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Geórgia Grube Marcinik

Biographic Data

ID895154
NAMEGeórgia Grube Marcinik
GIVEN NAMESGeórgia Grube
FAMILY NAMEMarcinik
SIGNATUREMARCINIK G G
AFFILIATIONSUniversidade do Estado do Rio de Janeiro
ORCID0000-0002-5249-1548
VERIFIEDYes
TOTAL WORKS2
TOTAL CITATIONS2
WORKS AS AUTHOR2
WORKS AS EDITOR0
FIRST PUBLICATION YEAR2021
LATEST PUBLICATION YEAR2021
H-INDEX1
  • Movimentos feministas e relações raciais intragênero

    Open Access•Geórgia Grube Marcinik, Amana Rocha Mattos•ARTICLE•Revista Polis e Psique•2021

    Nas últimas décadas, tem crescido a interpelação das teorizações feministas a respeito das invisibilizações de determinadas opressões em suas produções. Esse tensionamento parte, especialmente, de feministas e mulheres negras, indígenas, periféricas, que têm endereçado questionamentos e levantado problemas epistemológicos à produção hegemônica e branca do campo dos estudos feministas. Neste artigo, recuperamos o percurso de algumas dessas questõe…

  • Mais branca que eu

    Open Access•Geórgia Grube Marcinik, Amana Rocha Mattos•ARTICLE•Revista Estudos Feministas•2021•Cited by: 2•References: 16

    No presente artigo, analisamos como a branquitude apresenta-se nos movimentos feministas, buscando compreender os processos de subjetivação e racialização de mulheres brancas por meio do diálogo com as epistemologias dos feminismos não hegemônicos e estudos críticos da branquitude. Analisamos as falas de quatro feministas brancas que foram entrevistadas de maneira a pensar os desdobramentos da branquitude nos contextos feministas hegemônicos, bus…

  • Mais branca que eu

    Open Access•Geórgia Grube Marcinik, Amana Rocha Mattos•ARTICLE•Revista Estudos Feministas•2021•Cited by: 2•References: 16

    No presente artigo, analisamos como a branquitude apresenta-se nos movimentos feministas, buscando compreender os processos de subjetivação e racialização de mulheres brancas por meio do diálogo com as epistemologias dos feminismos não hegemônicos e estudos críticos da branquitude. Analisamos as falas de quatro feministas brancas que foram entrevistadas de maneira a pensar os desdobramentos da branquitude nos contextos feministas hegemônicos, bus…

  • Movimentos feministas e relações raciais intragênero

    Open Access•Geórgia Grube Marcinik, Amana Rocha Mattos•ARTICLE•Revista Polis e Psique•2021

    Nas últimas décadas, tem crescido a interpelação das teorizações feministas a respeito das invisibilizações de determinadas opressões em suas produções. Esse tensionamento parte, especialmente, de feministas e mulheres negras, indígenas, periféricas, que têm endereçado questionamentos e levantado problemas epistemológicos à produção hegemônica e branca do campo dos estudos feministas. Neste artigo, recuperamos o percurso de algumas dessas questõe…

  • Mais branca que eu

    Open Access•Geórgia Grube Marcinik, Amana Rocha Mattos•ARTICLE•Revista Estudos Feministas•2021•Cited by: 2•References: 16

    No presente artigo, analisamos como a branquitude apresenta-se nos movimentos feministas, buscando compreender os processos de subjetivação e racialização de mulheres brancas por meio do diálogo com as epistemologias dos feminismos não hegemônicos e estudos críticos da branquitude. Analisamos as falas de quatro feministas brancas que foram entrevistadas de maneira a pensar os desdobramentos da branquitude nos contextos feministas hegemônicos, bus…

Art (2 works) · Humanities (2 works) · Race, Identity, and Education in Brazil (2 works) · Gender, Feminism, and Media (1 work)

Ethnos_APP • Open Source Project • MIT License • Frontend v2.0.0 • Privacy and Cookies • API Documentation: api.ethnos.app/docs • API Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Frontend Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae