José Wellington De Souza
Biographic Data
| ID | 879124 |
|---|---|
| NAME | José Wellington De Souza |
| GIVEN NAMES | José Wellington |
| FAMILY NAME | De Souza |
| SIGNATURE | DE SOUZA J W |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Juiz de Fora |
| ORCID | 0000-0001-5755-3472 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 6 |
| TOTAL CITATIONS | 1 |
| AUTHOR COUNT | 6 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2016 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2022 |
| H-INDEX | 1 |
Jeca Sem Posses: As condições sociais para a transformação do Jeca Tatu em Zé Brasil
Neste artigo o objetivo foi analisar o processo, as condições e as referências que o escritor Monteiro Lobato recebeu ao longo do tempo, em uma perspectiva sócio histórica, para compreender como, após ter criado a figura do Jeca Tatu com uma conotação pejorativa do caipira, o escritor criou o Zé Brasil, reabilitando o Jeca e enfatizando a dimensão política. Metodologicamente, a pesquisa foi realizada a partir de análise documental da obra de Mont…
Vozes Lobatianas Em Diálogo: Possibilidades e desafios de estudar Monteiro Lobatos
“Preto também é gente!” – as “calamidades” pretendidas por Monteiro LobatoJosé Bento Monteiro Lobato, escritor, editor e empreendedor, nasceu em Taubaté, no interior de São Paulo, em 1882, e faleceu na capital do estado em 1948. Sua obra – de ficção e não-ficção – é marcada por uma preocupação indelével com os problemas nacionais, que demonstrava reconhecer e denunciava desde suas primeiras linhas publicadas e os quais tentou sanar ao longo de su…
Percepções sobre drogas, dependência química e busca de tratamento segundo elaborações cosmológicas de católicos e pentecostais
No presente artigo pretendemos apresentar um estudo comparado dos resultados encontrados por duas etnografias realizadas em torno da questão do uso crônico de álcool e drogas entre moradores de regiões periféricas. Ao mesmo tempo, iremos expor as interpretações que os usuários e suas famílias tinham sobre as causas da dependência química. De antemão, é importante salientar que, nos dois cenários onde os autores fizeram suas etnografias, as explic…
Caipiras e sertanejos: Raça e nacionalidade em Euclides da Cunha e Monteiro Lobato
Pretendo analisar os usos de tipos humanos na formação de termos, como "raça nacional", cristalizados em dois tipos literários presentes na literatura nacional, pensados como tipos humanos raciais muito caros ao imaginário do pensamento social. Para isso, tomo o Sertanejo de Euclides da Cunha e o Jeca Tatu de Monteiro Lobato. É notória a contribuição dos termos literários e biológicos elencados por Euclides, em Os Sertões, sobre a constituição da…
O Jeca Doente de Problema Vital: Monteiro Lobato e os higienistas de São Paulo em 1918
Neste artigo, trato da relação de Monteiro Lobato com o movimento Higienista-Sanitarista brasileiro e a consequente mudança de sua definição sobre o homem pobre do campo, que o levou a publicar diversos artigos em defesa da campanha sanitarista, resultando na edição desses artigos sob a forma do livro Problema Vital, de 1918, custeada pela Sociedade Eugênica de São Paulo. A partir de Problema Vital, Jeca Tatu não mais desempenhava o papel da figu…
Porcos, humanos e lobisomens no imaginário rural: O Uso Estrutural Do Animal Como Símbolo Que Define a Humanidade
Pretendo tratar do uso do porco (animal e carcaça) como símbolo utilizado em um conjunto mitológico que trata da condição humana e do lugar do homem na criação. No conjunto de mitos colhidos entre moradores oriundos de áreas rurais e que hoje vivem na periferia da cidade de Liberdade (MG), o porco aparece como signo diametral e oposto ao homem, que acaba por se manifestar no signo anômalo do lobisomem. Faço isso baseado, especialmente, na apropri…
Caipiras e sertanejos: Raça e nacionalidade em Euclides da Cunha e Monteiro Lobato
Pretendo analisar os usos de tipos humanos na formação de termos, como "raça nacional", cristalizados em dois tipos literários presentes na literatura nacional, pensados como tipos humanos raciais muito caros ao imaginário do pensamento social. Para isso, tomo o Sertanejo de Euclides da Cunha e o Jeca Tatu de Monteiro Lobato. É notória a contribuição dos termos literários e biológicos elencados por Euclides, em Os Sertões, sobre a constituição da…
Porcos, humanos e lobisomens no imaginário rural: O Uso Estrutural Do Animal Como Símbolo Que Define a Humanidade
Pretendo tratar do uso do porco (animal e carcaça) como símbolo utilizado em um conjunto mitológico que trata da condição humana e do lugar do homem na criação. No conjunto de mitos colhidos entre moradores oriundos de áreas rurais e que hoje vivem na periferia da cidade de Liberdade (MG), o porco aparece como signo diametral e oposto ao homem, que acaba por se manifestar no signo anômalo do lobisomem. Faço isso baseado, especialmente, na apropri…
O Jeca Doente de Problema Vital: Monteiro Lobato e os higienistas de São Paulo em 1918
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