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Juliana Gonçalves Melo

Biographic Data

ID897921
NAMEJuliana Gonçalves Melo
GIVEN NAMESJuliana Gonçalves
FAMILY NAMEMelo
SIGNATUREMELO J G
AFFILIATIONSUniversidade Federal do Rio Grande do Norte
ORCID0000-0002-8969-2474
VERIFIEDYes
TOTAL WORKS9
TOTAL CITATIONS4
AUTHOR COUNT9
EDITOR COUNT0
FIRST PUBLICATION YEAR2017
LATEST PUBLICATION YEAR2025
H-INDEX1
  • Mulheres, temporalidades e ritmos em unidades prisionais brasileiras e francesas

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo•ARTICLE•Antropolítica - Revista…•2025

    Trata-se da resenha do livro de Luana Martins Fazer a pena andar: uma etnografia sobre o cumprimento de pena e seus ritmos em unidades prisionais femininas no Rio de Janeiro, Paris e Marseille, publicado em 2024, que analisa a experiência do encarceramento feminino em dois contextos comparativos entre Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, e França, nas cidades de Marselha e Paris. A autora propõe o conceito de ritmos para identificar as formas de …

  • O Corpo Fala O Que a Boca Não Diz - Breves Considerações Sobre Violências E Exclusões Nas Audiências De Custódia

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo, Lênora Santos Peixoto et al.•ARTICLE•Vivência Revista de Antropologia•2022

    O presente trabalho faz uma reflexão sobre as práticas observadas nas audiências de custódia realizadas na Central de Flagrantes do Polo Regional de Natal, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte nos anos de 2017 a 2019. Diga-se, de passagem, que esse sistema jurídico penal determina que o preso seja apresentado a um juiz, no prazo de até 24 horas, para que possa ser analisada a legalidade e a necessidade da prisão. Além da tentat…

  • É guerra: Narrativas Judiciais sobre a Ação do PCC e do SDC

    Open Access•Thais Lemos Duarte, Juliana Gonçalves Melo•ARTICLE•Revista TOMO•2022•Cited by: 1

    Com base em decisões em segunda instância emitidas pelo sistema dejustiça do Rio Grande do Norte, o objetivo geral do artigo é discutir asnarrativas judiciais sobre a ação de grupos criminais em cenário potiguar,notadamente sobre o PCC e a respeito do Sindicato do Crime(SDC). Reforçando o processo de construção social do criminoso que,no limite, promove dinâmicas de sujeição criminal, tais relatos tenderama homogeneizar ambos os grupos, como se e…

  • Etnografias Sobre Justiça E Crime

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo, Marcus André De Souza Cardoso et al.•ARTICLE•Vivência Revista de Antropologia•2022

  • Violências em territórios faccionados do Nordeste do Brasil: Notas sobre as situações do Rio Grande do Norte e do Ceará

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo, Juliana Melo et al.•ARTICLE•Revista USP•2021•Cited by: 2

    O artigo trata do processo de surgimento, consolidação e expansão das facções nos estados do Ceará e Rio Grande do Norte. Discutimos as formas de envolvimento de jovens adolescentes em coletivos criminais conhecidos como facções, tratando das experiências deles em dois grupos particulares: os Guardiões do Estado, do Ceará, e o Sindicato do Crime, do Rio Grande do Norte. Em linhas gerais, evidenciamos dinâmicas próprias desses grupos e contextos, …

  • "É a guerra"! Uma breve análise sobre o Massacre na Prisão de Alcaçuz/RN e o fortalecimento de coletivos criminosos no Estado

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo, Raul Nascimento Rodrigues•ARTICLE•Revista Eletrônica da Faculdade…•2019

    O Massacre da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, ocorrido em janeiro de 2017, marcou o início de uma escalada de violência nunca antes vista no Estado do Rio Grande do Norte. No dia-a-dia potiguar, coletivos criminosos, policiais e grupos de extermínio vêm protagonizando momentos sangrentos que dificilmente deixam de resultar em mortes - fatos que evidenciam, por si sós, a criminalização da pobreza, as consequências da política brasileira de guer…

  • A defesa dos direitos humanos e a extensão universitária em âmbito penal e penitenciário

    Open Access•Bruno Rotta Almeida, Elaine Pimentel et al.•ARTICLE•Revista Eletrônica da Faculdade…•2019

    O Dossiê objetivou reunir artigos sobre aportes teóricos e experiências de luta, projetos e ações extensionistas (aportes teóricos ou práticos originados ou desenvolvidos pela Universidade) em torno do sistema penal e prisional, em diferentes áreas de atuação, tendo como público-alvo pessoas privadas de liberdade, funcionários e operadores em geral

  • Percepções sobre o sistema de justiça criminal brasileiro a partir de narrativas de mulheres inseridas na prisão como mulas de tráfico

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo•ARTICLE•Revista Eletrônica da Faculdade…•2017

    O artigo aborda a relação entre mulheres, criminalidade, tráfico de drogas e inserção prisional. Discute as concepções de justiça e igualdade ao apresentar um breve panorama do sistema prisional brasileiro e relacioná-lo aos dados etnográficos obtidos durante a realização de pesquisa no ano de 2015 com mulhres presas e classificadas como traficantes no Presídio Feminino do Distrito Federal, no Distrito Federal

  • Notícias de um massacre anunciado e em andamento: O poder de matar e deixar morrer à luz do Massacre no Presídio de Alcaçuz, RN

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo, R Rodrigues•ARTICLE•Revista Brasileira de Segurança…•2017•Cited by: 1

    O Massacre nas Penitenciárias Estadual de Alcaçuz e Rogério Madruga (Pavilhão 5), estabelecimentos contíguos e localizados no Estado do RN, ocorrido em janeiro de 2017 e do qual resultaram no mínimo 26 mortos, deu início a uma escalada de violência nunca antes vista no Estado. As consequências se espraiam por todo sistema prisional e têm reflexos nas ruas, com a ocorrência de homicídios e execuções cotidianas de pessoas vinculadas, de um modo dir…

  • Violências em territórios faccionados do Nordeste do Brasil: Notas sobre as situações do Rio Grande do Norte e do Ceará

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo, Juliana Melo et al.•ARTICLE•Revista USP•2021•Cited by: 2

    O artigo trata do processo de surgimento, consolidação e expansão das facções nos estados do Ceará e Rio Grande do Norte. Discutimos as formas de envolvimento de jovens adolescentes em coletivos criminais conhecidos como facções, tratando das experiências deles em dois grupos particulares: os Guardiões do Estado, do Ceará, e o Sindicato do Crime, do Rio Grande do Norte. Em linhas gerais, evidenciamos dinâmicas próprias desses grupos e contextos, …

  • É guerra: Narrativas Judiciais sobre a Ação do PCC e do SDC

    Open Access•Thais Lemos Duarte, Juliana Gonçalves Melo•ARTICLE•Revista TOMO•2022•Cited by: 1

    Com base em decisões em segunda instância emitidas pelo sistema dejustiça do Rio Grande do Norte, o objetivo geral do artigo é discutir asnarrativas judiciais sobre a ação de grupos criminais em cenário potiguar,notadamente sobre o PCC e a respeito do Sindicato do Crime(SDC). Reforçando o processo de construção social do criminoso que,no limite, promove dinâmicas de sujeição criminal, tais relatos tenderama homogeneizar ambos os grupos, como se e…

  • Notícias de um massacre anunciado e em andamento: O poder de matar e deixar morrer à luz do Massacre no Presídio de Alcaçuz, RN

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo, R Rodrigues•ARTICLE•Revista Brasileira de Segurança…•2017•Cited by: 1

    O Massacre nas Penitenciárias Estadual de Alcaçuz e Rogério Madruga (Pavilhão 5), estabelecimentos contíguos e localizados no Estado do RN, ocorrido em janeiro de 2017 e do qual resultaram no mínimo 26 mortos, deu início a uma escalada de violência nunca antes vista no Estado. As consequências se espraiam por todo sistema prisional e têm reflexos nas ruas, com a ocorrência de homicídios e execuções cotidianas de pessoas vinculadas, de um modo dir…

  • Percepções sobre o sistema de justiça criminal brasileiro a partir de narrativas de mulheres inseridas na prisão como mulas de tráfico

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo•ARTICLE•Revista Eletrônica da Faculdade…•2017

    O artigo aborda a relação entre mulheres, criminalidade, tráfico de drogas e inserção prisional. Discute as concepções de justiça e igualdade ao apresentar um breve panorama do sistema prisional brasileiro e relacioná-lo aos dados etnográficos obtidos durante a realização de pesquisa no ano de 2015 com mulhres presas e classificadas como traficantes no Presídio Feminino do Distrito Federal, no Distrito Federal

  • Notícias de um massacre anunciado e em andamento: O poder de matar e deixar morrer à luz do Massacre no Presídio de Alcaçuz, RN

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo, R Rodrigues•ARTICLE•Revista Brasileira de Segurança…•2017•Cited by: 1

    O Massacre nas Penitenciárias Estadual de Alcaçuz e Rogério Madruga (Pavilhão 5), estabelecimentos contíguos e localizados no Estado do RN, ocorrido em janeiro de 2017 e do qual resultaram no mínimo 26 mortos, deu início a uma escalada de violência nunca antes vista no Estado. As consequências se espraiam por todo sistema prisional e têm reflexos nas ruas, com a ocorrência de homicídios e execuções cotidianas de pessoas vinculadas, de um modo dir…

  • "É a guerra"! Uma breve análise sobre o Massacre na Prisão de Alcaçuz/RN e o fortalecimento de coletivos criminosos no Estado

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo, Raul Nascimento Rodrigues•ARTICLE•Revista Eletrônica da Faculdade…•2019

    O Massacre da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, ocorrido em janeiro de 2017, marcou o início de uma escalada de violência nunca antes vista no Estado do Rio Grande do Norte. No dia-a-dia potiguar, coletivos criminosos, policiais e grupos de extermínio vêm protagonizando momentos sangrentos que dificilmente deixam de resultar em mortes - fatos que evidenciam, por si sós, a criminalização da pobreza, as consequências da política brasileira de guer…

  • A defesa dos direitos humanos e a extensão universitária em âmbito penal e penitenciário

    Open Access•Bruno Rotta Almeida, Elaine Pimentel et al.•ARTICLE•Revista Eletrônica da Faculdade…•2019

    O Dossiê objetivou reunir artigos sobre aportes teóricos e experiências de luta, projetos e ações extensionistas (aportes teóricos ou práticos originados ou desenvolvidos pela Universidade) em torno do sistema penal e prisional, em diferentes áreas de atuação, tendo como público-alvo pessoas privadas de liberdade, funcionários e operadores em geral

  • Violências em territórios faccionados do Nordeste do Brasil: Notas sobre as situações do Rio Grande do Norte e do Ceará

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo, Juliana Melo et al.•ARTICLE•Revista USP•2021•Cited by: 2

    O artigo trata do processo de surgimento, consolidação e expansão das facções nos estados do Ceará e Rio Grande do Norte. Discutimos as formas de envolvimento de jovens adolescentes em coletivos criminais conhecidos como facções, tratando das experiências deles em dois grupos particulares: os Guardiões do Estado, do Ceará, e o Sindicato do Crime, do Rio Grande do Norte. Em linhas gerais, evidenciamos dinâmicas próprias desses grupos e contextos, …

  • O Corpo Fala O Que a Boca Não Diz - Breves Considerações Sobre Violências E Exclusões Nas Audiências De Custódia

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo, Lênora Santos Peixoto et al.•ARTICLE•Vivência Revista de Antropologia•2022

    O presente trabalho faz uma reflexão sobre as práticas observadas nas audiências de custódia realizadas na Central de Flagrantes do Polo Regional de Natal, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte nos anos de 2017 a 2019. Diga-se, de passagem, que esse sistema jurídico penal determina que o preso seja apresentado a um juiz, no prazo de até 24 horas, para que possa ser analisada a legalidade e a necessidade da prisão. Além da tentat…

  • É guerra: Narrativas Judiciais sobre a Ação do PCC e do SDC

    Open Access•Thais Lemos Duarte, Juliana Gonçalves Melo•ARTICLE•Revista TOMO•2022•Cited by: 1

    Com base em decisões em segunda instância emitidas pelo sistema dejustiça do Rio Grande do Norte, o objetivo geral do artigo é discutir asnarrativas judiciais sobre a ação de grupos criminais em cenário potiguar,notadamente sobre o PCC e a respeito do Sindicato do Crime(SDC). Reforçando o processo de construção social do criminoso que,no limite, promove dinâmicas de sujeição criminal, tais relatos tenderama homogeneizar ambos os grupos, como se e…

  • Etnografias Sobre Justiça E Crime

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo, Marcus André De Souza Cardoso et al.•ARTICLE•Vivência Revista de Antropologia•2022

  • Mulheres, temporalidades e ritmos em unidades prisionais brasileiras e francesas

    Open Access•Juliana Gonçalves Melo•ARTICLE•Antropolítica - Revista…•2025

    Trata-se da resenha do livro de Luana Martins Fazer a pena andar: uma etnografia sobre o cumprimento de pena e seus ritmos em unidades prisionais femininas no Rio de Janeiro, Paris e Marseille, publicado em 2024, que analisa a experiência do encarceramento feminino em dois contextos comparativos entre Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, e França, nas cidades de Marselha e Paris. A autora propõe o conceito de ritmos para identificar as formas de …

Humanities (7 works) · Political science (6 works) · Youth, Drugs, and Violence (6 works) · Art (5 works) · Brazilian Legal Issues (3 works) · Sociology (3 works) · Crime, Illicit Activities, and Governance (2 works) · Criminal Justice and Corrections Analysis (2 works) · Criminology (2 works) · Law (2 works)

Ethnos_APP • Open Source Project • MIT License • Frontend v2.0.0 • Privacy and Cookies • API Documentation: api.ethnos.app/docs • API Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Frontend Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae