta-se o elemento particular da sociedade alemã do século XVII e XVIII, de modo a compreender as especificidades da proposta kantiana, a qual se mostra como um processo em desenvolvimento e não acabado de liberdade e autonomia
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