Carolina Anglada
Biographic Data
| ID | 879166 |
|---|---|
| NAME | Carolina Anglada |
| GIVEN NAMES | Carolina |
| FAMILY NAME | Anglada |
| SIGNATURE | ANGLADA C |
| AFFILIATIONS | Universidade Federal de Ouro Preto |
| ORCID | 0000-0003-3930-2893 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 13 |
| TOTAL CITATIONS | 1 |
| WORKS AS AUTHOR | 13 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2014 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2025 |
| H-INDEX | 1 |
O Luto E Sua Interpretação
Em intersecção com o mito da Atlântida perdida, este ensaio propõe uma leitura da obra poética de Tal Nitzán, conjugando um pensamento que se detém sobre o luto, desde o ditado da origem dos povos, até a realidade dos contextos de guerra. Considerando tratar-se de uma obra que toma posição, não sem a dificuldade de escavar os sentidos da ameaça, perscruta-se, ainda, as relações entre sonho, trauma e infância, ampliando-as do campo estrito do suje…
A interpretação em guerra
A partir da provocação contrainterpretativa de Susan Sontag, neste ensaio, buscamos refletir sobre a alteração dos paradigmas epistemológicos em dois relatos escritos por mulheres, que operacionalizam, às suas maneiras, uma crítica à universalidade, pela afirmação do não todo. Nossa hipótese é a de que a habitação feminina na linguagem, no caso de Isabela Figueiredo e de Noemi Jaffe, afirmando aquela anterioridade que lhes antecede, seja na figur…
Forma e antiforma
Considerando que a forma se torna uma questão crucial para o discurso da modernidade, a se entrelaçar com noções de ritmo, comunidade e crítica, este artigo busca analisar o projeto de desmanche da tradição e de revisão histórica que o poeta Edimilson de Almeida Pereira realiza ao propor a concepção de antiforma. Em diálogo com a herança afro-diaspórica, entre outras expressões poéticas modernas e arcaicas, o verso em constante interrupção do poe…
Paulo Henriques Britto e a poesia como forma de (não) dizer e de dizer o não
O presente artigo busca identificar na obra poética de Paulo Henriques Britto formas de atravessar o conceito de contemporâneo, com base em um diálogo com os pensadores Alberto Pucheu, Giorgio Agamben e Friedrich Nietzsche. A decisão de Britto de levar às últimas consequências o exercício formal revela-se uma posição singular de pensamento sobre a negatividade na linguagem, a ausência de sentido, o eterno retorno do mesmo, o silêncio constitutivo…
Stella Do Patrocínio E a Metáfora Delirante
Em busca de saber se o insignificante pode ou não falar, este artigo se detém na poética proferida de Stella do Patrocínio, articulando os campos da psicanálise, da teoria da literatura e da filosofia. Discute-se, para tanto, o que é simbolizável no discurso delirante, e o que permanece à margem, impedido de ser interpretado totalmente. A metáfora, enquanto elaboração do Simbólico, norteia esta investigação, ao trazer para a discussão o pensament…
Nordeste descentralizado
Com base em discussões sobre as relações variáveis entre o pensamento e a terra, alavancadas pelo conceito tardio de geofilosofia, elaborado por Gilles Deleuze e Félix Guattari, e em proposições histórico-políticas sobre a formação discursiva e simbólica da região do Nordeste, objetiva-se compreender como alguns poetas contemporâneos encaram os paradigmas que outrora foram responsáveis por atribuir à produção artística de certas localidades as al…
O apocalipse revisto por Deus-dará
Invertendo as figuras do mito da criação dos brasileiros pelos europeus, a escritora portuguesa Alexandra Lucas Coelho focaliza o apocalipse como tropo não só tropicalista, mas perspectivista, mudando de posição para ver as diferenças e as partilhas deste espaço incomum que se abre entre os contrários na língua portuguesa. Este ensaio, em resposta à provocação de Deus-dará, revisita os lugares de nossa formação, revisando sobretudo os trânsitos q…
Gênero, exemplo e pertencimento
Este artigo propõe uma leitura centrada no texto "La loi du genre", de Jacques Derrida, a partir do qual são tecidas conexões e atravessamentos com os pensamentos teóricos e filosóficos de Giorgio Agamben e de Judith Butler, no que toca as noções de gênero, exemplo e pertencimento. Trata-se de analisar o modo como o contemporâneo se coloca diante de questões tão caras à subjetividade, no que tange tanto uma política dos corpos quanto uma política…
O direito à teoria - uma entrevista com Luiz Costa Lima
Entrevista com o crítico e teórico da literatura Luiz Costa Lima
Não editar porque sim
Entrevista com o editor português João Concha
Forma, informe, formação
O teórico francês Georges Didi-Huberman desenvolve um campo lexical que atrela a ideia de imagem à forma, à plasticidade, ao ritmo e à força de sua aparição. Todo um vocabulário morfológico é desenvolvido a partir da observação tanto de espécies animais, como as falenas, quanto do reino vegetal, e mesmo de obras artísticas teoricamente destituídas de dinamismo, como as do minimalismo. Diante da extrema variabilidade de matérias sobre as quais a t…
Entre o ver e o ser visto
http://dx.doi.org/10.5007/1984-784X.2015v15n24p34Este artigo pretende estabelecer interseções entre a produção cinematográfica Ex isto, de Cao Guimarães, e a obra literária que a motiva, Catatau, de Paulo Leminski, tendo como eixo a discussão sobre as posições ocupadas pelo homem e pelo animal. A fim de evidenciar as implicações de uma inversão crítica propiciada pela exposição do homem, que é perscrutado, e torna-se, imagem, e do animal, que se …
A Experiência Em África Para as Línguas De Helder E Coetzee
O presente ensaio aborda a relação que o escritor português Herberto Helder e o sul-africano J. M. Coetzee estabelecem com a linguagem, a partir de suas experiências em África. Ao comparar obras dos dois autores, objetiva-se perceber como as práticas e fatos decorrentes da permanência em África condicionam, no caso de Helder, seu método tradutório e, em Coetzee, o estatuto de indiscernibilidade e impropriedade que a língua assume em sua obra
Forma, informe, formação
O teórico francês Georges Didi-Huberman desenvolve um campo lexical que atrela a ideia de imagem à forma, à plasticidade, ao ritmo e à força de sua aparição. Todo um vocabulário morfológico é desenvolvido a partir da observação tanto de espécies animais, como as falenas, quanto do reino vegetal, e mesmo de obras artísticas teoricamente destituídas de dinamismo, como as do minimalismo. Diante da extrema variabilidade de matérias sobre as quais a t…
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http://dx.doi.org/10.5007/1984-784X.2015v15n24p34Este artigo pretende estabelecer interseções entre a produção cinematográfica Ex isto, de Cao Guimarães, e a obra literária que a motiva, Catatau, de Paulo Leminski, tendo como eixo a discussão sobre as posições ocupadas pelo homem e pelo animal. A fim de evidenciar as implicações de uma inversão crítica propiciada pela exposição do homem, que é perscrutado, e torna-se, imagem, e do animal, que se …
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Entrevista com o crítico e teórico da literatura Luiz Costa Lima
Gênero, exemplo e pertencimento
Este artigo propõe uma leitura centrada no texto "La loi du genre", de Jacques Derrida, a partir do qual são tecidas conexões e atravessamentos com os pensamentos teóricos e filosóficos de Giorgio Agamben e de Judith Butler, no que toca as noções de gênero, exemplo e pertencimento. Trata-se de analisar o modo como o contemporâneo se coloca diante de questões tão caras à subjetividade, no que tange tanto uma política dos corpos quanto uma política…
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Nordeste descentralizado
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Forma e antiforma
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Paulo Henriques Britto e a poesia como forma de (não) dizer e de dizer o não
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