Camille Cardoso Miranda
Biographic Data
| ID | 953485 |
|---|---|
| NAME | Camille Cardoso Miranda |
| GIVEN NAMES | Camille Cardoso |
| FAMILY NAME | Miranda |
| SIGNATURE | MIRANDA C C |
| AFFILIATIONS | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| ORCID | 0000-0002-3920-6247 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 11 |
| TOTAL CITATIONS | 3 |
| AUTHOR COUNT | 11 |
| EDITOR COUNT | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2019 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2024 |
| H-INDEX | 1 |
Noções de expressão espaciais nas línguas Aruák faladas no Noroeste Amazônico
Este artigo tem como tema a análise de adposições espaciais em três línguas Aruák (Baniwa, Tariana e Warekena) faladas no noroeste amazônico, mais especificamente no munícipio de São Gabriel da Cachoeira, no estado do Amazonas (Brasil). Neste trabalho, a análise da representação semântica do espaço baseia-se na tipologia semântica e gramática do espaço. A representação semântica dos eventos de movimento é dividida em dois domínios semânticos: a e…
Padrões de nominalização em línguas da família Arawák
A nominalização é um processo de aquisição de propriedades nominais que se aplica ao nível semântico, morfológico e sintático (SERRANO, no prelo). Esse fenômeno significa em sua essência tornar “algo” em um nome (COMRIE; THOMPSON, 2007). Assim, ela faz com que um verbo ou outras classes gramaticais se transformem em nomes. O presente artigo tem como objetivo descrever esse processo em algumas línguas da família Arawák. Selecionamos as línguas de …
Linguist on the loose
Resenha do livro "Linguist on the loose. Adventures and misadventures in fieldwork (2022)" escrito pelo linguista norteamericano Lyle Campbell
Por que documentar e descrever línguas? A importância desses estudos para revitalização e fortalecimento de línguas indígenas brasileiras
Os estudos de documentação e descrição linguística são dois passos importantes para o fortalecimento, manutenção, preservação e revitalização de línguas, principalmente, daquelas que estão em ameaça, como é o caso de muitas línguas indígenas brasileiras. A tarefa de registrar uma língua compromete duas atividades básicas que se relacionam entre si, mas que têm objetivos diferentes: a documentação e a descrição linguística. O artigo apresenta algu…
Diversidade linguística indígena
Em esta publicação, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) descreve os resultados obtidos no I Encontro Internacional sobre Diversidade Linguística (I EIDLI), realizado no âmbito do II Congresso Internacional sobre Revitalização de Línguas Indígenas e Minoritárias (II CIRLIN), realizado na Universidade de Brasília, entre os dias 1 e 4 de outubro de 2019. O I EIDLI contou com a participação de indígenas do Brasil, México,…
Uma análise tipológica preliminar do sistema de classificadores em línguas Arawák
O presente artigo objetiva descrever preliminarmente o sistema de classificadores em 15 línguas que compõem a família linguística Arawák (Arawák): Achaguá, Ashéninka Perené, Baniwa de Içana, Baure, Garifuna, Mehináku, Nanti, Palikur, Paresi, Resígaro, Tariana, Wapixana, Warekena, Waujá e Yawalapiti. Os classificadores são geralmente definidos como morfemas que ocorrem em estruturas da superfície que denotam algumas características semânticas asso…
Categorização nominal em línguas Arawák
Corbett (1991, 2001) e Aikhenvald (2000a) assumem que gênero e classe nominal são um tipo de categorização nominal. Diferentemente desses autores, Grinevald (2000) estabelece uma distinção de gênero e classe nominal, alegando que gênero é um termo geralmente reservado para sistemas relativamente pequenos, baseados no sexo, do tipo indo-europeu, enquanto classes nominais são geralmente usadas para além da questão do sexo, como animado/inanimado, h…
O fenômeno de nasalização em línguas Tupí-Guaraní
Tupí-Guaraní, tronco Tupí. Para averiguação do processo de nasalidade em línguas Tupí-Guaraní utiliza-se como pressuposto teórico principal a abordagem tipológica de Walker (1998), para verificar e compreender, a partir de uma hierarquia tipológica de harmonia nasal, segmentos que podem ser gatilhos ou alvos do espalhamento nasal. O estudo também utiliza as considerações de Ohala (1993) e Cohn (1990, 1993) para examinar o processo de nasalização …
Nonverbal predication in Amazonian languages
Resenha do livro "Nonverbal predication in Amazonian languages", organizado por Simon E. Overall; Rosa Vallejos; Spike Gildea (2018). Este é uma coletânea de 14 capítulos adequadamente selecionados dos 32 trabalhos apresentados na "Conferência Internacional Amazônica v", realizado na cidade de Belém, Pará, no ano de 2014. O volume está constituído de uma diversidade de línguas faladas na América do Sul: 14 línguas individuais relacionadas às famí…
O contato warao-espanhol
Em uma recente publicação, "El contacto warao-español. Consideraciones sobre el proceso de aculturación léxica de la lengua nativa del delta del Orinoco", Andrés Romero-Figueroa apresenta um estudo no âmbito sociolinguístico dos processos do contato linguístico e da aculturação lexical entre o Warao e o espanhol. O Warao e uma língua falada por uma população originária que ocupa uma vasta extensão da região delta do rio Orenoco, Nordeste da Repúb…
A pesquisa tipológica em línguas indígenas brasileiras
O foco do presente artigo é discutir alguns aspectos tipológicos importantes de línguas indígenas brasileiras, principalmente em relação aos aspectos fonológicos. Utilizamos dois fenômenos fonológicos bastante comuns em línguas naturais: nasalização e palatalização. Para nasalização utilizamos três línguas que pertencem à família Tupí-Guaraní (Parakanã, Mbyá e Guajá) e para o fenômeno de palatalização utilizamos três línguas da família Aruák (Meh…
O fenômeno de nasalização em línguas Tupí-Guaraní
Tupí-Guaraní, tronco Tupí. Para averiguação do processo de nasalidade em línguas Tupí-Guaraní utiliza-se como pressuposto teórico principal a abordagem tipológica de Walker (1998), para verificar e compreender, a partir de uma hierarquia tipológica de harmonia nasal, segmentos que podem ser gatilhos ou alvos do espalhamento nasal. O estudo também utiliza as considerações de Ohala (1993) e Cohn (1990, 1993) para examinar o processo de nasalização …
Diversidade linguística indígena
Em esta publicação, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) descreve os resultados obtidos no I Encontro Internacional sobre Diversidade Linguística (I EIDLI), realizado no âmbito do II Congresso Internacional sobre Revitalização de Línguas Indígenas e Minoritárias (II CIRLIN), realizado na Universidade de Brasília, entre os dias 1 e 4 de outubro de 2019. O I EIDLI contou com a participação de indígenas do Brasil, México,…
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Categorização nominal em línguas Arawák
Corbett (1991, 2001) e Aikhenvald (2000a) assumem que gênero e classe nominal são um tipo de categorização nominal. Diferentemente desses autores, Grinevald (2000) estabelece uma distinção de gênero e classe nominal, alegando que gênero é um termo geralmente reservado para sistemas relativamente pequenos, baseados no sexo, do tipo indo-europeu, enquanto classes nominais são geralmente usadas para além da questão do sexo, como animado/inanimado, h…
O fenômeno de nasalização em línguas Tupí-Guaraní
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