Josalba Fabiana Dos Santos
Biographic Data
| ID | 956520 |
|---|---|
| NAME | Josalba Fabiana Dos Santos |
| GIVEN NAMES | Josalba Fabiana |
| FAMILY NAME | Dos Santos |
| SIGNATURE | DOS SANTOS J F |
| AFFILIATIONS | Universidade do Estado de Santa Catarina |
| ORCID | 0000-0001-8725-4764 |
| VERIFIED | Yes |
| TOTAL WORKS | 16 |
| TOTAL CITATIONS | 1 |
| WORKS AS AUTHOR | 16 |
| WORKS AS EDITOR | 0 |
| FIRST PUBLICATION YEAR | 2005 |
| LATEST PUBLICATION YEAR | 2025 |
| H-INDEX | 1 |
Violência contra mulheres no cinema regional argentino e brasileiro
Since the beginning of the 21st century, there has been an increase in portrayals of violence against women in Argentine and Brazilian cinema, with a particular focus on sexual violence. Whether centrally or as a secondary element, explicitly or implicitly, sexual violence appears in various cinematic works. This article aims to reflect on how such violence is represented in two fictional dramas: the Brazilian film Baixio das Bestas (Cláudio Assi…
Putas, ou quase… violência de gênero em filmes de ficção da Argentina e Brasil no século XXI
Nas últimas décadas, muitos filmes procuram abordar o tema da violência de gênero. As representações cinematográficas, sobretudo as brasileiras, revelam que a maioria das vítimas de violência masculina fora das relações conjugais são mulheres em situação de prostituição, seja voluntária ou forçada, ou aquelas que, por alguma razão, são associadas a prostitutas. Essas violências são, essencialmente, de caráter sexual e estão marcadas por hierarqui…
Apresentação Dossiê
Apresentação Dossiê : Gênero, diversidades, interseccionalidades: perspectivas de análise na pesquisa histórica
Cinema e migrações em perspectiva de gênero
A mobilidade humana é uma experiência comum a todos os povos, sobretudo em momentos de crises. Essas experiências de mobilidade têm lugar em várias narrativas cinematográficas, sobretudo as chamadas grandes migrações do final do século XIX e início do século XX. Nas cinematografias argentina e brasileira esse foi um filão bastante explorado. Em períodos mais recentes, as questões de gênero passaram a integrar as preocupações dos/as pesquisadores/…
O jeito de Antonio Carlos Viana matar lagartas
Analisaremos o conto "Cara de boneca", do livro Jeito de matar lagartas (2015), do escritor Antonio Carlos Viana. Como uma das personagens é comparada a uma boneca, daí o título da narrativa, será em torno dessa imagem que o presente trabalho será constituído. A boneca é um brinquedo e um duplo por excelência, duplo de um ser humano. No entanto, no conto em questão, existe uma inversão, pois é um ser humano que se torna boneca. Esse processo pelo…
Januário
A partir do episódio da morte em efígie da personagem Januário, de Os sinos da agonia (1974), romance de Autran Dourado ambientado nas Minas Gerais do século XVIII, o presente trabalho discute aspectos relacionados ao duplo, adotando principalmente as perspectivas de Clément Rosset e de Gilles Deleuze. Problematizando a aproximação mais ou menos evidente entre o rapaz e o deus Jano da mitologia romana, este texto apresenta Januário como um homo s…
Os Sertões E Facundo
O Cronotopo Em São Bernardo
Este texto apresenta uma reflexão sobre o tempo e o espaço no livro São Bernardo, de Graciliano Ramos. As idéias que utilizei são do pensador Mikhail Bakhtin
Personagem, Persona, Pessoa
Este texto pretende fazer uma pequena discussão sobre a questão das diferentes personalidades do protagonista de João Gilberto Noll em Harmada e demonstrar o quanto a configuração dentro do universo ficcional se aproxima do empírico
Aqui e lá
A identidade, o identificar-se com, é um conflito constante e num certo sentido insolúvel entre o aqui e o lá. Tanto o aqui como o lá são relativos porque intercambiáveis, não são fixos. Aparentemente opostas, essas categorias espaciais se revelam relativas na definição de fronteiras entre o mesmo e o outro, o igual e o diferente, aquele que faz parte do lugar e o que é estranho ou estrangeiro. Relatos de viagem – de Caminha e Tom Jobim –, poemas…
Narrativas monstruosas
Em A menina morta, de Cornélio Penna, o monstruoso está inscritono próprio ato de narrar. O romance (a narrativa maior) insere em seu interior uma série de pequenas narrativas que são feitas por escravas. Tanto o narrador principal quanto as narradoras revelam ocultando, contam sem contar, mostram escondendo. Cada história apresentada revela a monstruosidade do sistema patriarcal e escravocrata, mas isso nunca é feito de forma direta. Cabe ao lei…
Narrativas monstruosas
Em A menina morta, de Cornélio Penna, o monstruoso está inscrito no próprio ato de narrar. O romance (a narrativa maior) insere em seu interior uma série de pequenas narrativas que são feitas por escravas. Tanto o narrador principal quanto as narradoras revelam ocultando, contam sem contar, mostram escondendo. Cada história apresentada revela a monstruosidade do sistema patriarcal e escravocrata, mas isso nunca é feito de forma direta. Cabe ao le…
Maternidade monstruosa em Cornélio Penna
Através da recorrente metáfora do monstro em Fronteira, Dois romances de Nico Horta e Repouso, Cornélio Penna configura, alegoricamente, o estado de violência que o patriarcalismo engendra. Mães potencialmente destrutivas geram seres que as repetem, mas que são diferentes. Portanto, não as reconhecem e com elas não se identificam. Ícone da criação monstruosa, Frankenstein, de Mary Shelley, é produtivo para uma reflexão a respeito da tensão presen…
Entre o público e o privado
A Nação Irrealizável De Cornélio Penna
Os romances de Cornélio Penna podem ser lidos como metáforase metonímias de uma nação impossível de ser constituir porqueserá eternamente assombrada pela escravidão
Metáforas Da Nação
A pequena cidade do interior e a família nos romances de Cornélio Penna são metáforas e metonímias da nação. Comparam-se a ela e são partes que compõem o todo. Reproduzindo o sistema patriarcal, em todas as narrativas, e escravocrata, em A menina morta, vigente no Brasil do século XIX, o escritor expõe a violência sobre a qual se sustenta o Estado. Gilberto Freyre, em Casa-grande & senzala, faz algo semelhante. Patriarcalismo e escravidão são a b…
Cinema e migrações em perspectiva de gênero
A mobilidade humana é uma experiência comum a todos os povos, sobretudo em momentos de crises. Essas experiências de mobilidade têm lugar em várias narrativas cinematográficas, sobretudo as chamadas grandes migrações do final do século XIX e início do século XX. Nas cinematografias argentina e brasileira esse foi um filão bastante explorado. Em períodos mais recentes, as questões de gênero passaram a integrar as preocupações dos/as pesquisadores/…
A Nação Irrealizável De Cornélio Penna
Os romances de Cornélio Penna podem ser lidos como metáforase metonímias de uma nação impossível de ser constituir porqueserá eternamente assombrada pela escravidão
Metáforas Da Nação
A pequena cidade do interior e a família nos romances de Cornélio Penna são metáforas e metonímias da nação. Comparam-se a ela e são partes que compõem o todo. Reproduzindo o sistema patriarcal, em todas as narrativas, e escravocrata, em A menina morta, vigente no Brasil do século XIX, o escritor expõe a violência sobre a qual se sustenta o Estado. Gilberto Freyre, em Casa-grande & senzala, faz algo semelhante. Patriarcalismo e escravidão são a b…
Entre o público e o privado
Maternidade monstruosa em Cornélio Penna
Através da recorrente metáfora do monstro em Fronteira, Dois romances de Nico Horta e Repouso, Cornélio Penna configura, alegoricamente, o estado de violência que o patriarcalismo engendra. Mães potencialmente destrutivas geram seres que as repetem, mas que são diferentes. Portanto, não as reconhecem e com elas não se identificam. Ícone da criação monstruosa, Frankenstein, de Mary Shelley, é produtivo para uma reflexão a respeito da tensão presen…
Narrativas monstruosas
Em A menina morta, de Cornélio Penna, o monstruoso está inscritono próprio ato de narrar. O romance (a narrativa maior) insere em seu interior uma série de pequenas narrativas que são feitas por escravas. Tanto o narrador principal quanto as narradoras revelam ocultando, contam sem contar, mostram escondendo. Cada história apresentada revela a monstruosidade do sistema patriarcal e escravocrata, mas isso nunca é feito de forma direta. Cabe ao lei…
Narrativas monstruosas
Em A menina morta, de Cornélio Penna, o monstruoso está inscrito no próprio ato de narrar. O romance (a narrativa maior) insere em seu interior uma série de pequenas narrativas que são feitas por escravas. Tanto o narrador principal quanto as narradoras revelam ocultando, contam sem contar, mostram escondendo. Cada história apresentada revela a monstruosidade do sistema patriarcal e escravocrata, mas isso nunca é feito de forma direta. Cabe ao le…
Aqui e lá
A identidade, o identificar-se com, é um conflito constante e num certo sentido insolúvel entre o aqui e o lá. Tanto o aqui como o lá são relativos porque intercambiáveis, não são fixos. Aparentemente opostas, essas categorias espaciais se revelam relativas na definição de fronteiras entre o mesmo e o outro, o igual e o diferente, aquele que faz parte do lugar e o que é estranho ou estrangeiro. Relatos de viagem – de Caminha e Tom Jobim –, poemas…
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Este texto pretende fazer uma pequena discussão sobre a questão das diferentes personalidades do protagonista de João Gilberto Noll em Harmada e demonstrar o quanto a configuração dentro do universo ficcional se aproxima do empírico
Os Sertões E Facundo
Januário
A partir do episódio da morte em efígie da personagem Januário, de Os sinos da agonia (1974), romance de Autran Dourado ambientado nas Minas Gerais do século XVIII, o presente trabalho discute aspectos relacionados ao duplo, adotando principalmente as perspectivas de Clément Rosset e de Gilles Deleuze. Problematizando a aproximação mais ou menos evidente entre o rapaz e o deus Jano da mitologia romana, este texto apresenta Januário como um homo s…
O jeito de Antonio Carlos Viana matar lagartas
Analisaremos o conto "Cara de boneca", do livro Jeito de matar lagartas (2015), do escritor Antonio Carlos Viana. Como uma das personagens é comparada a uma boneca, daí o título da narrativa, será em torno dessa imagem que o presente trabalho será constituído. A boneca é um brinquedo e um duplo por excelência, duplo de um ser humano. No entanto, no conto em questão, existe uma inversão, pois é um ser humano que se torna boneca. Esse processo pelo…
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Cinema e migrações em perspectiva de gênero
A mobilidade humana é uma experiência comum a todos os povos, sobretudo em momentos de crises. Essas experiências de mobilidade têm lugar em várias narrativas cinematográficas, sobretudo as chamadas grandes migrações do final do século XIX e início do século XX. Nas cinematografias argentina e brasileira esse foi um filão bastante explorado. Em períodos mais recentes, as questões de gênero passaram a integrar as preocupações dos/as pesquisadores/…
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Violência contra mulheres no cinema regional argentino e brasileiro
Since the beginning of the 21st century, there has been an increase in portrayals of violence against women in Argentine and Brazilian cinema, with a particular focus on sexual violence. Whether centrally or as a secondary element, explicitly or implicitly, sexual violence appears in various cinematic works. This article aims to reflect on how such violence is represented in two fictional dramas: the Brazilian film Baixio das Bestas (Cláudio Assi…
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