José Cardim Ribeiro
Biographic Data
| ID | 9311569 |
|---|---|
| NAME | José Cardim Ribeiro |
| GIVEN NAMES | José Cardim |
| FAMILY NAME | Ribeiro |
| SIGNATURE | RIBEIRO J C |
| AFFILIATIONS | University of Lisbon |
| ORCID | 0000-0003-2836-1513 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 4 |
| TOTAL CITATIONS | 0 |
| WORKS AS AUTHOR | 4 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2016 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2023 |
| H-INDEX | 0 |
Para uma reinterpretação de REV(V)E no contexto da realidade indoeuropeia ocidental
Este texto constitui o embrião de um estudo vasto sobre Reu(u)e, em elaboração. Nesta preliminar e resumida versão centrar-nos-emos na questão da personalidade funcional de Reu(u)e, um soberano e celeste “deus da Tempestade”, aspecto-base condicionante de todas as restantes abordagens. Analisaremos assim evidências epigráficas, arqueológicas e contextuais relativas a esta divindade lusitano-galaica, interpretando-as em confronto com outras realid…
A inscrição lusitana de Sansueña (“Arroyo I”)
permite apresentar uma mais apurada fixao deste texto. Considerando outros dados, pode afirmar-se a sua independncia relativamente a "Arroyo II"; e apontar a sua original implantao perto do povoado proto-histrico romanizado de Sansuea, cercanias de Arroyo de la Luz. Prope-se ainda uma nova interpretao da epgrafe, perseguindo um resultado admissvel do ponto de vista filolgico e coerente sob uma perspectiva histrica. Conclui-se ser este um enunciad…
“Damos-Te Esta Ovelha, Ó Trebopala!” a Invocatio Lusitana De Cabeço Das Fráguas
O texto lusitano de Cabeço das Fráguas evidencia, como opção compositiva claramente propositada, uma simetria formal entre as duas séries de elementos expressos, as oferendas animais e as divindades contempladas. Supondo os teónimos em dativo, a interpretação tradicional desta epígrafe previa pois a existência de dativos singulares em -a da 1a declinação no contexto linguístico em análise. Mas este axioma baseia-se em indícios pouco seguros, tend…
Em Torno Da Revisão De Cil Ii 265
Nos meados do séc. XVIII um lavrador descobriu acidentalmente entre Armês e Lameiras, Sintra – “Zona Oeste” do Município Olisiponense – uma lápide romana com duplo epitáfio gravado em duas colunas paralelas. Deste achado, entretanto novamente perdido, possuímos apenas uma transcrição manuscrita conservada na Biblioteca Nacional de Lisboa (COD. 425 fl. 94), exarada por um anónimo antiquarista que chegou a analisar o monumento in loco. Porém não se…
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Em Torno Da Revisão De Cil Ii 265
Nos meados do séc. XVIII um lavrador descobriu acidentalmente entre Armês e Lameiras, Sintra – “Zona Oeste” do Município Olisiponense – uma lápide romana com duplo epitáfio gravado em duas colunas paralelas. Deste achado, entretanto novamente perdido, possuímos apenas uma transcrição manuscrita conservada na Biblioteca Nacional de Lisboa (COD. 425 fl. 94), exarada por um anónimo antiquarista que chegou a analisar o monumento in loco. Porém não se…
“Damos-Te Esta Ovelha, Ó Trebopala!” a Invocatio Lusitana De Cabeço Das Fráguas
O texto lusitano de Cabeço das Fráguas evidencia, como opção compositiva claramente propositada, uma simetria formal entre as duas séries de elementos expressos, as oferendas animais e as divindades contempladas. Supondo os teónimos em dativo, a interpretação tradicional desta epígrafe previa pois a existência de dativos singulares em -a da 1a declinação no contexto linguístico em análise. Mas este axioma baseia-se em indícios pouco seguros, tend…
A inscrição lusitana de Sansueña (“Arroyo I”)
permite apresentar uma mais apurada fixao deste texto. Considerando outros dados, pode afirmar-se a sua independncia relativamente a "Arroyo II"; e apontar a sua original implantao perto do povoado proto-histrico romanizado de Sansuea, cercanias de Arroyo de la Luz. Prope-se ainda uma nova interpretao da epgrafe, perseguindo um resultado admissvel do ponto de vista filolgico e coerente sob uma perspectiva histrica. Conclui-se ser este um enunciad…
Para uma reinterpretação de REV(V)E no contexto da realidade indoeuropeia ocidental
Este texto constitui o embrião de um estudo vasto sobre Reu(u)e, em elaboração. Nesta preliminar e resumida versão centrar-nos-emos na questão da personalidade funcional de Reu(u)e, um soberano e celeste “deus da Tempestade”, aspecto-base condicionante de todas as restantes abordagens. Analisaremos assim evidências epigráficas, arqueológicas e contextuais relativas a esta divindade lusitano-galaica, interpretando-as em confronto com outras realid…
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