Gregorio Piaia
Biographic Data
| ID | 952569 |
|---|---|
| NAME | Gregorio Piaia |
| GIVEN NAMES | Gregorio |
| FAMILY NAME | Piaia |
| SIGNATURE | PIAIA G |
| AFFILIATIONS | University of Padua |
| VERIFIED | No |
| TOTAL WORKS | 19 |
| TOTAL CITATIONS | 1 |
| WORKS AS AUTHOR | 16 |
| WORKS AS EDITOR | 3 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 1996 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2022 |
| H-INDEX | 1 |
Models of the History of Philosophy
Historicism and Eclecticism
"Fare filosofia" e "fare storia della filosofia"
The present work proposes a reflexion about difficulties involved in the distinction between “doing philosophy” and “making history of philosophy”. We support the convenience of this problematic distinction, but in a way that the coexistence of the two perspectives guarantees mutyal enrichment. In particular, we insist that the second perspective promotes an attitude that is more open to understanding the distinct ways in which the human being ha…
Models of the History of Philosophy
Models of the History of Philosophy
Fra tradizione e innovazione
Il graduale passaggio dall'antica "storia dei filosofi" alla moderna "storia della filosofia" viene qui ricostruito nelle sue fasi essenziali, alla luce della dialettica fra tradizione e innovazione, che caratterizza il dialogo filosofico inteso in senso diacronico. Ma in che senso è ancora possibile, oggi, parlare di una "storia della filosofia" distinta sia dall'attività filosofico-ermeneutica sia dalla ricerca strettamente storica, qual è quel…
A “Critical” History of Philosophy and the Early Enlightenment
Les études sur l'histoire de l'historiographie philosophique au cours du XX e siècle en Italie
est autorisée que dans les limites des conditions générales d'utilisation du site ou, le cas échéant, des conditions générales de la licence souscrite par votre établissement
Les trésors de Cratès
Piaia Gregorio. Les trésors de Cratès. Sur la valeur d'une approche historique de la philosophie. In: Revue Philosophique de Louvain. Quatrième série, tome 106, n°1, 2008. pp. 129-138
Il ruolo dell’imperatore Costantino in Marsilio da Padova
A assim chamada “Doação de Constantino”, pela qual o papa ter-se-ia tornado senhor temporal, foi julgada, geralmente, de forma negativa pelos pensadores do século XIV (como João Quidort e Ockham), ou como uma ação de duplo efeito (Dante). Marsílio de Pádua a encara sob outro aspecto: a doação mostra que o imperador era superior ao papa e aos demais hierarcas da Igreja. Daí ele deduz que, dentro da sociedade, também da sociedade cristã, o imperado…
La Svolta Francese Nello Studio Della Filosofia Medievalle (1800-1820)
Faz-se costumeiramente uma ligação entre Romantismo e retomada do interesse pelos estudos de Filosofia Medieval na França. O presente texto mostra que os caminhos da História foram diferentes. O Romantismo, em seus primeiros tempos, ignorou o pensamento medieval. Os primeiros que com ele se ocuparam foram o ex-ideólogo Degérando e os ultramontanistas como De Bonald, Lammenais e De Maistre
Os tesouros de Crateto
Em relação ao nosso presente, o passado é ao mesmo tempo próximo e distante, semelhante e distinto. Geralmente estudamos a história da filosofia para encontrar semelhanças ou afinidades com nossa atitude filosófica. Mas o pensamento do passado é freqüentemente diferente do nosso e nos leva a rever nossas respeitáveis opiniões. A abertura ao "outro", em sentido diacrônico, é hoje o valor formativo essencial (e não só informativo!) da história da f…
Pierre Bayle E Il Medioevo
No Dictionnaire historique et critique, Bayle compôs mais de cem verbetes sobre a Idade Média. A época é vista com os olhos calvinistas do autor, que se baseia mais na literatura histórica e polêmica que nas fontes medievais. Em diversos verbetes, 0 texto é mais romanesco que cientifico, e, em alguns casos, a fonte não declarada de referência são obras de escolásticos posteriores
Fra Contemplazione E Dominio Note in Margine Al Rapporto Uomo-Natura Nel Pensiero Medievale
As relações entre homem e natureza,no pensamento medieval, podem ser examinadaspor diversos ângulos e por todos eles leva-se emconsideração a Deus, como criador. As posiçõesextremas do homem ante a natureza situam-seentre a contemplação e o domínio. Dois pensadoressão aqui examinados: Hugo de São Víctor ePetrarca
Cartesianismo E Storia
SÍNTESE - No Discurso sobre o método e em outros textos Descartes vê uma oposição entre verdade e história e, por isso, recusa metodologicamente qualquer relação com o passado filosófico. Nisto é seguido por muitos de sua época, sendo que Malebranche o supera nesta reivindicação. Entretanto, a "astúcia da razão" mostra que coube exatamente à filosofia anti-histórica de Descartes o mérito de haver dado uma nova fisionomia à história filosófica que…
Riforma Del Metodo E Fini Morali in Cartesio
SÍNTESE - Facilmente lê-se Descartes como autor de um projeto de reforma do conhecimento, estranhando- se mesmo a presença da moral, na parte terceira do Discurso. Uma análise aprofundada do projeto cartesiano mostra, entretanto, que na economia complessiva intelectual projetada por ele, a moral representa ao mesmo tempo o pressuposto e o ponto alto de tal reforma
Storia Dei Filosofi E Teologia Della Storia in Agostino E Nell'età Medievale
A costumeira afirmação de que a historiografia nasce com o iluminismo deixa, por vezes, de lado o fato de que no passado também se pensou em categorias históricas e fez-se uma história dos filósofos e uma teologia da história, com os recursos e técnicas que nem sempre são bem conhecidas
Il Filosofo E La Guerra Un Dialogo a Distanza Fra Erasmo E Moro
Comparando os textos não muito longos de Erasmo e de Tomás Morus a respeito da guerra, percebe-se que este possui influências daquele. Para ambos, há uma clara e radical oposição entre a guerra e o filósofo. Para a guerra, são precisos corpos rudes, que não pensam; para a Filosofia, cérebros interrogadores. Morus parece encontrar mais facilidade em aceitar alguma forma de guerra, enquanto Erasmo vitupera mais acertadamente a estupidez desta forma…
European Identity and National Characteristics in the Historia philosophica of the Seventeenth and Eighteenth Centuries
Il Filosofo E La Guerra Un Dialogo a Distanza Fra Erasmo E Moro
Comparando os textos não muito longos de Erasmo e de Tomás Morus a respeito da guerra, percebe-se que este possui influências daquele. Para ambos, há uma clara e radical oposição entre a guerra e o filósofo. Para a guerra, são precisos corpos rudes, que não pensam; para a Filosofia, cérebros interrogadores. Morus parece encontrar mais facilidade em aceitar alguma forma de guerra, enquanto Erasmo vitupera mais acertadamente a estupidez desta forma…
European Identity and National Characteristics in the Historia philosophica of the Seventeenth and Eighteenth Centuries
Storia Dei Filosofi E Teologia Della Storia in Agostino E Nell'età Medievale
A costumeira afirmação de que a historiografia nasce com o iluminismo deixa, por vezes, de lado o fato de que no passado também se pensou em categorias históricas e fez-se uma história dos filósofos e uma teologia da história, com os recursos e técnicas que nem sempre são bem conhecidas
Cartesianismo E Storia
SÍNTESE - No Discurso sobre o método e em outros textos Descartes vê uma oposição entre verdade e história e, por isso, recusa metodologicamente qualquer relação com o passado filosófico. Nisto é seguido por muitos de sua época, sendo que Malebranche o supera nesta reivindicação. Entretanto, a "astúcia da razão" mostra que coube exatamente à filosofia anti-histórica de Descartes o mérito de haver dado uma nova fisionomia à história filosófica que…
Riforma Del Metodo E Fini Morali in Cartesio
SÍNTESE - Facilmente lê-se Descartes como autor de um projeto de reforma do conhecimento, estranhando- se mesmo a presença da moral, na parte terceira do Discurso. Uma análise aprofundada do projeto cartesiano mostra, entretanto, que na economia complessiva intelectual projetada por ele, a moral representa ao mesmo tempo o pressuposto e o ponto alto de tal reforma
Fra Contemplazione E Dominio Note in Margine Al Rapporto Uomo-Natura Nel Pensiero Medievale
As relações entre homem e natureza,no pensamento medieval, podem ser examinadaspor diversos ângulos e por todos eles leva-se emconsideração a Deus, como criador. As posiçõesextremas do homem ante a natureza situam-seentre a contemplação e o domínio. Dois pensadoressão aqui examinados: Hugo de São Víctor ePetrarca
Pierre Bayle E Il Medioevo
No Dictionnaire historique et critique, Bayle compôs mais de cem verbetes sobre a Idade Média. A época é vista com os olhos calvinistas do autor, que se baseia mais na literatura histórica e polêmica que nas fontes medievais. Em diversos verbetes, 0 texto é mais romanesco que cientifico, e, em alguns casos, a fonte não declarada de referência são obras de escolásticos posteriores
La Svolta Francese Nello Studio Della Filosofia Medievalle (1800-1820)
Faz-se costumeiramente uma ligação entre Romantismo e retomada do interesse pelos estudos de Filosofia Medieval na França. O presente texto mostra que os caminhos da História foram diferentes. O Romantismo, em seus primeiros tempos, ignorou o pensamento medieval. Os primeiros que com ele se ocuparam foram o ex-ideólogo Degérando e os ultramontanistas como De Bonald, Lammenais e De Maistre
Os tesouros de Crateto
Em relação ao nosso presente, o passado é ao mesmo tempo próximo e distante, semelhante e distinto. Geralmente estudamos a história da filosofia para encontrar semelhanças ou afinidades com nossa atitude filosófica. Mas o pensamento do passado é freqüentemente diferente do nosso e nos leva a rever nossas respeitáveis opiniões. A abertura ao "outro", em sentido diacrônico, é hoje o valor formativo essencial (e não só informativo!) da história da f…
Il ruolo dell’imperatore Costantino in Marsilio da Padova
A assim chamada “Doação de Constantino”, pela qual o papa ter-se-ia tornado senhor temporal, foi julgada, geralmente, de forma negativa pelos pensadores do século XIV (como João Quidort e Ockham), ou como uma ação de duplo efeito (Dante). Marsílio de Pádua a encara sob outro aspecto: a doação mostra que o imperador era superior ao papa e aos demais hierarcas da Igreja. Daí ele deduz que, dentro da sociedade, também da sociedade cristã, o imperado…
Les trésors de Cratès
Piaia Gregorio. Les trésors de Cratès. Sur la valeur d'une approche historique de la philosophie. In: Revue Philosophique de Louvain. Quatrième série, tome 106, n°1, 2008. pp. 129-138
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Fra tradizione e innovazione
Il graduale passaggio dall'antica "storia dei filosofi" alla moderna "storia della filosofia" viene qui ricostruito nelle sue fasi essenziali, alla luce della dialettica fra tradizione e innovazione, che caratterizza il dialogo filosofico inteso in senso diacronico. Ma in che senso è ancora possibile, oggi, parlare di una "storia della filosofia" distinta sia dall'attività filosofico-ermeneutica sia dalla ricerca strettamente storica, qual è quel…
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"Fare filosofia" e "fare storia della filosofia"
The present work proposes a reflexion about difficulties involved in the distinction between “doing philosophy” and “making history of philosophy”. We support the convenience of this problematic distinction, but in a way that the coexistence of the two perspectives guarantees mutyal enrichment. In particular, we insist that the second perspective promotes an attitude that is more open to understanding the distinct ways in which the human being ha…
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Historicism and Eclecticism
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